quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Do ativismo estéril livrai-nos, Senhor!

                                                     


Do ativismo estéril livrai-nos, Senhor!

Sejamos enriquecidos pela Homilia do Papa São Gregório Magno (séc. VI):

“Por amor de Cristo, me consagro totalmente a Sua palavra Filho do homem, Eu te coloquei como sentinela da casa de Israel (Ez 3,16). É de se notar que o Senhor chama de sentinela aquele a quem envia a pregar.

A sentinela, de fato, está sempre no alto para enxergar de longe quem vem. E quem quer que seja sentinela do povo deve manter-se no alto por sua vida, para ser útil por sua providência.

Como é duro para mim isto que digo!
Ao falar, firo-me a mim mesmo, pois minha língua não mantém, como seria justo, a pregação e, mesmo que consiga mantê-la, a vida não concorda com a língua.

Eu não nego ser culpado, conheço minha inércia e negligência. Talvez haja diante do juiz bondoso um pedido de perdão no reconhecimento da culpa. Na verdade, quando no mosteiro podia não só reter a língua de palavras ociosas, mas quase continuamente manter o espírito atento à oração.

Mas depois que pus aos ombros do coração o cargo pastoral, meu espírito não consegue recolher-se sempre, porque está dividido entre muitas coisas.

Sou obrigado a decidir ora questões das Igrejas, ora dos mosteiros; com frequência ponderar a vida e as ações de outrem; ora auxiliar em certos negócios dos cidadãos, ora gemer sob as espadas dos bárbaros invasores e temer os lobos que rondam o rebanho sob minha guarda.

Por vezes, devo encarregar-me da administração, para que não venha a faltar o necessário aos submetidos à disciplina da regra. Às vezes devo tolerar com igualdade de ânimo certos ladrões, ora opor-me a eles pelo desejo de conservar a caridade.

Estando assim dispersa e dilacerada a mente, quando voltará a recolher-se toda na pregação, e não se afastar do Ministério da Proclamação da Palavra?

Por obrigação do cargo, muitas vezes tenho de encontrar-me com seculares; por isso sempre relaxo a guarda da língua. Pois se constantemente me mantenho sob o rigor de minha censura, sei que sou evitado pelos mais fracos e nunca os atraio para onde desejo.

Por esta razão, muitas vezes tenho de ouvi-los pacientemente em questões ociosas. Mas, sendo eu mesmo fraco, arrastado aos poucos pelas palavras vãs, começo a dizer sem dificuldade aquilo que a princípio tinha ouvido com má vontade; e ali onde me aborrecia cair, agrada-me permanecer.

Que, pois, ou que espécie de sentinela sou eu, que não estou de pé no monte da ação, mas ainda deitado no vale da fraqueza? Poderoso é, porém, o Criador e Redentor do gênero humano para conceder-me, a mim, indigno, a elevação da vida e a eficácia da palavra. Por Seu amor, me consagro totalmente a Sua Palavra.” (1)

Esta Homilia sobre a vocação do Profeta Ezequiel é oportuna para refletirmos sobre o Ministério Presbiteral e toda vocação da Igreja; haja vista que muitas são as nossas atividades na ação evangelizadoras, e que ao realizá-las, não nos cansemos ou nos esvaziemos eme indesejável ativismo, com complicadas consequências.

A cada dia, as atividades se multiplicam, a realidade do rebanho nos consome, e nos debatemos com a necessidade de muito para fazer e com tão pouco tempo; com atividades múltiplas a serem feitas, mergulhando-nos num perigoso ativismo.

Retomemos a indagação apresentada no final da Homilia:

“Que, pois, ou que espécie de sentinela sou eu, que não estou de pé no monte da ação, mas ainda deitado no vale da fraqueza?” 

No “monte da ação”, devemos estar de pé. Mas sem vigilância e oração, fortalecimento da fé, revigoramento com o Pão da Eucaristia, jamais êxito teremos.

Sem contemplarmos o Senhor, e Sua Palavra não ouvirmos em belas e santas Liturgias, sem nos nutrirmos do Pão de Eternidade, remédio de imortalidade, antídoto para não morrer, deitar-nos-emos no vale da fraqueza, sucumbidos e enterrados no vale da morte, na triste mansão dos mortos!

O “monte da ação” nos desafia todo dia com múltiplos apelos e compromissos. Jamais sucumbir às dificuldades, provações, inquietações, incertezas, jamais ficar deitados no vale de nossa fraqueza!

Não podemos perder o horizonte por Deus para nós querido; pondo-nos sempre de pé, como sentinelas, no monte da ação e com coragem o subamos.

E ainda que o vale da fraqueza tivermos que enfrentar, e se no monte da ação de lutar nos cansarmos, lembremo-nos que Deus sempre tem a última palavra e não nos deixará sucumbir no vale de nossa fraqueza.

Nutrindo uma espiritualidade essencialmente eucarística,
pelo vale da fraqueza passaremos, 
e “no monte da ação” momentaneamente de pé estaremos,
até que um dia possamos adentrar nas alturas 
onde Deus se encontra: Céu! 
Hosana no mais alto dos céus!
Do vale da fraqueza livrai-nos, Senhor! 
Amém. Aleluia!



(1) Liturgia das Horas - Vol. IV - Tempo Comum - p. 1244-1245
PS: Oportuna para o 16º Domingo do Tempo Comum -  ano B

Sejamos pobres em espírito

                                                            

 Sejamos pobres em espírito

Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o Reino dos Céus”(Mt 5,3)

Sejamos enriquecidos pelo Sermão do Papa São Leão Magno (séc. V):

“Nosso Senhor Jesus Cristo, caríssimos, ia pregando o Evangelho do Reino, curando as enfermidades por toda a Galileia, e a fama de Seus prodígios se espalhava pela Síria inteira.

Grandes multidões, vindas da Judeia, afluíam ao médico celeste. Lenta é para a ignorância humana a fé em crer no que não vê e esperar o que não conhece. Foram precisos, a fim de firmar na doutrina divina, os benefícios corporais e o estímulo dos milagres patentes.

Pela experiência de Seu tão benigno poder não duvidariam que Sua doutrina traz a salvação. Para passar das curas exteriores aos remédios interiores e depois da cura dos corpos à saúde das almas, o Senhor separou-Se das turbas que O cercavam, subiu à solidão do monte vizinho.

Chamou os Apóstolos para formá-los com mais elevadas instruções do alto da cátedra mística. Pelo próprio lugar e qualidade do ato, significava ser o mesmo que se dignara outrora falar com Moisés.

Lá na mais apavorante justiça, aqui com a mais divina clemência. Eis que vêm dias, diz o Senhor, e firmarei com a casa de Israel e a casa de Judá um pacto novo. Depois daqueles dias, Palavras do Senhor, porei minhas leis no seu íntimo e as escreverei em seus corações (cf. Jr 31,31.33; cf. Hb 8,8).

Aquele, pois, que falara a Moisés, falou aos Apóstolos. E nos corações dos discípulos, a mão veloz do Verbo escrevia os decretos da nova Aliança. Sem nenhuma escuridão de nuvens envolventes, sem sons terríveis e relâmpagos.

Sem estar o povo afastado do monte pelo terror, mas na límpida tranquilidade de uma conversa com os circunstantes atentos, a fim de remover a aspereza da lei pela brandura da graça e tirar o medo de escravo pelo espírito de adoção.

Qual seja a doutrina de Cristo, suas santas sentenças o demonstram. Elas dão a conhecer os degraus da jubilosa ascensão àqueles que desejam chegar à eterna beatitude. Bem-aventurados os pobres em espírito porque deles é o Reino dos céus (Mt 5,3).

Seria talvez ambíguo a que pobres se referia a Verdade, se dissesse: Bem-aventurados os pobres, sem acrescentar nada sobre a espécie de pobres, parecendo bastar a simples indigência, que tantos padecem por pesada e dura necessidade, para possuir o Reino dos céus.

Dizendo, porém: Bem-aventurados os pobres em espírito, mostra que o Reino dos céus será dado àqueles que mais se recomendam pela humildade dos corações do que pela falta de riquezas”. (1)

Compreendamos e tenhamos impressas em nossos corações o  Sermão das Bem-Aventuranças, a fim de que sejamos pobres em espírito, como nos diz a primeira Bem-Aventurança.

Retomemos a Exortação Apostólica “Gaudete Et Exsultate” (19/3/18), escrita pelo Papa Francisco sobre a chamada à Santidade no mundo atual, nos convidou a viver a santidade a partir das Bem-Aventuranças (Mt 5,1-12).

Oremos:

Ó Deus, pedimos-Vos a graça de ter impressas em nossos corações as Bem-Aventuranças, que Vosso Filho nos apresentou no alto da montanha, para serem vividas na planície com a assistência do Vosso Espírito.

Pedimos-Vos a fim de vivermos a vocação de discípulos missionários, sermos pobres em espírito, vivendo com humildade e fazendo resplandecer a Vossa onipotência de misericórdia e bondade, e assim sal da terra e luz seremos.

Firmai, ó Deus, nossos passos para trilharmos o Caminho de Santidade, no tempo presente, para que um dia mereçamos contemplar-Vos plenamente. Por N.S.J.C. Amém.


(1) Liturgia das Hors - Tempo Comum - Vol. IV - Editora Paulus - p. 176-177

PS: Passagens do Evangelho - (Lc 6,17.20-26; Mt 5,1-12)

Lançando redes em águas mais profundas

 

                                                        
Lançando redes em águas mais profundas
 
Na passagem do Evangelho (Lc 5,1-11), Jesus convida Pedro a avançar para as águas mais profundas e lançar as redes, depois de uma noite de fracasso e de redes vazias. Pedro, em atenção à Palavra de Jesus, joga as redes, que foram puxadas cheias de peixes.
 
Aquela noite de fracasso, de cansaço inútil e redes vazias, cedeu lugar à pesca milagrosa, à abundância de peixes. Desde então, Pedro, João e Tiago deixaram os barcos e as redes e se tornaram pescadores de homens, conforme o Senhor mesmo o disse.
 
Nisto consiste a missão da Igreja, ontem, hoje e sempre: confiar na Palavra do Senhor, e, com coragem e ousadia, resgatar a humanidade para uma vida mais plena e feliz.
 
Confiantes na Palavra e presença do Senhor e do Seu Espírito, nossos trabalhos se multiplicam para que o Reino de Deus se torne uma realidade, ainda que em pequenos sinais, antecipando a glória do Reino definitivo.
 
Urge que edifiquemos uma Igreja em estado permanente de missão; uma Igreja como lugar da Iniciação à Vida Cristã; uma Igreja como o lugar de Animação Bíblica da Vida e da Pastoral; uma Igreja como Comunidade de Comunidades; e uma Igreja a Serviço da Vida Plena Para Todos, tendo como pilares fundamentais: Palavra, Pão, Caridade e Ação Missionária.
 
Em todo o tempo, tenhamos a graça da sincera conversão, desinstalados de qualquer tentação de acomodação ou omissão, e em total fidelidade à Palavra de Jesus, evangelizando com zelo, amor e alegria.
 
Com o Senhor, temos certeza de que nossas redes jamais ficarão vazias, e nossas noites escuras jamais serão um prolongado fracasso, sem esperança. 

Crendo em Jesus Cristo, e com Ele caminhando, assumindo com coragem a nossa cruz de cada dia, continuemos dando passos para celebrarmos sempre no Altar do Senhor as incontáveis graças recebidas. E como discípulos missionários d’Aquele que tem a última Palavra; d’Aquele que fez, faz e fará sempre novas todas as coisas, com a Sua Ressurreição, de modo que transborde em nosso coração a alegria Pascal.

 

Confiança plena no Senhor

                                                             


Confiança plena no Senhor

Sobre a passagem do Evangelho (Lc 5,1-11), assim reflete o Missal:

“A abundância da pesca evoca o êxito extraordinário da pregação apostólica e explica de antemão o valor dos Apóstolos convertidos em ‘pescadores de homens’, que remarão pelo mar adentro para ganhar para Cristo o maior número de ouvintes.

A tarefa poderia mesmo espantá-los. Mas Jesus diz-lhes: ‘Não temais’. Isto basta para infundir-lhes a coragem necessária para deixar tudo e ‘segui-Lo’, esquecendo-se do seu passado...

A contemplação de Cristo e a cena milagrosa vêm reavivar o valor, a confiança e o empenho missionário das comunidades cristãs, que se poderiam sentir enfraquecidas pela aparente inutilidade dos seus esforços” (1)

Como discípulos missionários, continuamos lançando nossas redes em águas mais profundas, sentindo a presença de Deus em todos os momentos e em todas as situações, favoráveis ou adversas, pois desconheceremos o fracasso, se confiarmos plenamente na Palavra do Senhor.

Também escrevendo as linhas de nossa história, podemos experimentar aparente inutilidade de nossos esforços, mas é preciso que façamos o melhor que pudermos, confiantes de que aquele que em Deus confia, desconhece o fracasso, porque, n’Ele e com Ele, somos mais que vencedores (Rm 8,37)

Renovemos a alegria de ser discípulos d’Ele, nosso Mestre e Senhor, assim como viveram os primeiros que ouviram o Seu chamado, e confiaram em Sua Palavra e presença, confiantes na Palavra do Senhor, fazendo o que nos é próprio e com certeza nossas redes jamais retornarão vazias.


(1) Missal Dominical e Quotidiano – Editora Paulus – Lisboa – p.1221.

Confiar na Palavra e lançar as redes

                                                              

Confiar na Palavra e lançar as redes

Reflexão à luz da passagem do Evangelho em que os discípulos deixam tudo para seguir Jesus, após o êxito da pesca milagrosa, precedida de uma noite em que nada pescaram (Lc 5,1-11).

O sinal da pesca milagrosa é a confirmação da eficácia real da Palavra de Jesus. Nela confiar, confere uma nova identidade ao discípulo, um novo modo de viver, o fracasso cederá lugar ao êxito, pois Deus tem sempre a última Palavra.

Evidentemente que esta eficácia e êxito não são frutos de uma escuta passiva, mas da coragem de fazer o que Jesus ordena, ainda que pareça absurdo, segundo os critérios e lógica humanas: “Mas, em atenção à Tua Palavra, vou lançar as redes” (Lc 5,5).

Sejamos enriquecidos por esta reflexão:

“O convite a fazer-se ao largo e a lançar as redes pode ser entendido, também, seguindo o texto grego do Evangelho, como um avançar para o profundo, onde a água é mais escura e há mais incerteza. Jesus lança um desafio aos pescadores da Galileia a não se deterem onde os peixes se veem, mas também a irem para onde parece não haver nada.

Porque não se vê nada: lá o Senhor preparou já a Sua messe.... a fadiga humana por si só é estéril, porque sendo inutilizada pelo medo não sabe ousar e procura sempre novas seguranças, com a ilusão de que tudo o que vemos e pensamos seja a totalidade e a possibilidade das coisas que existem.” (1)

A atenção à Palavra de Deus requer de nós maior empenho, mais esforço, aparentemente mais cansativo, mas “indubitavelmente mais satisfatório, porque onde não se pensa ousar, é aí que se encontra a abundância dos frutos desejados” (2)

Também nós somos convidados, pelo Batismo, a lançar nossas redes em águas mais profundas, e a confiar na Palavra de Deus, que nos assegura o êxito no aparente fracasso, os frutos abundantes se com Ele permanecermos e colocarmos em prática a Sua Palavra (cf. a Parábola da videira - Jo 15).

Urge que confiemos plenamente na Palavra divina, com renovada alegria e ardor na missão evangelizadora.

Oremos:

Deus de infinita grandeza, que confiais aos nossos lábios impuros e às nossas frágeis mãos a tarefa de levar aos homens o anúncio do Evangelho, amparai-nos com o vosso Espírito, para que a Vossa Palavra, acolhida por corações abertos e generosos, frutifique em todos os cantos da terra” (3)

Pai Nosso que estais nos céus...


(1) Lecionário Comentado - Volume Tempo comum - Paulus - Lisboa - p. 268
(2) (3) Idem - p. 269

A vida nova que nasce do perdão

                                                              

A vida nova que nasce do perdão

“Pois pecamos diante do Senhor e lhe desobedecemos e
não ouvimos a voz do Senhor, nosso Deus, que exortava a viver
de acordo com os Mandamentos que Ele pôs sob os nossos olhos”
 (Br 1,17-18)

Senhor Jesus Cristo, à luz das Palavras de Vosso Apóstolo, contemplo a infinita misericórdia de Vosso Pai: “O Pai manifestou Sua misericórdia, reconciliando consigo o mundo por meio de Cristo, restabelecendo a paz, com o Sangue de Sua Cruz, entre as coisas da terra e as do céu” (2 Cor 5,18ss).

Senhor Jesus Cristo, vivo e Ressuscitado, fazei crescer em nós o amor por Vossa Igreja, pela qual estais unidos como Esposa, completando em nossa carne o que falta à Vossa Paixão, também por amor a ela, Igreja santa e pecadora que é, como rezamos na Oração Eucarística.

Senhor Jesus Cristo, rosto da misericórdia divina, ajudai-nos a fazer da penitência uma confissão alegre e pacificante da misericórdia, a fim de que sejamos misericordiosos como o Vosso Pai, para com nossos próximos, em caridade fecunda e autêntica.

Senhor Jesus Cristo, manso e humilde de coração, que nos ensinais a perdoar setenta vezes sete, ajudai-nos a compreender e viver o perdão, não como expressão de passividade ou fuga de responsabilidades, mas como compromisso de uma vida nova, que deste perdão deve brotar.

Senhor Jesus Cristo, ajudai-nos a viver o perdão, não como uma espécie de vazia e insípida tranquilidade interior, mas vivendo a reconciliação, como um compromisso de purificação e contínua superação, em atitude de vigilância, oração e conversão. Amém.


Fonte: Br 1,15-22
Inspirado no Comentário do Missal Cotidiano – Editora Paulus – pp.1338-1339

Revigorados pelo Pão da Eucaristia

                                                       

Revigorados pelo Pão da Eucaristia

Elevemos ao Senhor esta prece, a fim de fazermos progressos na comunhão espiritual e compromisso com a Boa Nova do Reino.

Oremos:

Senhor, participando no Mistério do Vosso Corpo e Sangue, comendo Vossa Carne e Bebendo Vosso Sangue, antídoto para não morrer, remédio de imortalidade, suplicamos:

Alimentai-nos pelo Pão Sagrado da Eucaristia, nutrindo nossa fé, incentivando nossa esperança e fortalecendo nossa caridade.

Ajudai-nos a trilhar, com coragem e fidelidade, o caminho do bom combate da fé, carregando nossa cruz de cada dia.

Aumentai em nós a caridade, a fortaleza e a confiança em Vós, na Vossa Palavra e poder de transformar sinais de morte em vida.

Sustentai os que se encontram fracos no caminhar da fé, diante de tantos desafios e provações.

Consolai os tristes, transformando a tristeza em alegria, e dai a esperança aos agonizantes, experimentando sinais de novos tempos, com vida plena e feliz. Amém.

Quem sou eu

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG