segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

“Somos um projeto de Deus em desenvolvimento”

                                            

“Somos um projeto de Deus em desenvolvimento”

No Comentário da passagem da Carta de Paulo aos Romanos (Rm 1,1-17), em sua introdução, Paulo se apresenta como “apóstolo por vocação”, um “servo de Jesus Cristo”.

Na conclusão da passagem, saúda a todos que moram em Roma, dirige-se a estes com estas palavras: “A vós todos que morais em Roma, amados de Deus e santos por vocação, graça e paz da parte de nosso Pai, e de nosso Senhor, Jesus Cristo” (v.17).

Sejamos enriquecidos pelo Comentário do Missal Cotidiano:

“Cada um de nós é um projeto de Deus em desenvolvimento. Deus continua a criar-nos na densa trama de nossas ações e do agir dos outros: Para nossa vida há um projeto que Deus abrange num só olhar, mas que ocuparia muitos arquivos nossos.

É uma promessa que supera toda a nossa esperança e está muito acima de nossos horizontes. Eis toda a espiritualidade cristã: entrar ativamente nesse projeto de Deus” (1).

Assim como Paulo soube ler e rever o projeto que Deus tinha para que ele realizasse, também nós somos chamados ao mesmo fazer: redescobrir a cada dia o que Deus espera de nós, conscientes de que somos “um projeto de Deus em desenvolvimento”.

Nossa espiritualidade cristã consiste, portanto, em mergulhar intensamente neste projeto com todo o nosso ser, para que cada vez mais sejamos configurados a Jesus Cristo, assim como foi o servo e apóstolo Paulo, como ele mesmo se denominou na referida passagem.

Nem sempre será fácil viver o projeto que Deus tem para cada um de nós. Exigirá coragem, renúncia, desprendimento, confiança, entrega total de si mesmo.

Ser um “projeto de Deus em desenvolvimento”, é colocar-se nas mãos de Deus, n’Ele confiando como barro na mão do Oleiro Divino.

Ter a coragem de suportar as podas dos ramos, como os ramos de uma videira, que é o próprio Jesus Cristo, para muitos e melhores frutos produzir.

Nunca se dar por vencido, ainda que as provações e adversidades se façam presentes em nosso viver, porque sabemos em quem confiamos, em que Deus depositamos toda a nossa esperança, envolvidos pela plenitude de Seu amor.

Ponhamo-nos a caminho, dia pós dia, em comunidade a fé vivendo, alimentados pelo Pão da Palavra e da Eucaristia, e assim, a caridade testemunhada por nossas obras, faça de nós ardorosos discípulos missionários do Senhor.



(1) Missal Cotidiano – Editora Paulus – pp.1373-1374

Paróquia: Escola de Comunhão e de Amor

                                                      

Paróquia: Escola de Comunhão e de Amor

Como Igreja que somos, precisamos testemunhar a nossa Fé, dando solidez à Esperança, na vivência concreta e eficaz da Caridade, virtudes divinas que nos movem, sobretudo diante dos desafios da realidade em que nos encontramos.

Vivendo em comunidade, a nossa fé deve ser sempre iluminada pelo exemplo das primeiras comunidades fundadas pelos apóstolos: “As comunidades eram perseverantes na Doutrina dos Apóstolos, na Comunhão Fraterna, na Fração do Pão e na Oração” (At 2, 42-45).

Para tanto, todo o itinerário do discípulo, desde o chamado, deve ser sempre vivido na comunhão com o Mestre, que se desdobra, necessariamente, na comunhão com os outros, de modo que a dimensão comunitária é fundamental na Igreja, pois se inspira na própria Santíssima Trindade, a perfeita comunidade de amor.

Sem comunidade, não há como viver autenticamente a experiência cristã, e a Paróquia tem o grande desafio de ser este espaço, como nos afirmou a Conferência de Aparecida (2007): 

“Entre as comunidades eclesiais, nas quais vivem e se formam os discípulos e missionários de Jesus Cristo, sobressaem as Paróquias. São células vivas da Igreja e o lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristo e a comunhão eclesial. São chamadas a ser casas e escolas de comunhão”.

A Conferência
 manifesta o desejo de uma valente ação renovadora das Paróquias, a fim de que sejam “espaços da iniciação cristã, da educação e celebração da fé, abertas à diversidade de carismas, serviços e ministérios, organizadas de modo comunitário e responsável, integradoras de movimentos de apostolado já existentes, atentas à diversidade cultural de seus habitantes.” (n. 170).

Num tempo marcado por incertezas e tantos desafios, como alegres e convictos discípulos missionários, devemos empregar todo esforço e recursos na necessária conversão das estruturas de nossas paróquias, para que, como espaço privilegiado da presença e do encontro com o Senhor, elas se coloquem a serviço da vida plena e definitiva.  

Não podemos nos acomodar, pois grande é o desafio da evangelização, a fim de que a Palavra do Senhor seja a todos os povos anunciada, e tenhamos Paróquias em contínuo processo de conversão, e comunidades que sejam verdadeiras escolas da comunhão e de amor à vida, construindo laços fraternos e eternos, iluminados pela Palavra, nutridos pela Eucaristia.

É preciso que continuemos o aprofundamento sobre as estruturas das Paróquias, e a necessária conversão, a fim de que nossas comunidades sejam, verdadeiramente, casas do Pão da Palavra, do Pão da Eucaristia e do Pão da Caridade, uma Igreja discípula, profética, missionária e misericordiosa, e como nos falou o Papa Francisco – “uma Igreja em saída”, presença nos mais diversos espaços, sobretudo nas periferias existenciais.

“Creio, Senhor, mas aumentai minha fé”

                                                               

“Creio, Senhor, mas aumentai minha fé” 

“Este foi o início dos sinais de Jesus.
Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou
a Sua glória, e Seus discípulos creram n’Ele” (Jo 2,11)

O sinal realizado por Jesus em Caná da Galileia, transformando a água em vinho, é um dos sete sinais que João descreve em seu Evangelho (emprega a palavra sinais 17 vezes).

O primeiro sinal revela quem é Jesus, Sua pessoa e Sua missão; revela que Ele é o Messias há muito esperado pelo Povo de Deus, e com o sinal suscita a fé dos discípulos.

- Mas, o que é a fé?
- Como conceituá-la?

Como afirma o autor da Epístola aos Hebreus, Jesus é o “autor e consumador da fé” (Hb 12,2). Sendo o autor da fé pode aperfeiçoá-la e suscitá-la no coração de Seus ouvintes.

Fé é o acolhimento de Jesus que Se revela a cada um de nós nos acontecimentos cotidianos, para que com Ele caminhemos carregando nossa cruz, com as renúncias necessárias, e seguindo até o fim para que alcancemos a glorificação.

Ter fé é seguir o Divino Mestre, reconhecendo-O como Guia e ao mesmo tempo como Caminho; é acolhê-Lo como a Verdade que nos liberta, encontrando n’Ele a alegria e o sentido de viver, pois Ele é fonte de Vida plena.

Ter fé é seguir os passos do Senhor, tendo d’Ele os mesmos pensamentos e sentimentos (Fl 2,5).

Ter fé e entregar-se completamente nas mãos de Deus, confiando em Sua Palavra e Providência, mas não significa cruzar os braços, esperar passivamente, fé implica numa confiança ativa, ou seja, não nos dispensa de sagrados e irrenunciáveis compromissos com a justiça, a fraternidade, a vida e a paz.

A fé é fonte e fundamento daquele que segue o Senhor, comunicada àquele que crê como dom, graça divina (Ef 2,8), não dispensando jamais esforço pessoal (1Ts 1,3), acompanhada de obras, pois  “A fé sem obras é morta.”  (Tg 2,14-26).

A fé é a docilidade interior ao Espírito, que é a fonte de todos os dons que vêm de um só Deus, que realiza tudo em todos (1Cor 12,6). A vivência da fé leva àquele que crê a sentir uma necessidade de colocar os dons a serviço de toda a comunidade, vivendo com alegria o ministério, o carisma e a vocação própria.

Uma fé autêntica nos insere cada vez mais numa relação intensa e profunda de amor com a Santíssima Trindade, de modo que este amor vivido dá a razão de nossa esperança. Fé vivida, cultivada, celebrada, implica em amor vivido e esperança renovada em cada amanhecer. Assim, experimentamos a força transformadora do Amor de Deus, saboreando na esperança a alegria das núpcias eternas.

Em Caná, Ele fez o primeiro sinal. Quantos sinais Deus realiza em nosso meio, para que também vejamos e acreditemos em Seu poder?

Sobretudo em cada Eucaristia celebrada, vemos o grande sinal do Amor de Deus por nós, inebriamo-nos com o Sangue do Senhor, Vinho Novo e Melhor, que nos redime de todos os pecados, sacia nossa sede de vida, amor e paz.

Alimentados pelo Pão e Vinho Eucarísticos, saciamo-nos do Melhor de Deus, que é o Seu próprio Filho – “Tomai e comei, isto é o meu Corpo... Tomai e bebei, isto é o meu Sangue”.

Alimentados pela Eucaristia, sobre a qual foi invocado o Santo Espírito, renova-se no coração dos que creem o compromisso com a Vida, colocando a serviço da comunidade e do mundo os dons que nos vem de Deus, a fim de que construamos um novo céu e uma nova terra.

Finalizando, ter fé é crer na presença e ação do Senhor que faz novas todas as coisas, desde que acolhamos as palavras de Sua Mãe: “Fazei tudo o que Ele vos disser.”  (Jo 2, 5).

PS: Liturgia do 2º Domingo do Tempo Comum (Ano C). Livre interpretação de Leccionário Comentado - Tempo Comum - pp. 74.

Do fermento do Maligno livrai-nos, Senhor!

                                                         

Do fermento do Maligno livrai-nos, Senhor!
Somente com Jesus
 somos libertos do fermento do Maligno,
e nos tornamos com Ele mais que vencedores

Quando a vida e a fé se irmanam em eterno abraço,
Do suor do trabalho comemos o pão de cada dia,
Plenificados de Vida que vem do Corpo e Sangue – Eucaristia.

Precisamos do pão provisório, indiscutivelmente,
Não tão pouco para mendigar e nem ter fome,
Nem tanto que prescindamos do Pão Essencial.

Precisamos do Pão Eterno, imprescindivelmente,
Corpo e Sangue, verdadeiramente Comida e Bebida
Que sacia, inebria, fortalece... Efeitos da Eucaristia.

Em cada Banquete Eucarístico, ativa e conscientemente participado,
Tríplice ação divina: a fé é nutrida, a esperança é incentivada,
A caridade é mais que fortalecida e na vida testemunhada.

Ouvindo e acolhendo Vossa Palavra e envolvidos pelo Amor Divino,
Renovamos forças para a superação das tentações fundamentais,
Com Cristo que nos liberta de todo fermento do Maligno

Aprendemos, primeiro, a superar toda forma de egoísmo,
E a busca ansiosa pelos bens materiais cede lugar
Para uma vida frugal, simples, de alegre partilha.

Aprendemos que a sede de posse e de domínio sobre os outros
Cedem lugar para a mais bela face expressiva do poder,
Que se traduz no amor aos pobres, alegria do serviço.

Aprendemos, finalmente, que a ilusão do sucesso imediato,
Do prestígio alcançado a qualquer preço, não encontram lugar
No coração de quem a fidelidade a Deus, vivo e verdadeiro, procura viver.

Com Jesus, mais que vencedores tornam-se Seus discípulos.
É a comunidade dos remidos que, como Igreja,
Empenha-se na luta pela libertação da humanidade das forças do mal.

Sendo a Salvação plena e universal, torna-se inconcebível
Miséria, ignorância, ódio e violência, febril consumo,
Inveja, cobiça, egoísmo e a funesta falta de amor.

Como Igreja, cumprindo a missão plena dos dons do Espírito,
Com a força de Cristo Ressuscitado, que d’Ele nunca se afasta,
Trilhamos o caminho para a construção do Reino, sinal de um mundo novo.

Uma súplica ao Senhor, com coração confiante, elevemos:
Do fermento do Maligno livrai-nos, Senhor!

Para sempre, Senhor, quero seguir-Te

 


Para sempre, Senhor, quero seguir-Te
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
Para tanto, Senhor, ajudai-me a renunciar a mim mesmo,
Aos meus caprichos, egoísmos, vaidades, meias-verdades.
Aos pensamentos egoístas, às vezes insanos e mesquinhos.
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
Que não me acovarde quando a Tua Palavra tiver que anunciar.
Que não fraqueje quando Ela tiver que testemunhar,
Na contramão da história, se preciso for.
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te;
Na família, na comunidade, no trabalho, no lazer,
Em todo e qualquer lugar em que a Tua luz plena
Possa com minha vida singela resplandecer.
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
Em doce confiança na Tua graça e ternura
Não me curvando diante das dificuldades,
Não subindo ao cume das montanhas das crueldades.
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
Sem me “autovitimizar” e com a dor do outro me solidarizar
Sem reclamações e lamentações fúteis e banais,
Sem recuos nas maravilhosas virtudes teologais
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
Tomando minha cruz de cada dia
Com fidelidade, na doação de mim mesmo,
Até que mereça Tua glória contemplar, um dia.
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
Sem procurar seguranças econômicas e sociais.
Confessar que és minha vida, meu tudo
E eu o Seu, mais do que nunca, um nada...
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
O nada que ainda não me fiz para Ti, e o que farei?
O nada que ainda não vivi na fidelidade ao Senhor
O nada que me torno ao contemplar Teu incrível Amor.
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
Em minha fraqueza, servir-Te, amar-Te.
Em minha miséria, no meu amor vivido,
Experimentar o poder fecundante do Teu Reino.
 
Para sempre, Senhor, quero seguir-Te.
Com ânsias do Teu Amor no presente,
De Tuas promessas de alegria na eternidade.
Com ânsias de quem por Ti amado sente...
 

Ó Deus, leve-me nas asas do Santo Espírito!

                                                            

Ó Deus, leve-me nas asas do Santo Espírito!

Ó Deus, leve-me nas asas do Santo Espírito.
Leve-me bem mais alto que possa.
Quero ver do alto o chão que piso
E o mais profundo que possa pisar.

Ó Deus, leve-me nas asas do Divino Espírito,
Para que possa ver o mar a atravessar,
Com seus desafios, ventos, mistérios,
E o medo que nos acompanha, vencer.

Ó Deus, leve-me nas asas do Santo Espírito.
E, num voo que me refaça as forças,
O Teu amor derrame sobre mim,
E a quantos eu, humildemente, suplico.

Ó Deus, leve-me nas asas do Divino Espírito,
Pois com Teu amor em nós derramado,
E tão somente com ele, a Lei Divina e preceitos sagrados
A nós confiados, pleno cumprimento se faz possível.

Ó Deus, leve-me nas asas do Santo Espírito.
Derrama copiosamente o Teu amor,
Para que eu viva a loucura da cruz,
E com ela, assistido pela Sabedoria divina.

Ó Deus, leve-me nas asas do Divino Espírito.
Mistério da fé vivido, esperança testemunhada,
Caridade no coração inflamada,
E sábias escolhas, na liberdade, feitas.

Ó Deus, leve-me nas asas do Santo Espírito.
Amor, Sabedoria e Liberdade não me faltarão.
A cruz, com coragem e fidelidade, o Amado seguirei.
E novos voos, com a Tua graça, humildemente peço: concedei-me. 


Fonte inspiradora: Eclo 15,16-21; 1 Cor 2,6-10; Mt 5,17-37

Humildade e simplicidade

                                                               


Humildade e simplicidade

‘Aquele que se fizer pequeno como esta criança,
esse será o maior no Reino dos céus’.

Com o Sermão de São Máximo de Turim (séc. V), somos exortados à humildade necessária para chegarmos ao Reino de Deus, e a simplicidade entramos no Céu.

“Se escutastes com atenção a Leitura Evangélica podereis compreender o respeito que se deve aos Ministros e Sacerdotes de Deus e a humildade com que os próprios clérigos devem prevenir-se uns aos outros.

De fato, tendo os Seus discípulos perguntado ao Senhor quem deles seria o maior no Reino dos Céus, aproximando a uma criança, a colocou no meio deles e lhes disse: ‘Aquele que se fizer pequeno como esta criança, esse será o maior no Reino dos céus’. De onde deduzimos que pela humildade se chega ao Reino, pela simplicidade se entra no Céu.

Portanto, quem deseje escalar o cume da divindade empenhe-se por alcançar os abismos da humildade; quem deseje preceder ao seu irmão no Reino, deve antes antecipar-se no amor, como diz o Apóstolo:

'Estimando aos demais mais do que a si mesmo’. Supere-se na afabilidade, para poder vencer-lhe em santidade. Pois se o irmão não te ofendeu é credor ao dom de teu amor; e se talvez tiver te ofendido, é ainda mais credor a dádiva de tua superação. Esta é realmente a quintessência do cristianismo: devolver amor por amor e responder com a paciência a quem nos ofende.

Assim, quem for mais paciente em suportar as injúrias, mais potente será no Reino. Porque ao império dos céus não se chega mediante um brilhante título abonado pela faustuosidade das riquezas, mas mediante a humildade, a pobreza, a mansidão. ‘Quão estreita é a porta e quão apertado o caminho que conduz à vida!’.

Em consequência, quem estiver rompante de honras e carregado de ouro, qual jumento sobrecarregado, não conseguirá passar pelo apertado caminho do Reino. E no preciso momento em que acreditar ter chegado à porta estreita, ao não dar espaço a sua carga, lhe impedirá de entrar e se lhe obrigará a retroceder.

A porta do céu é para o rico tão apertada como estreita é ao camelo o furo de uma agulha. ‘É mais fácil um camelo passar pelo furo de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus’”. (1)

Aspirando o cume da divindade, urge que nos empenhemos em viver a humildade, sem o que nos distanciamos do Reino e não entraremos no Céu, como tão bem expressou São Máximo.

É sempre necessário que nos despojemos do supérfluo, provisório, para nos enriquecermos do essencial e dos valores eternos que dão sentido ao nosso existir.

Enriquecidos pela graça de Deus, nosso Sumo Bem, seremos mais fiéis ao Senhor, e por esta porta estreita poderemos passar, porque também conduzidos e cumulados das riquezas do Santo Espírito que em nós habita.

Como a santidade não é um processo acabado, é preciso que nos coloquemos sempre num contínuo esforço de vivermos na humildade e simplicidade de coração, com absoluta confiança em Deus, que age em nós e por meio de nós.


(1) Lecionário Patrístico Dominical - Editora Vozes – pp.470-471

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