quinta-feira, 2 de julho de 2026

Nossa missão: Fortalecer os pilares da comunidade

                                                          

 

Nossa missão: Fortalecer os pilares da comunidade
 
Aprofundando a Leitura dos Atos dos Apóstolos (At 2, 42-47) e do Evangelho (Lc 4, 16-21), refletiremos os “quatro pilares” de uma boa comunidade.
 
Estas passagens bíblicas permitem um “Raio-X” de nossas comunidades, percebendo sua estrutura, o que precisa ser reforçado, para que este texto não seja apenas saudosismo, mas um desafiador projeto a ser realizado, numa autêntica evangelização, no anúncio da Boa Nova aos pobres, em empenho sincero de sua libertação, fazendo acontecer o urgente Ano da Graça do Senhor, como nos exorta o Evangelista Lucas.
 
Em relação ao primeiro texto, comparemos a comunidade a uma cadeira, com seus necessários quatro pés, bons e firmes.
 
Assim deve ser a comunidade: quatro pés, quatro pilares que a faz e a fará mais fiel Àquele que é a sua razão de existir: Jesus Cristo.
 
A comunidade precisa perseverar e cuidar destes pilares:
 
Ensinamentos dos Apóstolos:
Formação bíblica, teológica, doutrinal, Documentos da Igreja, Escola de Ministérios, subsídios diversos disponíveis, livros dos grupos de reflexão, jornal da Diocese, plano de pastoral…

Comunhão Fraterna:
É muito mais que um abraço, um canto de paz na Missa ou culto dominical, é a solidariedade concreta com os empobrecidos, através das Pastorais da Saúde, da Criança, participação sindical, movimentos populares, plebiscitos populares ocasionais, fortalecimento do Grupo Fé e Política, a defesa e promoção de uma Ecologia integral, o amor ao Brasil (seu povo, sua cultura, sua história), a participação na construção de uma nova ordem mundial, diante do idolátrico neoliberalismo e globalização excludente, fortalecimento do trabalho Social da Igreja em favor dos empobrecidos…

Eucaristia + Fração do Pão:
A Celebração Dominical na qual Deus Se faz nosso Alimento e nos fortalece pela Sua Palavra. Quando celebramos nossa vida, com suas alegrias e tristezas, angústias e esperanças, em busca de novos horizontes para que o Reino de Deus aconteça… Que a Eucaristia seja, de fato, o ponto alto e a fonte de toda a nossa vida. A Eucaristia edifica a Igreja e a Igreja faz a Eucaristia, como nos falou o Papa São João Paulo II.

Oração:
Individual, familiar e comunitária. Trinta minutos, ao menos por dia, como nos exortou um grande Bispo da Igreja do Brasil (D. Pedro Casaldáliga).
 
A Oração muito mais do que uma reza sistemática, rotineira, é um diálogo profundo com o Eterno que habita em cada um de nós. É colocar-se no colo de Deus, ser beijado e acariciado pelo mesmo e, se preciso, levar um “puxão de orelha” para nossa orientação… A Oração é diálogo no aparente silêncio de Deus.
 
Reflitamos:

-  Como está a minha vivência de fé à luz destes quatro pilares? 
-  Da mesma forma, como está em relação às nossas comunidades?
 
Há muitas “cadeiras mancas, com cupins, brocas, pernas mais curtas…”

Que nossa “cadeira” fique mais firme, segura, forte, bem assentada no chão da realidade.
 
Que os “quatro pilares” refletidos sejam a cada dia mais fortalecidos, para que nossa missão corresponda ao que Deus quer de cada um de nós!

Sabedoria Divina e sabedoria humana...

                                                           


Sabedoria Divina e sabedoria humana...

Há duas Sabedorias que não se opõem, pelo contrário se completam perfeitamente na justaposição da humana à Divina.

O saber humano não pode prescindir do Saber Divino. Da mesma forma o Saber Divino não desmerece o saber humano, pelo contrário, o ilumina   para que este não se volte contra o próprio homem.

A autêntica Sabedoria, tanto a humana quanto a Divina, edifica a nova humanidade, até que vejamos acontecer o Novo Céu e a Nova terra!

É a inter-relação necessária entre a fé e a razão!
A sabedoria humana jamais dispensável.
A Sabedoria Divina, mais que desejável,
Na Sagrada Escritura fundamentada,
Que por homens escrita, pelo Espírito inspirada...

Que a sabedoria humana a serviço da Sabedoria Divina, que a Sabedoria Divina se valendo da sabedoria humana sejam saberes que religam, iluminam, edificam a nova história criando laços fraternos, de ternura, humanidade nova: para passado memorável, presente invejável, futuro belo e promissor realizável!

Invoquemos a Sabedoria do Espírito Santo:

Que o Fogo do Espírito nos inflame, para correspondermos melhor ao Projeto de Deus, e que ela nos seja revelada em perfeita sintonia com a sabedoria humana, que nos levará ao equilíbrio necessário, para agirmos como se tudo dependesse da humanidade sem jamais prescindirmos da Força da Suprema Divindade. 

Paraíso: saudade ou compromisso?

                                                             

Paraíso: saudade ou compromisso?

Nas primeiras páginas da Sagrada Escritura, ao refletir sobre o paraíso, perguntamo-nos:

Nostalgia de um passado ou profecia do futuro, ou dom de Deus já concedido ou a ser conquistado?

Quais as intenções do autor bíblico ao escrever estas páginas, ao descrever a obra da criação feita por Deus:

- descreve um mundo diferente, que é exatamente o oposto à realidade conhecida e vivida, ou seja, acena para como deveria ser o mundo conforme o desejo de Deus;

- o "paraíso" é como se fosse o projeto do mundo, cuja realização Deus continua a esperar, confiando-a a livre decisão do homem;

- olhando em torno de si, tem aguda consciência dos males que afligem a vida familiar e social, não podem ser aceitos como situação normal da humanidade;

- pelo realismo de sua fé, está convencido, como toda a Bíblia, de que Deus é bom e justo, quer o bem dos homens e não sua condenação;

- Deus não pode ter querido o mundo assim como é: o homem, sobretudo o homem de fé, não pode dizer: "Paciência, aguentemos! A vida é assim. Deus a quer assim! ".

Retomando a questão acima, creio que a única resposta é que o Paraíso é uma profecia do futuro e algo a ser conquistado.

Relendo as primeiras páginas da Sagrada Escritura, vemos que está em nossas mãos a criação, para o aperfeiçoamento e não a degradação, como vemos em notícias e acontecimentos multiplicados.

Deus coloca em nossas mãos todas as possibilidades de recriarmos um mundo novo. No entanto, não podem falar mais alto o egoísmo, a ganância e o lucro a qualquer preço.

Mais do que nunca, é tempo de retomar a Encíclica "Laudato S'i” escrita pelo Papa Francisco (2015), em que nos apresenta a necessária ecologia integral, que garantirá o devido cuidado de nossa casa comum, com vida plena para todos, no tempo presente e garantindo também para as gerações que hão de vir.



Fonte: Missal Cotidiano – Editora Paulus – p.747

Perdoados e libertos pelo Senhor

                                                               

Perdoados e libertos pelo Senhor

A Liturgia da Palavra, da Sexta-feira da 1ª Semana do Tempo Comum, nos apresenta a passagem do Evangelho (Mc 2,1-12).

Reflitamos sobre o Projeto de Salvação que Deus tem para toda a humanidade, e que se viu realizado na Pessoa de Jesus, que deve ser acolhido como Caminho, Verdade e Vida (Jo 14,6). 

Reflitamos, também,  sobre o perdão dos pecados, a verdadeira doença da humanidade que Jesus combate e derrota ao cuidar da pessoa humana em sua totalidade.

Através d’Ele, a humanidade pode se voltar novamente para Deus (reconciliação), sobretudo se considerarmos que em cada um de nós existe uma profunda necessidade de libertação do exílio de nós mesmos, das nossas múltiplas paralisias, do nosso afastamento de Deus (pecado).

Deste modo, Jesus é a manifestação da bondade, da misericórdia e do Amor divino que liberta o homem de toda paralisia, de todo pecado. Começa a ser desenhado um conflito que o levará à Cruz, por ação e rejeição das autoridades constituídas.

Lembramos que Marcos não faz uma reportagem jornalística, mas uma autêntica catequese sobre a pessoa e a missão de Jesus, que deverá ser por sua vez a missão de todo aquele que O seguir.

Um paralítico é levado por quatro homens e introduzido pelo telhado na casa onde Jesus Se encontrava. Ele será liberto e perdoado manifestando o poder que Jesus possuía, pelo Pai confiado.

Quatro homens significa a humanidade solidária com quem sofre, e vai ao encontro d'Aquele que tem a última Palavra, a resposta, a libertação.

O paralítico sem nome é a mesma humanidade sedenta de vida, liberdade, movimento, dinamismo, enfim, de uma nova possibilidade.

Também revela que a Salvação de Jesus não é somente para a comunidade judaica, mas para a humanidade inteira. Os esforços feitos para que o paralítico chegasse até Jesus retratam os esforços que devemos fazer para chegarmos até Jesus.

Nada pode impedir nosso encontro com a Fonte da Vida e da Liberdade. Tudo se torna nada, para conhecê-Lo, encontrá-Lo. Os esforços são a revelação da ânsia por libertação. Normalmente Jesus Se revela precisamente em nossas fraquezas, temores, cansaços, incertezas.

Ele tem a Palavra e a resposta. Ele é a própria Palavra que cura, liberta, perdoa, porque a plena manifestação do Amor de Deus.

O perdão que Jesus nos concede é a oportunidade do começo de uma nova vida, ao mesmo tempo revela o poder divino que possui, pois é Deus, e somente Deus pode perdoar (aqui o grande conflito: as autoridades reagem dizendo tratar-se de blasfêmia).

A grande mensagem catequética do Evangelista: Jesus tem autoridade para trazer a vida em plenitude. N’Ele, Deus Se revelou como misericórdia, bondade, amor e perdão.

A humanidade que percorre diariamente as estradas de sofrimento e angústia encontra em Jesus uma resposta, uma palavra de Libertação e Vida plena. Somente Ele pode colocar a humanidade numa órbita de vida nova. Sem Ele nada pode ser feito.

O pecado redimido deixa a lembrança no coração do pecador perdoado, não para imobilizá-lo, mas para que relembre sempre a história de um amor vivenciado, de uma nova oportunidade encontrada. 

Recorda-se como uma História de Salvação, como que um sigilo de um amor que foi e continua a ser maior do que qualquer enfermidade, qualquer pecado, quaisquer deslizes ou infidelidades.

O perdão purifica e renova. No coração de quem foi perdoado, por um pecado cometido, fica a  lembrança do amor vivido; força impulsionadora para um novo modo de ser e agir, para a não repetição indesejável das mesmas faltas.

Reflitamos:

- Como testemunhamos Jesus e Seu poder?
- Quem nós conduzimos até Jesus?
- Quem recebe da Igreja a solidariedade necessária para o encontro da vida digna e plena?

- Procuramos superar a cada instante o perigo de uma forma de vida cômoda, instalada, medíocre?

- Testemunhamos nossa fé com coragem para a transformação em todos os níveis?

- Quais são as paralisias que nos roubam o compromisso com a construção do Reino?

- Quais são os pecados assumidos, para que confessados diante da misericórdia de Deus mereçam o perdão?

- Antes de nosso pedido de perdão chegar até Deus, quais são os esforços que fazemos para alcançá-lo?

Deste modo, por meio de palavras e gestos, Jesus ama, salva, perdoa, liberta.

Concluindo:
A Face misericordiosa de Deus Se revela em Sua ternura, solidariedade, fidelidade, perdão, liberdade e vida plena para todos.

PS: Passagem paralela - Evangelho de Mateus (Mt 9,1-8)

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Os Dons do Espírito e as Eleições

                                                               Resultado de imagem para Os Dons do Espírito e as Eleições

   Os Dons do Espírito e as Eleições 

Invoquemos a luz do Santo Espírito, para que façamos sábias escolhas nas eleições que se aproximam, tornando mais humana e fraternas nossas cidades, oferecendo condições melhores de vida para todos, sem feridas insanas de desigualdade, pobreza, violência e exclusão.

Senhor, dai-nos o dom da SABEDORIA, para que aprendamos e nos comprometamos decididamente com um Projeto de vida e paz, e assim sejamos iluminados para governar nossa vida segundo os desígnios divinos, revelados pelos sagrados Mandamentos,  sentindo e dando gosto de Deus à vida.

Dai-nos, o dom do ENTENDIMENTO, para discernir o que é justo e bom, sem ilusões e erros, de modo que nossos pensamentos e sentimentos e ações se tornem a expressão do viver para Deus, que conosco sempre estais, jamais nos desamparando.

Senhor, dai-nos o dom do CONSELHO, para que nos empenhemos na correspondência à vossa vontade, vivendo e ensinando sagrados valores com sinceridade, pureza e retidão de coração, participando da realização do plano divino de salvação, na mais perfeita sintonia entre o que celebramos e vivemos, jamais separando a fé da vida cotidiana.

Sejamos enriquecidos pelo dom da FORTALEZA, e cumulado de graça divina, intensificando e aprofundando nossos momentos de intimidade Convosco, na oração, mas de modo especialíssimo no sublime Sacramento da Eucaristia, fonte e ápice da vida cristã; vivendo com fidelidade o Mandamento do Amor, que se expressa concretamente no amor ao próximo; testemunhando a fé, com serenidade e firmeza.

Senhor, agraciados pelo dom da CIÊNCIA, busquemos o conhecimento pleno da verdade do Evangelho do Reino, com docilidade ao Espírito nas mais diversas situações, agradáveis ou não, favoráveis ou adversas, sem lamentações estéreis, mas com olhar e compromisso renovados, porque acompanhados da fina flor da esperança.

Renove em nós o dom da PIEDADE, para que correspondamos ao Vosso amor, numa profunda comunhão Convosco, acompanhado de maior fidelidade às Sagradas Escrituras, tornando-nos mais fraternos e solidários, comprometidos com a promoção da justiça e da paz, para que misericordiosos como o Pai o sejamos.

Finalmente, Senhor, com o dom do TEMOR, solidifiquemos nossa relação filial para com Deus, adorando-O em espírito e verdade, buscando, em primeiro lugar, o Seu Reino e a Sua justiça, e assim, tudo mais nos será acrescentado. Amém.

A Palavra e as fibras mais íntimas do nosso ser...

                                                             

A Palavra e as fibras mais íntimas do nosso ser...

A Liturgia da quarta-feira da 13ª Semana do Tempo Comum nos apresentará a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 8,28-34), e refletimos sobre o itinerário da Palavra de Deus:

“A Palavra de Deus pede para entrar em nossa vida até às fibras mais íntimas do nosso ser, e para se exprimir em amor e procura do bem.

Ela chama-nos a nos entregarmos a isso com todas as nossas forças e com a humildade de sabermos que não temos pretensões a alegar, mas só misericórdia a receber. [...]

O difícil texto do Evangelho descreve o confronto da Palavra da Salvação, que é Jesus, com o mundo das trevas, que manifesta todo o seu poder destruidor. [...]

Jesus está em terra pagã, e não chegou ainda o momento para os pagãos O receberem. Nós podemos ser hoje esses pagãos: está o nosso coração como a terra deles, hostil à Palavra?” (1)

Nisto consiste o itinerário da Palavra lida, ouvida, acolhida, meditada e na vida encarnada: penetrar até as fibras mais íntimas do nosso ser, somente assim ela volta para Deus produzindo os frutos que Ele tanto espera.

A vida é breve, a Palavra proclamada abundante. A sua penetração nas fibras mais íntimas de nosso ser, dependerá de cada um e cada uma.

Oremos:

“Ó Deus, a Vossa Palavra é luz verdadeira para os nossos passos, alegria e paz para os nossos corações; concedei que, iluminados pelo Vosso Espírito, a acolhamos com fé viva, para descobrirmos na escuridão dos acontecimentos humanos os sinais da Vossa presença. Amém!”


(1) Lecionário Comentado - Editora Paulus - Lisboa - pág. 640. 

A Igreja do Senhor

                                                             

A Igreja do Senhor

Reflexão à luz da passagem da Epístola aos Hebreus (Hb 3,7-14).

Assim lemos no Comentário do Missal Cotidiano:

“A tentação de considerar a fé em Deus como uma espécie de apólice de seguro: contra as desgraças e doenças, contra as injustiças e afrontas, contra as calamidades naturais, contra as próprias enfermidades espirituais.

Deus deve intervir para livrar o mundo das desgraças, punir os maus que não O honram e oprimem os Seus fiéis; deve intervir para livrar das insídias da dúvida e do pecado aqueles que O invocam.

A tentação de considerar a Igreja como um lugar de refúgio seguro, de onde se pode tranquilamente escutar o fragor das ondas que tragam os infelizes que estão ‘fora do porto’”. (1)

Refletindo...

Não se pode conceber a Igreja como uma “apólice de seguro” ou “lugar de refúgio seguro”.

Outra questão importante: como conceber uma Igreja em contínua busca da verdade, que se renova, em contínuo esforço de conversão de suas estruturas, para ser sinal de salvação para toda a humanidade, como assim quis o Senhor?

Retomemos o que nos disse o Papa Francisco, em sua Exortação Evangelii Gaudium:

Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças. Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos” (EG n. 49).

Este é o caminho que devemos trilhar, conduzidos e assistidos pelo Espírito do Senhor, que não nos permite sentir qualquer espécie de orfandade divina, na fidelidade a Jesus e à Boa-Nova do Reino de Deus por Ele inaugurado.

Temos plena confiança de que Deus caminha conosco, e que, mesmo nas provações e dificuldades que tenhamos que enfrentar, Ele não Se faz ausente, como experimentaram os discípulos de Emaús (Lc 24), e as primeiras comunidades, em tempos difíceis de perseguição e martírio e ao longo de toda a história da Igreja, e tantos outros exemplos que nos encorajam no bom combate da fé.

Podemos rezar como o Salmista, e afirmar que Deus é nosso rochedo, nossa fortaleza, nosso libertador (Sl 18), mas não nos tira do mundo, não nos infantiliza.

Desde o princípio, quando Jesus chamou os discípulos, exigiu renúncias cotidianas necessárias, acompanhadas do carregar da cruz, para então, com coragem e liberdade, segui-Lo, anunciá-Lo e testemunhá-Lo até os confins do mundo.

Nem apólice de seguro, nem lugar de refúgio, mas uma barca fazendo a travessia no turbulento mar da vida, com coragem, pois com o Senhor não naufragaremos nos mares das adversidades, tristezas, infidelidades, iniquidades.

Portanto, urge que atravessemos o mar, confiantes na Palavra e Presença do Senhor, sobretudo quando d’Ele nos alimentamos no Sacramento dos Sacramentos: a Eucaristia.

(1) Missal Cotidiano - Editora Paulus - p.631

Quem sou eu

Minha foto
4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG