quarta-feira, 21 de maio de 2025

Assistidos e conduzidos pelo Espírito (06/05)

                                                     

Assistidos e conduzidos pelo Espírito

Não estamos sozinhos na caminhada cristã, o Senhor nos acompanha, com a presença e a ação do Espírito Santo, possibilitando-nos a atenção aos apelos da realidade na qual nos inserimos.

A passagem dos Atos dos Apóstolos (At 15,1-32), retratando o “Concílio de Jerusalém”, nos fala a ação do Espírito Santo, presente para o discernimento do que é, de fato, essencial ou acessório na caminhada da Igreja. Foi o primeiro grande conflito enfrentado pela Igreja.

A entrada dos pagãos ao cristianismo fez surgir uma polêmica questão: impor ou não aos pagãos a Lei de Moisés. A Salvação vem da circuncisão e pela observância da Lei judaica ou unicamente por meio de Cristo. Conclui-se que, é pela Graça do Senhor que se chega à Salvação.

Aprende-se com a assistência do Espírito o que deve ser mantido ou superado na Igreja. É o Espírito que age, ilumina e fortalece. Deste modo, a Igreja não pode perder a audácia, a imaginação, a liberdade, o desprendimento necessário e a vigilante escuta do Espírito, no enfrentamento dos desafios que o mundo apresenta.

Invoquemos sempre a presença e a ação do Espírito, que nos conduz e assiste com os sete dons: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, temor de Deus e piedade.

Quando há amor, amante e amado não se separam! (06/05)

                                                         

Quando há amor, amante e amado não se separam!

Na passagem do Evangelho de São João, há um grande convite para permanecermos com Jesus (Jo 15).

Quem ama gosta de estar com seu amado, porque no amor vivido encontra-se a verdadeira alegria. Jesus que tanto nos ama, quer estar conosco e nos convida a permanecer com Ele.

Permanecer, ficar com Ele, não ignorá-Lo, não tornar-se indiferente ao Seu Amor.

Jesus é a Verdadeira Videira na qual somos enxertados para produzir muitos frutos.

Como toda videira precisa da poda de seus ramos para produzir frutos, também nós, ramos preciosos de Deus, precisamos das podas cotidianas para que os frutos sejam abundantes.

Permanecer com Jesus nos pede podas, limpeza, purificação, conversão, renúncia, sacrifícios, abrir mão de vontades, caprichos e princípios que não condizem com Seu Evangelho.

Permanecer é estar unido ao tronco que Ele é. Somos apenas ramos, mas é nos ramos que os frutos aparecem.

Ele nos garante colheita abundante, porque garante vitalidade aos Seus ramos com a seiva fundamental e vital: a Seiva do Amor, que foi testemunhado quando por nós na Cruz foi pregado, Coração transpassado, Sangue e Água jorrados e o mundo reconciliando.

Precisamos fortalecer nossa união com Cristo, suportando todas as adversidades, inclusive as vividas dentro da comunidade, da Igreja, que para além de seus limites, apresentam ao mundo saborosos frutos de amor, verdade, solidariedade e paz.

Permanecer com Jesus não quer dizer que problemas não existirão, perseguições não nos acompanharão e que todas as lágrimas para sempre secarão! Não! Isto é como ficar entorpecido pelo ópio, alienar-se do que deve ser superado.

Permanecer com Ele quer dizer que não estamos sós, temos a Seiva de Seu Amor, na ação do Espírito Santo que o Pai sempre nos envia.

A vida consiste em atender ao convite de Jesus: permanecer com Ele. Recusar Seu convite é unir-se às árvores que produzem mortes.

Na árvore da vida, na Verdadeira Videira enxertados ou das árvores enganadoras e sedutoras embriagados, e da vida afastados.

Somente na Verdadeira Videira os bons frutos são produzidos. Longe d'Ela a vida será marcada pela insatisfação, egoísmo, frustração, auto-suficiência e morte.

Permanecer com Jesus é viver de, com e para Ele, num amor incondicional. O amor vivido evidencia a fé que temos e a fé que professamos. O amor vivido é a garantia de frutos abundantes com cestas, corações e mesas fartas!

O amor vivido torna visível a fé, porque faz da esperança não algo improvável, mas já alcançável, porque quem em Deus confia jamais se decepciona.

O amor torna-se, enfim, condição indispensável para conhecermos a Deus e permanecermos com Seu Filho. Assim podemos invocar o Espírito e Ele nos assistirá!

A alegria acompanha o coração daquele que crê, porque por Ele apaixonado, enamorado, sabe que mãos vazias não terá, coração ressequido não conhecerá; mãos e pés enfraquecidos jamais vacilarão e tropeçarão.

Ao convite amoroso de Jesus:
 “Permaneçam comigo!”, só há uma resposta:
“Queremos permanecer Contigo, Senhor, porque somente
Tu tens Palavras de Vida Eterna!”. Aleluia!

Que as palavras de Cristo permaneçam em nós (06/05)

 


Que as Palavras de Cristo permaneçam em nós

Sejamos enriquecidos pelo comentário sobre o Evangelho de São João, escrito pelo bispo Santo Agostinho:

“Se permanecerdes em Mim, diz o Senhor, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. Quem permanece em Cristo, que pode querer senão o que agrada a Cristo? Quem permanecem no Salvador, que pode querer senão o que não é alheio à salvação?

De fato, queremos algumas coisas porque estamos em Cristo, mas queremos outras coisas porque ainda estamos neste mundo. Porque permanecemos neste mundo, somos por vezes impelidos a pedir o que nem sabemos se nos convém. Mas não suceda isto em nós, se permanecemos em Cristo, que, quando pedimos, não faça senão o que nos convém.

Portanto, permanecendo n’Ele, quando as Suas palavras permanecem em nós, pediremos o que queremos e ser-nos-á concedido. Porque se pedimos e não nos é concedido, não pedimos o que permanece n’Ele nem o que está nas Suas palavras que permanecem em nós, mas o que provém da cobiça e da enfermidade da carne, que não está n’Ele e na qual não permanecem as Suas palavras.

Está de acordo com as Suas palavras a oração que Ele mesmo nos ensinou, quando dizemos: Pai nosso, que estais nos céus. Não nos afastemos das palavras e do sentido desta oração nas nossas petições, e ser-nos-á concedido o que pedimos.

Só podemos dizer que as Suas Palavras permanecem em nós, quando fazemos o que Ele nos mandou e amamos o que prometeu. Mas quando as Suas Palavras permanecem na memória e não se encontram no modo de viver, o ramo não está inserido na videira, porque não recebe a vida da raiz.

A esta diferença se pode aplicar o que diz a Escritura: Guardam na memória os seus mandamentos, para os cumprir. Muitos guardam-nos na memória para os desprezar, ou até para os ridicularizar e atacar.

As palavras de Cristo não permanecem naqueles que de algum modo tem contato com elas, mas não aderem a elas. Por isso não serão para eles um benefício, mas um testemunho adverso. E porque estão neles sem permanecerem neles, só as têm para serem julgados por elas...”.

Bem afirmou o bispo – “Só podemos dizer que as Suas Palavras permanecem em nós, quando fazemos o que Ele nos mandou e amamos o que prometeu.”.

Como discípulos missionários do Senhor, devemos nos empenhar para maior fidelidade à Palavra de Deus e, também, para colocá-la em prática, não nos tornando apenas meros ouvintes.

Quanto mais profundo nosso amor pelo Senhor, mais empenho neste propósito. Podemos afirmar que a vivência e testemunho da Palavra de Deus é diretamente proporcional ao amor que por Ele temos e nutrimos.

Oremos:

Senhor Jesus, seja a nossa participação na Mesa da Eucaristia, tempo de graça e fortalecimento deste santo propósito, até que possamos alcançar a glória da eternidade e para sempre imersos no amor da Santíssima Trindade. Amém.

 

Nada podemos sem Jesus (06/05)

Nada podemos sem Jesus

Acolhamos o comentário de Santo Agostinho, referente ao Evangelho de João (Jo 15), no qual Jesus Se apresenta como a Videira e, dela, somos os ramos.

“Portanto, todos nós, unidos a Cristo, nossa Cabeça, somos fortes, mas, separados da nossa Cabeça, não valemos nada [...]. Porque, unidos à nossa Cabeça, somos Videira; sem a nossa Cabeça [...], somos ramos cortados, destinados não ao uso dos agricultores, mas ao fogo. Por isso Cristo diz no Evangelho: Sem mim não podeis fazer nada. Ó Senhor! Sem ti, nada; contigo, tudo [...]. Sem nós, Ele pode muito ou, melhor, tudo; nós sem Ele, nada”.

Todos temos projetos, sonhos, metas a serem alcançadas. A Igreja tem seus Planos Pastorais, desafios que clamam por respostas: profecia a ser revigorada; missão a ser renovada em ardor indispensável; evangelização que não se acomode aos velhos métodos, mas incansável em buscar novos métodos, expressões, meios para que a Boa Nova do Evangelho chegue a tantos que ainda não conhecem Jesus.

Reflitamos:

- Como comunicar o Evangelho, como Boa Nova que transforma e compromete com um Mundo Novo, sinalizando a alegria da presença do Reino de Deus em nosso meio?

- Como se colocar frente ao indiferentismo religioso e ao número dos que se declaram sem religião que cresce e nos preocupa?

- Como, diante de uma mentalidade secular, manter a fidelidade ao Evangelho nas pequenas e grandes, antigas e novas questões que vão surgindo?

- Como ser Boa Nova para o mundo sem trair o Evangelho?

Mais do que nunca a Igreja, Mãe e Mestra, perita em humanidade, como aprendemos, deve permanecer fiel Àquele que a edificou sobre a fé de Pedro (Mt 16,18), não se conformando a este mundo (Rm 12,2), e sem jamais se envergonhar do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, como bem falou o Apóstolo aos Romanos (Rm 1).

Jamais trair o Evangelho para se acomodar aos tempos. Jamais perder a graça de ser sal, fermento e luz, ainda que incompreensões, perseguições tenha que enfrentar. Assim foi, assim o será, já nos disse o Senhor quando do Sermão da Montanha (Mt 5,1-12).

Bem disse Santo Agostinho e nós cremos e rezamos:

Ó Senhor! Sem ti, nada; contigo, tudo [...].
Sem nós, Ele pode muito ou, melhor, tudo;
nós sem Ele, nada”.

Para que permaneçamos na Videira... (06/08)

                                                             

Para que permaneçamos na Videira...

Jesus é a Verdadeira Videira na qual somos
enxertados para produzir muitos frutos.

Adesão aos Mandamentos do Senhor, sobretudo ao Mandamento Maior do Amor, com todo esforço de não entristecermos o Espírito Santo de Deus, é condição indispensável para que n’Ele permaneçamos, alcançando santidade perfeita, aprofundando verdadeira e profunda amizade, acompanhada pela divina sabedoria que se multiplicará em gestos de bondade.

Quem ama gosta de estar com seu amado, porque no amor vivido encontra-se a verdadeira alegria. Jesus que tanto nos ama, quer estar conosco e nos convida a permanecer com Ele e isto consiste em ficar com Ele, não ignorá-Lo, não tornar-se indiferente ao Seu amor.

Como toda videira precisa da poda de seus ramos para produzir frutos, também nós, ramos preciosos de Deus, precisamos das podas cotidianas para que os frutos sejam abundantes.

Permanecer é estar unido ao tronco que Ele é. Somos apenas ramos, mas é nos ramos que os frutos aparecem, e portanto podas são necessárias: limpeza, purificação, conversão, renúncia, sacrifícios, abrir mão de vontades, caprichos e princípios que não condizem com Seu Evangelho.

Precisamos fortalecer nossa união com Cristo, suportando todas as adversidades, inclusive as vividas dentro da comunidade, da Igreja, que para além de seus limites, apresentemos ao mundo saborosos frutos de amor, verdade, solidariedade e paz.

Permanecer com Jesus não quer dizer que problemas não existirão, perseguições não nos acompanharão e que todas as lágrimas para sempre secarão! Não! Isto é como ficar entorpecido pelo ópio, alienar-se do que deve ser superado.

Não estamos sós, temos a seiva de Seu amor, que foi testemunhado quando por nós na Cruz foi pregado, coração transpassado, Sangue e Água jorrados e o mundo reconciliado. Seiva que nos vem pela ação do Espírito Santo que O Pai sempre nos envia e nos garante colheita abundante.

Permanecer com Ele num Amor incondicional quer dizer que a vida consiste em atender ao convite de Jesus: permanecer com Ele. Recusar Seu convite é unir-se às árvores que produzem mortes.

Somente na Verdadeira Videira os bons frutos são produzidos. Longe d'Ela a vida será marcada pela insatisfação, egoísmo, frustração, autossuficiência e morte.

O amor vivido evidencia a fé que temos e a fé que professamos. O amor vivido é a garantia de frutos abundantes com cestas, corações e mesas fartas!

O amor vivido torna visível a fé, porque faz da esperança não algo improvável, mas já alcançável, porque quem em Deus confia jamais se decepciona.

O amor torna-se, enfim, condição indispensável para conhecermos a Deus e permanecermos com Seu Filho. Assim podemos invocar o Espírito e Ele nos assistirá!

A alegria acompanha o coração daquele que crê, porque por Ele apaixonado, enamorado, sabe que mãos vazias não terá, coração ressequido não conhecerá; mãos e pés enfraquecidos jamais ficarão.

Somos Pascais, cremos no Cristo Ressuscitado que nos convida amorosamente: “Permaneçam comigo!”. Qual é a nossa resposta? Só há uma resposta:

“Queremos permanecer Contigo, Senhor, porque somente Tu tens Palavras de Vida Eterna!”.

Eis os caminhos para que em Deus,
com Seu Filho, permaneçamos...
Na Videira do Senhor, em Seus ramos,
frutos abundantes produzamos.
Ó mais puro Amor, 
Ó Raio de Luz que brilha como Sol Nascente!

Da Seiva do Amor, da Seiva do Espírito
sejamos nutridos copiosamente:
Na Mesa da Palavra e da Eucaristia com a
Mãe da Videira - Maria!

Nutramo-nos da Seiva do Amor! (06/05)

                                                                  

Nutramo-nos da Seiva do Amor!

Há sempre um forte convite de Jesus para todos nós:  na videira, que é Ele próprio, Cristo Jesus (Jo 15) e, d’Ele, sermos os ramos, para que frutos abundantes, eternos e celestiais possamos produzir; nutrindo-nos do essencial de Deus: sua seiva de amor que emana abundantemente da Divina Fonte de Misericórdia, o Sagrado Coração de Jesus.

Como a videira não pode dar frutos se seus ramos não forem podados, vivamos com mais ardor nossa vocação, predispondo-nos às podas necessárias da conversão, com renúncias, sacrifícios e maior empenho e dedicação de todos nas mais diversas atividades cotidianas e pastorais e, assim, melhor correspondermos ao amor de Deus por nós.

Quando na videira permanecemos, fortalecemos nossa comunhão com a Igreja e nos abrimos a novas perspectivas, buscando respostas aos novos desafios, sejam quais forem.

Quando nos nutrimos da Seiva do Amor que emana abundantemente da Videira que é Cristo Jesus, temos a plena convicção de que algo fizemos, mas sempre o ainda nunca bastante.

Que a lição do Divino Multiplicador, Jesus, nos inspire a crer que cinco pães e dois peixes acompanhados de amor é perfeição, possibilidade de divinas realizações.

terça-feira, 20 de maio de 2025

“Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou...” (05/05)

                                                      

“Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou...”

Reflexão à luz da passagem do Evangelho de João (Jo 14,27-31a), em que Jesus diz aos Seus discípulos, num contexto de despedida, pois é eminente o Mistério de Sua Paixão e Morte:

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração” (Jo 14,27).

Será, portanto, a missão dos apóstolos continuar a missão de Jesus Cristo, comunicar o “Shalom”, como instrumentos da paz, da vida nova, da comunhão a ser vivida com Deus e com o próximo - shalom!, que é o próprio Jesus, como já anunciara o Profeta Isaías:

“Pois nasceu para nós um pequenino, um filho nos foi dado. O principado está sobre Seus ombros e Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai para sempre, Príncipe da Paz, e a paz não terá fim sobre o trono de Davi e Seu Reino, para estabelecê-lo e confirma-lo no direito e na justiça desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos exércitos o fará” (Is 9,5-6).

Verdadeiramente, Jesus Cristo é a nossa paz, nosso Shalom, plenitude de vida que veio ao nosso encontro, assumindo nossa humanidade, fragilidade, para nos presentear com a Sua divindade; e ainda mais dar a Sua vida na expressão máxima de amor, morrendo na crudelíssima morte de Cruz, mas o Pai O Ressuscitou.

“Shalom” expressa, portanto, riqueza inesgotável, pois significa a plenitude de vida e de Salvação que é o próprio Jesus, e assim a comunidade deve crescer no amor mútuo, em perfeição e alegria.

Alcançará êxito em sua missão e se empenhará em estabelecer relações de harmonia, serenidade, tranquilidade, confiança, afinal o Ressuscitado Se faz presente em seu meio.

Contemplemos a vida e ação de Jesus, que fazia resplandecer Sua divindade, assim como manifestavam Sua humanidade, e como discípulos d’Ele sejamos promotores da paz, pois tão somente assim seremos chamados filhos de Deus, como Ele mesmo nos falou no Sermão da Montanha:

“Bem-Aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).

O Cardeal J. Suenens assim nos fala sobre Jesus, Homem-Deus, um de nós, exceto no pecado:

“Jesus teve fome e sede (Mt 4,2; 21,18); (Jo 4,7; 19,28), é sujeito ao cansaço (Jo 4,6), faz amizades, chora Lázaro (Jo 11,35), tem compaixão das multidões (Mt 10,36), ou Se enche de alegria diante das manifestações de amor do Pai (Lc 10,21).

Aproxima-Se dos homens com uma simplicidade e uma autoridade impressionantes: os pecadores, os doentes, os que sofrem, n'Ele encontram a compreensão que buscam e ao mesmo tempo o apelo enérgico que os converte.

Entrega-Se, cada dia, à missão que Lhe foi confiada pelo Pai, desde a tentação no deserto até a suprema entrega no Horto das Oliveiras, onde contemplamos a profundidade humana de Seu sofrimento e de Sua adesão ao Pai e a Sua vontade”. (1)

Quando a comunidade dos discípulos reaprende a amar, capacita-se para a missão de paz, e então, se torna sal da terra, luz do mundo e fermento na massa, de modo que a não vivência ou a recusa do amor impede que a paz aconteça, paz que nos é dada como dom divino, compromisso humano inadiável.

Reflitamos:

-  Como Igreja ,de que modo estamos a serviço da promoção da paz?
-  Como vivemos a graça da missão de comunicar a Paz que Jesus nos dá?

Vivendo o Tempo Pascal, renovemos a alegria por sermos plenificados de todos os dons que o Ressuscitado nos comunica, na espera da Celebração da vinda de Seu Espírito, que conduz, anima, revigora a Igreja, para continuar a Sua Missão.

(1) Missal Dominical - Editora Paulus - pág.72

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