quarta-feira, 1 de abril de 2026

Ó santos mártires da Igreja! Que fé! Que testemunho! Testemunhas de fé inexpugnáveis!

Ó santos mártires da Igreja! Que fé! Que testemunho!
Testemunhas de fé inexpugnáveis!

O Bispo São Cipriano escreveu uma bela e densa Carta, que retrata a coragem com que os primeiros cristãos testemunharam, com a vida e a morte, a fé e adesão ao Senhor.

“Com que louvores proclamarei, irmãos fortíssimos, o vigor de vosso peito, a perseverança da fé, e com que elogio os exaltarei? Tolerastes duríssima tortura até a consumação na glória. Não cedestes aos suplícios, foram antes os suplícios que cederam diante de vós.

As coroas deram fim às dores que os tormentos não davam. Os maiores dilaceramentos duraram muito tempo, não para lançar abaixo a fé, mas para enviar mais depressa ao Senhor os homens de Deus.

A multidão presente viu, admirada, o celeste combate de Deus e a luta espiritual de Cristo. Viu Seus servos que perseveraram, com a palavra livre, com a mente incorrupta, com a força divina; despidos diante das flechas terrenas, mas armados com as armas da fé.

Os torturados mantinham-se mais fortes do que os torturadores; os membros açoitados e dilacerados venceram os ferrões dos açoitadores e dilaceradores.

Os golpes furiosos, longamente repetidos, não conseguiram superar a fé inexpugnável. Embora suas vísceras estivessem arrebentadas, já não eram os membros destes servos de Deus que eram torturados, mas as chagas.

Corria sangue que iria extinguir o incêndio da perseguição; o glorioso sangue derramado que apagaria a chama e o fogo da geena.

Oh! Que espetáculo foi este para o Senhor, que sublime, quão grande, de quanto apreço aos olhos de Deus, pelo juramento e consagração de Seu soldado!

Tal como está escrito nos Salmos, que nos falam e exortam pelo Espírito Santo: Preciosa aos olhos de Deus a morte de Seus justos (Salmo 115,15).

Preciosa a morte que compra a imortalidade ao preço de seu sangue, que recebe a coroa de Deus pela perfeição da virtude.

Quão alegre ali estava Cristo, com que satisfação lutou e venceu em tais servos Seus, Ele, o protetor da fé, que dá aos crentes tanto quanto quem recebe crê poder comportar.

Esteve presente em seu combate, levantou, fortaleceu, animou os lutadores e as testemunhas de Seu nome. Aquele que uma vez venceu a morte em nosso lugar, sempre vence em nós.

Ó feliz Igreja nossa, iluminada pela honra da divina condescendência, que em nossos tempos o glorioso sangue dos mártires ilustra.

Antes, alva pelas boas obras dos irmãos, fez-se agora purpúrea pelo sangue dos mártires. Entre suas flores não faltam nem os lírios nem as rosas.

Lute cada um agora pela magnífica dignidade de ambas as honras. Ganhem coroas alvas, pelas boas obras ou vermelhas pelo martírio”

O Bispo Santo Agostinho, um pouco mais tarde, diria que os mártires nos anteciparam no jardim do Senhor:

“Tem, irmãos, tem o jardim do Senhor não apenas rosas dos mártires, tem também lírios das virgens, heras dos casados, violetas das viúvas.

Absolutamente ninguém, irmãos, seja quem for, desespere de sua vocação; por todos morreu Cristo...

Compreendamos, portanto, como pode o cristão seguir Cristo além do derramamento de sangue, além do perigo de morte...”

Refletindo sobre os testemunhos mencionados, bem como seu próprio testemunho (também mártir da Igreja), vemos como ainda temos muito a amadurecer na fé, para que tenhamos o mesmo amor, fidelidade, coragem dos que nos antecederam no testemunho na fé.

Somos provocados a aprofundar nosso amor meu amor pela Igreja, fecundada pelo sangue dos incontáveis mártires que tiveram fé inexpugnável. São verdadeiramente testemunhos de fé invencíveis, que nos questionam e nos fortalecem no bom combate da fé.

Urge que também tenhamos uma fé inexpugnável, invencível a todo e qualquer obstáculo, dificuldade, provação, inquietação.

Concluamos fazendo a nossa profissão de fé:
“Creio em Deus Pai todo Poderoso...”
Amém!

Com o Senhor, podemos ver novamente

Com o Senhor, podemos ver novamente

Todo Encontro de Jovens com Cristo, assim como demais Encontros, Retiros, devem ser momentos do transbordamento da alegria em nosso coração.

Ao nos encontramos com o Senhor, ouvimos a Palavra que encontramos na passagem do Evangelho de Lucas: “Senhor, filho de Davi, cura-me”, e também o lema: “Vê novamente; a tua fé te salvou” (Lc 18,42)

É sempre necessária a dedicação de tantas pessoas que, ainda antes do Encontro, multiplicaram reuniões, momentos de oração, para que que todos os jovens participantes se sentissem acolhidos, amados, valorizados, enviados a uma missão que não conhece ocaso.

Deve ser sempre um encontro com Jesus Cristo, de modo que se  alarga o horizonte de quem O fez e por Ele sentiu-se amado, chamado e enviado; faz sentir inflamado o coração por um fogo que jamais se apaga, porque é o fogo do amor, e o amor jamais passará, falou-nos o Apóstolo Paulo (1 Cor 13, 8).

Entretanto, não podemos permitir que um encontro se resuma em  dois dias; é preciso que haja continuidade, perseverança, pois, com Jesus presente e com o Espírito que nos assiste, como Igreja, vivemos em estado permanente de missão, participando da construção de um novo céu e uma nova terra, até que o Senhor venha gloriosamente, como rezamos na Missa: “Anunciamos Senhor a Vossa morte e proclamamos a Vossa Ressurreição, vinde Senhor Jesus”.

Assim, como o grito daquele cego: “Jesus, Filho de Davi, cura-me”, também o grito da juventude se una ao clamor de tantos irmãos e irmãs que não veem perspectivas diante dos desafios que atentam contra a vida (desemprego, incertezas, banalização da vida, individualismo, prazer sem compromisso, depressão, dependência química, incertezas, solidão, abandonos...).

E que o Senhor, com Sua Palavra, a partir da fé que n’Ele depositamos,  nos cure de nossa cegueira, fazendo-nos enxergar novos caminhos e novos horizontes; e a olharmos uns aos outros, como irmãos numa mesma caminhada rumo ao Reino definitivo, partilhando os dons e carismas que Ele nos confiou.

O autêntico Encontro deixa marcas irremovíveis no coração de todos  que, como um selo, lembre-nos sempre que somente com o Senhor, que Se faz presente na Palavra e na Eucaristia, de forma sublime, é que seremos enamorados pela vida.

Que, sobretudo os jovens, esperança de um novo amanhã, que tiveram a coragem de rever o caminho e com o Senhor se encontrado, renovem por toda a vida o sim de amor dado, ressoando a Palavra Divina em cada instante: “quem me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12).

Em poucas palavras...

                                                       



"A verdadeira videira é Cristo"

“A Igreja é a agricultura ou o campo de Deus (1 Cor 3,9). Nesse campo cresce a oliveira antiga de que os patriarcas foram a raiz santa e na qual se realizou e realizará a reconciliação de judeus e gentios (Rm 11, 13-26).

Ela foi plantada pelo Celeste agricultor como uma vinha eleita (Mt 21, 33-43 par.; Is 5,1 ss.). A verdadeira videira é Cristo que dá vida e fecundidade aos sarmentos, isto é, a nós que pela Igreja permanecemos n'Ele, sem O qual nada podemos fazer (Jo 15, 1-5).” (1)

 

(1)        Vaticano II - Lumen Gentium n.6


Em poucas palavras...

 


Os montes das Santas Escrituras

“Não vos extravieis no meio do nevoeiro, antes escutai a voz do pastor. Retirai-vos para os montes das Santas Escrituras; ali encontrareis as delícias do vosso coração e não achareis nada que vos possa envenenar ou fazer mal, pois ricas são as pastagens que ali se encontram.” (1)

 

 

(1) Santo Agostinho, Sermão 46 sobre os pastores

Conversão e fidelidade ao Senhor

Conversão e fidelidade ao Senhor

À luz da passagem do Profeta Isaías (Is 55,1-11), proclamada na terça-feira da primeira semana do Tempo da Quaresma, refletimos sobre os pensamentos de Deus, que não são como os pensamentos dos homens.

O Senhor nos fala pelo Profeta: "Meus pensamentos não são os vossos pensamentos; vossos caminhos não são os meus caminhos".

Trata-se de um pequeno trecho do “Livro da Consolação”, que retrata a fase final do exílio (anos 550-540 a.C.).

De fato, a lógica de Deus é diferente da lógica dos homens; às vezes, oposta e inconciliável com ela, embora sempre superior, pois se trata da lógica da gratuidade e do amor, doação, partilha e serviço, graça sobre todos derramada.

Reencontrar com o Senhor implicará, portanto, na necessária abertura, conversão, desejo sincero de mudança e fidelidade. 

Conversão é sempre o eterno recomeço e, para tanto, é preciso coragem e confiança. Conversão é, por natureza, um processo inacabado, que exige a escuta da Palavra de Deus, acompanhada da reflexão, da oração e da captação da vontade divina, para viver na mais bela, perfeita e desejada sintonia com Ele, na certeza da felicidade.

Deste modo, voltando terão que retomar o Projeto de Deus, em atitude de conversão e fidelidade ao Senhor e aos Seus Mandamentos.  

O Povo de Deus encontra-se farto de belas palavras e promessas de libertação, que tardam em se realizar, e com isto a impaciência, a dúvida e o ceticismo enfraquecem a resistência dos exilados.

O Profeta, para evidenciar a eficácia da Palavra de Deus, utiliza o exemplo da chuva e da neve que, vindas do céu, tornam fecunda a terra, multiplicando a vida nos campos.

Uma imagem muito sugestiva, considerando que os judeus exilados na Babilônia devem se lembrar da chuva que cai no norte de Israel e da neve no monte Hermon. A água alimenta o rio Jordão, correndo por todo Israel, e por onde passa gera vida e fecundidade.

A mensagem central é que a Palavra de Deus não falha, pois indica sempre caminhos de vida plena, verdadeira, expressa na liberdade e paz sem fim, não necessariamente segundo a lógica do tempo dos homens, dos seus desejos, projetos, interesses e critérios.

É necessário que se aprenda e respeite o ritmo e o tempo de Deus. E também, a eficácia da Palavra divina não dispensa compromissos e indica os caminhos que devem ser percorridos, renovando o ânimo para a intervenção no mundo. A Palavra divina não adormece a ação humana, mas impele para a transformação e renovação do mundo.

Como Povo de Deus, jamais poderá ter a pretensão de reduzir Deus aos próprios esquemas, ao contrário. É preciso organizar a vida  segundo os critérios e desígnios divinos, se necessário prescindir das certezas possuídas, preconceitos e autossuficiências.

É preciso confiar plenamente na bondade de Deus, trilhar Seu Caminho que conduz a uma história de Salvação e Vida.

Esta passagem muito nos ajuda na compreensão da cultura pós-moderna que comete um erro com consequências funestas: o prescindir de Deus.

Anuncia-se a morte de Deus, e que Seus valores não permitem ao homem potencializar suas capacidades e ser verdadeiramente feliz.

Urge que nos coloquemos nesta atitude de abertura e conversão aos desígnios divinos, para que reencontremos sempre o caminho da autêntica realização, da vida plena e da felicidade.

Rezando com os Salmos - Salmo 34 (35)

 



Na perseguição, uma súplica confiante ao Senhor

“–1 Acusai os que me acusam, ó Senhor,
combatei os que combatem contra mim!
=2 Empunhai o Vosso escudo e armadura;
levantai-Vos, vinde logo em meu socorro
e dizei-me: ‘Sou a tua salvação!’

–3 Vibrai a lança e refreai meus inimigos
e dizei-me: ‘Sou a tua salvação!’
–4 Que sejam confundidos e humilhados,
todos aqueles que procuram me matar.

Que voltem para trás envergonhados,
os que maquinam a maldade contra mim.
–5 Sejam palha que é levada pelo vento
e o anjo do Senhor os leve embora.

–6 Sejam de lama e de trevas seus caminhos
e o anjo do Senhor venha empurrá-los.
–7 Pois sem razão me armaram laços traiçoeiros
para matar-me sem motivo abriram covas.

=8 Caia a ruína sobre eles de repente,
em seus laços traiçoeiros fiquem presos
e na cova que cavaram caiam eles.

–9 Então minh'alma no Senhor se alegrará
e exultará de alegria em seu auxílio.
–10 Direi ao meu Senhor com todo o ser:
‘Senhor, quem pode a Vós se assemelhar,
– pois livrais o infeliz do prepotente
e libertais o miserável do opressor?’

–11 Surgiram testemunhas mentirosas,
acusando-me de coisas que não sei.
–12 Pagaram com o mal o bem que fiz,
e a minh'alma está agora desolada!

=13 Quando eram eles que sofriam na doença,
eu me humilhava com cilício e com jejum
e revolvia minhas preces no meu peito;
–14 eu sofria e caminhava angustiado
como alguém que chora a morte de sua mãe.

=15 Mas apenas tropecei, eles se riram;
como feras se juntaram contra mim
e me morderam, sem que eu saiba seus motivos;
–16 eles me tentam com blasfêmias e sarcasmos
e se voltam contra mim rangendo os dentes.

=17 Até quando, ó Senhor, podeis ver isso?
Libertai a minha alma destas feras
e salvai a minha vida dos leões!
–18 Então, em meio à multidão, Vos louvarei
e na grande assembleia darei graças.

–19 Que não possam nunca mais rir-se de mim
meus inimigos mentirosos e injustos!
– Nem acenem os seus olhos com maldade
aqueles que me odeiam sem motivo!

–20 São incapazes de falar o que é de paz
e maquinam contra os mansos e pacíficos.
–21 Escancaram sua boca contra mim,
dizendo: ‘Ah, ah, ah, nosso olho viu!’.

–22 Vós bem vistes, ó Senhor, não Vos caleis!
Não fiqueis longe de mim, ó meu Senhor!
–23 Levantai-Vos, acordai, fazei justiça!
Minha causa defendei, Senhor, meu Deus!

–24 Julgai-me, ó Senhor, porque sois justo,
ó meu Deus, que não se alegrem com meus males!
–25 No seu íntimo não pensem: ‘Foi bem feito!’,
e não digam: ‘Afinal o devoramos!’

–26 Que se cubram de vergonha e confusão
todos aqueles que se alegram com meus males!
– Que se vistam de ignomínia e de desonra
os que se elevam com orgulho contra mim!

–27 Rejubile de alegria todo aquele
que se faz o defensor da minha causa
– e possa dizer sempre: ‘Deus é grande,
Ele deseja todo o bem para o seu servo!’
–28 Minha língua anunciará Vossa justiça
e cantarei Vosso louvor eternamente!”

Rezemos o Salmo 34(35) confiantes no Senhor, que nos salva nas perseguições. O Salmo trata-se de uma súplica do justo perseguido:

“Os que antes eram amigos, hoje são inimigos. Diante de Deus o orante exprime a amargura de sentir-se traído e pede-Lhe que entre na luta a seu favor, zelando pela sua segurança.” (1)

Confiemos e nos unamos ao Senhor, que não foi poupado da mesma situação:

“Então, os sumos sacerdotes e os anciãos do povo reuniram-se no palácio do sumo sacerdote Caifás e deliberaram para, com astucia, prender Jesus e matá-Lo.” (cf. Mt 26,3-4).

“Pai nosso que estais nos céus...”

 

 

 

(1) Comentário da Bíblia Edições CNBB – pág. 753

 

Novos horizontes

                                                        

Novos horizontes

 “... continuai firmes no Senhor,
ó meus queridos” (Fl 4,1)

Recebi a graça de ocupar este espaço para partilhar a missão, a mim confiada pela Igreja, como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte – MG, em abril de 2017.

A Palavra de Deus, que é sempre uma Boa-Nova, expressa a minha relação com a Diocese de Guarulhos, neste novo momento de graça que estou vivendo, do mesmo modo que marcou e iluminou minha vida quando fui enviado em missão à Diocese de Ji-Paraná – RO, onde permaneci por três anos: “Portanto, meus queridos irmãos, dos quais sinto tanta saudade, minha alegria e minha coroa, continuai firmes no Senhor, ó meus queridos” (Fl 4,1).

Entretanto, apesar da saudade, a vida segue... E ancorado no lema da minha ordenação episcopal: “Para mim o viver é Cristo” (Fl 1,21), no dia 08 de abril, na Paróquia São Gonçalo – Contagem – MG, com a presença do Arcebispo, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, dos Bispos Auxiliares, de um grande número de Presbíteros, Religiosos e Religiosas, Seminaristas, e o Povo de Deus, teve início o meu Ministério, propriamente dito.

Belo Horizonte, bem como a Cidade de Guarulhos, nos apresenta grandes desafios, em que somos chamados a lançar redes em águas mais profundas, proclamando a Palavra, insistindo oportuna e inoportunamente, convencendo, repreendendo e exortando, com toda a paciência e preocupação de ensinar (2 Tm 4,2).

A Arquidiocese, que tem em torno de cinco milhões de habitantes, está dividida em 37 Foranias, com 270 Paróquias e, aproximadamente, 1400 comunidades, atendidas por 700 padres (diocesanos e religiosos), que são auxiliados pela expressiva presença de Congregações Religiosas, masculinas e femininas.

Devido à dimensão, a Arquidiocese está dividida em quatro Regiões Episcopais, confiadas, cada uma, a um Bispo Auxiliar, sendo a minha, a RENSA - Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida.

Na RENSA, tínhasmos 69 Paróquias, 464 comunidades e 112 padres. Como tantas outras realidades, precisamos de mais santas vocações sacerdotais e religiosas, para melhor acompanhar o rebanho, pois a messe é grande e poucos são os operários.

E é nesta realidade que estou aprendendo a ser Bispo, procurando conduzir o rebanho com carinho e zelo de pastor, empenhado em ser presença amiga e paterna junto aos padres, como tão bem nos exorta o Papa Francisco.

Ressalto, de modo especial, a receptividade do Povo de Deus desta Igreja particular de Belo Horizonte, que me acolhe carinhosamente. Com ele, celebramos a Semana Santa, vivenciando momentos fortes de espiritualidade, como o Sermão do Encontro e do Descendimento do Senhor da Cruz, além de Procissões e Vias-Sacras, Celebração Penitencial com os padres, no Santuário de Nossa Senhora da Piedade, a Missa da Unidade, na manhã da Quinta-feira Santa, com a Bênção dos Santos óleos e a renovação das promessas pelos Presbíteros. Desta celebração, aproximadamente 15 mil pessoas participaram, no Ginásio Mineirinho. Uma emoção indescritível!

Concluindo, asseguro minhas orações à Diocese de Guarulhos, e peço que não deixem de rezar por mim, para que eu cumpra o tríplice múnus de santificar, ensinar e governar o Povo de Deus.

Vivendo a alegria da Páscoa do Senhor, coloquemo-nos sob o amparo maternal de Maria, que nos acompanha em todos os momentos, ela que é Padroeira da Diocese de Guarulhos e da Arquidiocese de Belo Horizonte: Imaculada Conceição e Nossa Senhora da Boa Viagem, respectivamente.


PS: Publicado no jornal “Folha Diocesana” – Guarulhos – Edição nº243 - maio de 2017 - Escrito quando era Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte - MG

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4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG