sábado, 30 de agosto de 2025

Catequista: comunicar a Palavra do Amado

                                                      

Catequista: comunicar a Palavra do Amado

“Vistes o Amado de minha alma?”
(Ct 3,3)

O catequista vai sempre ao encontro do Amado, porque antes por Ele foi encontrado, chamado, amado e por Ele enviado para comunicar a Sua Palavra a quantos ainda não O conheçam, para que também se sintam amados.

Levanta quando ainda está escuro ao encontro do Amado, como fez a Apóstola dos Apóstolos, e se torna mensageiro da Boa-Nova da Ressurreição.

Passos firmes, no meio da manhã, quando o sol irradia seus raios com luz e calor, renova a graça de ser testemunha daquele momento que marcou para sempre a vida da Igreja, a vinda do Espírito Santo como línguas de fogo e de amor.

Às dozes horas, contempla o céu que naquele dia memorável de nossa Salvação, que foi coberto pela escuridão, e houve treva em toda a terra, mergulhando em silêncio e recolhimento, contemplando o Mistério da Salvação.

Quando os sinos marcam quinze horas, silenciam, na contemplação do Mistério da Morte do Amado, que tendo nos amado, amou-nos até o fim, e no alto da Cruz, após um forte grito, inclinando a cabeça, nas mãos do Pai entregou o Seu espírito.

Cai à tarde, chega a noite, são dezoito horas, e sabe que o sol se põe para inaugurar um novo dia, para ininterrupta missão de ser voz a comunicar a Palavra do Amado, que antes falou-lhe nas entranhas da alma.

Chega à noite para refazer-se do bom cansaço da missão realizada, ao longo de todo o dia, com renúncias e cruz carregada, mas na certeza de que a missão por amor e tão somente por amor foi realizada.

Nasce um novo dia, e num eterno encontro e reencontro com Aquele que mudou sua vida e a ela deu novo sentido, bem como alargou os seus horizontes, porque é próprio de quem ama deleitar-se no encontro com o Amado, alegre e solícito em caminho de santificação. Amém. 


Catequista: dom, graça e missão

                                                       

Catequista: dom, graça e missão

Ser catequista é, antes de tudo, uma graça divina e, para bom êxito, exige formação permanente à luz da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja, pois tão somente assim teremos a renovação da Catequese com fecundos resultados alcançados.

É preciso pensar em um processo de formação dos discípulos missionários, com etapas que se interligam e que se renovam num círculo ininterrupto: encontro, conversão; discipulado, comunhão e  missão.

A catequese, portanto, não pode se limitar a uma formação meramente doutrinal, mas uma verdadeira escola de formação integral, com o cultivo da amizade com Cristo na oração, no apreço pela Celebração Litúrgica, na experiência comunitária e o compromisso apostólico mediante um permanente serviço aos demais.

O encontro com Jesus implica em atitude de permanente conversão, para um discipulado credível e concretizado na comunhão e missão.

Como as primeiras comunidades cristãs (cf. At 2,42-47), é preciso intensificar os encontros para o partir do Pão da Palavra e da Eucaristia; e perseverar na catequese, na vida sacramental, na comunhão fraterna, na oração e na prática da caridade.

Na Igreja, muitas são as pessoas que se sentem chamadas a se fazer catequistas, com grande entrega, numa doação alegre, e, como discípulos, se põem em permanente caminho, pois ser discípulo é dom destinado a crescer.

Deste modo, a Bíblia, Catecismo da Igreja Católica e o compêndio da Doutrina Social da Igreja (DSI), no mínimo, são os livros de cabeceira de todo o catequista.

Seja para crianças, jovens ou adultos, a Catequese precisa ser atrativa, introduzindo os catequizandos no conhecimento do Mistério de Cristo, buscando mostrar a eles a beleza da Eucaristia dominical, que os leva a descobrir nela o Cristo vivo e o Mistério fascinante da Igreja: "A Eucaristia é o centro e o vértice da vida da Igreja" Isto significa que "a Eucaristia edifica a Igreja e que a Igreja faz a Eucaristia" (Papa São João Paulo II).

Portanto, uma catequese renovada pressupõe a coerência e relação necessária entre fé e vida no âmbito político, econômico e social; exige a formação da consciência, que se traduz no conhecimento da DSI, pois como nos falou o Papa Bento XVI - “a vida cristã não se expressa somente nas virtudes pessoais, mas também nas virtudes sociais e políticas”. (1)

Finalizando, ser Catequista, pressupõe um amor à Virgem Maria, a “educadora da fé”, assemelhando-se cada vez mais a Jesus, com a apropriação progressiva de suas atitudes:

“Tenham em vocês os sentimentos que havia em Cristo Jesus: Ele tinha condição divina, mas não se apegou à sua igualdade com Deus.” (Fl 2, 5).


(1) Documento de Aparecida – cf. n.505

“Cristo está no coração da Catequese”

                                                          


                        
“Cristo está no coração da Catequese”

O Catecismo da Igreja Católica, nos parágrafos 426/429, nos apresenta uma Pessoa no coração da Catequese, que é Jesus de Nazaré, o Filho único do Pai, que sofreu e morreu por nós, e que agora ressuscitado, vive conosco para sempre.

Na catequese, portanto, é Cristo, o Verbo Encarnado e Filho de Deus, que é ensinado; e tudo o mais se diz referência a Ele.

Deste modo, segundo o Catecismo, catequizar consiste em:

- revelar, na Pessoa de Cristo, todo o desígnio eterno de Deus;

- procurar compreender o significado dos gestos e das palavras de Cristo e dos sinais por Ele realizados;

- levar à comunhão com Jesus Cristo, pois, somente Ele pode levar ao amor do Pai, no Espírito, e fazer-nos participar na vida da Santíssima Trindade.

Ainda, segundo o Catecismo, é tão somente Cristo que ensina, e nós somos porta-vozes. Deste modo, o/a catequista precisa:

- procurar o conhecimento de Jesus Cristo;

- aceitar perder tudo para ganhar Cristo e encontrar-se n'Ele e conhecê-Lo; 

- crer na força da Sua ressurreição e participar na comunhão com os Seus sofrimentos;

- conformar-se com Ele na morte, na esperança de chegar a ressuscitar dos mortos (Fl 3, 8-11);

- fazer brotar em si o desejo de anunciar Jesus Cristo, evangelizando e levando os outros ao sim da fé n’Ele;

- conhecer o Símbolo da fé (Creio) e as verdades nele contidas.

Supliquemos a Deus o fortalecimento de nossos/as catequistas na graça desta missão, sempre assistidos e conduzidos pela ação do Espírito Santo.

Ser Catequista: cativar e cultivar

                                                         


Ser Catequista: cativar e cultivar

Ser Catequista é conjugar estes dois verbos: cativar e cultivar.

Cativar:

É manter atitude de abertura, alegre e acolhedora; não ser um corpo estranho e indiferente dentro da própria comunidade, mas marcar presença nela, assumindo-a com amor e entusiasmo; trazê-la na mente e no coração, mesmo com todas as dificuldades próprias. Entusiasmo significa ter Deus dentro de nós.

Dentro da comunidade, anunciar, catequizar, animar um grupo de pastoral irradiar a luz de Deus que habita dentro de nós, cativando sempre novas pessoas para Aquele que anunciamos: Jesus.

Como é triste e melancólica a pregação quando aquele que anuncia o Evangelho de Cristo, não deixa a Luz d’Ele transparecer, e agravado, quando não acompanhado do testemunho.

Cultivar:

É cuidar da nossa chama batismal, para que nunca se apague. Quantos não vivem seu Batismo, e encontram-se desvinculados de uma Comunidade de irmãos e irmãs.

A graça do Batismo vivido também deve ser acompanhada da vigilância, abastecendo nossas lâmpadas com o óleo da justiça, da verdade, do amor, até que Ele venha.

É preciso fundamentar uma espiritualidade comprometida com Jesus de Nazaré; vivendo a vida segundo Seu Espírito, no autêntico amor a Deus, que passa necessariamente pelo outro, de modo preferencial pelos pobres. 

Deste modo, espiritualidade não é sinônimo de fuga e alienação, mas compromisso com o Deus da Vida e Seu Reino e com o fortalecimento da esperança todos os dias.

A humanidade não sobreviverá sem os ideais de liberdade e justiça; sem aqueles que dedicam sua vida a eles, até mesmo passando pelo martírio, como expressão máxima.

Somente enfrentando a desesperança é que alcançaremos a verdadeira esperança. E a História da Igreja tem inúmeros testemunhos.

Oportunas são as palavras do Apóstolo Paulo:

“Esperando contra toda humana esperança, Abrão acreditou e tornou-se o pai de muitas nações, conforme foi dito a ele...” (Rm 4, 18s).

Cativar e cultivar, dois grandes desafios: cativar é o primeiro momento de todo relacionamento, mas cultivar implica em dedicação, tempo, disciplina, atenção, oração, solidariedade, presença ainda que não física, porque às vezes humanamente impossível, mas a presença espiritual sempre.

Ser Catequista é participar da Evangelização, e esta  será coroada de êxitos se não descuidarem de cativar, e não se omitirem no cultivar. Assim frutos saborosos serão colhidos, se estes dois verbos, além de conjugados, forem nos relacionamentos concretizados.

Catequistas, cativem e cultivem amizades sinceras no Senhor!

PS: Reflexão escrita quando retornei da missão, na Diocese de Ji-Paraná - RO (2000-2002).

Catequese permanente, frutos abundantes

 


Catequese permanente, frutos abundantes
 
O tema da iniciação à vida cristã e a necessária catequese permanente, que nos possibilita um crescimento constante mais do que desejável, é de extrema pertinência.
 
Sabemos, porém, que o caminho de fé feito pela comunidade tem momentos diversos, como nos ilumina as palavras do Apóstolo Paulo aos Romanos:
 
”Nós nos gloriamos também nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a perseverança, a perseverança a virtude comprovada, e a virtude comprovada a esperança. E a esperança não decepciona porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,3-5).
 
Em comunhão com a Igreja do Brasil, cremos que a família é local privilegiado para que se incentive a iniciação à vida cristã, como muito bem expressa as Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (Doc. 94, n 40):
 
“Há um grande desafio que questiona a fundo a maneira como estamos educando na fé e como estamos alimentando a experiência cristã. Trata-se, portanto, de desenvolver, em nossas comunidades, um processo de iniciação à vida cristã que conduza a um encontro pessoal, cada vez maior com Jesus Cristo [...] É preciso ajudar as pessoas a conhecer Jesus Cristo, fascinar-se por Ele e optar por segui-Lo”.
 
Neste processo de catequese permanente, tudo façamos para solidificar e santificar nossas famílias, como santuários da vida, que no silêncio orante fazem a Palavra de Deus florescer e frutificar, num permanente encontro e reencontro com o Senhor, fascinados por Ele, pois quanto mais verdadeiro ele for, maior nosso empenho, dedicação e busca de caminhos, para que continuemos lançando as sementes do novo de Deus, que é sempre o melhor que está por vir.
 
Urge buscar novos caminhos de evangelização, sobretudo para a desafiante realidade da família, que deve estar inserida num processo permanente de formação catequética.

Ainda que muitas sejam as dificuldades, não podemos esmorecer. Tribulações suportadas e enfrentadas na perseverança, acompanhada da esperança, um novo horizonte para a família e para o mundo é possível, porque o amor de Deus é sempre derramado abundantemente em nossos corações pelo Espírito Santo que anima e conduz à Sua Igreja.
 
Quanto mais verdadeiro for nosso encontro com o Senhor, e quanto maior for nosso fascínio por Ele, maior será nosso empenho, dedicação e busca de caminhos, para que continuemos lançando as sementes do novo de Deus, que é sempre o melhor que está por vir.
 
Sentindo-nos amados por Deus Uno e Trino, fonte inesgotável de amor, maior necessidade sentiremos em corresponder ao Seu amor.
 
Quanto mais nos sentirmos amados pelo Deus Uno e Trino, fonte inesgotável de amor, maior será em nosso coração o apelo de resposta concreta e frutuosa a Ele. 

De fato, amor exige amor, e amor fiel, que suporta as tribulações na perseverança, com a semente da esperança germinada com amor e fé, e tão somente cumpriremos o Mandamento que Ele nos deu: “Amai-vos uns aos outros assim como Eu vos amei” (Jo 13,34).
 
Nisto consiste a missão do catequista na vida da comunidade: alegre e corajosa testemunha do Senhor, com a força do Espírito, com plena confiança e fidelidade ao Projeto do amor de Deus para toda a humanidade.

Catequistas, eu os vejo, ouço e sinto...

                                                       

Catequistas, eu os vejo, ouço e sinto...

Eu os vejo subindo e descendo o Monte Sagrado para o encontro com o Senhor em cada Banquete Eucarístico, e descendo com o coração inflamado de amor.

Vejo os catequistas aprofundando este relacionamento de intimidade e amizade com Jesus, o Divino Mestre, manso e humilde de coração, que nos convida a Ele nos voltarmos, porque Seu fardo é leve e Seu jugo suave, no Mistério da Cruz carregada, precedida e acompanhada das necessárias renúncias para segui-Lo.

Vejo os catequistas como exemplos de fidelidade, amor e sensatez; testemunhas de uma fé vigilante, vivendo constantemente na presença de Jesus, a Luz que ilumina a vida de toda a humanidade e não permite que vivamos nas trevas do erro.

Vejo os catequistas testemunhando uma fé cada vez mais vigilante e ativa, tornando-se luz para as pessoas, de modo que todos nos sintamos amados por Deus.

Ouço os catequistas comunicando aos catequizandos a graça do encontro de fé com o Senhor, que deu a eles, e dá a todos, um novo sentido para o existir, porque os horizontes são alargados; renova-se a esperança e fortalece a chama da caridade.

Ouço os catequistas falando deste encontro, e tudo fazendo para que os catequizandos também aprendam e o realizem em toda a vida, porque é o mais sublime dos encontros: um diviníssimo encontro que nos permite escrever sempre belas e iluminadas linhas da história.

Sinto a presença deles, mesmo que na glória já estejam, celebrando sua memória na Ceia Eucarística, assim como sinto a presença dos primeiros catequistas, nossos pais, que nos acompanham desde a concepção, quando nos falaram de Deus, com gestos e palavras de amor, para que o Deus Uno e Trino conhecêssemos e a Mãe Santíssima em todos os momentos recorrêssemos.

A estes dedico estas palavras, expressando carinho, reconhecimento e todo afeto, regados com oração de gratidão a Deus pelos que foram, são e serão sempre em minha vida: vejo, ouço e sinto suas presenças, que me revelam a presença de Deus, a quem tanto amam, do Senhor a quem deram seu sim, como discípulos missionários, assistidos com a luz do Seu Santo Espírito. Amém.

Multipliquemos os talentos que o Senhor nos deu

                                                                 

Multipliquemos os talentos que o Senhor nos deu

Com a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 25,14-30), refletimos  sobre como  testemunhamos e participamos da construção do Projeto Divino, a fim de que sejamos conscientes, ativos e comprometidos, fazendo frutificar os talentos que Deus nos concede por Sua bondade.

Indispensável é sermos conduzidos pela Sabedoria Divina, como vemos na passagem do Livro dos Provérbios (Prov 31,10-13.19-20.30-31), para melhor participarmos da construção do Projeto de Deus. 

Trata-se de uma coleção de sentenças sobre a sabedoria, construída ao longo de vários séculos e atribuída a Salomão. 

Um poema alfabético, que retrata a mulher virtuosa; e quão belo é ver a Sabedoria comparada à imagem desta mulher.

Ela sabe gerir a casa, é diligente, trabalhadora, possui um coração generoso, teme ao Senhor e não se preocupa com a aparência. Temos aqui o convite para refletirmos sobre os valores eternos que asseguram uma vida feliz e próspera: empenho, compromisso, generosidade e temor.

Indispensável, também, é a dependência de Deus; que quando autêntica, amplia a nossa liberdade e nos realiza plenamente.

O Apóstolo Paulo também nos fala sobre a necessária vigilância (1Ts 5,1-16), que consiste em esperar o Senhor que vem, atentos e vigilantes, com empenho ativo e incansável na construção do Reino, sem jamais cruzarmos os braços. 

A volta de Jesus se dará no final dos tempos, na parusia, mas enquanto isto, na espera, os dias sejam passados na vigilância e não no esmorecimento, deserção, fuga, mas vivendo coerentemente as opções do Batismo.

Sendo assim, é preciso que os membros da comunidade vivam como filhos da luz: vigilantes, sóbrios, com os olhos no futuro, esperando a chegada da vida verdadeira, numa vida marcada por uma esperança com corpo e conteúdo.

A vigilância consiste em não negligenciar as questões do mundo e os problemas do homem e da mulher, sem jamais fugir dos desafios que nos interpelam.

Ao contrário, é procurar caminhos e respostas para os mesmos, vivendo os ensinamentos de Jesus: os valores eternos para que o mundo seja transformado, no mais belo sentido da esperança, que é a serena expectativa.

Neste sentido entendemos a mensagem do Evangelho proclamado:
num contexto do esquecimento e perda do entusiasmo inicial, a comunidade se instalara na mediocridade, rotina, comodismo, facilidades, desânimo, desinteresse e deserção. 

O Evangelista acena para o horizonte final da história humana: a segunda vinda do Senhor, mas, enquanto isto, é preciso multiplicar os talentos que Ele nos confiou, pois Ele voltará e nos julgará conforme nosso comportamento em Sua ausência.

Agora é o nosso tempo, e com o nosso coração o Senhor continuará amando os últimos, os pecadores que estão a nossa volta.

Com nossas palavras, acompanhadas de testemunho, é que Ele animará, consolará, fortalecerá os entristecidos e desanimados.

É preciso construir uma comunidade alerta e vigilante que não se acomode; que não caia numa mórbida e indesejável passividade; que não fique de mãos erguidas e olhos postos aos céus, sem compromissos concretos e solidários. É preciso envolver-se, comprometer-se.

Com nossos braços estendidos e mãos abertas o Senhor acolherá os que vivem na miséria, na busca do sentido, da acolhida, de um pedaço de pão, porque é com nossos pés que Ele continuará Se dirigindo ao encontro de cada pessoa que mais precisa.

Reflitamos:

- Há o tempo de Sua presença e comunicação dos dons; o tempo de Sua ausência e confiança em nós depositada e haverá o tempo de Sua volta. O que temos para apresentar?

- Não há lugar para cristãos apáticos e acomodados, é preciso ter coragem de arriscar. O que faço para que Cristo seja conhecido e amado?

- Quais são os talentos que Deus me confiou? 
- Como desenvolvo estes talentos?

Vivendo intensamente a missão por Deus a nós confiada, revelaremos ao mundo inteiro a Face de Cristo, gerando Cristo em nós, e tão somente assim, os talentos serão multiplicados e não covardemente enterrados, e seremos alegres e convictos servidores do Reino por Jesus inaugurado.

PS: Passagem paralela do Evangelho de Lucas (Lc 19,11-28)

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