domingo, 4 de janeiro de 2026
Lancemos as redes em águas mais profundas
A Evangelização: lançar as redes em águas mais profundas
A Evangelização: lançar as redes em águas mais profundas
Epifania: Jesus é o Salvador de todos os povos (Homilia - Epifania)
Deste modo, as diferenças existentes são legítimas e são complemento da riqueza comum e jamais motivo para manifestação de indiferença e afastamento mútuo.
Esta é a imagem da Igreja, uma família de irmãos e irmãs, constituída de pessoas de todas as nações e raças, em adesão incondicional ao Senhor.
É esta a grande e inesgotável riqueza da Solenidade da Epifania que celebramos: Jesus Se revela a nós como Salvador de todos os povos; é a estrela que guia e ilumina nossos caminhos.
Somente Deus possui brilho incessante, porque o Amor é a Luz que resplandece eternamente no coração de quem busca e encontra, e que encontrando ainda falta tudo para encontrá-Lo, porque Deus é para nós um Mistério inesgotável de Amor.
O ano está apenas começando.
O melhor de nós para o Menino Jesus (Epifania)
A Evangelização nos desafia: É tempo de sermos epifânicos! (Epifania do Senhor)
Luz de todos os povos, iluminai-nos! (Epifania)
Em poucas palavras... (Epifania)
Cristo, o Messias, Filho de Deus e Salvador
“A Epifania é a manifestação de Jesus como Messias de Israel, Filho de Deus e salvador do mundo.
Juntamente com o batismo de Jesus no Jordão e as bodas de
Caná (Liturgia das Horas), a Epifania celebra a adoração de Jesus pelos «magos»
vindos do Oriente (Mt 2,1).
Nestes «magos», representantes das religiões pagãs
circunvizinhas, o Evangelho vê as primícias das nações, que acolhem a Boa-Nova
da salvação pela Encarnação.
A vinda dos magos a Jerusalém, para «adorar o rei dos judeus» (Mt
2,2), mostra que eles procuram em Israel, à luz messiânica da estrela de David
(Nm 24,17; Ap 22,16), Aquele que será o rei das nações (Nm 24,17-19).
A sua vinda significa que os pagãos não podem descobrir Jesus e
adorá-Lo como Filho de Deus e Salvador do mundo, senão voltando-se para os
Judeus (Jo 4,22) e recebendo deles a sua promessa messiânica, tal como está
contida no Antigo Testamento (Mt 2,4-6).
A Epifania manifesta que «todos os povos entram na família dos
patriarcas» (Papa São Leão Magno) e adquire a « israelitica
dignitas» – a dignidade própria do povo eleito (3ª Oração da Vigília Pascal).” (1)
(1)
Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 528







