domingo, 5 de julho de 2026
“Meu jugo é suave e meu fardo é leve” (XIVDTCA)
Humildade e mansidão do Senhor (XIVDTCA)
Nele encontramos forças para alcançarmos a vida plena e digna já, nesta travessia por que passamos, até que um dia possamos na glória dos céus, entrar, e a face do Pai contemplar, na plena comunhão do Espírito, vivendo e crendo em Jesus, que Se fez o Caminho, a Verdade e a Vida.
Em poucas palavras... (XIVDTCA)
Saudação do Apóstolo Pedro
“Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção e da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente” (1)
(1) 1 Pd 1,1-2
Na Trindade vemos o Amor (XIVDTCA)
Supliquemos, também, para que sejamos cumulados do Seu Amor, para que, ao desejar abraçar ao Deus Amor, abracemos a Deus por amor, na pessoa de nosso próximo, pois somente amando o irmão estaremos amando ao Amor, somente vendo o Amor, é que veremos a Santíssima Trindade de Amor, como ele tão bem expressou:
A Lei do Reino de Deus (XIVDTCA)
A Lei do Reino de Deus
“Vinde a mim, todos vós que
estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e
Eu vos darei descanso.” A Lei do Reino de Deus consiste
no amor aos pobres, humildes e pequenos, assim como Jesus o fez. É o que
contemplamos na passagem do Evangelho do 14º Domingo do Tempo Comum (ano A) -
(Mt 11,25-30).
Oremos:
Ó Senhor, nós cremos que Vos
revelastes a todos, mas os sábios, ontem e hoje, tornam, muitas vezes, ineficaz
e vã a revelação de Deus, porque não abrem o coração a Vós.
Quando pregastes em nosso meio,
os inteligentes e os sábios, os mestres religiosos do templo, os escribas, os
fariseus, conhecedores da lei e hábeis manipuladores das tradições, embora
possuindo o conhecimento da Lei, tornaram-se opressores e sobrecarregam os
ombros dos pobres e dos ignorantes de pesos insuportáveis, que se quer tocaram
nem com um dedo! (Lc 11, 46).
Vós, ao contrário, Senhor,
chamastes a Si os que estão fatigados e oprimidos, e o jugo que lhes impusestes
foi suave e o fardo leve.
Oferecestes, ontem e hoje, Vosso
suave jugo, não por ser ele menos exigente, com moralidade permissiva e
licenciosa, mas porque Vós, Senhor, com Vossa solidariedade e participação
concreta, o tornastes leve.
Vós sois, Senhor, o primeiro dos
pobres, dos simples, dos mansos, carregando, na frente, a Cruz sobre Vossos
ombros.
Vossa proximidade torna
suportável e leve a cruz de todos nós, Vossos discípulos missionários que Vos
seguimos, no anúncio e no testemunho.
Cremos e procuramos viver a Lei
do Reino de Deus, por vós anunciada e vivida, que consiste na Lei do Amor em
favor dos mais pequeninos, dos mais pobres.
Cremos e Vos louvamos, Senhor,
que, por Vossa ação entre nós, nos revelastes um Deus que escolhe os humildes,
os simples, os ignorantes.
Aprendemos convosco a Lei do
grão de mostarda, dos inícios humildes e ocultos, assim como Paulo, Vosso amigo
e corajosa testemunha, o fez e proclamou aos irmãos da Comunidade de Corinto:
“Considerai, de fato, o vosso
chamado, irmãos: não há entre vós muitos sábios segundo a carne, nem muitos
poderosos, nem muitos nobres.
Deus escolheu o que é tolo, no
mundo, para confundir os sábios; Deus escolheu o que é fraco, no mundo, para
confundir os fortes, Deus escolheu o que é ignóbil e desprezado e o que nada é,
para reduzir a nada as coisas que são, a fim de que ninguém possa gloriar-se
diante de Deus” (1Cor 1, 26-29).
Dai-nos força, Senhor, para que,
a Vosso exemplo, carreguemos o jugo da cruz, com amor e fidelidade, sem jamais
esmorecer e, se quedas houver, saibamos que estais conosco neste erguer e
continuar do caminho que nos leva à glória, mas que passa, necessariamente,
pelo carregar da cruz de cada dia, acompanhado de renúncias de nós mesmos, para
maior disponibilidade a Vós; e nos pobres e pequenos, Vos amar e servir. Amém!
Mansidão e doçura (XIVDTCA)
Mansidão e doçura (Cristãos Leigos e Leigas)
Ajudai-me, Senhor, a fim de que mantenha a mansidão e doçura, virtudes tipicamente cristãs, para com todos (cf. Mt 11,29), como assim fizestes para conosco, cansados e abatidos, como ovelhas sem pastor que estávamos.
Concedei-me a graça de ser inclinado à mansidão; acompanhado da contínua luta contra mim mesmo, domínio de mim, afastando toda e qualquer forma de egoísmo.
Conceda-me progredir na paciência, constância e coragem, renúncia e sacrifício, desenvolvendo sentimentos de bondade inaugurando e fortalecendo relações fraternas de comunhão e solidariedade, sem jamais fomentar a discórdia, violência, e propagação do ódio e rancor, como assim fizeram os santos no bom combate da fé.
Conceda-me a doçura que educa para a compreensão, à clemência, à humildade, à plena e contínua comunhão com Deus; assim como a mansidão que é a sua mais alta e delicada expressão, porque, esquecendo-se de si mesmo, alguém vive e trabalha para os outros. Amém.
Fonte: Missal Cotidiano - Editora Paulus, 1997 - pág. 1483 – passagem bíblica: Tt 3,1-7
“Vinde a mim...”: um amoroso convite (XIVDTCA)
Vivamos na vigilância e solidariedade para fazermos nossa travessia pelo mar revoltoso do medo e das dificuldades, no mesmo barco e debaixo da mesma tempestade. Mas certíssimos da Sua presença que nos ajuda a vencer todo o medo.
Carreguemos, portanto, com coragem e confiança nossa cruz cotidiana, certos de que não a carregamos sozinhos. E supliquemos humildemente:







