domingo, 15 de junho de 2025

Trindade Santa, como eu Vos amo!

                                                               


Trindade Santa, como eu Vos amo! 

Ó Deus, nós Vos suplicamos a fim de que Vosso inefável Amor, continue sendo derramado em nossos corações.
 
Ó Deus, como Te amo!
E por mais que Te ame, é um nada,
absolutamente nada,
Diante do Teu amor, mas Te amo!
E quero amar-Te, a cada dia,  sempre mais.
Apaixonado por Cristo, Vosso Amado Filho,
que convosco vive e reina na comunhão com o Espírito Santo.
Amém.

 

Oremos pelo nosso País

  Oremos pelo nosso País 

 “A verdadeira paz começa no seu coração”

Diante do grave momento vivido por nosso país, dirijamos nossa oração a Deus, para que dê a paz ao Brasil e ao mundo inteiro. “Reconhecemos a necessidade de rezar constantemente pela paz, porque a oração protege o mundo e o ilumina. A paz é o nome de Deus”. (Papa Francisco)

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!
Vivemos um momento triste, marcado por injustiças e violência. Necessitamos muito do vosso amor misericordioso, que nunca se cansa de perdoar, para nos ajudar a construir a justiça e a paz, em nosso país.

Pai misericordioso, nós Vos pedimos pelo Brasil!
Estamos indignados, diante de tanta corrupção e violência que espalham morte e insegurança. Pedimos perdão e conversão. Cremos no Vosso amor misericordioso que nos ajuda a vencer as causas dos graves problemas do País: injustiça e desigualdade, ambição de poder e ganância, exploração e desprezo pela vida humana.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!
Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejam atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não dos interesses pessoais, partidários e de grupos!

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!
Vosso Filho, Jesus, nos ensinou: “Pedi e recebereis”. Por isso, nós Vos pedimos confiantes: fazei que nós, brasileiros e brasileiras, sejamos artesãos da paz, iluminados pela Palavra e alimentados pela Eucaristia.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!
Vosso filho Jesus está no meio de nós, no Santíssimo Sacramento, trazendo-nos esperança e força para caminhar. A comunhão eucarística seja fonte de comunhão fraterna e de paz, em nossas comunidades, nas famílias e nas ruas.

Seguindo o exemplo de Maria, queremos permanecer unidos a Jesus Cristo, que convosco vive, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Pai nosso! Ave, Maria! Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!



PS: Oportuno retomarmos a Oração enviada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), para a Missa de Corpus Christi (15/06/2017) na realização da Jornada de Oração pelo País.

sexta-feira, 13 de junho de 2025

“A Palavra é viva quando são as obras que falam” (13/06)

                                                           

“A Palavra é viva quando são as obras que falam”

Com toda a Igreja, celebramos dia 13 a Festa em louvor a Santo Antônio de Pádua (Lisboa), Presbítero e Doutor da Igreja. Nascido em Lisboa (Portugal) no final do século XII e falecido em Pádua no ano de 1231. Além de professor, foi grande pregador da Ordem dos Frades Menores, levando à conversão muitos hereges. Foi autor de vários sermões, cheios de doutrina e de unção espiritual.

Um de seus sermões é fonte de espiritualidade para todo tempo. Cito apenas uma parte: 

“Quem está repleto do Espírito Santo fala várias línguas. As várias línguas são os vários testemunhos sobre Cristo, a saber: a humildade, a pobreza, a paciência e a obediência; falamos estas línguas quando são as obras que falam. 

Cessem, portanto, os discursos e falem as obras. Estamos saturados de palavras, mas vazios de obras. Por este motivo o Senhor nos amaldiçoa, como amaldiçoou a figueira em que não encontrara frutos, mas apenas folhas. Diz São Gregório: 'Há uma Lei para o pregador: que faça o que prega'. Em vão pregará o conhecimento da lei quem destrói a doutrina por suas obras.”

Os Santos foram pessoas que seguiram o Caminho – Jesus Cristo – e consequentemente deixaram rastros luminosos, que transcendem seu próprio tempo. São pessoas humanas que procuraram viver como fiéis seguidores de Jesus, pregando e testemunhando o Seu Evangelho; referências e modelos de vida para ser seguido por todos nós.

A devoção aos Santos exige da comunidade semelhança com o mesmo. Toda devoção fica purificada de esterilidade quando passa pela imitação das virtudes que o Santo inspira. Vivendo no seu tempo o transcende, pois sua pregação carrega tamanha atualidade e conteúdo, que pode ser acolhida em todo tempo, atravessando os séculos…

Sigamos as pegadas de Santo Antônio no amor a Deus e ao próximo – síntese de toda a Lei Divina –, tenhamos dele a mesma sede da Palavra Sagrada; o amor sem medida pela Eucaristia, fonte e alimento de toda a nossa vida; amor pela Igreja que somos; solidariedade incansável fundada e nutrida na fonte inesgotável do amor que é a Santíssima Trindade.

Com Santo Antônio queremos viver uma vida cristã mais autêntica, mergulhando a cada dia no Amor da Santíssima Trindade, Encontro de três Pessoas: um Deus Pai que ama, um Deus Filho que é amado, Deus Espírito Santo que nos comunica o Amor. Mergulhar no Amor Trinitário é o caminho de santidade trilhado por Santo Antônio e convite para todos nós.

Num mundo marcado por discursos vazios, há que se multiplicar as obras. Aprendamos com Santo Antônio a traduzir nossa fé em gestos de caridade, misericórdia, partilha e solidariedade. Ele soube no seu tempo dar conteúdo e visibilidade à sua fé junto de Deus.

A linguagem do Espírito suplica eterna aprendizagem, na comunhão dos Santos, Santo Antônio tem muito a nos ensinar, por isto digamos sempre: Santo Antônio, rogai por nós!

Eternos aprendizes da linguagem do Espírito(13/06)

                                                        


Eternos aprendizes da linguagem do Espírito

Oportunos são os ensinamentos de Santo Antônio de Pádua (Lisboa), Presbítero e Doutor da Igreja, que Nasceu em Lisboa (Portugal), no final do século XII e faleceu em Pádua, no ano de 1231.

Ele foi um grande pregador da Ordem dos Frades Menores, levando à conversão muitos hereges. Autor de vários sermões, cheios de doutrina e de unção espiritual. Em um deles nos disse:

Quem está repleto do Espírito Santo fala várias línguas. As várias línguas são os vários testemunhos sobre Cristo, a saber: a humildade, a pobreza, a paciência e a obediência; falamos estas línguas quando são as obras que falam.

Cessem, portanto, os discursos e falem as obras. Estamos saturados de palavras, mas vazios de obras. Por este motivo o Senhor nos amaldiçoa, como amaldiçoou a figueira em que não encontrara frutos, mas apenas folhas.

Diz São Gregório: ‘Há uma Lei para o pregador: que faça o que prega”. Em vão pregará o conhecimento da lei quem destrói a doutrina por suas obras.”

Portanto, glorifiquemos a Deus pela missão da Igreja, conduzida pelo Espírito Santo, o protagonista principal e primeiro da Evangelização, que nos conduz, ilumina, assiste, fortalece, enriquecendo-nos com os dons da sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, temor e piedade.

Glorifiquemos a Deus por tantas pessoas repletas do Espírito Santo que se encontram na glória eterna, tendo combatido o bom combate da fé, foram aprendizes do Espírito, e muito nos ensinaram com a palavra e a ação: bispos, padres, cristãos leigos e leigas, que assumiram o seu Batismo como sal da terra e luz do mundo.

Glorifiquemos também por aqueles que estão entre nós ou em outros lugares, mas continuam neste eterno e necessário aprendizado da linguagem do Espírito, testemunhando a fé em Jesus Cristo, vivendo na humildade, pobreza, paciência e obediência, carregando a cruz de cada dia com as renúncias cotidianas necessárias. 

Graças sejam dadas a Deus pelas obras incontáveis, sob a ação do Espírito Santo, comprometidos com a promoção de uma vida plena e feliz para todos.

De fato, as obras realizadas falam e falarão sempre mais que muitas palavras. Ações dentro e fora da comunidade, em gestos contínuos e renovados de partilha, comunhão, solidariedade, empenho incansável para a promoção da vida, desde a concepção até seu declínio natural, através das pastorais, serviços e movimentos.

Renovemos nossa fidelidade ao Senhor, para que, como figueira, se produza muitos frutos, não para nós, mas para que outros possam desfrutar. 

Colhemos o que muitos plantaram, colherão o que de melhor plantarmos e cuidarmos, sem cansaço, com amor, dedicação e alegria.

Supliquemos a força e a luz do Espírito, para que melhor correspondamos aos desígnios divinos, escrevendo com a tinta do Espírito, a tinta do amor, novas linhas, novas páginas da nossa história, pois somos, eternos aprendizes da linguagem do Espírito.

O Amor de Deus foi derramado em nossos corações (13/06)

                                                          

O Amor de Deus foi derramado em nossos corações

Em 2013, com o coração transbordante de alegria, envolvidos por inúmeras manifestações do Amor de Deus por nós, quando Pároco da Paróquia Santo Antônio – Gopoúva – Diocese de Guarulhos, celebramos a Festa de um dos Santos mais queridos da nossa Igreja: Santo Antônio.

É importante ressaltar que o mês de junho também é dedicado a outros dois santos, com forte presença na religiosidade popular: São João Batista e São Pedro.

Como são iluminadoras e providenciais as palavras do Apóstolo Paulo aos Romanos: “Gloriamo-nos também de nossas tribulações, sabendo que a tribulação gera a constância, a constância leva a uma virtude provada, a virtude provada desabrocha em esperança; e a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5, 3-5).

Continuamos caminhando com o Senhor, edificando a Sua Igreja e confessando o Seu nome, muito embora saibamos que há um longo caminho a percorrer, e em cada Eucaristia renovamos nossas forças para superar as tribulações inerentes ao caminho daqueles que se põem a seguir o Senhor com fidelidade, coragem, firmeza e generosidade.

Contemplando nossas comunidades, vemos pessoas acolhendo as torrentes de graças que nos vêm do Coração de Jesus, Fornalha ardente de Caridade, em virtude provada, não deixando morrer a esperança, porque sabem e confirmam as palavras do Apóstolo, “a esperança não decepciona”, e se plenificam e transbordam o Amor de Deus por onde passam, também nas pastorais e serviços que assumem em nome da fé.

Porém, a solidificação da fé e a renovação da esperança exigem que cresçamos cada vez na caridade, pois amamos a Deus nos irmãos e irmãs, e amamos os irmãos e irmãs em Deus.

O Apóstolo também disse aos Romanos: “Não fiqueis devendo nada um aos outros a não ser o amor mútuo, pois quem ama o outro cumpriu a Lei” (Rm 13, 8).

Concluo na certeza de que quanto mais nos abrirmos à ação do Espírito Santo, muito mais o amor de Deus será derramado sobre nós, e também, que eventuais prantos vespertinos se tornarão alegrias matutinas, porque a madrugada da Ressurreição foi precedida pelas tardes da escuridão e do vazio sepulcral, mas a vida venceu, de fato, a morte.

Aprendamos com Santo Antônio... Ele bebeu na Divina Fonte da Sabedoria! (13/06)

                                                            

Aprendamos com Santo Antônio... Ele bebeu na Divina Fonte da Sabedoria!

A Igreja, assistida pelo dom do Espírito Santo, em cada tempo tem seus luminares que escrevem belas histórias, deixando ensinamentos a serem seguidos, na mais perfeita fidelidade ao Caminho que é Cristo Jesus.

Um grande luminar foi Santo Antônio, nascido em Lisboa, Presbítero e Doutor da Igreja, no final do século XII e falecido em Pádua (Itália) no ano de 1231.

Professor e grande pregador da Ordem dos Frades Menores, levando à conversão muitos hereges. Autor de vários sermões, cheios de doutrina e de unção espiritual.

Sejamos enriquecidos por alguns pensamentos de Santo Antônio, um “Evangelho vivo”, homem de fé viva, corajosa...

“Jesus: nome doce, nome deleitável, nome que reconforta o pecador, nome de ditosa esperança!”

 “Assim como o ouro está acima dos outros metais, a caridade está acima das outras virtudes.”

“Quanto vale o homem diante de Deus, tanto vale em si e não mais.“

“Não basta pregar a Deus frutuosamente, se ao som da língua não precede o testemunho das obras.”

“Cessem as palavras e falem as obras! Estamos cheios de palavras e vazios de obras.”

“Miserável é quem confia mais na língua alheia do que na própria consciência.”

“O Reino de Deus é o Sumo Bem e por isso, deve ser procurado pela fé, pela esperança e pela caridade. A justiça do Reino consiste em observar tudo o que Cristo ensinou.”

“As mãos de alguns que dão esmolas estão manchadas com o sangue dos pobres.”

 “O hipócrita jejua para adquirir louvores; o avarento para encher o bolso; o justo, porém para agradar a Deus.”

“Feliz o pregador que fala segundo o dom do Espírito, não segundo seu ânimo.”

“O nascimento dos Santos traz alegria a muitos, porque é um bem comum. Quer dizer, os Santos nascem para a utilidade de todos.”

”Lança a rede sobre a Palavra de Jesus Cristo quem não atribui nada a si, mas tudo a Ele.”

“Na oração não dividas o espírito a ponto de ter uma coisa na boca e outra no coração. O Espírito dividido nada consegue. Língua e coração estejam em consonância.”

 “Vamos cultivar a humildade de coração, porque a oração da pessoa humilde penetra as nuvens e alcança o que pede.”

“Onde há desordem e escuridão, é preciso que haja luz.”

“Afasta-te do mal, mas isto não basta; é preciso praticar o bem.”

“Não pode haver tranquilidade do coração sem o amor do próximo.”

“Tudo o que fizeres por vanglória é totalmente perdido.”

“O orgulho dispersa. A humildade ajunta.”

“Quem não conhece os seus bens interiores volta-se para os bens exteriores alheios. Alheio é tudo quanto não condiz com a vida cristã.”

“Bem–aventurado o ventre da gloriosa Virgem, que mereceu trazer por nove meses o Sumo Bem, a Felicidade dos anjos, a reconciliação dos pecadores.” 

Cessem, por favor, as palavras; falem as obras. Estamos cheios de palavras, mas vazios de obras, por isso somos amaldiçoados pelo Senhor como a Figueira cheia de folhas e sem frutos.”

“Não convém, portanto, ficar nenhum momento ocioso, mas sim insistir sem trégua na pregação da Palavra Divina para plantar nas almas as árvores das virtudes cristãs.”

“A Mansidão e a Humildade são as virtudes mais queridas aos olhos de Deus e dos homens.”

“É cego quem não vê a própria consciência; é coxo quem se desvia do caminho reto da justiça.”

“Portanto, se souberes guardar a paz no íntimo da tua consciência, podes estar certo de que alcançarás também a paz final com Deus no céu.”

“Procura, portanto, localizar o verdadeiro ponto central em que deves situar-te para realizar com eficácia a paz com teu próximo. Este ponto central é precisamente a caridade, o amor.”

Santo Antônio: fidelidade apaixonada e incondicional a Cristo.
Homem humilde, vida doada sem medida!

Puro grão de trigo que aceita a inevitabilidade da morte, ainda que precocemente, a fim de que o outro tenha vida.

Seus ensinamentos apontam para a eternidade de Deus: céu, desde a terra, na solidariedade e compaixão para com os pobres, visibilidade de Deus! 

Santo Antônio: luminar divino (13/06)

                                                             

Santo Antônio:  luminar divino

A Igreja assistida pelo dom do Espírito Santo, em cada tempo tem seus luminares que escrevem belas histórias, deixando pegadas a serem trilhadas, na mais perfeita fidelidade ao Caminho que é Cristo Jesus, porque é um maravilhoso luminar divino.

Trilhar as pegadas de Santo Antônio é viver a fidelidade apaixonada e incondicional a Cristo; a humildade, numa vida doada sem medida e com paixão, como puro grão de trigo que aceita a inevitabilidade da morte, ainda que precocemente a fim de que o outro tenha vida. São pegadas que apontam para a eternidade de Deus – Céu – desde a terra, na solidariedade e compaixão para com os pobres, visibilidade de Deus.

Num mundo pós-moderno que muitas vezes promove a cultura da morte, os pensamentos de Santo Antônio nos ajudam a promover a cultura da vida e da paz, porque possuidor de um saber divino que ilumina em todo tempo.

A consciência de que somos meros instrumentos na mão de Deus e que d’Ele tudo procede e para Ele tudo retorna. A Deus toda honra, glória, poder e louvor:

“Como os raios se desprendem das nuvens, assim também dos santos pregadores emanam obras maravilhosas. Disparam os raios, enquanto cintilam os milagres dos pregadores; retornam os raios, quando os pregadores não atribuem a si mesmos as grandes obras que fazem, mas à graça de Deus”.

E ainda: “Quem não pode fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa”.

Num mundo globalizado, marcado por rancores e seduções que afastam culturas e povos, a simplicidade de seu discurso e o necessário esforço de superação na força da Oração:

“Como as abelhas, assim o bom cristão deve movimentar-se prontamente e com o ferrão de sua boa consciência e da Oração, tem que perseguir sem cansar os intrusos até expulsá-los para fora da colmeia de seu coração.”

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