terça-feira, 11 de fevereiro de 2025
As primeiras lições que a renúncia nos ofereceu
“Mensagem para o dia Mundial dos Enfermos (2012)
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
Testemunhar a fé, viver a misericórdia(09/02)
Senhor, queremos comprometer nossa vida contigo, vivendo a fé com ousadia e coragem, sempre a caminho, colocando-nos em plena disponibilidade para novos trabalhos, ou os mesmos, mas feitos com zelo, amor e alegria.
Santa Escolástica: “Foi mais poderosa aquela que mais amou”
Santa Escolástica: “Foi mais poderosa aquela que mais amou”
Vejamos o que nos diz o Papa São Gregório Magno (Séc.VI) em seus Diálogos sobre Santa Escolástica, irmã de São Bento.
“Escolástica, irmã de São Bento, consagrada ao Senhor desde a infância, costumava visitar o irmão uma vez por ano. O homem de Deus descia e vinha encontrar-se com ela numa propriedade do mosteiro, não muito longe da porta.
Certo dia, veio ela como de costume, e ao seu encontro veio seu irmão, com alguns discípulos. Passaram todo o dia no louvor a Deus e em santas conversas, de tal modo que já se aproximavam as trevas da noite quando sentaram-se à mesa para tomar a refeição.
Como durante as santas conversas o tempo foi passando, a santa monja rogou-lhe: ‘Peço-te, irmão, que não me deixes esta noite, para podermos continuar falando até de manhã sobre as alegrias da vida celeste’. Ao que ele respondeu-lhe: ‘Que dizes tu, irmã? De modo algum posso passar a noite fora da minha cela’.
A santa monja, ao ouvira recusa do irmão, pôs sobre a mesa as mãos com os dedos entrelaçados e inclinou a cabeça sobre as mãos para suplicar o Senhor onipotente. Quando levantou a cabeça, rebentou uma grande tempestade, com tão fortes relâmpagos, trovões e aguaceiro, que nem o venerável Bento nem os irmãos que haviam vindo em sua companhia puderam pôr um pé fora da porta do lugar onde estavam.
Então o homem de Deus, vendo que não podia regressar ao mosteiro, começou a lamentar-se, dizendo: ‘Que Deus onipotente te perdoe, irmã! Que foi que fizeste?’ Ela respondeu: ‘Eu te pedi e não quiseste me atender. Roguei ao meu Deus e ele me ouviu. Agora, pois, se puderes, vai-te embora; despede-te de mim e volta para o mosteiro’.
E Bento, que não quisera ficar ali espontaneamente, teve que ficar contra a vontade. Assim, passaram a noite toda acordados, animando-se um ao outro com santas conversas sobre a vida espiritual. Não nos admiremos que a santa monja tenha tido mais poder do que ele: se, na verdade, como diz São João, Deus é amor (1Jo 4,8), com justíssima razão, teve mais poder aquela que mais amou.
Três dias depois, estando o homem de Deus na cela, levantou os olhos para o alto e viu a alma de sua irmã liberta do corpo, em forma de pomba, penetrar no interior da morada celeste. Cheio de júbilo por tão grande glória que lhe havia sido concedida, deu graças a Deus onipotente com hinos e cânticos de louvor; enviou dois irmãos a fim de trazerem o corpo para o mosteiro, onde foi depositado no túmulo que ele mesmo preparara para si.
E assim, nem o túmulo pôde separar aqueles que sempre tinham estado unidos em Deus.”
De fato, foi mais poderosa aquela que mais amou, como vemos no diálogo entre estes dois irmãos, e quão fecunda é a oração de quem a faz com o coração pleno de amor.
Brotem nossas orações de um coração que muito ama, em total confiança em Deus e sua onipotência e misericórdia.
Com eles, aprendamos a dialogar como irmãos, com conversas sadias e que nos façam progredir no temor de Deus, e na amizade entre nós.
Oremos:
“Celebrando a Festa de Santa Escolástica, nós Vos pedimos, ó Deus, a graça de imitá-la, servindo-Vos com caridade e alegrando-nos com os sinais do Vosso amor. Por N. S. J. C. Amém.”
PS: Celebramos a Memória de Santa Escolástica no dia 10 de fevereiro e a de São Bento no dia 11 de julho.
Eu vi...
domingo, 9 de fevereiro de 2025
Tempo de evangelizar (VDTCC)
Tempo de evangelizar
“Quando acabou de falar, disse a
Simão:“Avança para águas mais
profundas, e lançai vossas redes para a pesca’.” (Lc 5, 4)
Noite de
fracasso, redes vazias.
Nada mais a não
ser esperar por outro dia...
A presença do
Senhor à beira do mar,
Diálogo para
novidade comunicar.
A ordem a Pedro
é dada, sabe a quem a Igreja confiará:
Pedro, avançar
para águas mais profundas, redes lançar.
A ordem não é apenas
de um carpinteiro,
Que,
provavelmente, nada saberia sobre pescaria.
Pedro, pescador
como Tiago e João,
Por ofício, a
missão o Senhor a ele confia.
Não coloca em dúvida
a Palavra do Senhor,
Ainda que possua
toda experiência.
Para pescar, as exigências próprias necessárias:
Observação, paciência,
persistência e confiança.
Serão elas
marcantes na nova missão,
a barca da
Igreja, por mares agitados a condução.
À frente da
Igreja, necessárias virtudes,
Somadas à sua
humildade, obediência de um pecador.
Manhã que mudou
seus planos para sempre,
De homens, o
Senhor o fez o primeiro pescador.
Agora é nossa hora,
como peregrinos de esperança,
Na Palavra do
Senhor, com ousadia, sem medo, confiar.
É tempo de
também lançarmos nossas redes,
Para águas
profundas, avançar: tempo de evangelizar.
Pedro, um
pecador, mais que um pescador,
Ensina-nos a
evangelizar com mesmo amor e ardor. Amém.
Com Deus não há fracassos (VDTCC) (Homilia)
Com Deus não há fracassos







