sexta-feira, 24 de julho de 2026
Esperança, a virtude divina que tanto precisamos
Esperança, a virtude divina que tanto precisamos
A alegria cristã não dispensa sacrifícios
A alegria cristã não dispensa sacrifícios
Viver a vocação profética é assumir a história do povo em marcha, passando da escravidão para a liberdade, olhando o mundo com os olhos de Deus, para testemunhar com fidelidade, confiança e esperança em todas as circunstâncias e em todos os momentos, abandonando, definitivamente, os óculos escuros da desesperança.
Com os profetas e com a Carta do Apóstolo São Tiago, aprendemos que a alegria que Deus nos oferece não nos dispensa de compromissos, empenhos, embates, passos largos a serem dados em busca de horizontes inéditos, como que reconstruindo o paraíso que foi manchado pelo pecado.
O Apóstolo Tiago nos exorta à paciência e ao olhar de fé que deve ser renovado, cotidianamente, em cada Banquete da Eucaristia celebrado, a fim de que a alegria e a esperança invadam nosso coração.
Ele também nos ensina que é sempre tempo de reavivar a confiança e paciência, na espera do Senhor que veio, vem e virá.
Recuperar e jamais perder os valores cristãos autênticos e cultivar a paciência, até que ocorra a intervenção final de Deus na história: confiar no Senhor não é sinônimo de cruzar os braços.
Urge, portanto, a cada dia, reconstruir o paraíso, não como saudade estéril, mas como esperança e confiança frutuosa.
Reflitamos:
- Em um mundo marcado pela depressão, tristeza, dor, como ser sinal de alegria?
- Onde e quando precisamos ser profetas da alegria, portadores de uma Palavra que renova, revigora, refaz forças na construção do Reino de Deus?
- Qual o caminho verdadeiro para expor nossas dúvidas com toda sinceridade, diante de Deus e com quem convivemos?
Seja nossa vida cristã marcada pela autêntica alegria, edificada sobre a Rocha da Palavra Divina, nutridos pela força que nos vem da Santa Eucaristia.
Em poucas palavras...
Ser terra boa é o que importa
“A única
coisa que nos importa – comenta são João
Crisóstomo – é não sermos caminho, nem pedregal, nem cardos, mas terra boa
(...)
O coração
não seja caminho onde o inimigo arrebate, como o pássaro, a semente calcada
pelos transeuntes, nem pedregal onde a pouca terra faça germinar imediatamente
aquilo que o sol queimará, nem carrascal de paixões humanas e cuidados da vida.”
(1)
(1) Hablarcondios.org
O encontro que marcou a nossa vida
PS: Fontes inspiradoras - Lc 7, 31-35; Mt 13,1-23
Em poucas palavras...
A necessária disposição da vontade
“A terra
boa, o semeador o mesmo e as sementes as mesmas; e no entanto, como é que uma
deu cem, outra sessenta e outra trinta?
Aqui a
diferença depende também daquele que recebe, mesmo onde a terra é boa, há muita
diferença entre uma parcela e outra.
Podeis ver
que a culpa não é do lavrador, nem da semente, mas da terra que a recebe; e não
por causa da natureza, mas da disposição da vontade.” (1)
(1)Sermão de
Santo Agostinho – hablarcondios.org
Em poucas palavras...
Bebamos da Divina Fonte de
Amor...
Oremos:
Curai, Senhor, nossa surdez
para uma escuta mais autêntica,
a fim de vivermos com toda
docilidade e fidelidade
Vossa Santa Aliança e corresponder
ao Vosso indizível amor.
Conduzi-nos para que não
vagueemos
à procura de cisternas
enganadoras
para saciar nossa sede de
vida,
pois somente em Vós, encontramos
a mais preciosa e inesgotável
Divina Fonte de Amor, Vida,
Alegria e Paz.
Amém.
Fonte: Jr 2,1-3;7-8.12-13



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