domingo, 28 de setembro de 2025

Misericórdia e compaixão para com os “Lázaros” de nosso tempo (XXVIDTCC)

                                                        

Misericórdia e compaixão para com os “Lázaros” de nosso tempo

A Liturgia do 26º Domingo do Tempo Comum nos apresenta a Parábola do rico e do pobre Lázaro (Lc  16, 19-31).

O Papa Bento XVI, em seu Livro “Jesus de Nazaré”, muito nos enriquece com sua reflexão, em que destaco alguns pontos essenciais:

Inicialmente,  o Papa nos fala sobre a essência da mensagem da Parábola do Lázaro (que quer dizer Deus é nosso auxílio); o apelo para o amor e a responsabilidade para com nossos irmãos empobrecidos, tanto no nível menor de nossas ações cotidianas, como em nível mundial:

“Também nesta história se encontram diante de nós duas figuras contrastantes entrei si: o rico, que se regala no seu bem-estar, e o pobre, que nem sequer pode apanhar as migalhas que os ricos dissipados atiram da mesa – segundo os costumes de então, pedaços de pão com os quais purificavam as mãos e que depois atiravam para fora. Os Padres da Igreja classificaram em parte também esta Parábola segundo o esquema dos dois irmãos e aplicaram-na à relação de Israel (o rico) e da Igreja (o pobre Lázaro)...

Na realidade, o Senhor quer com esta história justamente nos introduzir no processo do ‘despertar’, que está sedimentado nos Salmos. Não se trata aqui de uma condenação barata da riqueza ou dos ricos nascida da inveja...

E assim devemos, mesmo isso não estando no texto, dizer, a partir dos Salmos, que o libertino rico era já neste mundo um homem de coração vazio, que queria na sua devassidão apenas abafar o vazio, que já constava no aquém.

Naturalmente esta Parábola, à medida que nos desperta, é ao mesmo tempo um apelo para o amor e para a responsabilidade que precisamos ter para com os nossos irmãos pobres, quer no plano da sociedade mundial, quer na pequenez do nosso cotidiano".

Outro ponto culminante é a exigência de sinais:

“A resposta de Abraão, bem como a resposta de Jesus, à exigência de sinais dos seus contemporâneos fora do mistério é clara: quem não acredita na Palavra da Escritura também não acreditará em alguém que venha do além...

Uma coisa é clara: o sinal de Deus para os homens é o Filho do Homem, é Jesus. E Ele o é profundamente no Seu Mistério Pascal, no Mistério da Morte e da Ressurreição. Ele mesmo é o ‘sinal de Jonas’. Ele, o Crucificado e o Ressuscitado, é o verdadeiro Lázaro: a Parábola, que é mais do que uma Parábola, convida-nos a acreditarmos e a seguirmos este grande sinal de Deus. Ele fala da realidade, da realidade mais decisiva da história em absoluto” . (P. 187-191)".

Esta Parábola nos convida a refletir e fortalecer nossos passos num caminho contínuo de conversão, para que nosso amor a Deus se expresse em real amor e compromisso com os Lázaros de cada tempo.

As ações solidárias para com Lázaro haverão de ser frutos do esforço que fizermos, numa sincera abertura à graça divina, que nos é derramada abundantemente.

A solidariedade com os “ Lázaros” deve ser a mais bela expressão de misericórdia entre nós vivida, para que misericordiosos como o Pai sejamos.

Em poucas palavras... (XXVIDTCC)

                                                            


“Não és acaso um ladrão ...” 

“Não és acaso um ladrão, tu que te apossas das riquezas cuja gestão recebeste? ... Ao faminto pertence o pão que conservas; ao homem nu o manto que manténs guardado; ao descalço, os sapatos que estão estragando em tua casa; ao necessitado, o dinheiro  que escondeste. Cometes assim tantas injustiças quantos são aqueles a quem poderias dar.” (1) 

 

(1)São Basílio Magno (séc. IV) 

Porque somos de Deus (XXVIDTCC)

                                                  

Porque somos de Deus

"Tu, que és um homem de Deus, foge das
coisas perversas, procura a justiça, a piedade,
a fé, o amor, a firmeza, a mansidão''
(1Tm 6, 11)

Não somente a Timóteo Paulo falou em sua Epístola, mas falou também para todos nós, que nos dizemos “homens e mulheres de Deus”.

Vivendo uma mudança de época, como pessoas de Deus, urge que fujamos sempre de coisas perversas, de tudo que nos desvie do caminho do  bem, da verdade, do amor e da justiça, para que trilhemos passos sem jamais retroceder no caminho da misericórdia.

Incansáveis na procura da justiça, vivamos uma piedade que gere os frutos saborosos, que o Deus Uno e Trino espera que produzamos. 

Multipliquemos momentos pessoais de oração, apresentemos a Deus nossas cruzes secretas, para que Sua graça Ele nos comunique.

Combatamos o bom combate da fé, conciliando a firmeza e mansidão, que não se separam, pois nosso Divino Mestre, em todos os momentos, assim o fez e o mesmo nos ensinou a fazer: carreguemos nossa cruz cotidiana, sedentos de vida plena, agora e na eternidade.

Anunciemos e testemunhemos a Palavra Divina, na Sagrada Escritura revelada, guardando pura a veste, que no dia do Batismo nos revestiu,  na fidelidade à missão que o Senhor nos confia, sem mácula e nódoas de pecado.

Esperemos a manifestação gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo, que se dará no tempo oportuno pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o  único que possui a imortalidade.

Cremos que o Senhor que virá glorioso, Ele que reina pelos séculos dos séculos, e que habita numa luz inacessível, que nenhum homem viu, nem pode ver. A Ele, a honra, a glória, o poder eterno e todo o louvor. Amém.


PS: Fonte inspiradora: Primeira Carta de São Paulo a Timóteo (1 Tm 6,11-16)

Não somos donos do Espírito de Deus (XXVIDTCB)

                                                      

Não somos donos do Espírito de Deus

O Espírito sopra onde e em quem quiser
e nada, nem ninguém pode deter Sua ação.

Com a Liturgia do 26º Domingo do Tempo Comum (ano B), refletimos sobre a ação divina que não pode ser controlada por ninguém: o Espírito de Deus sopra onde e quando quiser.  

As Leituras exortam a superar toda forma de arrogância, ciúmes em relação à ação de Deus e ainda, arrancar, de dentro de nós, tudo o que não constrói o Reino de Deus.

Não se pode sequestrar, monopolizar, manipular, deter a ação do Espírito.

A passagem da primeira Leitura (Nm 11,25-29) é uma Catequese que retrata um período do Povo de Deus na caminhada do exílio.

É preciso aprender a edificar a vida sobre a cultura da liberdade e da maturidade, percebendo e correspondendo à presença de Deus que está sempre no meio do Seu povo.

Há que se fazer grandes progressos, amadurecimentos, alargando os horizontes, crescendo na responsabilidade para que seja um povo consciente, adulto e santo.

A passagem é para que o Povo de Deus compreenda que ninguém pode deter a ação do Espírito. 

Como Moisés, é preciso ser um povo livre, magnânimo, de espírito aberto, abolindo quaisquer resquícios de ciúmes em relação à ação divina.

O episódio retratado (Espírito concedido a outros dois) é a Boa Notícia de que não é privilégio exclusivo ter e contar com a ação do Espírito.

Atualizando a mensagem, afirmamos que o Espírito age também fora das paredes da nossa Igreja, rompe suas fronteiras.

Este não monopólio do Espírito exclui qualquer possibilidade de fanatismo, intransigência e intolerância.

A Igreja é também convidada ao amadurecimento da Pastoral de Conjunto, valorizando os dons do outro que procedem de um único Espírito (sem ciúmes, possessões e apropriação do Espírito).

A passagem da segunda Leitura (Tg 5,1-6) é um forte grito profético contra a exploração, o acúmulo de bens, o enriquecimento à custa dos pobres, e exorta o discernimento necessário para sabermos usar os bens materiais que são transitórios.

Os bens por melhor que sejam (ouro, conta bancária, carro de luxo, casa dos sonhos etc...) não saciam a fome de vida eterna.

O autor sagrado tem uma mensagem muito clara e atual: o crime contra o pobre é crime contra o próprio Deus.

A vida plena depende, na exata medida, das opções que fazemos nesta vida. De modo que a prática da injustiça é a autoexclusão da família de Deus. É preciso, portanto, afastar todo orgulho, ambição, autossuficiência.

Na passagem do Evangelho (Mc 9,38-43.45.47-48) temos alguns ditos de Jesus que são lições a serem aprendidas pelos discípulos, para que a comunidade seja aberta, acolhedora, tolerante e saiba aceitar os sinais de Deus.

Deste modo, ela saberá promover o bem comum e apoiar todos os que lutam pela libertação da humanidade, sem jamais escandalizar os “pequeninos”.

É preciso cortar todo egoísmo, autossuficiência que destroem a vida, porque o fim dos injustos é a “geena”, o inferno, a ausência do Amor de Deus, a condenação de viver sem o amor que foi rejeitado.

“O Espírito é capaz de soprar e de fazer palpitar os corações também noutros locais, como nas mesquitas, nas sinagogas, nos areópagos, no templo que nós chamamos e nos parece pagão. Deveríamos, por isso, pedir ao Senhor, a graça de aprender a alegrarmo-nos pelo bem, onde quer que ele se concretize, de nos alegrarmos por todo o bem, sem nos importarmos com quem o pratica: seja pequeno ou crescido; seja jovem ou ancião; seja leigo ou consagrado; seja infeliz ou afortunado; seja doente ou saudável; seja alguém que se abre para a vida ou alguém que está para prestar contas com Aquele que generosamente lha concedeu”. (1)

Na passagem do Evangelho, reafirma-se que não é próprio dos discípulos do Senhor atitudes que revelem arrogância, sectarismos, intransigência, intolerância, presunção, ciúmes, mesquinhez, pretensão de monopolização do próprio Jesus e Sua Boa Nova:

“João e os outros discípulos não conseguiram ainda pensar segundo a lógica de Jesus, Seu Mestre, a qual é para Ele, na perspectiva da Cruz, lógica de serviço e de humilde diaconia. Preferem nesse momento a lógica espalhada e exclusiva do sectarismo e da separação, ou seja, pretendem ter o exclusivo e o monopólio da Salvação” (2).

Reflitamos:

- O que precisamos cortar para superar qualquer sombra de dominação e monopólio do Espírito e melhor nos colocarmos a serviço dos últimos?

- Quais são as verdadeiras motivações no trabalho que realizamos em nossa Pastoral, em nossa Comunidade? 

- É o amor autêntico, livre, desinteressado em favor dos que mais precisam?

- Onde e quando percebemos a ação de Deus além dos limites de nossa comunidade?

- Quais pessoas que professam uma crença diferente da nossa e nas quais contemplamos também a ação de Deus?

- Percebemos a manifestação e ação do Espírito onde, quando e em quem Ele bem quer?

Renovemos nossa alegria em podermos ser instrumentos nas mãos de Deus, para viver maior fidelidade ao Projeto que Jesus inaugurou, a Boa-Nova do Reino, com a força e ação do Espírito, sem jamais termos a pretensão de exaurir Suas forças, detê-Lo, monopolizá-Lo.

Alegremo-nos com a inesgotável ação e presença do Espírito, que move a História, dentro e fora da própria Igreja. Amém.


(1) Lecionário Comentado - Volume II do Tempo Comum- Editora Paulus - Lisboa - pág. 443.
(2) Idem pág. 441.

Não escandalizemos os pequeninos (XXVIDTC)

                       


Não escandalizemos os pequeninos
 
“É inevitável que aconteçam escândalos. Mas ai daquele que produz escândalos!” (Lc 17,1)
 
Na passagem do Evangelho, da segunda-feira da 32ª Semana do Tempo Comum, Jesus adverte sobre “não escandalizar os pequeninos” (cf. Lc 17,1-2).
 
Na linguagem bíblica, dois são os significados fundamentais da palavra “escândalo”: tropeço e obstáculo.  
 
Enquanto tropeço, indica algo que faz cair, que desvia do caminho, que leva ao pecado e à Geena.
 
De outro lado, enquanto “obstáculo”, indica algo que impede e fecha o acesso (mais do que uma pedra, um muro).
 
Na passagem mencionada, Jesus refere-se ao escândalo como palavras ou atitudes que impedem a vida fé e a entrada no Reino de Deus.
 
A advertência é dirigida de modo especial a nós cristãos, que podemos ser, muitas vezes, motivo de escândalo, de obstáculo a quem está caminhando para a fé e para Cristo.
 
Por isso, toda vigilância se faz necessária, para que façamos florir esta conversão, e nos encorajemos para o combate dos escândalos, sem descuidar para que não sejamos nós mesmos motivos de escândalo, pelo nosso pensar, falar e agir.
 
Estes são os escândalos maléficos, negativos, por parte dos cristãos, que consiste em não viver as exigências da fé, mantendo prisioneira a verdade de Deus (Rm 1,18).
 
No tempo de Jesus, eram os escribas e fariseus hipócritas, que  fechavam o Reino dos Céus para os pequenos, pobres, marginalizados,  de modo que eles não entravam e não deixavam entrar os que queriam (Mt 23,13s).
 
Mas, biblicamente, também podemos falar de escândalos bons por parte dos cristãos, quando proclamam e testemunham a fé com todas as suas exigências, sem conivência com o pecado, sem adulterá-las, e não procurando tornar-se agradáveis ao mundo (2Cor 4, 2).
 
O próprio Jesus foi “pedra de escândalo” neste sentido, como vemos nestas duas passagens bíblicas:
 
- “Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.” (1 Cor 1,23);
 
- “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço, uma pedra que faz cair; mas quem nela crer não passará vergonha” (Rm 9,33).
 
Fiquemos vigilantes, portanto, e peçamos a Deus a luz do Santo Espírito para não sermos motivo de escândalo para os “pequeninos”; àqueles que esperam e precisam de nós, para que não nos tornemos causa de queda nem obstáculo para os quais serão abertas as portas do Reino de Deus.
 
 
PS: Fonte inspiradora: O Verbo Se faz carne - Raniero Cantalamessa  - Editora Ave-Maria - 2013 - pp.440-443.

Oportuno para a reflexão da passagem do Evangelho de Marcos (Mc 9,38-43.45.47-48)


 

Escândalos (XXVIDTCB)

                                                                  

Escândalos

“E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem,
melhor seria que fosse jogado no mar com uma
pedra de moinho amarrada ao pescoço.”
(Mc 9, 42)

Na passagem do Evangelho do 26º Domingo do Tempo Comum (ano B) - (Mc 9,38-43.45.47-48), Jesus adverte sobre “não escandalizar os pequeninos”.

Na linguagem bíblica, dois são os significados fundamentais da palavra “escândalo”: tropeço e obstáculo.  

Enquanto tropeço, indica algo que faz cair, que desvia do caminho, que leva ao pecado e à Geena.

De outro lado, enquanto “obstáculo” indica algo que impede e fecha o acesso (mais do que uma pedra, um muro).

Na passagem mencionada, Jesus refere-se ao escândalo como palavras ou atitudes que impedem a vida fé e a entrada no Reino de Deus.

A advertência é dirigida de modo especial a nós cristãos, que podemos ser, muitas vezes, motivo de escândalo, de obstáculo a quem está caminhando para a fé e para Cristo.

Por isso toda vigilância se faz necessária, para que façamos florir esta conversão, e nos encorajemos para o combate dos escândalos, sem descuidar para que não sejamos nós mesmos motivos de escândalo pelo nosso pensar, falar e agir.

Estes são os escândalos maléficos, negativos, por parte dos cristãos, que consiste em não viver as exigências da fé, mantendo prisioneira a verdade de Deus (Rm 1,18).

No tempo de Jesus, eram os escribas e fariseus hipócritas, que  fechavam o Reino dos Céus para os pequenos, pobres, marginalizados,  de modo que eles não entravam e não deixavam entrar os que queriam (Mt 23,13s).

Mas, biblicamente, também podemos falar de escândalos bons por parte dos cristãos, quando proclamam e testemunham a fé com todas as suas exigências, sem conivência com o pecado, sem adulterá-las, e não procurando tornar-se agradáveis ao mundo (2Cor 4, 2).

O próprio Jesus foi “pedra de escândalo” neste sentido, como vemos nestas duas passagens bíblicas:

- “Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.” (1 Cor 1,23);

- “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço, uma pedra que faz cair; mas quem nela crer não passará vergonha” ( Rm 9,33).

Fiquemos vigilantes, portanto, e peçamos a Deus a luz do Santo Espírito.para não sermos motivo de escândalo para os “pequeninos”; àqueles que esperam e precisam de nós, para que não nos tornemos causa de queda nem obstáculo para os quais serão abertas as portas do Reino de Deus.


PS: Fonte inspiradora: O Verbo Se faz carne - Raniero Cantalamessa  - Editora Ave-Maria - 2013 - pp.440-443.

Ninguém pode reter a ação do Espírito (XXVIDTCB)

                                                                 

Ninguém pode reter a ação do Espírito

“Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome
 para depois falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nossa favor” (Mc 9, 39-40).

Ouvimos no 26º Domingo do Tempo Comum (ano B) a passagem do Evangelho de Marcos (Mc 9,38-43.45.47-48).

Assim lemos no Lecionário Comentado:

“O Espírito é capaz de soprar e de fazer palpitar os corações também noutros locais, como nas mesquitas, nas sinagogas, nos areópagos, no templo que nós chamamos e nos parece pagão.

Deveríamos, por isso, pedir ao Senhor a graça de aprender a alegrarmo-nos pelo bem, onde quer que ele se concretize, de nos alegrarmos por todo o bem, sem nos importarmos com quem o pratica: seja pequeno ou crescido; seja jovem ou ancião; seja leigo ou consagrado; seja infeliz ou afortunado; seja doente ou saudável; seja alguém que se abre a vida ou alguém que está para prestar contas com Aquele que generosamente lhe concedeu”. (1)

De fato não podemos nos apropriar do Espírito que sopra onde, quando e em quem Ele bem quiser.

Oremos:

Ó Deus, dai-nos a graça, como discípulos missionários do Senhor, contemplar e nos alegrar com a ação do Vosso Espírito, que age em quem, quando e onde quiser promovendo a vida, fazendo suscitar brotos de esperança onde nada mais parece possível; ainda que não professando a mesma fé que professamos, mas vivendo a caridade que não conhece fronteiras. Amém.


Lecionário Comentado – Editora Paulus – Lisboa – Volume II Tempo Comum pág. 443

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