sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Catequista: coração para sempre seduzido e apaixonado pelo Senhor

                          


Catequista: coração para sempre seduzido e apaixonado pelo Senhor
 
Catequista, faça das palavras de Pedro, suas: “Senhor, a quem iremos? Só Tu tens Palavras de vida eterna e nós cremos e reconhecemos que és o Santo de Deus” (Jo 6,68-69).
 
De tal modo, ser catequista é:
 
- Tê-Lo encontrado, e por Ele sentido um eterno fascínio, que faz brilhar os olhos em todas as situações, sobretudo nas mais adversas;
 
- Ter gosto das coisas divinas, portanto, sede do bem, do  belo e da verdade;
 
- Ser consumido de paixão pelo Senhor não há discipulado, missão, profecia, evangelização;
 
- Ter a maturidade e abertura para constantes renúncias, vivendo na liberdade, no despojamento e na fidelidade;
 
- Renovar a coragem para carregar com fé a cruz cotidiana, no testemunho da vitória do Ressuscitado;
 
- Ter a consciência de que por mais que faça, e por melhor que o faça, deve reconhecer-se como inútil servo d’Ele;
 
- Alimentar-se e nutrir-se do Pão da Palavra  e da Eucaristia, para seguir  Senhor., e jamais cruzar os braços na construção de um mundo mais belo, fraterno e feliz, tão desenhado nas páginas do Gênesis ao Apocalipse;
 
- Quem crê que tão somente o Senhor é, de fato, o único Caminho que nos conduz a Deus, porque Se fez a Verdade que nos liberta; e Ele veio para que todos tenhamos vida plenamente (Jo 10,10);


- Tomar consciência de que como discípulo missionário, não pode se omitir no campo vasto e complicado da política, para que ela seja, de fato, expressão sublime de caridade na promoção do bem comum;
 
- Ter o coração transbordante de alegria por amar e servir o Senhor e à sua Igreja, como servidores do Reino, administradores dos Sagrados Mistérios que Ele mesmo nos confia (1Cor 4, 1-2);
 
- Renovar no Banquete da Eucaristia, compromissos com o Senhor e o Reino da vida, no aprofundamento da fé, para pôr em prática os Mandamentos da Sagrada Escritura, numa catequese permanente.


Ser catequista é enfim, saber que fez a melhor escolha, e não há melhor resposta: Somente Ele, Jesus,  tem Palavra de Vida Eterna, e poderá saborear as palavras do Livro do Cântico dos Cânticos, também fazendo suas estas palavras, numa expressiva declaração de amor ao Senhor Jesus:
 
“Águas torrenciais jamais apagarão o amor, nem rios poderão afogá-lo. Se alguém oferecesse todas as riquezas de sua casa para comprar o amor, seria tratado com desprezo.” (Ct 8,7). Amém.

A misericórdia do Senhor veio ao nosso encontro

                                                      


A misericórdia do Senhor veio ao nosso encontro

“Eu quero, fica purificado” (Lc 5,13)

Na passagem do Evangelho de São Lucas (Lc 5,12-16), Jesus cura um leproso, reintegrando-o na comunidade, uma vez que a sua condição de enfermo, o colocava à margem da sociedade, do convívio com todos.

A Palavra de Jesus, Sua voz alcança a profundidade maior que possamos conceber, quando diz – “Eu quero, fica purificado” (Lc 5,13).

Sua Palavra penetra até nas entranhas mais profundas do coração daquele que n’Ele confia.

Assim aconteceu com aquele considerado “maldito” por todos. Jesus o declara transformado, transparente e puro, de modo que todo o perdão de Deus se encontra implícito nestas Palavras de Jesus. Tão breves e tão densas de misericórdia!

A Igreja, na fidelidade a Jesus, assim o será por todo o sempre: misericordiosa, e este será o fundamento da vida da Igreja.

Retomemos os dois versículos finais da passagem:

“Não obstante, Sua fama ia crescendo, e numerosas multidões acorriam para ouvi-Lo e serem curadas de suas enfermidades. Ele, porém, se retirava para lugares solitários e se entregava a oração” (Lc 5,15-16).

Vemos duas atitudes primordiais de toda a existência autêntica, como discípulos missionários do Senhor: a oração pessoal e o serviço em favor dos mais necessitados.

Concluindo, como Igreja que somos, haveremos de comunicar a misericórdia de Deus, em sua tríplice expressão, como tão bem nos falou Santa Margarida Maria Alacoque (séc. XVII), aludindo ao Coração Misericordioso do Senhor:

“Deste Divino Coração correm sem parar três rios: o primeiro é de misericórdia pelos pecadores, derramando neles o espírito de contrição e de penitência.

 

O segundo é de caridade, para auxílio de todos os sofredores, em particular dos que aspiram à perfeição, para que encontrem os meios de superar as dificuldades.

 

Do terceiro, enfim, emanam o amor e a luz para Seus amigos perfeitos, que Ele deseja unir a Sua ciência e à participação de Seus preceitos, para que, cada um a seu modo, se dedique totalmente à expansão de Sua glória”.

 

Uma Igreja misericordiosa e missionária

                                                 

Uma Igreja misericordiosa e missionária

“Eu quero, sê purificado” (Lc 5,13) 

Reflexão à luz da passagem do Evangelho de Lucas (Lc 5,12-16), que tem passagens paralelas nos Evangelhos de Mateus e Marcos (Mc 1,4-45; Mt 8,1-4).

Contemplemos a ação de Deus, que Se revela pleno de Amor, bondade e ternura, através de Sua ação que acolhe, cura, liberta e integra a todos na vida da comunidade.

Nisto consiste a vontade de Deus: que se supere toda forma de discriminação e marginalização, e a comunidade deve empenhar-se, com sabedoria e coragem, para que isto se torne uma realidade.

Voltemos à passagem do Livro de Levítico (Lv 13, 1-2.44-46), que nos apresenta “a lei da pureza”, e uma visão deturpada de Deus que leva à invenção de mecanismos que discriminam, rejeitam e excluem em nome de Deus, numa total marginalização.

Dentre as impurezas, a lepra era considerada a mais grave, de modo que quem por ela fosse acometido, deveria ser segregado e afastado da convivência diária com outras pessoas, e tal medida tinha uma intenção higiênica e também para evitar o contágio.

Mais grave ainda, era considerado um pecador, amaldiçoado por Deus e indigno de pertencer à comunidade do Povo de Deus e não podia ser admitido nas assembleias em que Israel celebrava o culto na presença do Deus Santo.

Voltando à passagem do Evangelho, o leproso curado por Jesus, inaugura um novo modo de relacionamento, destruindo o triste mecanismo de marginalização que exclui estes do convívio social e da própria comunidade.

Jesus, com Sua Palavra e ação, cura e integra a todos na comunidade do Reino, sem jamais compactuar com a discriminação, exclusão, racismo ou qualquer outra forma de marginalização.

Com a Sua ação revela a face de um Deus cheio de Amor que vem ao encontro da nossa humanidade e da nossa condição pecadora e enferma, para nos curar e nos redimir.

Jesus, rosto da Misericórdia de Deus, toma para Si nossas dores e sofrimentos e nos comunica a chegada do Reino de Deus, porque completou-se o tempo esperado.  



Novos tempos são inaugurados pela Sua presença e ação: a cura do leproso revela o Amor de Deus que cura, liberta, integra e impulsiona para o testemunho:

"A voz de Jesus, porém, é ainda mais profunda: ao decretar 'fica curado', penetra até nas entranhas daquele homem maldito e declara-o transformado, transparente e puro; todo o perdão de Deus está presente nesta frase.

O perdão de Deus que Jesus ofereceu aos marginalizados da terra tem que ser agora o fundamento da vida da Igreja... Só quando destruir todas as barreiras, só quando congregar todos como irmãos, a Igreja será lugar de Deus na terra. Então será satisfeita a antiga esperança messiânica da cura dos leprosos". (1)

Oportunas as palavras da Igreja, para refletirmos sobre a íntima união da Igreja com toda a família humana:

“As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração. 

Porque a sua comunidade é formada por homens, que, reunidos em Cristo, são guiados pelo Espírito Santo na sua peregrinação em demanda do Reino do Pai, e receberam a mensagem da salvação para a comunicar a todos. Por este motivo, a Igreja sente-se real e intimamente ligada ao gênero humano e à sua história”. (2)

Reflitamos:

- Quais são as enfermidades que ainda hoje levam à exclusão e à marginalização?

- Até que ponto nossa ação também acolhe, liberta e integra na comunidade e na sociedade?

- De que modo os marginalizados e excluídos se abrem para a acolhida e integração na comunidade e na sociedade?

- Como vivemos a fidelidade ao Senhor, tendo d’Ele mesmos pensamentos e sentimentos?

- Como expressamos em nossa vida o amor, a ternura e a bondade de Deus para com o nosso próximo?

- Sabemos renunciar a direitos pessoais por bem maiores em favor de outros?

Sejamos na fidelidade ao Senhor, uma Igreja verdadeiramente misericordiosa e missionária, que viva a acolhida, o perdão, a integração de todos na vida da comunidade, com amor e alegria que gera comunhão, solidariedade e fraternidade.

Deste modo, participaremos da missão da construção do Reino: acolhidos, amados e curados para acolher, amar e curar num círculo que não pode se fechar, interromper.

 

(1) Comentários à Bíblia Litúrgica - Gráfica de Coimbra 2 - pág. 1076-1077

(2) Constituição Pastoral Gaudium Et Spes  sobre a Igreja no mundo atual  (n.1).

Rezando com os Salmos - Sl 112 (113)

 



Glorifiquemos a Deus em todo o tempo

“–1 Louvai, louvai, ó servos do Senhor,
louvai, louvai o nome do Senhor!
–2 Bendito seja o nome do Senhor,
agora e por toda a eternidade!
–3 Do nascer do sol até o seu ocaso,
louvado seja o nome do Senhor!

–4 O Senhor está acima das nações,
sua glória vai além dos altos céus.
=5 Quem pode comparar-se ao nosso Deus,
ao Senhor, que no alto céu tem o Seu trono
6 e se inclina para olhar o céu e a terra?

–7 Levanta da poeira o indigente
e do lixo ele retira o pobrezinho,
–8 para fazê-lo assentar-se com os nobres,
assentar-se com os nobres do Seu povo.
–9 Faz a estéril, mãe feliz em sua casa,
vivendo rodeada de seus filhos.”

Com o Salmo 112(113) glorificamos o nome do Senhor, porque Ele é digno de toda a nossa honra, glória e louvor:

“Que em toda parte e sempre ressoe o louvor ao Altíssimo, que na sua infinita grandeza se digna olhar para os humildes.” (1)

Concluímos rezando o Canto do Magnificat:

“A minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito exulta em Deus, meu Salvador...” (Lc 1,46-55).


(1) Comentário da Bíblia Edições CNBB – p.825

Se quiseres seguir Jesus..

                                                 

Se quiseres seguir Jesus...

Se quiseres seguir Jesus...
Tome em suas mãos a Palavra de Deus, medite o sofrimento de Jó (Jó 9.1-12.14-16) e sua atitude diante de Deus, e as exigências que Jesus apresenta a todo aquele desejo ser Seu discípulo missionário, como vemos nos Evangelhos.

Se quiseres seguir Jesus...
Sete exigências emergem suavemente de nossa reflexão.

Desapego material – vida na pobreza, o que não podemos compreender como sinônimo de miséria. Deus jamais sacralizou a miséria, pelo contrário a abominou. Saciou os famintos, partilhou o pão, anunciou um mundo de igualdade e partilha, com vida digna para todos, que só será possível quando os bens forem para o bem comum, sem exclusão. A opulência e luxo de alguns é o preço da miséria e sofrimento de muitos.

Desapego da própria Vida – desejo profundo de vida nova que brota da fé na Ressurreição. Desapegar-se da própria vida é não prender-se ao passado e suas seduções, mas ansiar por uma vida nova. Há que se caminhar sem saudosismo do passado, sem lamentos e reclamações. Com a Ressurreição tudo o que era velho passou, eis que Ele faz novas todas as coisas. Não cultuemos a morte, amemos e adoremos a Vida n’Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Desapego familiar – novos laços são sempre possíveis quando nos abrimos à vida de comunidade. Desapegar-se da família não é relativizá-la, desprezá-la, antes, é inseri-la numa grande família que é formada pela Comunidade Igreja, na qual somos introduzidos pelo Batismo, como pedras vivas, amadas e escolhidas por Deus. Ser Igreja, membro de uma família maior, na santificação de nossas pequenas células de uma sociedade: nossa pequena e indispensável família, sacrário vivo da vida, escola em que aprendemos as primeiras lições que nos marcarão para sempre. A família está para a comunidade Igreja, como a comunidade Igreja se coloca a serviço de toda família (Igreja Doméstica) e prima pela sua estruturação e santificação.

Confiança irredutível em Deus – haja o que houver, como a experiência profunda de Jó no AT. Confiança irredutível, irrevogável e irremovível, para além de todas as perdas, abandonos, incompreensões, mistérios que a vida comporta… Confiar e se comprometer, jamais ao Amor e Projeto de Deus se fechar. Confiar para além de todas as aparências e reticências.

Assumir nossa pequenez diante da grandiosidade de Deus  somos tão pequenos diante do Mistério de Deus, do Seu infinito Amor. Quem somos para questionar os desígnios e Mistérios de Deus? Somos criaturas, obras imperfeitas, porém queridas e amadas pelo Criador. Em constante aperfeiçoamento, em interminável “inacabamento” final.

Humildade – húmus – terra – pó – isto é o que somos. Jó se dirige a Deus com toda humildade. A Ele nunca podemos nos dirigir com arrogância, como intrépidos cobradores, presunção e indiferença… Quem somos nós para nos colocarmos em pé diante de Deus, cobrando-lhe direitos e respostas? Antes de tudo, Ele nos predestinou, criou, amou, santificou, redimiu, e um dia quer nos acolher junto de Si na glória da imortalidade, no esplendor de Sua luz, na profundidade de Sua ternura e Amor – céu.

Saber fazer silêncio – Saber calar-se. Cessem as palavras, para que no silêncio das mesmas a Palavra, que é o próprio Cristo, possa no mais profundo de nós, falar. 

Quando nos calamos e nos silenciamos, temos a possibilidade de a voz de Deus ouvir. No silêncio de nossas palavras, a Palavra ecoa e ressoa trazendo as respostas às inquietantes questões que nos roubam a paz, a alegria. A alegria e a saúde brotam no coração de quem sabe silenciar diante dos Mistérios de Deus, para Sua Palavra acolher e frutificar…

Se quiseres seguir Jesus… E, como queremos!
Sete exigências para refletir, e uma única resposta a oferecer.
Somente a Ti, Senhor, queremos amar e seguir.
Somente por Ti nosso coração se deixará seduzir.
Alegria, paz e o encanto no coração hão de resplandecer!

Mães: discípulas do Divino Amor, Jesus

                                                    


Mães: discípulas do Divino Amor, Jesus 


Mães são necessárias discipulas missionárias do Senhor, discípulas do Divino Amor. 

São aprendizes e educadoras para a construção de uma cultura de vida e de paz, que passa necessariamente pela vivência do Mandamento do Amor que nosso Senhor nos ordenou: “Amai-vos uns aos outros, assim como Eu vos amei” (Jo 15,12). 

Neste sentido, volto a algumas preciosas fontes da Igreja sobre o amor: 

Assim os padres do deserto escreveram sobre o amor, a partir de um diálogo entre o mestre e seu discípulo:

 

“Perguntaram-lhe a um grande mestre:

Quando o amor é verdadeiro?

Quando é fiel – foi a resposta.

E quando é profundo?

Quando é sofredor – foi a resposta.

E como fala o amor?

A resposta foi:

O amor não fala.

O amor ama”.

 

Disse Santo Tomás de Aquino (séc. XII):

“Enquanto o amor humano tende a apossar-se do bem que encontra no seu objeto, o amor divino cria o bem na criatura amada."   

 

Mais tarde, assim nos falou o Presbítero João da Cruz (séc. XVI), sobre o julgamento final:

 

“Ao entardecer desta vida, examinar-nos-ão no amor”. 

 

Memoráveis, também, as palavras de Santa Teresinha do Menino Jesus (séc. XIX):

 

“Então, delirante de alegria, exclamei: Ó Jesus, meu amor, encontrei afinal minha vocação: minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, Tu me deste este lugar, meu Deus. No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor e desse modo serei tudo, e meu desejo se realizará”. 

Concluindo, peçamos a Deus por todas as mães que, tendo vivido amor assim, estejam na glória Deus, brilhando como os justos no Reino do Pai, como nos prometeu o Senhor (Mt 13,43); e por aquelas que estão entre nós, que sejam sábias discípulas do Verbo, o Divino Amor que se fez Carne e habitou entre nós (cf. Jo 1,14).

Tempo de reaprender

                                                  

Tempo de reaprender

Abramos nosso coração para a escuta da Palavra de Deus, que encontramos na Carta de Paulo aos Efésios (Ef 4,32–5,2):

“Sede bons uns para com os outros, sede compassivos; perdoai-vos mutuamente, como Deus vos perdoou por meio de Cristo. Sede imitadores de Deus, como filhos que Ele ama. Vivei no amor, como Cristo nos amou e Se entregou a Si mesmo a Deus por nós, em oblação e sacrifício de suave odor”.

Oremos:

Senhor Jesus Cristo, em tempo narcado por dificuldades, enfermidades, estamos reaprendendo o valor sagrado da vida, que está acima de qualquer valor material, dinheiro, poder, fama...

Senhor Jesus Cristo, que reaprendamos convosco a viver a bondade e solidariedade de uns para com os outros, como fostes sumamente bom, por isto revelastes o rosto misericordioso de Vosso Pai, nosso Deus.

Senhor Jesus Cristo, ajudai-nos a reaprender a beleza e a fecundidade da compaixão vivida, que se expressa em gestos corajosos, como vemos no cuidado do outro, sobretudo os pobres, famintos, enfermos, cuja vida encontra-se em perigo, nas ruas, casas e hospitais.

Senhor Jesus Cristo, que reaprendamos o valor sagrado do perdão, retirando por Vossa Palavra e poder, toda nódoa do pecado de nossa alma, de modo que sejamos renovados e libertos de todo o laço e amarra do pecado, que nos roubam a graça e a beleza do viver.

Senhor Jesus Cristo, concedei-nos a graça de reaprendermos a seguir Vossos passos, que tendo nos amado, nos amastes até o fim, no Amor de Cruz, que salva, redime, e nos reconcilia com o Pai, pois sois a Palavra Eterna do Pai a nós comunicada.

Senhor Jesus Cristo, ajudai-nos, para que, como eternos aprendizes, perfeitamente configurados a Vós, sejamos imitadores do Mistério de Vossa Paixão e Morte, carregando com fidelidade a Cruz que temos de carregar, e assim conduzidos à glória da eternidade.

Senhor Jesus Cristo, ensinai-nos a viver a mais bela lição de amor de toda a humanidade que Vós não apenas ensinastes, mas vivestes incondicionalmente e até o fim, e assim, também vivamos o Novo Mandamento do Amor, que nos destes.

Senhor Jesus Cristo, iluminai-nos com a Luz do Vosso Espírito, para que participando da Eucaristia, presente ou espiritualmente, façamos de nossa vida uma constante oblação, um sacrifício de suave odor, exalando a quantos precisarem, como Vós sempre fizestes. Amém. 

Quem sou eu

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