quarta-feira, 13 de maio de 2026
O futuro que esperamos
"Sete duelos"
Em poucas palavras...
"Senhor, eu creio...”
“Senhor, eu creio; eu quero crer em vós.
Senhor, fazei que a minha fé seja plena.
Senhor, fazei que a minha fé seja livre.
Senhor, fazei que a minha fé seja firme.
Senhor, fazei que a minha fé seja forte.
Senhor, fazei que a minha fé seja alegre.
Senhor, fazei que a minha fé seja ativa.
Senhor, fazei que a minha fé seja humilde.
Amém.”
(1) Oração do Papa São Paulo VI que rezava em momentos de dificuldades
A floresta de nossos sonhos
A floresta de nossos sonhos
Sonhos, quem não os tem, ora belos, ora nem tanto assim.
Sonhos que ora nos movem, ora nos inquietam...
Se somados um ao outro, formam uma grande floresta.
Não haveria floresta sem a menor das sementes, folhas e flores.
Viver é ter coragem de visitar a floresta de nossos sonhos.
Sonhos que podem ser simples devaneios,
Sem conexão com as marcas da realidade inserida;
Mas, se relidos, podem alargar horizontes de medos e mesquinhez.
Sonhos de loucos, de esperanças vãs e insensatas,
De impossível realização, poderão dizer alguns,
Ou apenas o silêncio, palavras contidas,
Pela ausência da coragem, de sincera expressão.
Sonhos acordados de poetas nas florestas encantadas,
Enamorados pela vida, olhar transcendente,
Que colore o cinza triste de paisagens sombrias
E emprega a luminosidade para vencer o horror da escuridão.
Adentrar as florestas de nossos sonhos em todas as estações.
No verão, refrescar nas fontes revitalizantes da Palavra divina;
Na primavera, não desistir de contar as flores de suave perfume;
No inverno, aquecer-se na fogueira com o Fogo Divino.
No outono, coragem de contemplar folhas caídas,
Podas necessárias para um novo germinar, florescer,
Na certeza de que frutos não haverão de faltar:
Saborosos frutos do Espírito, Ele há de nos conceder.
Assim são as florestas de nossos sonhos a serem visitadas.
Nelas, por vezes, espaços desertificados ou ajardinados.
Dias difíceis, tempos de escuridão e secura da alma,
Outros, nutridos em “cascatas de leite e mel”. Adentremos...
Não morre para sempre quem tanto amamos
Não morre para sempre quem tanto amamos
“Não se perturbe o vosso coração!
Credes em Deus, crede também em mim.
Na Casa de meu Pai há muitas moradas.
Se não fosse assim, Eu vos teria dito,
porque vou preparar um lugar” (Jo 14,1-2)
Ela veio, não pediu licença, e levou quem eu tanto amava.
Assim ela já fez com tantos que amamos em vida, e a dor deixou.
Tentamos nos reerguer e continuar nossa história,
Redescobrindo a beleza das cores das flores,
com seu perfume exalado,
Convidando-nos a, também,
A redescobrir a beleza da melodia.
Ela veio, sem pedir licença,
porque sabe que jamais permitiríamos
Que ela levasse quem conosco sorrisos partilhava,
Ou, em outros momentos,
nossas lágrimas, com ternura, secava;
Comia conosco o mesmo pão, no mesmo prato,
Por vezes saboroso, e ainda que não o fosse, também o faria.
Ela vem, e leva pessoas que para nós são como anjos;
Que nos falam de Deus, mais que com as palavras, com a vida,
Gestos e exemplos, que continuam falando para sempre,
Em suave e doce lembrança, que nos acompanha em todos os momentos.
Alívio para dores, bem como, em pequenos e grandes sofrimentos.
Ela veio, vem ou virá, em qualquer momento, inevitavelmente.
Ora para levar quem tanto amamos,
ora também para nos levar.
Que ela não venha e nos encontre distantes
d’Aquele que nos prometeu, no céu,
uma divina e eterna morada,
e que não fiquemos perturbados.
Assim cremos, esperamos com Ele
e com todos os que partiram, nos encontrar.
Ela veio e levou sem pedir licença. Levou?
Não, ela não pode levar para sempre quem tanto nos amou.
Ficará para sempre no coração quem tanto amamos,
Até que, no céu, se possa reencontrar, num abraço celestial,
louvores e cantos com todos os anjos e santos. Amém. Aleluia!
Preparemos a Festa da Ascensão do Senhor
Alegremo-nos no Senhor, pois a sua missão a nós foi confiada.
Portanto, Sua missão é a nossa missão.
Aleluia!







