Jamais a perda da esperança em Deus
“–1 Quanto eu fui
perseguido desde jovem,
que o diga Israel neste momento!
–2 Quanto eu fui perseguido desde jovem,
mas nunca me puderam derrotar!
–3 Araram lavradores o meu dorso,
rasgando longos sulcos com o arado.
–4 Mas o Senhor, que sempre age com justiça,
fez em pedaços as correias dos malvados.
–5 Que voltem para trás envergonhados
todos aqueles que odeiam a Sião!
–6 Sejam eles como a erva dos telhados,
que bem antes de arrancada já secou!
–7 Esta jamais enche a mão do ceifador
nem o regaço dos que juntam os seus feixes;
=8 para estes nunca dizem os que passam:
'Sobre vós desça a bênção do Senhor!
Em nome do Senhor vos bendizemos!'”
Ao rezar o
Salmo 128(129), um salmo de romaria, o povo oprimido renova a sua esperança em
Deus:
“A
recordação da história do povo, feita de muitas aflições, das quais, porém,
Deus sempre o libertou, inspira ao salmista um olhar confiante para o futuro:
os atuais inimigos não poderão derrotá-lo” (1)
Seja a
nossa confiança e esperança renovada no Senhor que nos assiste em todos os
momentos, e completemos em nossa carne o que falta a paixão de Cristo, como nos
fala o Apóstolo Paulo:
“Alegro-me
nos sofrimentos que tenho suportado por vós e completo o que na minha carne
falta às tribulações de Cristo, em favor do seu Corpo que é a Igreja.”(Cl 1,24)
(1)
Comentário da Bíblia
Edições CNBB – p. 840


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