Ó Deus, Pai Santo, Vós que sois tão misericordioso, que desejais a Salvação do mundo inteiro, convidando para as núpcias do Vosso Filho Amado,
quinta-feira, 21 de agosto de 2025
O Banquete Nupcial e a veste própria (20/08)
Ó Deus, Pai Santo, Vós que sois tão misericordioso, que desejais a Salvação do mundo inteiro, convidando para as núpcias do Vosso Filho Amado,
São Pio X e a riqueza dos Salmos(21/08)
quarta-feira, 20 de agosto de 2025
Em poucas palavras... (23/08)
“A fé nos ajuda a explorar as dimensões da história...”
“A fé ajuda-nos a explorar as dimensões da história: dimensão de profundidade, ajudando-nos a nos elevar até à única fonte, Cristo Ressuscitado; dimensão da largura, ajudando-nos a inscrever o Evangelho na história dos homens; dimensão de altura, revelando-nos nos outros as capacidades criadoras escondidas para juntos conhecermos o amor de Cristo (cf. Ef 3,18s).” (1)
(1) Missal Cotidiano - Editora Paulus - pag. 1224 - Comentário da passagem da Carta de Paulo aos Coríntios (1 Cor 2,10b-16)
Em poucas palavras... (28/08)
“Deus, que nos criou sem nós...”
“«Deus, que nos criou sem nós, não quis salvar-nos sem nós» (Santo Agostinho).
O acolhimento da sua misericórdia exige de nós a confissão das nossas faltas.
«Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e para nos purificar de toda a maldade» (1 Jo 1,8-9)." (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica - parágrafo n. 1847
sábado, 16 de agosto de 2025
“A Rainha de toda a criação” (22/08)
terça-feira, 12 de agosto de 2025
O sim que Deus espera de nós (XXVIDTCA)
Com Ele, temos muito aprender, por amor à vida se entregar e morrer, para com Ele também, um dia, se merecedores, ressuscitar, a glória de Deus contemplar.
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
A vigilância e a caridade vivida (28/08)
A vigilância e a caridade vivida
“Levai o azeite convosco...”
Reflexão sobre a passagem do Evangelho de Mateus (Mt
25,1-13), em que nos apresenta a parábola das dez virgens.
Sejamos
enriquecidos pelo Sermão n.93 ao Evangelho feito pelo Bispo e Doutor da Igreja
Santo Agostinho (354-430), em seu Ser, bispo de Hipona (Norte de África).
“Todas
aquelas virgens despertaram, então, e aprontaram as lamparinas. «A meio da
noite, ouviu-se um brado». Que brado é este senão aquele de que fala o apóstolo
Paulo: «Num instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da trombeta final»?
«Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos
transformados» (1Co 15,52).
Depois
deste brado, que soará a meio da noite, que acontecerá? «Todas despertaram».
Que quer isto dizer? O próprio Senhor nos diz: «É chegada a hora em que todos
os que estão nos túmulos hão de ouvir a Sua voz e sairão» (Jo 5,28) […].
Que
querem dizer estas palavras: «Não levaram azeite consigo»? Consigo, quer dizer
nos seus corações. […] As virgens insensatas, que não levaram azeite com elas,
procuraram agradar aos homens pela sua continência e pelas suas boas obras,
simbolizadas pelas candeias.
Ora,
se o motivo das suas boas obras é agradar aos homens, elas não levam azeite com
elas. Mas vós, levai o azeite convosco; levai-o no vosso interior, onde penetra
o olhar de Deus; trazei aí o testemunho de uma boa consciência. […] Se evitais
o mal e se fazeis o bem para recolher lisonjas dos homens, então não tendes
azeite no interior das vossas almas […].
Antes
de estas virgens terem adormecido, não se disse que as suas candeias estivessem
apagadas. As candeias das virgens prudentes brilhavam com um vivo fulgor,
alimentadas pelo azeite interior, pela paz da consciência, pela glória secreta
da alma, devido à caridade que a abrasa.
As
candeias das virgens insensatas também brilhavam. E porquê? Porque a sua luz era
mantida pelos louvores humanos. Quando se levantaram, isto é, na ressurreição
dos mortos, começaram a pegar nas candeias, ou seja, a preparar as contas que
deviam prestar a Deus pelas suas obras. Mas, nessa altura, já não haverá
ninguém para as elogiar. […] Elas tentarão, como sempre tinham feito, brilhar
com o azeite alheio, viver das lisonjas dos homens: «Dai-nos do vosso azeite,
porque as nossas candeias estão a apagar-se»”.
Urge
que levemos o azeite no interior de nosso coração, o qual somente Deus pode
ver:
“Mas
vós, levai o azeite convosco; levai-o no vosso interior, onde penetra o olhar
de Deus; trazei aí o testemunho de uma boa consciência”.
Ressoa
aqui as palavras do Senhor, apresentadas por Mateus no desenvolvimento das
Bem-Aventuranças:
“Assim
resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras
e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. (Mt 5,16).
Na
vigilância, esperando o Senhor que virá gloriosamente, é preciso que
mantenhamos acesas nossas lâmpadas, vivendo a nossa fé que age pela caridade,
como falou o Apóstolo Paulo (Gl 5,6).
Levemos, portanto, o “azeite” conosco, no mais profundo de nós, e que nossas obras, discipulado sejam a mais pura expressão do amor de Deus que foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5,5).







