sexta-feira, 4 de abril de 2025

Quaresma: Coragem de rever o caminho feito (20/03)

                                                           

Quaresma: Coragem de rever o caminho feito
 
A Liturgia da 4ª sexta-feira da Quaresma nos apresenta no Banquete da Palavra: Sb 2,1a.12-22, Sl 33,17-21.23; Jo 7,1-2.10.25-30).
 
Vivendo o Tempo favorável de graça e salvação, em que nos empenhamos numa frutuosa conversão, aproveitemos e prolonguemos nosso tempo de Oração fecunda para colhermos abundantes frutos pascais.


Assim lemos no Comentário do Lecionário Comentado: 


Porventura é mesmo esta falsa segurança de conhecer bem Jesus que estereotipa o nosso anúncio, torna morna a nossa fé, pouco convincente o nosso testemunho e pouco fecunda a nossa missão.  'E vós quem dizeis que Eu sou?' (Mc 8,29): esta pergunta de Jesus interpela-nos continuamente”  (1).


Reflitamos:
 
“O Mistério de Cristo não pode revelar o Seu poder de novidade perturbante se o consideramos tranquilamente entre as coisas sabidas, entre os discursos óbvios e previsíveis, entre as doutrinas bem organizadas, entre as fórmulas que se repetem nas catequeses e entre as datas que se celebram ano após ano no nosso calendário litúrgico.
 
Podemos imaginar como dirigido também a nós o que dizia Jesus como alguma ironia aos Seus contemporâneos que presumiam conhecê-Lo. ‘Certamente conheceis-me e sabeis de onde Eu sou’.
 
Existe também para nós o perigo da credulidade preguiçosa, da redução do Evangelho ao bom senso do homem, enfraquecendo a sua natureza paradoxal e a sua força vital. 
 
- Conhecemos Jesus de fato, ou conhecemos apenas uma imagem que concebemos e nela nos apoiamos?
- O Evangelho de Jesus é sempre uma Boa Nova que nos questiona, perturba, inquieta e provoca a buscar novos caminhos, novos pensamentos, atitudes e compromissos?
 
- O cristianismo que vivemos consiste em fórmulas sabidas e decoradas e pouco enraizadas, sem conteúdo necessário, obras que o revelam?
- De que modo a Doutrina Católica e sua riquíssima catequese orienta o nosso existir? Qual a dedicação em conhecê-la e vivê-la?
 
- O quanto os Ritos e Tempos Pascais transformam a nossa vida?
- De que modo o que celebramos se prolonga em nosso cotidiano?
 
- Buscamos a verdadeira Face do Cristo que Se revela nas Escrituras e nos empobrecidos?
 
- Tomamos cuidado com o perigo da credulidade preguiçosa que afirma a confiança em Deus, mas nada de concreto faz para alcançar o que se pede, ou mudar o que for preciso, em omissões e falta de compromissos eucarísticos?
 
- Temos reduzido o Evangelho ao bom senso do século, em conformidade com o mundo e suas propostas?
 
- Temos comunicado com coragem a força vital da Boa Nova do Evangelho, de modo que a Palavra de Deus não perca sua beleza, esplendor e profecia?
 
- Qual é a “temperatura” da fé que professamos? Será ela fria, cálida ou morna, sendo esta abominada por Deus (cf. Ap 3,16)?
 
- Qual a pertinência e o convencimento de nosso testemunho cristão, assim como de nossas comunidades?
 
- Preocupamo-nos com a fecundidade da nossa missão em realidades urbanas que nos desafiam: condomínios, escolas, cadeias, hospitais, aeroportos, shoppings, ruas, meios de comunicação, e outros incontáveis espaços, chãos fecundos para a Missão, para o semear da Semente do Verbo?
 
A perseguição dos justos, ontem hoje e sempre, pode muito bem identificar a pessoa de Jesus, o Justo por excelência, porque obediente e fiel plenamente à vontade divina, que jamais conheceu o pecado.
 
Tendo encontrado com o Senhor que nos fala quando temos coragem de ouvir, ponhamo-nos em missão, com sentimentos de paciência na tribulação, resistência na tentação e gratidão na prosperidade porque nada falta a quem no Senhor confia, e a Ele se entrega.
 
 
(1) Cf. Lecionário Comentado – Ed. Paulus – Vol. Quaresma – Páscoa – p. 210


O Senhor renova todas as coisas... (20/03)

                                                  

        O Senhor renova todas as coisas...

“O cristianismo é graça, é a surpresa de Deus”
(Papa São João Paulo II)


Senhor, Te contemplo como Messias,
Medito sobre Tuas dramáticas controvérsias com os judeus:
Procuram-te para prender, mas ainda não é chegada a tua hora.

Senhor, caminhas para Jerusalém, onde culminarás Tua missão,
Para redimir a humanidade de seu pecado;
A vida por Amor consumida, dilacerada, crucificada.

Tu, realizador de tantos prodígios,
Suscitaste interrogações e inquietações entre os Teus:
De uns a admiração, de outros a absoluta rejeição.

Tu, conhecido de tantos, e nem tanto assim,
Por conhecerem Tua família, Te ignoram,
A Ti se dirigem com frieza, indiferença e ironia.

Muitos não compreendem Tua origem divina,
Distantes do Plano de Salvação de Deus,
Ignoram até mesmo o próprio Deus.

Ó Senhor, creio em Ti, que és a verdadeira novidade,
Que superas a cada instante todas as expectativas.
És para a humanidade, hoje e sempre, surpresa maviosa.

Ó Senhor, Tua Palavra, ainda que o tempo passe,
Não perde o germe da novidade,
Fazendo renascer no coração os mais belos frutos.

Ó Senhor, Tua Palavra, no coração caída,
Como semente deita raízes, entranha a alma,
E frutos incontáveis para sempre ficam.

Ó Senhor, ainda que o mundo desapareça,
Tua Palavra para sempre permanecerá:
É fogo que queima, arde, aquece.

Ó Senhor, creio em Ti que não me deixas perder o encanto
De crer que Tuas maravilhas jamais cessam de acontecer,
Transformas em alegria e vitória as tristezas e prantos.

Peço-te, Senhor, que eu não caia na armadilha da presunção,
De tão habituado de Ti falar, de Tua Palavra proclamar,
Nada, absolutamente nada, a vida transformar.

Peço-Te, Senhor, que não me contente e me acomode
Com uma fé infantil, superficial, ingênua e aparente,
Que ela seja amadurecida pelas provações do presente.

Suplico-Te, Senhor, que não busque em Ti doutrinas e discursos
Que me anestesiem, alienem, e do combate me afastem,
Que Tua Palavra me desestabilize das falsas seguranças.

Suplico-Te, Senhor, livra-me de uma credulidade preguiçosa 
Que reduz a Boa Nova ao que o mundo deseja e propõe,
Esvaziando Sua natureza tão divina, Sua força tão vital.

Suplico-Te, Senhor, que não apenas a ilusão tenha
De tê-Lo encontrado, mas antes por Ti encontrado,
Num relacionamento verdadeiro, confiante e apaixonado.

Foste Tu, Senhor, que me escolheste, chamaste,
Que me enviaste para no mundo Tua presença ser,
E no pequenino Tua presença real reconhecer.

Que respondendo ao Teu divino chamado,
Uma fé mais convincente venha a viver,
Com testemunho mais fecundo e na missão mais ardor.

Dá-me, Senhor, suplico-Te, ainda que não mereça,
Uma fé viva, um espírito contrito e generoso,
Para compreender como és amável e bondoso.

Que contemplando a Tua divina glória,
Passos mais firmes, gestos multiplicados,
Novas linhas de uma nova história escrever. 


PS: Fonte inspiradora: Liturgia da sexta-feira da quarta semana da Quaresma (Sb 2,1a. 12 -22; Sl 33, 17-21;23;  Jo 7, 1-2.10.25-30), e livre adaptação do Lecionário Comentado – Quaresma – Páscoa pág. 207/210.

Cristo Salvador, dai-nos coragem e fortaleza (20/03)

                                                                 

Cristo Salvador, dai-nos coragem e fortaleza

Na quarta sexta-feira do Tempo da Quaresma, ouvimos a passagem do Evangelho de João (Jo 7,1-2.10.25-30).

Com este capítulo, o Evangelista João começa a segunda parte do seu Evangelho, e é notável o desdobramento, que culminará da morte de Jesus Cristo - “Os judeus procuravam matá-Lo”.

Jesus está disposto a assumir as consequências até o seu extremo, de modo que a hostilidade destes O levará à morte.

Diante de Jesus, temos que fazer nossa escolha: ou reconhecer n’Ele o enviado do Pai, fonte da vida, e aceitar os riscos de semelhante escolha ou então rejeitá-Lo, a fim de conservar a própria segurança no imediato, mas comprometendo o futuro.

Deste modo, vemos como o Mistério de Cristo reflete-se na Igreja, e as opções desta na fidelidade a Ele exigem coragem e fortaleza.

Oremos:

Cremos em Vós, Cristo Salvador, que, por Vossa morte e Ressurreição, fomos redimidos.

Cremos em Vós, Cristo Salvador, que conduzis Vossa Igreja à Páscoa da eternidade.

Cremos em Vós, Cristo Salvador, que fostes elevado na Cruz, deixastes a lança do soldado Vos traspassar, e podeis curar as nossas feridas. 

Cremos em Vós, Cristo Salvador, que transformastes o Madeiro da Cruz em Árvore da Vida, e podeis conceder os frutos desta Árvore aos que renasceram pelo Batismo.

Cremos em Vós, Cristo Salvador, que fostes pregado na Cruz, perdoastes o ladrão arrependido, e que podeis, também, perdoar a nós, pecadores que somos.

Por isto Cristo Salvador, que nos alimentais com Vosso Corpo e Sangue, fortalecei-nos na missão de discípulos missionários Vossos. Dai-nos coragem e fortaleza. Amém.


Fontes: Missal Cotidiano – Editora Paulus – p.78; Preces das Laudes da quarta sexta-feira do Tempo da Quaresma

O Grão de Trigo

                                                      


O Grão de Trigo

“Se o grão de trigo que cai na terra não morre,
ele continua só um grão de trigo; mas, se morre,
então produz muito fruto.” (Jo 12,24)

Contemplo-Vos, Senhor, nestes dias de recolhimento e Oração, como devem ser todos os dias da Quaresma, para celebrar o transbordamento da alegria de Vossa Páscoa.

Contemplo Vossa Pessoa, através da qual Deus e homem uniram-se, indissoluvelmente, de maneira absoluta e para sempre, pois com o Pai sois um.

Contemplo-Vos, a Palavra feita Carne, com conhecimento perfeito de Deus, porque estais inserido na mais perfeita comunhão e intimidade com Ele, no Espírito.

Contemplo-Vos por terdes vindo a este mundo para fazer em tudo a vontade d’Aquele por quem fostes enviado, plenamente e decididamente, através de Palavras e obras, até à morte, e morte de Cruz.

Tudo isto, Senhor, fizestes por nós; Vós que sois o Filho único, que estais no seio do Pai e que nos fazeis conhecer Deus, que ninguém jamais viu, e partícipes de Vossa plenitude, recebendo graça sobre graça (cf. Jo 1,16-18).

Senhor, imenso é meu amor por Vós, que selastes, com a própria vida e o Sangue derramado por nós, a Nova e Eterna Aliança, e assim nos alcançastes o perdão dos pecados, e nos fizestes Povo da Nova Aliança.

Creio, Senhor, que sois como o grão de trigo caído na terra, e que Vos tornastes uma árvore de vida carregada de frutos para nosso Alimento e deleite.

Contemplo-Vos na Cruz em que fostes elevado, erguido diante de nossos olhos e ouvimos o eco da voz de Deus vinda do céu: "Glorifiquei-O e tornarei a glorificá-Lo".

Medito em Vossas Palavras, Senhor: "É agora o julgamento deste mundo".
Contemplo Vossa entrega voluntariamente no Mistério da Paixão, não como um herói impassível, mas como o Filho que teve de aprender a dizer ao Pai: "Faça-se a Tua vontade!".

Cremos que Satanás, chefe dos que fazem o mal e se opõem a Deus, vai definitivamente "ser lançado fora".

Unimo-nos convosco em Vossa “hora”; a hora da Vossa morte e glorificação, que é a marca de uma linha divisória em que temos que tomar uma decisão.

Esta “hora”, Senhor, expressivamente mencionada no Quarto Evangelho, é a hora da Vossa Páscoa, cume e chave de interpretação de toda a Vossa missão salvífica e redentora da humanidade.

É a hora de nossa decisão, e que seja a decisão de ficar do lado dos que Vos conhecem, e não somarmos com os que resistem em deixar-se atrair por Vós, que morrestes na Cruz em que foi elevado, com os braços abertos para nos acolher e nos redimir.

Vós que viestes para esta “hora”: uma hora temida, uma hora de agonia e, no entanto, profundamente desejada, por ser a hora do Sacrifício perfeito da Vossa obediência ao Pai, e da Vossa glorificação.

É a hora em que os próprios pagãos e também nós reconhecemos em Vós, atrás das marcas da agonia e dos açoites, e flagelo suportado, no corpo inerte e morto na Cruz, pelos cravos preso, todo chagado, beleza ocultada pelo Sangue derramado, verdadeiramente o Filho de Deus.

Contemplo-Vos com fé; Vós que fostes trespassado e que sois para nós o caminho da Salvação.

Ensinai-me, Senhor, e fortalecei-me no caminho por que me conduz, e que consiste no caminho de obediência custosa, mas que desemboca na manhã radiosa da Páscoa eterna.



PS: Livre adaptação do Comentário do Missal Quotidiano Dominical e Ferial - Editora Paulus – Portugal - pp. 443-445

Ser cristão: graça e surpresa de Deus para o mundo (20/03)

                                                    

Ser cristão: graça e surpresa de Deus para o mundo

Inspirado na afirmação do Papa São João Paulo II, em sua Carta Apostólica, em 2001 - “O cristianismo é graça, é a surpresa de Deus”, reflitamos sobre a passagem do Evangelho da quarta Sexta-feira da Quaresma (Jo 7,1-2.10.25-30), com a Oração abaixo, continuemos nosso diálogo intenso e profundo com Deus, que eleve e ilumine nossa alma, e assim, continuemos dando firmes passos em nosso itinerário espiritual.

Cada súplica nos ajudará a rever nossa adesão ao Senhor, como discípulos missionários; a refletir se vivemos com ardor nossa fé cristã; a constatar a autenticidade de nosso testemunho e o que clama por conversão e renovação, para que nossa fé seja mais luminosa.

Oremos:

“Livrai-nos, Senhor, do grande risco da presunção de Vos conhecer, de nos habituarmos demasiado ao Mistério, de nos contentarmos com uma fé infantil e superficial.

Concedei-nos, Senhor, mergulhar na intensidade inesgotável do Vosso Mistério, sem a pretensão de nos consideramos conhecedores Vosso, mas sem autêntica identificação.

Não permiti, Senhor, que a nossa fé se reduza às coisas tranquilamente sabidas, com discursos óbvios e previsíveis, ancorados em doutrinas bem organizadas, contentando-nos tão apenas com as fórmulas repetidas que foram na catequese aprendidas e ainda fazendo das datas celebrativas apenas um cumprimento de um  calendário e ritual litúrgico sem consequências maiores no compromisso com Vosso Reino.

Afastai de nós, Senhor, o perigo da credulidade preguiçosa, e a redução do Evangelho ao bom senso do homem, enfraquecendo a sua natureza paradoxal e a sua força vital.

Ajudai-nos, Senhor, não apenas Vosso nome pronunciar, para que não se torne morna a nossa fé, pouco convincente o nosso testemunho e pouco fecunda a nossa missão.

Que a Vossa pergunta, Senhor, ‘E vós, quem dizeis que Eu sou?’ (Mc 8,29), continue ecoando e interpelando no mais profundo de nosso coração. E que nossa resposta consista em dizer que Vós sois nosso Caminho, Verdade e Vida, nossa Divina fonte de paz, alegria e amor.

Pois, tão somente assim nossa fé cristã será uma graça, uma surpresa de Deus para o mundo. Amém!”


PS: Fonte Inspiradora: Lecionário Comentado -  Tempo da Quaresma e Páscoa - pp. 210-211.

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Suplico-Vos, Senhor Jesus (19/03)

                                                               

Suplico-Vos, Senhor Jesus

Livrai-me, Senhor,
De toda idolatria que de Vós me afaste;
De toda infidelidade ao Vosso Projeto;
De toda indiferença ao Vosso perdão;
De toda surdez à Vossa divina voz;
De todo fechamento à Vossa vontade.

Livrai-me, Senhor,
De toda cegueira que não Vos reconheça;
De toda petrificação e frieza do coração;
De toda falta de contrição;
De toda falta de humildade;
De toda preguiça que me instale;
De todo orgulho que me ensoberbeça.

Que eu me abra, Senhor:
À Vossa infinita e irrevogável misericórdia;
À Vossa imensurável compaixão por nós pecadores;
Ao Vosso indizível Amor que nos envolve;
À Vossa graça transbordante e renovadora;
À Vossa luz que situações obscuras ilumina;
Ao que melhor tendes a me conceder.

Que eu me abra, Senhor:
Ao novo horizonte que Vossa Palavra propicia;
À adoração a Deus em espírito e verdade;
À Boa Nova do Vosso Reino;
Ao Vosso Mandamento inseparável:
Amor a Deus e também ao meu próximo.
Amém!
  

PS: Fonte inspiradora: Liturgia da Palavra da quinta-feira da quarta semana da Quaresma – Ex 32,7-14; Sl 105, 19-23; Jo 5,31-47.

Santas amizades, valiosos tesouros divinos

 


Santas amizades, valiosos tesouros divinos

Vejamos o que nos diz o Comentário do Missal Cotidiano sobre a passagem do Livro do Sirácida (Eclesiástico) (Eclo 6,5-17):

“Existe uma amizade humana que está entre os mais altos valores da vida. E existe uma amizade no Senhor, ainda mais constante e profunda que se torna ‘comunhão’ na Igreja.

Estamos longe ainda, no livro do Sirácida, da profundeza que terão essas amizades espirituais na era cristã.

Jesus chamará de amigos a seus discípulos até na hora da traição, e revela que não existe amizade quando não se é capaz de renunciar a si própria e à vida em favor dos amigos (Jo 15,13).” (1)

Oremos:

Ó Deus, agradecemos, pela amizade que Vosso Filho estabeleceu conosco, ainda que não merecedores, e a ela não saibamos corresponder.

Nós vos agradecemos pelas amizades que nos concedeis a cada dia, que nos aproximam ainda mais de Vós,  e por elas pedimos, bênçãos, graça e proteção.

Suplicamos-Vos, para que as amizades que fazemos em nossas comunidades, tenham semente de eternidade, porque nascidas e alimentadas no Altar do Banquete de Vida eterna.

Também pedimos por nossos amigos que partiram para junto de Vós, deixando em nossos corações cortante saudade, mas sempre presentes em santas e memoráveis lembranças. Amém.

 

 

(1) Missal Cotidiano – Editora Paulus – pág. 810

Quem sou eu

Minha foto
4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG