Aleluia! Aleluia!
quarta-feira, 8 de abril de 2026
Páscoa: transbordemos de alegria!
Aleluia! Aleluia!
Olhos que se abrem, corações que ardem…
Não deixe a chama do amor se apagar
Não deixe a chama do amor se apagar
Ouvir uma música possibilita transcender sua escuta com o mergulho no cotidiano, repensando a existência para torná-la mais bela.
Retomo um trecho de uma das músicas interpretadas por Elton John e Leon Russel:“When Love Is Dying”:
“... E ninguém lhe diz
Quando o amor está morrendo,
quando o amor está morrendo
Só fica um pouco mais frio
E paramos de tentar, paramos de tentar,
Sim, nós paramos de tentar
Oh quando o amor está morrendo
Há uma dor que você nunca pode explicar...”
Reflito sobre tantos relacionamentos conjugais que estão morrendo; outros que há muito morreram e outros sobrevivem, em últimos suspiros.
Também reflito sobre tantos outros relacionamentos que poderão sobreviver, se algo for feito. Mas o que pode ser feito?
Quantos relacionamentos ficaram frios, num cotidiano arrastado com lágrimas, sem esperança de retornar à chama do primeiro amor?
Quantas vezes a cruz, que o amor não dispensa, tornou-se quase que insuportável, por que não procede do amor a ser vivido e correspondido?
“Quando o amor está morrendo” é como um grito nos convidando a também rever outros relacionamentos e não apenas o conjugal.
Reflitamos sobre relacionamentos de amizade que, se não regados com carinho, atenção, apreço, correção fraterna, aos poucos, podem esfriar, desaparecendo como poeira ao vento ou gotas de orvalho matinais.
Relacionamentos dentro da comunidade de fé também são vocacionados à maturidade da Comunhão Fraterna (At 2,42-45). Às vezes, a desatenção, a falta do carinho, da compreensão e da prática vital do perdão condenam a relacionamentos e comunidade “frias”, que não revelam a chama terna e candente do Amor de Deus.
Se Comunidade do Espírito, somos por excelência a Comunidade do Seu Fogo; do Fogo do Amor, da alegria, da convivência, da comunhão celebrada.
Repenso sobre a dor da frieza que o amor agonizante e desfalecido pode causar no coração de cada um de nós.
“Há uma dor que você nunca não pode explicar”. E nem é preciso, antes deve-se evitar que a dor se multiplique.
Redescubramos a beleza do Mandamento que Ele nos deixou: “amor a Deus e ao próximo”, e a ele procuremos corresponder para não morrermos gélida e miseravelmente.
Antes que a dor venha, e ainda que não venha, amemos como Deus nos ama.
Memorável página do Evangelho em que o coração dos Discípulos ardeu ao escutar a voz do Amado, e de quando seus olhos se abriram ao contemplá-Lo partindo o Pão.
Naquela tarde, os Discípulos de Emaús (Lc 24,13-35) nos ensinaram a procura do verdadeiro Amor, para que prolonguemos relacionamentos cristãos, maduros e sinceros que revelem a verdadeira presença de Deus.
Concluamos com as palavras do Bispo Santo Anselmo (séc XII):
“Ensinai-me a Vos procurar e mostrai-Vos
quando Vos procuro; não posso procurar-Vos se não me ensinais nem encontrar-Vos se não Vos mostrais.
Que desejando eu Vos procure, procurando Vos deseje,
amando Vos encontre, e encontrando Vos ame”.
Em poucas palavras...
“O milagre de Pedro...”
“O milagre de Pedro não é mais que ‘outro’ milagre de Jesus. Basta compará-lo com os milagres que Cristo opera no Evangelho.
Na Igreja os sinais extraordinários da salvação, e suscita ainda no homem, salvação, maravilha, estupor.” (1)
(1) Comentário da passagem dos Atos dos Apóstolos ( At 3,1-10) - Missal Cotidiano - Editora Paulus - p. 341
Sois o Amor, Senhor!
Senhor, não sois para mim um simples personagem histórico, tão pouco um mero objeto da razão humana, fruto dos estudos e conhecimento teórico, como alguém que existiu e passou como tantos passam, ficando apenas na memória frutuosa lembrança.
A Palavra do Senhor realiza maravilhas
“Fica conosco, Senhor, suplicamos...”
“Fica conosco, Senhor, suplicamos...”
Na Liturgia das Horas, encontramos esta oração nas Vésperas, que nos remete ao Evangelho de Lucas (Lc 24, 13-35), que podemos repetir em cada entardecer, certos de que a noite cai lentamente, cede lugar ao anoitecer; como o sol poente cederá lugar à lua, em suas fases naturais:
“Ficai conosco, Senhor Jesus, porque a tarde cai e, sendo nosso companheiro na estrada, aquecei-nos os corações e reanimai nossa esperança, para Vos reconhecermos com os irmãos nas Escrituras e no partir do Pão. Vós, que sois Deus com o Pai, na unidade do Espírito Santo”. (1)
Oremos:
Fica conosco, Senhor, e ao participarmos da Tua Mesa, e na partilha do Pão da Eucaristia, reconheçamos Tua real presença, como os discípulos que Te reconheceram ao partir o Pão, e os olhos foram abertos.
Fica conosco, Senhor, e jamais nosso coração seja endurecido e tardio para entender o Mistério de Tua Paixão, Morte e Ressurreição; e que a Tua Palavra nos ilumine e faça arder nosso coração.
Fica conosco, Senhor, sobretudo para que solidifiquemos nossa amizade e intimidade contigo, de modo especialíssimo ao participarmos da Ceia da Eucaristia.
Fica conosco, Senhor, em todos os momentos, favoráveis ou adversos, obscuros ou luminosos, opacos ou radiantes de luz, alegres ou tristes, angustiados ou cheios de esperança.
Fica conosco, Senhor, fortaleça nossa fé, reanima nossa esperança e inflama nossos corações, na mais pura e desejável caridade para com o nosso próximo.
Fica conosco, Senhor, pois és nosso “companheiro na estrada”, companheiro de viagem, sobretudo quando passarmos por vales tenebrosos e montanhas de dificuldades.
Fica conosco, Senhor, na travessia de desertos áridos da existência, a fim de que vençamos as tentações (ter, poder e ser), porque, contigo, mais que vencedores o somos.
Fica conosco, Senhor, a Ti nos dirigimos confiantes, pois Tu vives e Reinas com o Teu Pai, na comunhão com o Espírito Santo, na mais perfeita comunhão de amor. Amém.
(1) Oração das Vésperas- Liturgia das Horas (cf Lc 24,13-35)
Oremos:
Fica conosco, Senhor, e ao participarmos da Tua Mesa, e na partilha do Pão da Eucaristia, reconheçamos Tua real presença, como os discípulos que Te reconheceram ao partir o Pão, e os olhos foram abertos.
Fica conosco, Senhor, e jamais nosso coração seja endurecido e tardio para entender o Mistério de Tua Paixão, Morte e Ressurreição; e que a Tua Palavra nos ilumine e faça arder nosso coração.
Fica conosco, Senhor, sobretudo para que solidifiquemos nossa amizade e intimidade contigo, de modo especialíssimo ao participarmos da Ceia da Eucaristia.
Fica conosco, Senhor, em todos os momentos, favoráveis ou adversos, obscuros ou luminosos, opacos ou radiantes de luz, alegres ou tristes, angustiados ou cheios de esperança.
Fica conosco, Senhor, fortaleça nossa fé, reanima nossa esperança e inflama nossos corações, na mais pura e desejável caridade para com o nosso próximo.
Fica conosco, Senhor, pois és nosso “companheiro na estrada”, companheiro de viagem, sobretudo quando passarmos por vales tenebrosos e montanhas de dificuldades.
Fica conosco, Senhor, na travessia de desertos áridos da existência, a fim de que vençamos as tentações (ter, poder e ser), porque, contigo, mais que vencedores o somos.
Fica conosco, Senhor, a Ti nos dirigimos confiantes, pois Tu vives e Reinas com o Teu Pai, na comunhão com o Espírito Santo, na mais perfeita comunhão de amor. Amém.
(1) Oração das Vésperas- Liturgia das Horas (cf Lc 24,13-35)







