sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Vivamos a caridade, a plenitude da Lei! (XXIIIDTCA) (1)

                                                    

Vivamos a caridade, a plenitude da Lei!

Para o Apóstolo Paulo, a morte não teve sua última palavra. O Amor que nos amou até o fim venceu. A vida venceu a morte, a fim de que a humanidade nunca mais fique mergulhada na escuridão.

O abismo da morte recebeu a visita do Redentor, para que fizesse triunfar a Sua missão.

Celebra-se o mais belo triunfo: a vitória do amor. A partir da Páscoa, a Lei se condensa no amor; no amor aprendido com o Amor: Jesus.

Ele que fez dom de Si mesmo, num amor incondicional até o extremo: Amor misericordioso, vivido intensamente na fidelidade ao Pai, sob a ação do Espírito na defesa e promoção da vida, portadora da sacralidade divina.

Paulo nos exorta a “Viver a Caridade, que é a plenitude da Lei”, a plenitude do Amor (Rm 13,8-10). Quem ama cumpre plenamente a Lei.

O próprio Jesus nos disse: “ninguém tem amor maior do que Aquele que dá a vida pelos Seus amigos”  (Jo 15,13).

Quanto mais progredirmos no amor de Deus, mais humanos nos tornaremos. O caminho da humanização passa pela prática do amor, concretizada no Amor a Deus e no amor ao próximo.

Santo Irineu disse: “Deus Se fez humano para que nos tornássemos divinos…”

E, como disse Santo Agostinho: “Ame e faça o que quiseres”.

A Cruz teve aparência de derrota, na perspectiva da fé é vitória. Jesus morrendo, matou em Si a morte e, nós, por Sua morte somos libertados da morte.

Assumir a cruz de cada dia é contemplar e testemunhar o Amor da Trindade ali presente: Um Deus (Pai) que é eterno Amante, fiel ao eterno Amado (Jesus) em comunhão com o eterno Amor (Espírito Santo), como também nos falou Santo Agostinho.

Somente trilhando O Caminho, acolhendo A Verdade, teremos A Vida; vida plena e abundante, nutrida e movida pela caridade, que consiste na expressão madura da liberdade.

Verdade, caridade e liberdade devem nos acompanhar em todo tempo, para que a alegria da Ressurreição celebrada no Altar possa o mundo contagiar. Eis a Boa Nova a anunciar, testemunhar:  “Naqueles dias, Jesus foi à montanha para orar e passou a noite inteira em Oração a Deus. Depois que amanheceu, chamou os discípulos e dentre eles escolheu doze, aos quais deu o nome de Apóstolos” (Lc 6,12-13).

O Verbo, na montanha, passou a noite inteira em Oração…
Ao amanhecer chama os Seus…

Contemplemos esta noite memorável.

Reflitamos:

-  Quais teriam sido as Palavras do Filho dirigidas ao Pai?
-  Quais teriam sido as Palavras do Pai dirigidas ao Filho?

Lá estava também O Espírito, como elo de Amor, comunicação do Pai e do Filho.

Montanha, lugar da manifestação do Deus, que é diálogo, discernimento, intimidade, recolhimento…

Montanha, lugar da comunicação, da abertura, da proximidade, Palavra de Luz para todo momento.

Planície, lugar aonde Jesus e os Seus escolhidos desceram, para levar a Palavra, cura, libertação, paz, vida nova e alegria; sinais do Reino que se anuncia, que a tudo se renuncia, no fiel seguimento, inaugurando novo dia…

Planície, lugar aonde Jesus e os Seus escolhidos desceram, para proclamar ao mundo o Projeto das Bem-Aventuranças, Caminho da plena felicidade, que se contrapõe aos planos de uma velha humanidade…

Na Escola do grande Mestre, temos muito a aprender com aqueles que fizeram da Oração o Alimento indispensável da existência, lâmpada para a escuridão da noite, Estrela que se vislumbra em cada amanhecer até o escurecer.

Aprendamos com aqueles que descobriram a vitalidade da Oração, não como evasão do tempo presente, mas como inserção no mesmo.

Que o amor aprendido com o Amor, que nos amou até o fim, Jesus, possamos viver.

Ao Amor que se renova na Fonte do Amor, renovemos o nosso testemunho mais intenso, ardoroso e com vigor!

Jesus, o Amor que cura, salva e liberta. Amor que se vivido, é verdadeiramente o cumprimento alegre e rejuvenescedor de toda Lei, porque se nutre da Fonte do Amor que Se nos revela em todo o Seu esplendor. Amém! 

Vivamos a caridade, a plenitude da Lei (XXIIIDTCA) (2)

                                                     


Vivamos a caridade, a plenitude da Lei

Sejamos enriquecidos pelos escritos do Papa São Gregório Magno (séc. VI) sobre o Jó, e assim, aprofundemos sobre a Lei do Senhor, que é múltipla.

“Nesta passagem, o que se deve entender por lei de Deus a não ser a caridade? Pois por meio dela sempre se pode encontrar na mente como traduzir na prática os preceitos de Deus. Sobre esta lei de Deus, é dito pela palavra da Verdade: Este é o meu mandamento, que vos ameis uns aos outros. Desta lei fala Paulo: A plenitude da lei é o amor. E ainda: Carregai os fardos uns dos outros e cumprireis assim a lei de Cristo. O que de melhor se pode entender por lei de Cristo senão a caridade, vivida na perfeição, quando suportamos os fardos dos irmãos por amor?

No entanto, esta mesma lei pode-se dizer ser múltipla, porque com zelosa solicitude a caridade se estende a todas as ações virtuosas.

Começando por dois preceitos, ela vai atingir muitos outros. Paulo soube enumerar a multiplicidade desta lei ao dizer: A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não se ensoberbece, não age mal; não é ambiciosa, não busca o que é seu, não se irrita, não pensa mal, não se alegra com a iniquidade, mas rejubila com a verdade.

Na verdade, é paciente a caridade, pois tolera com serenidade as afrontas recebidas. É benigna porque retribui os males com bens generosos. Não é invejosa porque, nada cobiçando neste mundo, não tem por onde invejar os êxitos terrenos. Não se ensoberbece; deseja ansiosamente a retribuição interior, por isso não se exalta com os bens exteriores. Não age mal, pois somente se dilata com o amor a Deus e ao próximo, por isto ignora tudo quanto se afasta da retidão.

Não é ambiciosa porque, cuidando ardentemente de si no íntimo, não cobiça fora, de modo algum, as coisas alheias. Não busca o que é seu, pois tudo quanto possui aqui considera-o transitório e alheio, sabendo que nada lhe é próprio a não ser aquilo que permanece sempre com ela.

Não se irrita, pois, quando insultada, não se deixa levar por sentimento de vingança, já que por grandes trabalhos espera prêmios ainda maiores. Não pensa mal, porque, firmando o espírito no amor da pureza, arranca pela raiz todo ódio e não admite na alma mancha nenhuma.

Não se alegra com a iniquidade: o seu único anseio consiste no amor para com todos sem se alegrar com a perda dos adversários. Rejubila, porém, com a verdade porque, amando os outros como a si próprio, enche-se de gozo ao ver neles o que é reto como se se tratasse do progresso próprio. É múltipla, portanto, a lei de Deus.” (1)

De fato, a Lei do Senhor é múltipla, e a vivência do amor se expressa de múltiplas formas, como nos fala a Carta de São Paulo aos Coríntios (1 Cor 13,1-13).

 

Vivamos a caridade, a plenitude da Lei! (XXIIIDTCA) (3)

                                                                  

Vivamos a caridade, a plenitude da Lei!

“O amor não faz nenhum mal contra o próximo.
Portanto, o amor é o cumprimento perfeito da Lei.” (Rm 13,10)

Uma reflexão à luz da passagem da Carta de Paulo aos Romanos (Rm 13,8-10), sobre a prática da caridade como a plenitude da Lei.

O Apóstolo Paulo nos exorta a colocar no centro da vida cristã o Mandamento do Amor, uma dívida que jamais será plenamente saldada.

É preciso orientar a vida pelo Mandamento do Amor, porque cristianismo sem amor se torna uma mentira, e como cristãos jamais podemos deixar de amar nossos irmãos. 

Em nossa experiência cristã, somente o amor é essencial, e as demais coisas são secundárias: 
O amor está no centro de toda a nossa experiência religiosa. No Mandamento do Amor, resume-se toda a Lei e todos os preceitos. Os diversos Mandamentos não passam, aliás, de especificações da exigência do amor. A ideia de que toda a Lei se resume no amor não é uma ‘invenção’ de Paulo, mas é uma constante na tradição bíblica (Mt 22,34-40).” (1)

A comunidade tem sempre à frente um desafio: multiplicar as marcas do amor, diminuindo, ou melhor ainda, eliminando toda marca de insensibilidade, egoísmo, confronto, ciúme, inveja, opressão, indiferença, ódio.

Esta dívida do amor nos pede sempre algo novo para com o próximo:

“Podemos, todos os dias, realizar gestos de partilha, de serviço, de acolhimento, de reconciliação, de perdão... mas é preciso, neste campo, ir sempre mais além.

Há sempre mais um irmão que é preciso amar e acolher; há sempre mais um gesto de solidariedade que é preciso fazer; há sempre mais um sorriso que podemos partilhar; há sempre mais uma palavra de esperança que podemos oferecer a alguém. Sobretudo, é preciso que sintamos que a nossa caminhada de amor nunca está concluída.” (2)

Este é o caminho que Jesus nos propôs: ser misericordioso como Deus é misericordioso, buscando nossa perfeição e santificação e também de nosso irmão.

Neste sentido, a vivência do Mandamento do Amor é a máxima expressão de nossa fé no Senhor, e de nosso compromisso como discípulos missionários do Reino que Ele inaugurou.

O caminho é longo!
Iluminados pela Palavra divina e revigorados pelo Pão da Eucaristia, continuemos passo a passo, sem jamais desistir.   




Do amor e do perdão, somos eternos aprendizes (XXIIIDTCA)

                                                    

Do amor e do perdão, somos eternos aprendizes

Aprofundando o tema da prática da caridade como pleno cumprimento da Lei, vejamos o que nos fala o Apóstolo Paulo:

Não devais nada a ninguém. A não ser o amor mútuo, pois quem ama o outro cumpriu a Lei.” (Rm 13,8).

De fato, há uma dívida que todos somos mais ou menos insolventes: a dívida do amor recíproco:

“Deveríamos preocupar-nos verdadeiramente com isto. Por isto sentimos que é para nós a exortação de Paulo, que apela a que vivamos o ‘amor mútuo’. Amar é entregar-se totalmente a um outro, é passar da lógica consumista do ‘tu és meu’, para a oblativa do ‘eu sou para ti’: uma experiência a que não é possível colocar limites” (1)

Mas para viver este amor a um outro (próximo) é preciso sentir-se amado por Deus, o totalmente Outro, que nos ama e quer que o mesmo façamos:  “Dou-vos um Mandamento novo: que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei” (Jo 13,34).

Sentir-se amado por Deus leva-nos ao empenho de correspondência ao Seu amor, e isto se dá concretamente na restituição do amor na caridade fraterna, corrigindo e permitindo que sejamos corrigidos, sem marcas de presunção, rivalidade ou despeito.

Os versículos finais da passagem do Evangelho deste Domingo (Mt 18,15-20) é um encorajamento para vivermos como reconciliados; o mais belo convite para nos empenharmos na busca da paz, ajudando-nos e deixando-nos ajudar, de modo a criar vínculos mais sólidos e fraternos na comunidade em que participamos:

“Preocupemo-nos em deixar este mundo depois de termos desatado ou ajudado a desatar todos os vínculos, então as portas do Céu abrir-se-ão para nós (Mt 18,18)” (2).

Concluo com as palavras do Bispo Santo Agostinho (séc. IV), que aplicou exatamente à correção fraterna as palavras do Apóstolo Paulo sobre a caridade: 

“Ama e faze o que queres. Seja que cales, cala por amor, seja que fales, fala por amor; seja que corrijas, corrige por amor; seja que perdoes, perdoa o amor. Esteja em ti a raiz do amor, porque desta raiz não pode nascer outra coisa a não ser o bem”.

Sendo assim, que Deus nos dê um coração e espírito novos para nos tornarmos mais sensíveis para com nosso próximo, no pleno cumprimento da Lei, o Mandamento do Amor, que consiste no compêndio de toda a Lei.

Supliquemos a Ele que está no meio de nós para que jamais desistamos deste aprendizado, desta difícil e revitalizante expressão de amor que sabe corrigir sem desencorajar e lutar sem ofender.

De fato, na escola do Divino Mestre do Amor, somos todos eternos aprendizes. Há muito que aprender...


(1) Lecionário Comentado - Editora Paulus - Lisboa - p.281.
(2) Idem - p.284.

Corajosos Sentinelas/Profetas do Reino (XXIIIDTCA)

                                                                    


                Corajosos Sentinelas/Profetas do Reino
 
Reflexão à luz da passagem do Livro do Profeta Ezequiel (Ez 33,7-9).
 
O Profeta  é apresentado como uma sentinela, colocado por Deus, sempre atento ao Projeto Divino, alertando a comunidade para os perigos que a cerca:
 
“O Profeta é um homem do seu tempo, mergulhado na realidade e nos desafios da sociedade em que está integrado; conhece o mundo e é capaz de ler, numa perspectiva crítica, os problemas, os dramas e as infidelidades dos seus contemporâneos.” (1)
 
O Profeta recebe de Deus o mandato da missão, e torna-se um sinal vivo do Amor de Deus pelo Seu povo:
 
“Deus que o chama, que o envia em missão, que lhe dá a coragem de testemunhar, que apoia nos momentos de crise, de desilusão e de solidão... O Profeta/sentinela é a prova de que Deus, cada dia, continua a oferecer ao Seu Povo caminhos de salvação e vida. O Profeta/sentinela demonstra sem margem para dúvidas, que Deus não quer a morte do pecador, mas que ele se converta e viva.” (2)
 
Reflitamos:
 
- Como vivemos a missão profética que recebemos no dia de nosso Batismo?
- Qual o tempo que dedicamos para o encontro com Deus na Oração, para falar com Ele, ouvir e meditar a Sua Palavra?
 
- Quais são as situações do mundo em que vivemos, que, à luz da fé, exige que vivamos a missão profética?
 
Deste modo, é preciso orientar a vida pelo Mandamento do Amor, porque cristianismo sem amor se torna uma mentira, e como cristãos jamais podemos deixar de amar nossos irmãos. 
 
A comunidade tem sempre à frente um desafio: multiplicar as marcas do amor, diminuindo, ou melhor ainda, eliminar toda marca de insensibilidade, egoísmo, confronto, ciúme, inveja, opressão, indiferença, ódio.
 
Sejamos Profetas/sentinelas do Reino, envolvidos e acolhidos pela Misericórdia divina, vivenciando-a concretamente em gestos de acolhida e perdão, para que nossas comunidades sejam mais fraternas e credíveis da presença do Senhor Ressuscitado.
 
Aprendamos o caminho que Jesus nos propõe: ser misericordioso como Deus é misericordioso, buscando nossa perfeição e santificação e também de nosso irmão e irmã. E para tanto, a vivência do Mandamento do Amor é a máxima expressão de nossa fé no Senhor, e de nosso compromisso como discípulos missionários do Reino que Ele inaugurou.
 
O caminho é longo!  Iluminados pela Palavra divina e revigorados pelo Pão da Eucaristia, continuemos passo a passo, sem jamais desistir. Amém.
 
 
(1) (2)  – cf. www.Dehonianos.org/portal

Perdoai-nos, Senhor! (XXIIIDTCA)

                                                        

Perdoai-nos, Senhor!

Um questionamento para a Vida Consagrada, mas que pode muito bem ser feita a todo batizado, a fim de que seja mais autêntico o seu testemunho de fé, como discípulo missionário do Senhor:

“Se tantos homens ignoram a ‘luz’ libertadora que Jesus veio acender ou não se sentem interpelados pelo projeto de Jesus, a culpa não será, um pouco, de um certo imobilismo e instalação, de algum “cinzentismo” na vivência da fé, da forma pouco entusiasta como é testemunhada na Vida Consagrada?” (1)

Oremos:

Senhor, Vós viestes ao nosso encontro para nos iluminar, porque nas trevas da morte jazíamos, mas por vezes preferimos ficar imersos e instalados nesta escuridão, sem a coragem de fazer resplandecer a Vossa luz, sobretudo em realidades e contextos por vezes complexos e desafiadores. Por isto, Vos pedimos perdão e libertai-nos desta tentação de imersão e medo.

Senhor, Vós que sois a Eterna Chama de amor que nunca se apaga, Vos pedimos perdão pelas vezes em que permitimos que esfrie ou mesmo se apague em nossos corações a chama do primeiro amor, daquele dia em que olhando em nossos olhos nos chamastes pelo nome para Vos seguir.

Senhor, Vós que sois a Luz e a nossa Salvação, Vos pedimos perdão pelas vezes que não damos testemunho da fé, em corajoso combate, e assim somos acometidos de uma enfermidade que somente Vós podeis curar: o “cinzentismo” da vivência fé, que ofusca a esperança, e faz perder o ardor da caridade em nossos corações. Amém.


Ensina-me, Senhor, a perdoar! (XXIIIDTCA)

                                                 


Ensina-me, Senhor, a perdoar!

Ensina-me, Senhor, a perdoar como Vós perdoastes,
Somente assim retomo as rédeas da minha existência,
Sem ficar à deriva de sentimentos que fragilizam,
Porque corroem, destroem novos relacionamentos.

Ensina-me, Senhor, a perdoar, como Vós perdoastes,
Pois tão somente assim reencontro a saúde;
Não tão apenas do corpo, mas da alma, em paz de espírito.
Serenidade alcançada, passos firmes sem vacilar.

Ensina-me, Senhor, a perdoar, como Vós perdoastes,
Para não cultivar comportamentos negativos e impróprios,
Nem simular uma falsa paz, em que tudo parece bem,
Mas inquieto e consumido no mais profundo, tristemente.

Ensina-me, Senhor, a perdoar, como Vós perdoastes,
Compreendendo as causas profundas do coração
De quem me ofendeu: seus problemas, limitações,
E, de sua inconsequente atitude, primeiro perdedor.

Ensina-me, Senhor, a perdoar, como Vós perdoastes.
Derrama em mim as Vossas copiosas Bênçãos,
Mas antes sobre aqueles que me feriram
E, se preciso, minhas mãos a estes, para curar, estender.

Ensina-me, Senhor, a perdoar, como Vós perdoastes.
Quero tornar minhas Vossas dulcíssimas Palavras:
“Pai, perdoai-lhes, pois não sabem o que fazem”.
Que, por Vós, amado e perdoados, amemos e perdoemos.
Amém!

PS: Oportuno para reflexão da passagem do Evangelho (Mt 18,15-20)

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG