domingo, 19 de janeiro de 2025
Apresentar e testemunhar Jesus, a Luz das Nações (IIDTCA) (17/01)
O chamado divino e a nossa resposta (IIDTCB)
A chama do Amor Divino (IIDTC)
Como encontrar a autêntica felicidade? (IIDTCA)
Anos passados, celebrando em uma Capela da Diocese de Guarulhos, contemplei uma assembleia marcada pela simplicidade, acolhida, calor humano... Era possível perceber as dificuldades nos traços comuns, estampados em cada rosto:
Aquela Missa ficou marcada também pelos cantos, desenvolvimento litúrgico, o enlevo espiritual, a chama viva do Espírito, que sempre nos acompanha, queima, arde, renova.
O flautista introduzindo o canto e as almas elevando, os violões, a voz da salmista, fazendo vibrar as cordas da garganta, com a unção do Espírito, emergindo do mais profundo do coração onde o amor habita. Deus é Amor, o Espírito é Sua comunicação.
Na Homilia, enfatizei a Missão do Cordeiro Jesus Cristo; as características de João Batista que a comunidade deve imitar, e que não são poucas: que Cristo apareça e nós diminuamos; fidelidade até o fim; ver o Senhor e, d’Ele, dar testemunho, à luz do Evangelho (Jo 1, 29-34).
Na perfeita sintonia, a primeira Leitura (Is 49, 3.5-6) falava do servo do Senhor e a missão de ser luz das nações, sendo que a nós cabe anunciar e dar testemunho desta luz, como João o fez.
A segunda Leitura (1Cor 1,1-3) nos inspirou a falar da vocação como dom de Deus e resposta nossa; o convite à santidade, pois o mundo tem necessidade de santos no mais belo e perfeito sentido.
Santidade entendida como fazer com prazer a vontade do Senhor, sendo, no mundo, comunicadores da graça e instrumentos da paz, como a saudação paulina na carta mencionava.
Muitas vezes em nome do realizar a própria vontade, estabelece-se uma relação de escravidão de si mesmo, talvez uma das piores escravidões: escravidão da própria vontade, sem levar em conta o outro e o outro, entendendo o primeiro como o próximo, e o segundo como a Suprema Divindade.
Somente na fidelidade à vontade de Deus é que faremos o encontro com a felicidade e a liberdade. Talvez por isto muitos, dela, se distanciaram, mas podem ainda reencontrá-la...
Nossa Senhora, Mãe e Mestra que disseste: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a Tua vontade”, ensina-nos, como filhos, a fazer o mesmo.
Cristo Senhor, que também no Horto, Te puseste totalmente na mão de Deus, ajuda-nos a repetir e fazer como fizeste: “Pai, se possível, afasta de mim este cálice, mas que seja feita a Tua vontade...”.
Quando Deus nos chama, só há uma resposta (IIDTCB)
Todo ser humano é livre pelo consentimento de Deus. Quando deixamos de ser livres, passamos a ser escravos de nossas vontades, do nosso corpo, da nossa fragilidade...
sábado, 18 de janeiro de 2025
“Segue-me” (17/01)
sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: ‘Segue-me”
sexta-feira, 17 de janeiro de 2025
Concedei-nos, Senhor, vida e Salvação (15/01)
Concedei-nos, Senhor, vida e Salvação
Senhor Jesus
Cristo, realizastes tantas curas, e ontem como hoje persiste, com efeito, o
equívoco sobre a Boa-Nova que fostes enviado a anunciar e sobre a Salvação que
nos alcançastes, bem como Vossa própria identidade.
Ontem como hoje,
pode ocorrer que como as multidões, procuremos o pão e a cura e nos esqueçamos
da conversão do coração, da adesão à Vossa Pessoa, do Projeto pelo qual destes
a Vossa vida, da súplica do perdão de nossos tantos pecados.
Senhor Jesus
Cristo, não permitais que caiamos na tentação da busca de uma Salvação
exterior, fácil, obtida simplesmente “tocando Vossas vestes”, recitando uma
oração, cumprindo uma prática externa, ou talvez entrando numa associação ou
ordem religiosa.
Ajudai-nos, no
caminho da Salvação, que se dá na profundeza de nosso coração, a fim de que
seja interior e radical, curando o nosso coração, assumindo com renúncias e
coragem a cruz de cada dia.
Senhor Jesus
Cristo, que vejamos todas as demais curas como sinais de Vossa vontade de doação
de Vossa Vida, da verdadeira Salvação, que é de todas as pessoas e da pessoa
toda. Amém.
PS: Missal
Cotidiano - Editora Paulus p.740 - Comentário da passagem do Evangelho de
Marcos (Mc 1,40-45; 6,53-56).







