sexta-feira, 5 de junho de 2026
O mais belo Coração foi trespassado por amor de nós
“O eloquente Sangue de Cristo”
Loide e Eunice: Educadoras da fé
Loide e Eunice: Educadoras da fé
Os nomes destas duas mulheres ficarão para sempre na história por causa da impressão indelével que deixaram no Apóstolo Paulo, um dos maiores evangelistas e autor de grande parte do Novo Testamento, incluindo duas cartas a Timóteo:
Irradiemos a luz divina
Irradiemos a luz divina
Reflexão à luz da passagem da Carta de Paulo aos Efésios:
“Nenhuma palavra perniciosa deve sair dos vossos lábios, mas sim alguma palavra boa, capaz de edificar oportunamente e de trazer graça aos que a ouvem.
Não contristeis o Espírito Santo com o qual Deus vos marcou como com um selo para o dia da libertação.
Toda a amargura, irritação, cólera, gritaria, injúrias, tudo isso deve desaparecer do meio de vós, como toda a espécie de maldade.
Sede bons uns para com os outros, sede compassivos; perdoai-vos mutuamente, como Deus vos perdoou por meio de Cristo” (Ef 4,29-32).
Peçamos a Deus que nos conceda sempre a graça de sentir o Seu divino Amor, indicando-nos o caminho que devemos seguir com absoluta fidelidade no carregar da nossa cruz cotidiana, a fim de que jamais sucumbamos à força do pecado, e que, por sua infinita bondade, apague nossas transgressões e purifique nossos corações, eliminando toda ferrugem de nossa alma.
Adoremos o Cristo, Sol nascente e Luz sem ocaso, e supliquemos para que Ele ilumine os nossos passos desde o amanhecer, para que sejam afastadas de nós toda inclinação para o mal. Portanto, sejamos vigilantes em nossos pensamentos, palavras e ações, vivendo plenamente de acordo com a Sua vontade.
Adoremos o Senhor que, por Sua Cruz, nos trouxe a salvação, na mais perfeita expressão de misericórdia, e deste modo, pela Cruz e Ressurreição, na fidelidade ao Pai, tenhamos a consolação do Espírito Santo.
Finalizando, temos sete orientações a serem vividas por aqueles que professam a fé no Senhor, acompanhada do testemunho, para que irradie a luz divina, e seja sal da terra e fermento na massa:
1 – “Nenhuma palavra perniciosa deve sair dos vossos lábios”;
2 – “mas sim alguma palavra boa, capaz de edificar oportunamente e de trazer graça aos que a ouvem”;
3 – “Não contristeis o Espírito Santo com o qual Deus vos marcou como com um selo para o dia da libertação”
4 – “Toda a amargura, irritação, cólera, gritaria, injúrias, tudo isso deve desaparecer do meio de vós, como toda a espécie de maldade”;
5 – “Sede bons uns para com os outros”
6 – “sede compassivos”;
7 – “Perdoai-vos mutuamente, como Deus vos perdoou por meio de Cristo”.
Oremos:
Ó Deus, não permitais que nossos lábios profiram palavras nocivas, geradoras de discórdia ou que firam a fraternidade, a solidariedade e a comunhão.
Colocai, ó Deus, em nossos lábios palavras edificantes, que irradiem Vossa luz, façam renascer a esperança, revigorem a fé e inflamem a caridade para com todos e em todos os lugares.
Ó Deus, fortalecei-nos, para que jamais entristeçamos o Espírito Santo, com o qual nos marcastes para o dia da libertação, afastando todos pensamentos, palavras e atitudes indesejáveis.
Ajudai-nos, ó Deus, para que eliminemos toda amargura e irritação, e jamais promovamos gritarias que não gerem alegria e vida, e tão pouco sejamos instrumentos de injúrias e promotores de maldade.
Ó Deus, Vós que sois tão bom e amável, com a Vossa graça, ajudai-nos a sermos sinal de bondade; que o nosso falar e agir revelem a Vossa amável e eterna presença.
Concedei-nos, ó Deus, a graça de sermos compassivos, de modo que acolhidos pela Vossa misericórdia divina, sejamos instrumentos da misericórdia humana para com os que mais precisam.
Ó Deus, perdoados e reconciliados pelo Sangue Redentor de Vosso Filho e remidos pelo Espírito Santo, sejamos capazes de dar e pedir perdão a quem nos tenha ofendido. Amém.
PS: Fonte inspiradora: “Oração das Laudes” da primeira sexta-feira da primeira semana do Tempo Comum.
Suplico-Vos, Senhor, em meu silêncio orante...
Eu Vos suplico, ó meu Senhor!
Eu Vos suplico, ó meu Senhor!
Senhor Jesus Cristo, meu Deus e meu Senhor,
Vós que sois o Messias, o Filho do Deus vivo,
Como tão bem expressou Vosso Apóstolo Pedro,
Que mais tarde faria tríplice negação de Vos conhecer,
No Mistério da Vossa Paixão, e Morte.
Mas curado na tríplice afirmação de amor, após Vossa Ressureição.
Renovo a amizade convosco e o amor incondicional no seguir-Vos.
Ajudai-me a aprender e aprofundar a relação de amor convosco
em plena fidelidade ao Projeto de Deus, pelo qual Vos entregastes,
Com a presença e ação do Santo Espírito, em todo o tempo.
Tão somente assim, Senhor, não terei de Vós
Conhecimento apenas intelectual, mas fecundamente afetivo,
Semeando a Palavra, para flores Pascais de um mundo novo florir.
Concedei-me Vossa graça, para que a minha existência
Não fique somente baseada numa série de preceitos religiosos,
Que tão apenas procuro respeitar sem autênticos amor e ardor sinceros,
Mas que de Vós mesmos sentimentos tendo,
Em esvaziamentos e desapegos mais que necessários,
Leveza de alma, fortaleza de espírito, cruz com fidelidade carregar.
Derramai em mim e a quantos suplico o Vosso amor,
Por meio do Vosso Espírito, como nos falou Vosso Apóstolo Paulo (Rm 5,5).
Reconhecendo os pecados no passado cometido, penitenciados e perdoados.
Rever, redimensionar e ressignificar a própria existência,
edificar uma vida e história marcadas pela generosidade e solidariedade,
Sobretudo para com os que mais precisarem, como fizestes.
Renovai-me como discípulo Vosso o Amor Trinitário,
Em mergulho no mar da misericórdia infinita divina,
Aprofundando o conhecimento íntimo e afetuoso de Vossa presença,
E que jamais me contente em afirmar que sois Jesus Cristo, o Filho de Deus,
Mas que eu saiba viver sagradas consequências éticas,
Vivendo Vossa Palavra, seguindo Vossos passos, rumo à eternidade. Amém.
Fonte: Lecionário Comentado – Editora Paulus – 2011 – Volume II do Tempo Comum – 2011 – pp. 65-70
Passagens Bíblicas: Jr 3131-34; Sl 50; Mt 16,13-23; Mc 8,27-35; 12,35-37
“Para mim o viver é Cristo”
O que especifica a existência terrena de um cristão é a sua união com Cristo (cf Gl 2,20; Col 1,24).







