quinta-feira, 2 de julho de 2026

O pecado capital da inveja

                                                            

O pecado capital da inveja

“A inveja pode levar às piores ações.
‘É pela inveja do demônio que a morte
entrou no mundo’ (Sb 2, 24).

O Apóstolo Tiago em sua Epístola (Tg 3,16-4,3) nos apresenta alguns problemas que maculam a comunidade: 
ivalidade, desordem de toda espécie de más ações, a desordem das paixões dentro de cada pessoa, e por fim a cobiça.

Destaco a inveja, um dos sete pecados capitais que muito destrói a comunidade, a família ou qualquer outro espaço de vivência e relacionamento.

O Catecismo da Igreja, que nos enriquece, para que todos nos coloquemos em atitude de conversão, banindo quaisquer sentimentos de inveja que possam tomar conta de nossa mente e coração:

“A inveja pode levar às piores ações (Gn 4,3-8). É pela inveja do demônio que a morte entrou no mundo: 

‘Nós nos combatemos mutuamente, e é a inveja que nos arma uns contra os outros... Se todos procuram por todos os meios abalar o Corpo de Cristo, onde acabaremos? Nós estamos enfraquecendo o Corpo de Cristo... Declaramo-nos membros de um mesmo organismo e nos devoramos como feras’ (São João Crisóstomo).

A inveja é um vício capital. Designa a tristeza sentida diante do bem do outro e do desejo imoderado de sua apropriação, mesmo indevida. Quando deseja um grave mal ao próximo, é um pecado mortal:

Santo Agostinho via na inveja ‘o pecado diabólico por excelência’.

‘Da inveja nascem o ódio, a maledicência, a calúnia, a alegria causada pela desgraça do próximo e o desprazer causado por sua prosperidade’ (São Gregório Magno).

A inveja representa uma das formas da tristeza e, portanto, uma recusa da caridade; o batizado lutará contra ela, mediante a benevolência. A inveja provém muitas vezes do orgulho; o batizado se exercitará no caminho da humildade:

‘Quereríeis ver Deus glorificado por vós? Pois bem, alegrai-vos com os progressos do vosso irmão e imediatamente Deus será glorificado por vós. Deus será louvado, dirão, porque seu servo soube vencer a inveja, colocando a sua alegria nos méritos dos outros’(São João Crisóstomo”. (1)

Para vencermos este pecado, peçamos a Deus o dom da fortaleza, para que gastemos nossas forças no desenvolvimento das capacidades que nos foram dadas pela graça divina.

Não devemos invejar ninguém, pois cada pessoa tem seus dons, qualidades, capacidades. Importa que cada um desenvolva as aptidões que possui, e as coloque generosamente a serviço do outro.

Sentimento de inveja nutrido traz enfraquecimento e empobrecimento. Sentimento da inveja vencido nos faz mais fortes e agradecidos a Deus pelos bens e graças que Ele nos oferece.


(1) Catecismo da Igreja Católica - parágrafos nn. 2538-2540
Apropriado para a passagem do Livro dos Números (Nm 12,1-13)

Imitar Jesus na vida e na morte

                                                                  


Imitar Jesus na vida e na morte

Sejamos enriquecidos pelo Tratado sobre a Encarnação do Senhor, escrito pelo Bispo Teodoreto de Ciro (séc. V).

Com liberdade, vai Jesus ao encontro dos sofrimentos preditos a Seu respeito. Por várias vezes os prenunciou aos discípulos, tendo mesmo repreendido a Pedro que repelia o anúncio da Paixão, e declarou que por eles se daria a salvação do mundo.

Por isso apresentou-Se aos que vinham buscá-Lo, dizendo: Sou Eu a quem procurais (cf. Jo 18,5). Acusado, não respondeu. Podendo esconder-Se, não o quis, embora por mais de uma vez Se tenha furtado às ciladas dos perseguidores.

Chora sobre Jerusalém que pela incredulidade atraía para si a ruína e prediz a suprema destruição do templo outrora famoso.

Com toda a paciência suporta ser batido na cabeça por homem duplamente escravo. Esbofeteado, cuspido, injuriado, atormentado, flagelado e por fim crucificado e dado por companheiro de suplícios a dois ladrões, contado entre os homicidas e celerados.

Bebe o vinagre e o fel produzidos pela má videira, coroado de espinhos em lugar de louros e cachos de uva. Escarnecido com a púrpura, batido com a cana, ferido o lado pela lança e enfim levado ao sepulcro.

Tudo isto sofreu enquanto operava nossa salvação. Pois àqueles que se haviam escravizado ao pecado eram devidos os castigos do pecado. Ele, isento de todo pecado, tendo cumprido toda a justiça, suportou a pena dos pecadores, destruindo por Sua Cruz o antigo decreto de maldição.

Cristo, assim diz Paulo, nos remiu da maldição da lei, feito maldição por nós; por que está escrito: Maldito todo aquele que pende do lenho (Gl 3,13; cf. Dt 21,23). Com a coroa de espinhos põe fim ao castigo de Adão. Pois, após o pecado, este ouvira: Maldita a terra em teus trabalhos; germinarão para ti espinhos e abrolhos (cf. Gn 3,17-18).

Com o fel bebeu a amargura e a dor da vida humana passível e mortal. Pelo vinagre assumiu em Si a mudança do ser humano para o pior e concedeu a volta ao melhor. A púrpura significava o reino; a cana, o frágil poder do diabo. A bofetada publicava nossa liberdade, tolerando as injúrias, flagelos e chagas a nós devidas.

O lado aberto, à semelhança de Adão, deixa sair não a mulher que, por seu erro, gerou a morte, mas a fonte de vida que com dupla torrente vivifica o mundo. Uma, no Batistério, nos renova e cobre com a veste imortal; outra, à Mesa Divina, alimenta os renascidos como leite aos pequeninos”.

Refletimos sobre a ação redentora de Jesus, que curou nossos tormentos, e contemplamos o imenso amor de Deus por nós.

Ressoando a Carta de Paulo aos Efésios (Ef 4,30-5,2) somos convidados a sermos imitadores de Deus.

Imitá-Lo na vida e na morte para sermos merecedores da vida eterna. Carregando nossa cruz, com renúncias e coragem. renascidos com a Água que jorrou do Seu coração, sejamos também alimentados do mesmo lugar, com a vitalidade do Pão e Sangue Eucarísticos – remédio de imortalidade, antídoto para não morrermos.

Concluindo, somos remetidos às palavras de Santo Tomás de Aquino, séculos mais tarde:

“De fato, nenhum outro Sacramento é mais salutar do que este; nele os pecados são destruídos, crescem as virtudes e a alma é plenamente saciada de todos os dons espirituais”.

A chama profética não pode ser apagada

                           

A chama profética não pode ser apagada

Ser Profeta é ler a História com os olhos
iluminados pelo Espírito que vem do alto.

Assim foram e são os Profetas que se colocaram e se colocam numa caminhada de fé, tornando fecundo o tempo do silêncio, da escuta e fecundação da Palavra.

De modo especial nos atemos à vocação profética de Ezequiel (=Deus fortaleça) que foi Sacerdote e, ao mesmo tempo Profeta.

Escreve durante o período difícil e dramático do exílio na Babilônia, que iniciou em 597 a.C. e sua mensagem ultrapassa o seu tempo iluminando a nossa própria História.

É interessante a passagem (Ez 2,8-3,4) - “Pela primeira vez num texto profético, Deus não entrega à Sua Palavra apenas oralmente, mas oferece um livro que Ezequiel deverá transformar na sua própria linfa vital. A missão profética não é só uma profissão, mas toca a íntima existência do eleito” (LC 108).

O rolo estava escrito no verso, e no reverso as “lamentações, gemidos e prantos” acenando para a difícil missão do Profeta. Abundância da Palavra divina (verso e reverso), mas de conteúdo intenso e que vai comprometer a vida daquele que Deus chamou, pois vocação profética é dom divino e resposta humana. Ninguém é Profeta pelo seu próprio querer.

A Palavra é a linfa vital de nossa vida. Sem ela sucumbimos à mesmice, à mediocridade, e nos exilamos de nós mesmos, como numa fuga de compromissos inauguradores de novos tempos.

Assimilar a Palavra, ruminá-la, assimilá-la a tal ponto que esteja impressa nas entranhas do coração, para que a boca fale do que o coração esteja pleno.

É a Palavra de Deus a linfa vital de que tanto precisamos, para que a chama profética jamais se apague em nós.

A Palavra anunciada, vivida, testemunhada, no silêncio e na Oração, no ardor permanente da missão que comunicará luz ao mundo.

É preciso vigilância para que não se apague a chama profética, a luz de que a obscuridade do mundo tanto precisa. A realidade na qual somos inseridos, a História da humanidade precisa de luminares proféticos que a conduza para horizontes nunca vistos, nunca vividos, como utopia, ou ainda mais, como o horizonte do Reino de Deus, pelo qual nos enamoramos para sempre, na fidelidade ao Senhor, com a força e a vida do Espírito.

Com a linfa vital da Palavra do Pai, com o Sopro do Espírito, seduzidos e fascinados por Cristo, seremos a presença de Ezequiel em nosso tempo.

Que as lamentações, gemidos e prantos não nos acomodem, nem nos façam recuar na fidelidade do carregar da cruz.

Transformar esta dura realidade num contexto de mudança de época, é imperativo necessário em nossa vida, inspirados numa passagem do Livro do Apocalipse:

“E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis."
(Ap 21,1.4-5).

Pai Nosso que estais nos céus...

Ser profeta: plantar a esperança

 


Ser profeta: plantar a esperança 

Reflexão à luz da passagem do Livro do Profeta Ezequiel (Ez 37,12-14).

Em um contexto de dor, sofrimento, lágrimas, luto, Ezequiel, o Profeta da esperança, enfrenta o exílio, a deportação, a desolação, com o desafio de plantar a esperança no coração de quem em nada mais cria, nada mais esperava.

Os “ossos ressequidos”, que voltarão a ter vida, mencionados ao longo capítulo, sinalizam que ainda há esperança:

“Ó meu povo, vou abrir as vossas sepulturas e conduzir-vos para a terra de Israel” (Ez 37, 12). E ainda: “Porei em vós o meu espírito, para que vivais e vos colocarei em vossa terra. Então sabereis que Eu, o Senhor, digo e faço – oráculo do Senhor” (Ez 37, 14).

Reflitamos:

- De que modo sou um sinal de esperança, assim como foi o Profeta Ezequiel?

- Quais são as realidades de morte que clamam pela ação profética, como Igreja que somos?

“Pai Nosso que estais nos céus...”

Deus jamais abandona o Seu povo

 




Deus jamais abandona o Seu povo 

Reflexão à luz da passagem do Livro do Profeta Ezequiel (Ez 17,22-24).

Vemos o Povo de Deus exilado na Babilônia, que jamais ficou esquecido por Deus, porque Ele é fiel à Sua Aliança. 

O Ministério profético de Ezequiel se dá neste contexto dificílimo vivido pelo Povo de Deus, marcado pela deportação e infidelidade. Cabe ao Profeta provocar a conversão e a esperança de voltar à sua terra e reconstruir sua história. 

Apesar das dramáticas circunstâncias vividas pelo povo, o Profeta tem uma palavra de confiança: Deus não abandonou o Seu Povo, e irá construir com ele uma nova história de salvação e de graça. 

O Profeta expressa a vontade amorosa de Deus e exorta a todos para uma atitude de humildade, na abertura e acolhida dos apelos e desafios de Deus. 

As palavras de Ezequiel revelam a ação infalível de Deus, que não esquece os Seus compromissos, jamais abandona o Povo com quem Se comprometeu, de modo que o medo e o pessimismo devem ceder lugar à confiança e à esperança. Deus não desiste de nós, porque nos ama e quer nos salvar. 

“Mesmo afogado na angústia e no sofrimento, mesmo mergulhado num horizonte de desespero, Israel tem de aprender a confiar nesse Deus que é sempre fiel às Suas promessas e aos compromissos que assumiu com o Seu Povo no âmbito da Aliança. Tudo pode cair, tudo pode falhar; só Deus não falha.” (1) 

Celebremos a alegria de trabalhar pelo Reino de Deus, apesar de nosso trabalho parecer insignificante e desprezível, mas não o é aos olhos de Deus, que tem um Projeto de vida plena e feliz para toda humanidade. Nisto consiste a graça da vocação profética. 

Como é bom trabalhar na construção do Reino, como Igreja serva e servidora, misericordiosa e missionária, como nos lembra o Objetivo das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023) a ser renovado no próximo ano:

EVANGELIZAR no Brasil cada vez mais urbano, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais missionárias, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude”

  

(1) http://www.dehonianos.org/portal

 

Profetas do Reino de Deus: iniciativa divina

 


Profetas do Reino de Deus: iniciativa divina

Refletimos sobre a vocação do Profeta Ezequiel à luz da passagem (Ez 2,2-5).

Toda vocação profética, é uma iniciativa de Deus e uma resposta humana, para ser no meio do Povo a voz de Deus: a missão do Profeta consiste em falar e atuar em nome de Deus.

O Profeta Ezequiel exerce o ministério profético no difícil tempo do exílio na Babilônia, e é chamado de “o Profeta da esperança”, denunciando as infidelidades a Javé que levaram o povo ao exílio, e também destruindo as falsas esperanças dos exilados, levando-os a confiar tão apenas em Deus, que não os abandonou e os reconduzirá de volta à sua terra.

O ministério do Profeta Ezequiel nos revela que Deus chama homens e mulheres frágeis e limitados e sua missão consiste em apresentar Sua proposta, ou seja, ser uma voz humana que indique os caminhos de Deus.

Percebemos a distância existente entre o sonho de Deus para a humanidade e a realidade vivida.

A missão do profeta, no seguimento do Senhor, não é a busca do prazer, sucesso, vedetismo, holofotes, mas é algo sério, profundo e que dá sentido à vida.

Deste modo, a vocação profética por vezes comporta perseguição, sofrimento e marginalização, e por isto, é preciso vencer todo medo, comodismo, preguiça que nos impeçam de viver esta missão.

Reflitamos:

- Quem são e onde estão os profetas hoje?

- O que mais nos impede a vivência da vocação profética?

- Temos consciência de que as fragilidades não são obstáculos para a vivência da vocação profética?

Concluindo, pelo Batismo, também recebemos a missão de sermos profetas, ungidos à imagem de Cristo. Como profetas, a fim de que vivamos com os olhos postos em Deus e os olhos postos no mundo (uma mão na Bíblia e a outra no jornal diário), contando com a presença e a ação do Espírito Santo.

 

Pelo Batismo, continuamos a missão de Jesus vivendo a vocação como graça e enfrentando as possíveis dificuldades.

É Deus que nos chama para a vocação profética apesar de nossas limitações, mas somente uma paixão profunda por Jesus nos fará profetas, aguentando o espinho na carne, enfrentando e superando incompreensões, oposições e acusações.

Reflitamos:

- Qual é a minha vocação na Igreja e no mundo?

- De que modo me abro à graça divina para viver a vocação e enfrentar possíveis dificuldades?

- Para onde Deus me envia?

- Como se manifesta em mim a graça divina?

Tão somente enraizados no amor de Deus e nutridos pelo Pão da Imortalidade, iluminados pela Palavra do Senhor, e com a força e luz do Santo Espírito é que poderemos realizar com solicitude e ardor a missão profética recebida no dia de nosso Batismo.

Voltemo-nos à oração depois da comunhão da Solenidade de Pedro e Paulo, que muito nos fortalece no discipulado e missão para sermos hoje os profetas no mundo como Deus tanto espera:

Oremos:

“Concedei-nos, ó Deus, por esta Eucaristia, viver de tal modo na Vossa Igreja que, perseverando na Fração do Pão e na Doutrina dos Apóstolos, e enraizados no Vosso Amor, sejamos um só coração e uma só alma. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém!”

Conversão e fidelidade ao projeto divino

 


Conversão e fidelidade ao projeto divino

Reflexão à luz da passagem do Livro do Profeta Ezequiel (Ez 18,25-28).

Vemos a missão do Profeta Ezequiel, o “Profeta da esperança”, num período que marca a volta do exílio e o recomeço de uma nova história.

O Profeta tem que destruir as falsas esperanças, provocar atitudes de conversão e responsabilidade pela própria história de cada um diante de Deus.

Deve ressuscitar a confiança e a esperança do povo em Deus. De nada ajudará o povo ficar culpando os antepassados, ou atribuir a Deus a culpa de seus pecados e infidelidades.

O presente está em nossas mãos para que correspondamos à vontade divina, assegurando um futuro novo e melhor.

O Profeta chama à responsabilidade a cada um, pois de nada adianta procurar culpados se antes não nos revermos diante de Deus e de Sua proposta.

Também nos assegura que Deus está sempre presente no meio de Seu povo, nunca o abandona, sendo que o contrário pode acontecer, e se isto ocorre as consequências são extremamente danosas.

Toda infidelidade a Deus traz frutos amargos: sofrimentos, desolação, enfraquecimento. De outro lado, a fidelidade a Deus é fonte de bênçãos. Deus está sempre pronto a selar aliança de amor conosco, e não nos é permitido ficar com rodeios, desculpas evasivas e subterfúgios que nos afastam d’Ele e de nossa felicidade.

É preciso que o povo tenha consciência de seus limites e não acuse Deus como o responsável pelos erros que comete. Deste modo, novo horizonte de vida e liberdade se abrirá diante dele. 

Torna-se necessário revermos como realizamos o que a nós é próprio; como e com que intensidade e fidelidade aos preceitos de Deus, a Sua adoração em Espírito e verdade se vivemos.

Deus em Sua fidelidade não se alegra com nossa flutuabilidade, incoerência e contradição.

 Reflitamos:

- Diante d’Ele qual é a nossa resposta?

- Quais são os nossos compromissos?

- Qual é a nossa parcela de culpa diante dos sinais de morte? 
- Qual é a nossa participação na construção da cultura da vida, em total fidelidade ao Senhor?

- O que preciso fazer para me converter?

Procuremos a mais perfeita coerência entre o que cremos e o que vivemos, para que o mundo veja Cristo em nós, e como Paulo, digamos: “E já não sou eu que vivo: é Cristo que vive em mim. E a vida que vivo agora na carne, eu a vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e Se entregou a Si mesmo por mim.” (Gl 2,20)

Tão somente assim viveremos num contínuo processo de conversão para maior fidelidade ao Projeto Divino, como nos exorta o Profeta Ezequiel.

 

Quem sou eu

Minha foto
4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG