segunda-feira, 18 de maio de 2026

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Paz, tribulação, coragem e vitória

                                                    


Paz, tribulação, coragem e vitória

“Disse-vos estas coisas para que tenhais paz em mim.
No mundo, tereis tribulações. Mas, tende coragem!
Eu venci o mundo!” (Jo 16,33)

Na sétima segunda-feira do Tempo Pascal, ouvimos a passagem do Evangelho de São João (Jo 16,29-33), dentro do contexto da despedida de Jesus de Seus discípulos.

Assim lemos no Comentário do Missal Cotidiano:

“A fé não é certeza humana, segura. Ela nunca elimina completamente a dúvida, a obscuridade. É posta continuamente em discussão e à prova”. (1)

Assim experimentarão e testemunharão os discípulos de Jesus, após a Sua morte, quando forem enviados para anunciar ao mundo o Evangelho, continuadores da missão pelo Senhor confiada.

Testemunharão a fé, mas não estarão imunes das provações, tribulações, até mesmo dúvidas e obscuridades.

Deste modo, os prepara para este testemunho, para que no momento da Sua ausência, mas com a presença do Seu Espírito, não recuem e nem se deixem vencer pelas primeiras crises e dificuldades.

Voltemos ao acontecimento do Monte Tabor, ao Se Transfigurar (Mt 17,18; Mc 9,2-8; Lc 9,28-36), Jesus manifestou a Sua glória na presença de João, Pedro e Tiago, e tendo como testemunhas Moisés e Elias, para que viessem a superar o medo quando chegasse a hora de Sua Paixão e crudelíssima morte na Cruz.

Neste momento, Jesus fala para todos, para que não desanimem, nem se abalem, mas superem o medo diante do aparente fracasso de Sua morte na Cruz, pois “é fácil ter fé no Cristo refulgente e glorioso do Tabor; mas é difícil aceitar sem 'se escandalizar' o Cristo da sexta-feira santa, do horto, do pretório de Pilatos, do Calvário, do sepulcro..." (2).

É neste contexto que devemos compreender as Palavras de Jesus:
“Disse-vos estas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo, tereis tribulações. Mas, tende coragem! Eu venci o mundo!” (Jo 16,33).

Ressalto quatro palavras neste versículo que se entrelaçam entre si: paz, tribulações, coragem e venci.

“Para que tenhais paz em mim”:

Os discípulos serão mensageiros de paz, como dom messiânico, como falara no Sermão da Montanha:

“Bem-Aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).

Mas esta paz não é a paz que o mundo dá, como dissera anteriormente:

“Deixo-vos a paz, minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo dá. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração” (Jo 14,27).

“No mundo, tereis tribulações”:

Estas Palavras de Jesus nos remetem às Suas no Sermão da Montanha, quando Ele diz:

“Bem-Aventurados quando vos injuriarem e vos perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e regozijai-vos, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim que perseguiram os profetas, que vieram antes de vós” (Mt 5, 11-12).

E pouco mais tarde, o Apóstolo Paulo dirá no Livro dos Atos dos Apóstolos:

“É preciso passar por muitas tribulações para entrar no Reino de Deus” (At 14,22).

“Mas, tende coragem!”:

O medo fará parte no primeiro momento, como vemos na passagem do Evangelho de São João (Jo 20, 19-31), quando estavam reunidos com as portas fechadas, e o Senhor Ressuscitado Se manifesta no centro da comunidade com a saudação da paz e a comunicação do Espírito Santo, bem como concede a graça a Tomé de tocar em Suas chagas gloriosas, as mesmas que antes foram dolorosas.

Os Atos dos Apóstolos, o “Evangelho do Espírito Santo”, como por vezes é chamado, nos comunicará o testemunho corajoso dos discípulos, contando também com a presença de Maria, Mãe da Igreja.

“Uma noite, disse o Senhor a Paulo, em visão: ‘Não temas’. Continua a falar e não te cales. Eu estou contigo, e ninguém porá a mão em ti para fazer-te mal, pois tenho um povo numeroso nesta cidade” (At 18,9-10).

E pouco tempo depois, assim também o Senhor falou a Paulo:

“Na noite seguinte, o Senhor apresentou-Se a Paulo e disse-lhe: ‘Tende confiança. Assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, é preciso que sejas minha testemunha também em Roma’” (At 23,11).

 “Eu venci o mundo!”:

Crer no Senhor é ser testemunha d’Aquele que venceu o Maligno, que passou pela morte, em expressão máxima de amor por nós, em plena fidelidade a Deus, para nos salvar, nos reconciliar com Deus.

Os discípulos missionários do Senhor testemunham o Vencedor, o Princípio e o Fim, o Alfa e o Ômega, que reina gloriosamente a direita de Deus, a quem se dá toda a honra, glória, poder e louvor.

Também o Apóstolo Paulo nos dirigiu palavras neste sentido, quando escreveu aos Romanos (Rm 8,31-39), afirmando que nada pode nos separar do amor de Cristo – (Rm 8,35) - nem a tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo ou espada. E ainda completou afirmando:

“Em tudo isto, porém, somos mais que vencedores, graças Àquele que nos amou.” (Rm 8,37).

Tendo celebrado a Solenidade da Ascensão do Senhor, a Festa da nossa Missão, e nos preparando para a Solenidade de Pentecostes, renovemos a alegria e ardor da missão que Ele nos confiou, e não estamos sozinhos, pois Ele prometeu e nos enviou o Espírito Santo Paráclito, o Advogado, o Defensor.

Mais uma vez, sejam entranhadas em nosso coração as Palavras do Senhor:

“Disse-vos estas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo, tereis tribulações. Mas, tende coragem! Eu venci o mundo!” (Jo 16,33)


(1) (2) Missal Cotidiano – Editora Paulus – 1998 - p.472

Em poucas palavras...

                                                   


Branda e suave é a aproximação do Espírito 

“Branda e suave é a Sua aproximação; benigna e agradá­vel é a Sua presença; levíssimo é o Seu jugo! A Sua chegada é precedida por esplêndidos raios de luz e ciência. 

Ele vem com o amor entranhado de um irmão mais velho: 

vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, ilu­minar a alma de quem O recebe, e, depois, por meio desse, a alma dos outros”.   (1)

  

(1) São Cirilo de Jerusalém (séc. IV)

 

Invoquemos os Dons do Espírito Santo (Pentecostes)

Invoquemos os Dons do Espírito Santo

Senhor, dai-nos o dom da SABEDORIA, para que aprendamos e nos comprometamos decididamente com um Projeto de vida e paz, e assim sejamos iluminados para governar nossa vida segundo os desígnios divinos, revelados pelos sagrados Mandamentos,  sentindo e dando gosto de Deus à vida.

Dai-nos, o dom do ENTENDIMENTO para discernir o que é justo e bom, sem ilusões e erros, de modo que nossos pensamentos e sentimentos e ações se tornem a expressão do viver para Deus, que conosco sempre estais, jamais nos desamparando.

Senhor, dai-nos o dom do CONSELHO, para que nos empenhemos na correspondência à vossa vontade, vivendo e ensinando sagrados valores com sinceridade, pureza e retidão de coração, participando da realização do plano divino de salvação, na mais perfeita sintonia entre o que celebramos e vivemos, jamais separando a fé da vida cotidiana.

Sejamos enriquecidos pelo dom da FORTALEZA, e cumulados da graça divina, intensificando e aprofundando nossos momentos de intimidade Convosco, na oração, mas de modo especialíssimo no sublime Sacramento da Eucaristia, fonte e ápice da vida cristã; vivendo com fidelidade o Mandamento do Amor, que se expressa concretamente no amor ao próximo; testemunhando a fé, com serenidade e firmeza.

Senhor, agraciados pelo dom da CIÊNCIA, busquemos o conhecimento pleno da verdade do Evangelho do Reino, com docilidade ao Espírito nas mais diversas situações, agradáveis ou não, favoráveis ou adversas, sem lamentações estéreis, mas com olhar e compromisso renovados, porque acompanhados da fina flor da esperança.

Renove em nós o dom da PIEDADE, para que correspondamos ao Vosso amor, numa profunda comunhão Convosco, acompanhado de maior fidelidade às Sagradas Escrituras, tornando-nos mais fraternos e solidários, comprometidos com a promoção da justiça e da paz, para que misericordiosos como o Pai o sejamos.

Finalmente, Senhor, com dom do TEMOR, solidifiquemos nossa relação filial convosco, adorando-Vos em espírito e verdade, buscando, em primeiro lugar, o Seu Reino e a Sua justiça, e assim, tudo mais nos será acrescentado. Amém.

A estreita via da Cruz e a ação do Espírito!

                                                            

A estreita via da Cruz e a ação do Espírito!

“... aquele que se tornou digno do
Espírito Santo, recebe na alma a Sua luz...”

Terminando o Tempo Pascal, somos agraciados pela Solenidade de Pentecostes, precedidos pela Festa da Ascensão do Senhor aos Céus, no domingo passado, não para Se distanciar, mas para ficar bem perto de nós.

Com a Festa de Pentecostes se anuncia como a manifestação da vinda e presença do Espírito Santo em nosso meio, e com Ele, novo ardor e vigor para toda a Igreja! 

O Espírito Santo, protagonista maior da Evangelização, é enviado a nós como Paráclito, Advogado, Consolador, Defensor na missão a ser realizada como Sopro Divino para reavivar o mundo, transformá-lo. Sopro que vem das “Entranhas Divinas” para fermentar a massa, com os raios de luz, como fogo para nossos corações aquecer.

O Espírito, como disse São Cirilo, Bispo de Jerusalém (séc. IV):

“Ele vem com o amor entranhado de um irmão mais velho: vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar a alma de quem O recebe, e, depois por meio desse, a alma dos outros.

Quem se encontra nas trevas, ao nascer do sol recebe nos olhos a sua luz, começando a enxergar claramente coisas que até então não via. Assim também, aquele que se tornou digno do Espírito Santo, recebe na alma a Sua luz e, elevado acima da inteligência humana, começa a ver o que antes ignorava”.

É este Espírito que nos fortalece para realizarmos as palavras do Apóstolo Pedro que, em sua Primeira Epístola, assim nos diz:

“Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (1Pd 2,4).

Com a ação e presença do Espírito, trilhando sem espírito de timidez e medo, fraqueza e desânimo precisamos continuar o trabalho da Evangelização.

Há desafios bem à nossa frente para que a Palavra de Deus seja anunciada: condomínios, hospitais, cadeias, shoppings, aeroportos, cortiços e favelas, jovens e católicos afastados, mundo da política, da economia, da cultura, da comunicação...

Que a alegria da Páscoa e as grandes Festas Litúrgicas celebradas na Mesa da Eucaristia nos revigorem, ressoando aquelas inesquecíveis palavras do Papa João Paulo II:

“A Eucaristia é verdadeiramente um pedaço do céu que se abre sobre a terra – é um raio de glória da Jerusalém celeste, que atravessa as nuvens da história e vem iluminar nosso caminho”.

MENSAGEM DO PAPA LEÃO XIV PARA O LX DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS – 2026 (síntese)

 


MENSAGEM DO PAPA LEÃO XIV
PARA O LX DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS – 2026 (síntese)
 
A mensagem tem como título “Preservar vozes e rostos humanos”, pois de fato, são os traços únicos e distintivos de cada pessoa e manifestam a sua identidade irrepetível e são elemento constitutivo de cada encontro, afirma o Papa na introdução da mensagem.
 
O rosto e a voz são sagrados e nos foram dados por Deus, que nos criou à Sua imagem e semelhança, chamando-nos à vida com a Palavra que Ele mesmo nos dirigiu, fazendo-Se Carne e vindo habitar entre nós, e podemos ainda escutá-la e vê-la diretamente (cf. 1 Jo 1, 1-3), porque se deixou conhecer na voz e no Rosto de Jesus, Filho de Deus.
 
Citação enriquecedora nos apresenta o Papa São Gregório de Nissa:
 
«Ter sido criado à imagem de Deus significa que foi impresso no homem, desde o momento da sua criação, um carácter régio [...]. Deus é amor e fonte de amor: o divino Criador também colocou esta característica no nosso rosto, para que, através do amor – reflexo do amor divino –, o ser humano reconheça e manifeste a dignidade da sua natureza e a semelhança com o seu Criador»
 
Somos criados à imagem e semelhança de Deus para dialogar com Ele, e temos impresso em nós o Seu amor – “Não somos uma espécie feita de algoritmos bioquímicos predefinidos antecipadamente: cada pessoa possui uma vocação insubstituível e irrepetível, que emerge da vida e se manifesta precisamente na comunicação com os outros.”
 
Desenvolve a mensagem apresentando os aspectos positivos que nos trazem o bom uso da inteligência artificial, bem como os aspectos que despertam preocupação e o necessário cuidado para que não percamos nossa dignidade, identidade e desígnio que Deus tem para cada pessoa e toda a humanidade (a perda do pensamento crítico e criatividade em todos os âmbitos; a polarização e manipulação emocional; a perda da criatividade, empatia e responsabilidade pessoal).
 
A inteligência artificial faz parte do cotidiano, no entanto não podemos por ela ser dominados, tornando-nos consumidores passivos de pensamentos não pensados, de produtos anônimos, sem autoria e sem amor: estamos diante de um grande desafio que não é apenas tecnológico, mas antropológico, ou seja, é preciso preservar a humanidade diante de uma automação crescente.
 
O desafio que nos espera não é impedir a inovação digital, mas sim orientá-la, estando conscientes do seu caráter ambivalente. Cabe a cada um de nós levantar a voz em defesa das pessoas, para que estas ferramentas possam realmente ser integradas por nós como aliadas, de tal modo, que não ocorra a substituição das relações humanas por interações artificiais; o crescimento da desinformação e a manipulação da realidade; a multiplicação de “deepfakes” fraudes digitais, “cyberbullying”, bem como o uso indevido da voz e da imagem, etc. 
 
Em sua mensagem, exorta-nos a uma necessária e possível aliança baseada em três pilares: responsabilidade, cooperação e educação.
 
1 - A responsabilidade – como expressão de honestidade, transparência, coragem, visão, dever de partilhar conhecimento, direito de ser informado, de tal modo que, a responsabilidade é exigida de todos criadores e desenvolvedores de modelos de IA; legisladores nacionais e reguladores supranacionais, que têm a função de zelar pelo respeito da dignidade humana.
 
2 – A cooperação - todos somos chamados a cooperar – “Nenhum setor pode enfrentar sozinho o desafio de liderar a inovação digital e governar a IA. Por isso, é necessário criar mecanismos de salvaguarda. Todas as partes interessadas – desde a indústria tecnológica aos legisladores, das empresas de criação ao mundo académico, dos artistas aos jornalistas e educadores – devem estar envolvidas na construção e na efetivação de uma cidadania digital consciente e responsável.”
 
3 – A educação – “aumentar as nossas capacidades pessoais de refletir criticamente, avaliar a credibilidade das fontes e os possíveis interesses por trás da seleção das informações que nos chegam, compreender os mecanismos psicológicos que elas ativam, permitir às nossas famílias, comunidades e associações a elaboração de critérios práticos para uma cultura de comunicação mais saudável e responsável.”
 
Fundamental que favoreçamos, especialmente os jovens, a aquisição da capacidade para o pensamento crítico e cresçam na liberdade de espírito, numa necessária literacia (1).
 
Finaliza exortando para que o rosto e a voz voltem a dizer a pessoa: “É necessário preservar o dom da comunicação como a mais profunda verdade do ser humano, para a qual também se deve orientar toda a inovação tecnológica.”  
 
Não há nada que possa substituir o rosto e a voz real, preservando a dignidade de cada pessoa e a necessária convivência fraterna nos mais diversos espaços.
 
 
PS: Fundamental que acolhamos a mensagem, para que, como comunicadores sociais, de modo especial, favoreçamos a preservação dos sagrados valores da dignidade, verdade, liberdade, fraternidade e paz.
 
Se desejar ler a mensagem na íntegra, acesse:
https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/messages/communications/documents/20260124-messaggio-comunicazioni-sociali.html
 
1 - Literacia – consiste na capacidade de ler, escrever, compreender e aplicar informações de forma funcional no dia a dia. Mais do que apenas saber decodificar letras (alfabetização), trata-se de usar essas competências para aprender, comunicar-se e resolver problemas na sociedade.

A Inteligência artificial a serviço da autêntica comunicação

 


 

A Inteligência artificial a serviço da autêntica comunicação
 
Oremos:

Ó Deus, Vós que nos criastes à Vossa imagem e semelhança,
ajudai-nos a preservar a dignidade do rosto e da voz de cada pessoa com quem convivemos,
dentro e fora da comunidade que participamos.


Ajudai-nos, para que jamais percamos
a beleza do encontro humano,
vivendo em espaços nos quais as relações sejam fundadas
no amor, verdade, liberdade.
 
Concedei-nos a Vossa Divina sabedoria,
para o correto uso das novas tecnologias,
e que a inteligência artificial seja instrumento do bem
e jamais substitua a empatia  e fragilize a liberdade humana.
 
Iluminai-nos, para que nossa comunicação favoreça
a cultura do encontro e da vida fraterna,
colaborando no florescer o pensamento crítico,
com a proteção dos mais frágeis e
de toda forma de manipulação, dominação e mentira.
 

Pai de ternura e bondade, firmai nossos passos
nos passos do Vosso Filho,
que Se fez Palavra E veio morar entre nós
Para nos comunicar com a Vida e a Voz 
a Palavra de Vida plena e eterna.

Na fidelidade à Palavra do Vosso Filho,
a Revelação do Vosso rosto de Misericórdia,
ensinai-nos a educar e comunicar em todos espaços, 
reais e virtuais com responsabilidade, como alegres cooperadores de esperança. 

 
Enfim, ó Deus, para que toda inovação
esteja a serviço da humanidade,
Sejam nossas palavras promotoras de paz e a comunhão;
e que nossa voz e nosso rosto revelem sempre Vossa presença,
com a assistência, ação e luz do Vosso Santo Espírito. Amém.
 
 

PS: Inspirado na Mensagem do Papa para o LX Dia Mundial das Comunicações Sociais - 2026, que poderá ser acessada na íntegra
https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/messages/communications/documents/20260124-messaggio-comunicazioni-sociali.html

 

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