terça-feira, 27 de maio de 2025
Não estamos sós! (12/05)
Não ficamos órfãos (15/05)
Não ficamos órfãos
Preparemos o nosso coração para as próximas Solenidades que nos encherão de alegria (Ascensão do Senhor e Pentecostes) e esperança, apesar das situações que ainda nos entristecem em nosso contexto de pecado e morte de tantos nomes.
Renovemos a confiança de que Deus está conosco, e por isso, não desistimos jamais da missão de continuar anunciando e testemunhando Sua Palavra e Seu Reino, mesmo que encontremos oposições, dúvidas, resistências, e polarizações de múltiplas expressões.
Verdadeiramente Deus está conosco, e nos envia o dom do Espírito Santo, que nos cumula com os sete dons: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, temor e piedade.
Vinde, Espírito Santo, “...com o amor entranhado de um irmão mais velho: vem para salvar, curar, ensinar, aconselhar, fortalecer, consolar, iluminar a alma de quem O recebe, e, depois por meio desse, a alma dos outros....” Amém. Aleluia! (1)
PS: Fonte inspiradora - Jo 16,20-23a
(1)São Cirilo de Jerusalém, Bispo - (séc. IV)
Síntese da Mensagem para o LV Dia Mundial das Comunicações Sociais - 2021
Síntese da Mensagem para o
LV Dia Mundial das Comunicações Sociais - 2021
«“Vem e verás” (Jo 1,
46).
Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são».
Na mensagem, o Papa Francisco ressalta o convite a «ir e ver», que acompanha os
primeiros e comovedores encontros de Jesus com os discípulos, que consiste no
método de toda a comunicação humana autêntica.
É
preciso que haja uma expressão comunicativa que queira ser transparente e
honesta, e deste modo dedica a quantos participam da redação de um jornal como
no mundo da web, tanto na pregação comum da Igreja como na
comunicação política ou social.
O
Papa afirma que é preciso “gastar as solas dos sapatos” no processo
comunicativo:
“A
crise editorial corre o risco de levar a uma informação construída nas
redações, diante do computador, nos terminais das agências, nas redes sociais,
sem nunca sair à rua, sem ‘gastar a sola dos sapatos’, sem encontrar pessoas
para procurar histórias ou verificar com os próprios olhos determinadas
situações”.
Ressalta
a importância da presença, do convívio, contato, como fez Jesus em Sua
pregação, desde o início de Sua missão, uma vez que a fé cristã começa e se comunica
assim, com um conhecimento direto, nascido da experiência, e não pelo ouvi
dizer.
Agradece
a coragem de muitos jornalistas que se fazem presentes em situações
desafiadoras, indo aonde mais ninguém vai:
“Temos
que agradecer à coragem e determinação de tantos profissionais (jornalistas,
operadores de câmera, editores, cineastas que trabalham muitas vezes sob
grandes riscos), se hoje conhecemos, por exemplo, a difícil condição das
minorias perseguidas em várias partes do mundo, se muitos abusos e injustiças
contra os pobres e contra a criação foram denunciados, se muitas guerras
esquecidas foram noticiadas...”
Reflete
sobre as oportunidades e insídias na web, pois se trata de um instrumento
formidável, que nos responsabiliza a todos como usuários e desfrutadores:
“Todos
somos responsáveis pela comunicação que fazemos, pelas informações que damos,
pelo controlo que podemos conjuntamente exercer sobre as notícias falsas,
desmascarando-as. Todos estamos chamados a ser testemunhas da verdade: a ir,
ver e partilhar.”
Um
aspecto a destacar, é a afirmação de que “nada substitui o ver pessoalmente”:
“Na
comunicação, nada pode jamais substituir, de todo, o ver pessoalmente. Algumas
coisas só se podem aprender, experimentando-as...”
Neste sentido, menciona o intenso
fascínio de Jesus sobre quem O encontrava, dependia da verdade da Sua pregação,
mas a eficácia daquilo que dizia era inseparável do Seu olhar, das Suas
atitudes e até dos Seus silêncios. Os discípulos não só ouviam as Suas
palavras, mas viam-No falar.
Apresenta-nos
Paulo de Tarso como exemplo para os tempos atuais, neste processo comunicativo
de “ir” e ver” e “partilhar”:
“Todos
os instrumentos são importantes, e aquele grande comunicador que se chamava
Paulo de Tarso ter-se-ia certamente servido do e-mail e das mensagens
eletrônicas; mas foram a sua fé, esperança e caridade que impressionaram os
contemporâneos que o ouviram pregar e tiveram a sorte de passar algum tempo com
ele, de o ver durante uma assembleia ou numa conversa pessoal....”
Cita
Santo Agostinho, acompanhado da exortação para que verifiquemos a realidade e o
cumprimento das profecias que se encontram na Sagrada Escritura - “Nas
nossas mãos, temos os livros; nos nossos olhos, os acontecimentos”.
O
Papa afirma a urgência de testemunhos transparentes de pessoas cuja vida foi
mudada pelo encontro com Jesus, de modo que o desafio que nos espera é o de
comunicar, encontrando as pessoas onde estão e como são.
Conclui a Mensagem com esta Oração:
“Senhor, ensinai-nos a sair de nós
mesmos,
e partir à procura da verdade. Ensinai-nos a ir e ver,
ensinai-nos a ouvir,
a não cultivar preconceitos,
a não tirar conclusões precipitadas.
Ensinai-nos a ir aonde não vai ninguém,
a reservar tempo para compreender,
a prestar atenção ao essencial,
a não nos distrairmos com o supérfluo,
a distinguir entre a aparência enganadora e a verdade.
Concedei-nos
a graça de reconhecer as Vossas moradas no mundo
e a honestidade de contar o que vimos.”
Se desejar conferir a mensagem na integra, acesse:
segunda-feira, 26 de maio de 2025
O tempo da peregrinação rumo à eternidade (26/05)
O tempo da peregrinação
rumo à eternidade
Se quiseres o Senhor
seguir,
A eternidade
alcançarás.
Há exigências no tempo presente,
Enquanto para lá caminhamos...
Silenciemo-nos diante da Palavra do
Divino Amor:
“Recebereis cem vezes mais, já neste
mundo,
Juntamente com perseguições,
E, no mundo futuro, a vida eterna”.
Os cristãos são destinatários privilegiados do Projeto Salvífico de Deus,
Por muito tempo anteriormente revelado pelos Profetas,
E por último pelo próprio Jesus.
Como não exultar imensamente de alegria?
Este privilégio não permite acomodação, mas uma vez testemunhas,
Devemos nos colocar como cristãos, em atitude de vigilância, esperança,
E num permanente caminho de conversão e santificação,
Com gestos corajosos de mortificação, renúncias, conversão.
Vivemos o precioso tempo da peregrinação,
Voltados sempre para as últimas realidades,
O que requer uma conduta irrepreensível,
Para que nosso anúncio possa ser crível.
Na fidelidade ao Senhor, a renúncia e desapegos necessários,
Mas com recompensa centuplicada prometida e, de fato, realizada.
Assegurada a eternidade no mundo futuro,
Mas com perseguições, e até mesmo o martírio e a morte.
Morrendo, silenciosamente como o grão de trigo
Para novos frutos brotar, a alegria do Reino ver acontecer,
Renovando a alegria do chamado divino que nos foi feito,
Ainda que nada tenhamos feito para merecer.
Assim é Deus: chama-nos para com Ele caminharmos.
Como discípulos missionários, renunciando a nós mesmos,
Tomando a cruz de cada dia, para segui-Lo.
Fé sólida e lúcida, ancorados e firmados na esperança e na caridade.
PS: Fonte inspiradora - Liturgia da terça-feira da 8ª Semana do Tempo Comum - ano par - (Eclo 35,1-15; Sl 49 (50); Mc 10, 28-31).
São Filipe Néri: o Santo da Alegria (26/05)
Em poucas palavras... (11/05)
O Espírito Santo nos acompanha em todo o tempo
“A vida cristã é vista, a um só tempo, como vida de tentação e de testemunho.
Por isso, Jesus liga uma à outra e ambas ao Espírito, que dará força e lealdade para o testemunho, assim como para a perseguição.
Sobretudo quando cada cristão não se esquece de seu dever de reforma e conversão permanente.” (1)
(1) Comentário do Missal Cotidiano - Editora Paulus, sobre a passagem do Evangelho de João (Jo 15,26-16,4a)- pág. 450







