terça-feira, 26 de agosto de 2025

“Não sejamos guias cegos” (25/08)

                                                      

“Não sejamos guias cegos”

Na terça-feira da 21ª Semana do Tempo Comum, ouvimos a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 23,23-26), em que Jesus nos apresenta advertências para que não sejamos “guias cegos”, como os escribas e fariseus.

E para isto, alguns cuidados são necessários:

1 – Nossas ofertas e dízimo, precisam estar acompanhados dos ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade;

2 – E devem ser feitas com um espírito que seja agradável a Deus, na pura gratuidade;

3 – Aprender a ver bem as coisas, cuidando de si mesmo numa atenção constante;

4 – Cuidar da purificação da própria intenção com que se faz todas as coisas;

5 – Cuidar da formação da própria consciência, a fim de que esteja sempre límpida, cristalina e serena, sem nenhuma ambição de posse e desregramento;

6 – Ter um coração limpo, pois o coração é a sede dos pensamentos, dos projetos, dos desejos, das paixões e das decisões de toda pessoa, segundo a tradição bíblica;

7 – Ter um coração pleno de coisas boas e edificantes, pois é nele que encontramos um pouco de tudo, e assim nossa boca falará do que ele está cheio;

8 – Ter um coração vigilante, pois é o lugar onde somos chamados a vigiar, com maior empenho, pois decidimos o que podemos tirar ou manter dentro de nós;

9 – Cultivar a autenticidade, que consiste na prática da verdadeira caridade, a fim de que sejamos justos diante de Deus e fiéis à Sua vontade;

10 – Fazer a vontade de Deus acima de tudo, para que Ele, que é luz e calor, Se torne próximo de todos os que sejam humildes de coração e nos sustente com Sua graça e força.

Oremos:

Ó Deus, concedei-nos a graça de uma mente e coração limpos e cristalinos, pois tão somente os puros de coração verão Vossa face um dia, como nos falou Vosso Filho.

Seja-nos concedida, também, a água refrescante do Vosso Espírito, que sacia nossa sede de amor, vida, justiça e paz.

Ajudai-nos, para que vivamos os santos propósitos que ora refletimos, a fim de que não sejamos “guias cegos” de Vosso rebanho. Por N.S.J.C.Amém.


Fonte de Inspiração: Lecionário Comentado – Editora Paulus – 2011 – Vol. II – p.209-210

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Retiro Presbiteral: saciar a sede na Fonte das fontes!

                                                            

Retiro Presbiteral: saciar a sede na Fonte das fontes!

Todos os Retiros Espirituais para Presbíteros têm sua beleza, sua riqueza, dependendo da abertura e acolhida que damos ao Espírito, renovamos nossas forças e somos revigorados para a missão que a Igreja nos confiou no dia da Ordenação.

O Retiro Espiritual é obrigatório para a vida dos Presbíteros, como nos diz o Direito Canônico através do cânon nº 276§ 2 n. 4 - "são igualmente obrigados a participar dos retiros espirituais, de acordo com as prescrições do direito particular", e ainda no nº 533 § 2 "... o pároco dedica, uma vez por ano, aos exercícios espirituais...".

No entanto, mais que obrigatório, é uma necessidade vital e uma graça que Deus nos concede, um privilégio que não pode ser desperdiçado para renovação do ardor em nossa missão evangelizadora.

O retiro é ocasião para três encontros: com Deus, com o outro e consigo mesmo. O Presbítero deve voltar sempre ao “Primeiro Amor”, àquele chamado de Deus, que nos ama, logo deve cultivar a intimidade com Jesus Cristo.

É preciso viver o presente com paixão por Jesus Cristo, viver apaixonadamente por Jesus Cristo: "Não basta conhecer Jesus é preciso amá-Lo; e isto não basta, é preciso imitá-Lo".

O Presbítero em virtude de sua consagração é configurado a Jesus Cristo, não apenas um mensageiro/representante, mas age na pessoa de Cristo Cabeça, doando-se ao rebanho por Deus confiado, alimentando-se da Eucaristia.

Deste modo, a caridade pastoral deve estar presente na vida do Presbítero, que é dom do Espírito Santo e ao mesmo tempo uma missão: dom de si mesmo, no amor de Cristo pelo rebanho a ele confiado. Como Cristo amou e Se entregou pelo Seu povo, o Presbítero também deve fazer o mesmo, numa espiritualidade de comunhão.

Num caminho de santificação e aperfeiçoamento espiritual, verá no pecado o desamor, logo, o Presbítero é testemunha do Amor de Deus, da Misericórdia do Pai (Lc 15), o  homem do perdão, da reconciliação: chamado a perdoar e também buscar o perdão divino (Hebreus 5,14).

E ainda mais, na escola de Maria aprende sobre a vida profundamente Eucarística, tendo a Missa como o ponto central, fonte e ápice de toda a nossa vida, a força grande para a nossa santificação.

Uma autêntica devoção consiste em imitar as virtudes de Maria, logo o Presbítero, como a Mãe de Deus, deve escutar e colocar em prática a Palavra de Deus.

Contemplar as virtudes de Maria e vivê-las é certeza de um Ministério feliz, realizado e realizador.

Retiro espiritual é momento privilegiado para subirmos à montanha com Jesus e, consequentemente, o compromisso de descer à planície do cotidiano de sua existência.  

Presbítero: "Homem da Montanha" no encontro pessoal com Deus e da "Planície" no encontro e cuidado do “rebanho”- o próximo.

Seja glorificado o nome do Senhor(24/08)

                                                  


Seja glorificado o nome do Senhor
 
Senhor Jesus, glorificamos Vosso nome e contamos com a Vossa graça e paz da parte de Deus Pai, como nos saudou Vosso amado Apóstolo. (2Ts 1,2).
 
Para melhor glorificar Vosso nome, Senhor Jesus Cristo,
De coração contrito e humilhado, sem méritos, Vos pedimos:
 
Ajudai-nos a progredir no discipulado, firmes na fé,
E assim edificar uma comunidade em fortalecida caridade.
 
Iluminai nossa mente e conduzi-nos na vivência da fé,
Por vezes incompreendidos no silêncio da existência cotidiana.
 
Concedei-nos coragem em todas e inevitáveis perseguições,
E em todos os possíveis sofrimentos inerentes à condição humana.
 
Firmai nossos passos como Vossos peregrinos da esperança,
A fim de que vivamos a graça da dignidade da vocação recebida.
 
Inflamai nosso desejo e compromisso com a prática do bem,
Incansáveis na vivência de uma fé ativa, sem acomodação.
 
Alimentai-nos com Vosso Corpo e Sangue,
Para que vivamos a “loucura da cruz”, expressão de um eterno amor. Amém.

 
Fontes: 2 Tm 1,1-5.11b-12;  Sl 95; Mt 23,13-22 

A autenticidade de vida nos faz luminosos (25/08)

                                                                    

A autenticidade de vida nos faz luminosos

                                       “Ai de vós... que deixais de lado os
ensinamentos mais importantes da Lei, como
a justiça, a misericórdia e a fidelidade” (Mt 23, 23)

Senhor, concedei-nos a graça de não apenas parecermos,
Mas sermos aquilo que o nome cristão quer dizer: Vossos seguidores,
Tendo de Vós mesmos pensamentos e sentimentos, a Vós configurados
De tal modo que diminuamos para que Vós cresçais e sejais glorificado.

Senhor, fazei com que nossos pensamentos, palavras e ações
Sejam comunicação da Luz radiosa de Sua Ressurreição,
Que não nos dispensa de renúncias necessárias no cotidiano,
Para que com maior fidelidade a Vós, corajosamente, vivamos.

Senhor, fortalecei nossos passos na prática da justiça para com o próximo,
E concedei-nos crescer em intimidade convosco, que sois Misericórdia,
Esforçando-nos para alcançar a Salvação, que somente vem de Vós,
Em contínuo crescimento, fortalecimento e amadurecimento da fé.

Senhor, ajudai-nos a ser luminosos para quantos precisarem de Vossa Luz.
Que jamais renunciemos na procura da autenticidade diante de Vós;
Empenhando-nos na coerência entre o que pregamos e o que vivemos,
Cultivando a Vossa Palavra como Sementes Divinas em nosso coração. 
Amém!

Fonte: Evangelho Mt 23,27-32

O memorável testamento de São Luís de França - Parte I

                                                                

O memorável testamento de São Luís de França 
Ao celebrarmos no dia 25 de agosto a Memória de São Luiz de França. sejamos enriquecidos pelo seu testamento espiritual deixado ao seu filho.

“Filho dileto, começo por querer ensinar-te a amar o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com todas as tuas forças; pois sem isto não há salvação.
                                  
Filho, deves evitar tudo quanto sabes desagradar a Deus, quer dizer, todo pecado mortal, de tal forma que prefiras ser atormentado por toda sorte de martírios a cometer um pecado mortal.

Ademais, se o Senhor permitir que te advenha alguma tribulação, deves suportá-la com serenidade e ação de graças.

Considera suceder tal coisa em teu proveito e que talvez a tenhas merecido. Além disto, se o Senhor te conceder a prosperidade, tens de agradecer-Lhe humildemente, tomando cuidado para que nesta circunstância não te tornes pior, por vanglória ou outro modo qualquer, porque não deves ir contra Deus ou ofendê-Lo valendo-te dos seus dons.

Ouve com boa disposição e piedade o ofício da Igreja e enquanto estiveres no templo, cuides de não vagueares os olhos ao redor, de não falar sem necessidade; mas roga ao Senhor devotamente, quer pelos lábios, quer pela meditação do coração.

Guarda o coração compassivo para com os pobres, infelizes e aflitos, e quando puderes, auxiliá-los e consolá-los.

Por todos os benefícios que te foram dados por Deus, rende-Lhe graças para te tornares digno de receber maiores.

Em relação a teus súditos, sê justo até o extremo da justiça, sem te desviares nem para a direita nem para a esquerda; põe-te sempre de preferência da parte do pobre mais do que do rico, até estares bem certo da verdade.

Procura com empenho que todos os teus súditos sejam protegidos pela justiça e pela paz, principalmente as pessoas eclesiásticas e religiosas.

Sê dedicado e obediente à nossa mãe, a Igreja Romana, ao Sumo Pontífice como pai espiritual. Esforça-te por remover de teu país todo pecado, sobretudo o de blasfêmia e a heresia.

Ó filho muito amado, dou-te enfim toda a bênção que um pai pode dar ao filho; e toda a Trindade e todos os santos te guardem do mal.

Que o Senhor te conceda a graça de fazer Sua vontade de forma a ser servido e honrado por ti.

E assim, depois desta vida, iremos juntos vê-Lo, amá-Lo e louvá-Lo sem fim. Amém”.

No reinado de Luís IX de França (1214-1270), a França viveu um excepcional momento político, econômico, militar e cultural conhecido como “o século de ouro de São Luís”.

Houve um grande desenvolvimento da justiça real, passando, o monarca, a representar o juiz supremo. Participou também da Sétima e Oitava Cruzada, tendo morrido no decurso desta última, o que influenciou em grande medida a sua posterior canonização no reinado do seu neto Filipe, o Belo. De seu matrimônio nasceram onze filhos.

Este trecho do Testamento Espiritual que deixou a seu filho nos leva a reflexões oportunas para a família, para a vida eclesial e também para o cenário político e social pelo qual passamos.

O memorável testamento de São Luis de França – Parte II

                                                       

O memorável testamento de São Luis de França – Parte II

O que aprender com o Rei Luis IX?

Ensinamento intransferível de um pai e uma mãe que jamais pode ser omitido:  
“Filho dileto, começo por querer ensinar-te a amar o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com todas as tuas forças; pois sem isto não há salvação”

Favorecer o crescimento em acolhida da graça divina:
“Filho, deves evitar tudo quanto sabes desagradar a Deus, quer dizer, todo pecado mortal, de tal forma que prefiras ser atormentado por toda sorte de martírios a cometer um pecado mortal”

Suportar as adversidades; agradecer a prosperidade:
“Ademais, se o Senhor permitir que te advenha alguma tribulação, deves suportá-la com serenidade e ação de graças... se o Senhor te conceder a prosperidade, tens de agradecer-lhe humildemente, tomando cuidado para que nesta circunstância não te tornes pior, por vanglória ou outro modo qualquer, porque não deves ir contra Deus ou ofende-Lo valendo-te dos seus dons”.

A todos nós que frequentamos templos e cultos, para participação ativa, piedosa e consciente:
“Ouve com boa disposição e piedade o ofício da Igreja e enquanto estiveres no templo, cuides de não vagueares os olhos ao redor, de não falar sem necessidade; mas roga ao Senhor devotamente, quer pelos lábios, quer pela meditação do coração”

A solidariedade e compromisso com os pobres e os sofredores, compromisso evangélico que ultrapassa os séculos, culturas e povos. Muito pode ser discutido, menos a solicitude para com os pobres: os preferidos e presença de Deus:
“Guarda o coração compassivo para com os pobres, infelizes e aflitos, e quando puderes auxiliá-los e consolá-los”.

Atitude para com os súditos, marcada pela prática da justiça. Para ser proclamado em todas as instâncias do poder público, além do próprio espaço eclesial:
“Em relação a teus súditos, sê justo até o extremo da justiça, sem te desviares nem para a direita nem para a esquerda; põe-te sempre de preferência da parte do pobre mais do que do rico, até estares bem certo da verdade”

Amor a Igreja, santa e pecadora:
“Sê dedicado e obediente à nossa mãe, a Igreja Romana, ao Sumo Pontífice como pai espiritual”

Amor pela verdade e respeito à liberdade sem ferir a caridade:
“Esforça-te por remover de teu país todo pecado, sobretudo o de blasfêmia e a heresia”.

Quem disse que abençoar os filhos não tem mais sentido? Engana-se quem pensa positivamente:
“Ó filho muito amado, dou-te enfim toda a bênção que um pai pode dar ao filho; e toda a Trindade e todos os santos te guardem do mal”

Há muito que aprender com o passado, sobretudo com estes luminares no tempo presente. 

Fidelidade aos Dez Mandamentos (25/08)

Fidelidade aos Dez Mandamentos

Na Liturgia, da segunda-feira da 17ª Semana do Tempo Comum (ano ímpar), ouvimos, na primeira Leitura, a passagem do Livro do Êxodo (Ex 32,15-24.30-34), retrata o retorno de Moisés do cume da montanha, trazendo em suas mãos as duas Tábuas da Aliança, escritas de ambos os lados, como obra de Deus.

Retrata também a infidelidade o povo de Deus que inclinado ao mal, com a fabricação do bezerro de ouro para adoração, caindo no pecado da idolatria.

Voltemos às Tábuas trazidas por Moisés: eram elas, o Decálogo , o  coração da Aliança no Sinai; uma síntese da Lei e são como “balizas” para a nossa vida, nossa conduta e atitudes em relação a Deus e ao próximo. Como “sinais de trânsito”, assegura o percurso para a liberdade e vida verdadeira: “A formulação das Dez Palavras, na sua maioria negativas, varia na extensão: mais ampla a que diz respeito á relação com Deus; muito concisa a que concerne a relação com o próximo” (1)

Mas, esta Lei não é uma imposição externa, pois se trata de Dez Palavras de vida: “É um caminho traçado, diante de nós e dentro de nós, para guardarmos e saborearmos as belezas da vida” (2).

A Aliança do Povo com Deus implica em obrigações fundamentais diante d'Ele, e elas são sintetizadas nos Dez Mandamentos. Javé tem que ser a referência e o valor absoluto na vida do Povo de Deus para que não volte à velha escravidão e opressão da qual o Senhor os libertou, pois Deus quer ser adorado por um Povo livre e feliz.

A maior parte dos Mandamentos, de outro lado, assegura relações comunitárias e fraternas, sem egoísmo e cobiça.

Sendo o Senhor dono do templo, deveria receber toda adoração, e não se poderia adorar os ídolos que O substituiria e levaria inexoravelmente o Povo para nova escravidão: egoísmo, autossuficiência, injustiça, comodismo, paixões, cobiça, exploração.

Curvar-se-ia diante de outros “deuses”: dinheiro, poder, afetos humanos, realização profissional, reconhecimento social, interesses egoístas, valores da moda e ideologias que se contrapõem a Lei do Senhor.

Portanto, a Lei exerce uma função fundamental para que não se caia em nova escravidão, como fora experimentada no Egito: “A Lei é a Palavra que estabelece a relação entre nós e o Senhor, uma Palavra que não nos limitaremos a cumprir exteriormente, mas que escutaremos e compreenderemos com uma participação intensa do coração” (3).

No Novo Testamento, Jesus sintetizará os Mandamentos em dois: “E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Mc 12, 29-31).

Segundo o Bispo Santo Agostinho: “Esses dois Preceitos devem ser sempre lembrados, meditados, conservados na memória, praticados, cumpridos. O amor de Deus ocupa o primeiro lugar na ordem dos Preceitos, mas o amor do próximo ocupa o primeiro lugar na ordem da execução. Pois, quem te deu esse duplo preceito do amor não podia ordenar-te amar primeiro ao próximo e depois a Deus, mas primeiramente a Deus e depois ao próximo”.

Concluindo, o Papa Bento XVI, em sua Encíclica “Deus caritas est”, assim afirmou: “O amor ao próximo é também uma estrada que conduz a Deus. Não amar o próximo é tornar-se míope de Deus”.

Reflitamos:
 -   Como vivemos os Dez Mandamentos da Lei de Deus?
 -   De que modo amamos e servimos ao Deus Vivo e Verdadeiro?
 -   Existe algum ídolo que nos afasta deste Deus?
 -   Como é a nossa relação com Deus?
 -   Como é nossa relação com nosso próximo?

Oremos:

Ó Deus de Amor, suplicamos o Vosso Espírito Santo, Espírito de Amor, para que vivamos um amor verdadeiro, fiel, profundo e sofredor, para que mais configurados ao Vosso Filho sejamos e vivamos a fidelidade aos ensinamentos e Mandamento do Amor que Ele nos deu, curados de toda a miopia espiritual, e assim, a Trindade amar na primeira ordem dos preceitos e ao próximo em primeiro lugar na ordem da execução. Amém.


PS: Fonte de pesquisa: www.Dehonianos.org/portal
(1) Lecionário comentado – volume I – Tempo Comum - Ed. Paulus – Lisboa – p. 793
(2) idem p. 794
(3) Idem p. 797


PS: Apropriado para o terceiro Domingo da Quaresma - ano B

Quem sou eu

Minha foto
4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG