Ó Raio de Luz que brilha como Sol Nascente!
quarta-feira, 21 de maio de 2025
Para que permaneçamos na Videira... (06/08)
Para que permaneçamos na Videira...
Jesus é a Verdadeira Videira na qual somos
enxertados para produzir muitos frutos.
Adesão aos Mandamentos do Senhor, sobretudo ao Mandamento Maior do Amor, com todo esforço de não entristecermos o Espírito Santo de Deus, é condição indispensável para que n’Ele permaneçamos, alcançando santidade perfeita, aprofundando verdadeira e profunda amizade, acompanhada pela divina sabedoria que se multiplicará em gestos de bondade.
Quem ama gosta de estar com seu amado, porque no amor vivido encontra-se a verdadeira alegria. Jesus que tanto nos ama, quer estar conosco e nos convida a permanecer com Ele e isto consiste em ficar com Ele, não ignorá-Lo, não tornar-se indiferente ao Seu amor.
Como toda videira precisa da poda de seus ramos para produzir frutos, também nós, ramos preciosos de Deus, precisamos das podas cotidianas para que os frutos sejam abundantes.
Permanecer é estar unido ao tronco que Ele é. Somos apenas ramos, mas é nos ramos que os frutos aparecem, e portanto podas são necessárias: limpeza, purificação, conversão, renúncia, sacrifícios, abrir mão de vontades, caprichos e princípios que não condizem com Seu Evangelho.
Precisamos fortalecer nossa união com Cristo, suportando todas as adversidades, inclusive as vividas dentro da comunidade, da Igreja, que para além de seus limites, apresentemos ao mundo saborosos frutos de amor, verdade, solidariedade e paz.
Permanecer com Jesus não quer dizer que problemas não existirão, perseguições não nos acompanharão e que todas as lágrimas para sempre secarão! Não! Isto é como ficar entorpecido pelo ópio, alienar-se do que deve ser superado.
Não estamos sós, temos a seiva de Seu amor, que foi testemunhado quando por nós na Cruz foi pregado, coração transpassado, Sangue e Água jorrados e o mundo reconciliado. Seiva que nos vem pela ação do Espírito Santo que O Pai sempre nos envia e nos garante colheita abundante.
Permanecer com Ele num Amor incondicional quer dizer que a vida consiste em atender ao convite de Jesus: permanecer com Ele. Recusar Seu convite é unir-se às árvores que produzem mortes.
Somente na Verdadeira Videira os bons frutos são produzidos. Longe d'Ela a vida será marcada pela insatisfação, egoísmo, frustração, autossuficiência e morte.
O amor vivido evidencia a fé que temos e a fé que professamos. O amor vivido é a garantia de frutos abundantes com cestas, corações e mesas fartas!
O amor vivido torna visível a fé, porque faz da esperança não algo improvável, mas já alcançável, porque quem em Deus confia jamais se decepciona.
O amor torna-se, enfim, condição indispensável para conhecermos a Deus e permanecermos com Seu Filho. Assim podemos invocar o Espírito e Ele nos assistirá!
A alegria acompanha o coração daquele que crê, porque por Ele apaixonado, enamorado, sabe que mãos vazias não terá, coração ressequido não conhecerá; mãos e pés enfraquecidos jamais ficarão.
Somos Pascais, cremos no Cristo Ressuscitado que nos convida amorosamente: “Permaneçam comigo!”. Qual é a nossa resposta? Só há uma resposta:
“Queremos permanecer Contigo, Senhor, porque somente Tu tens Palavras de Vida Eterna!”.
Eis os caminhos para que em Deus,
com Seu Filho, permaneçamos...
Na Videira do Senhor, em Seus ramos,
frutos abundantes produzamos.
Ó mais puro Amor,
Ó Raio de Luz que brilha como Sol Nascente!
Ó Raio de Luz que brilha como Sol Nascente!
Da Seiva do Amor, da Seiva do Espírito
sejamos nutridos copiosamente:
Na Mesa da Palavra e da Eucaristia com a
Mãe da Videira - Maria!
Nutramo-nos da Seiva do Amor! (06/05)
Nutramo-nos da Seiva do Amor!
Há sempre um forte convite de Jesus para todos nós: na videira, que é Ele próprio, Cristo Jesus (Jo 15) e, d’Ele, sermos os ramos, para que frutos abundantes, eternos e celestiais possamos produzir; nutrindo-nos do essencial de Deus: sua seiva de amor que emana abundantemente da Divina Fonte de Misericórdia, o Sagrado Coração de Jesus.
Como a videira não pode dar frutos se seus ramos não forem podados, vivamos com mais ardor nossa vocação, predispondo-nos às podas necessárias da conversão, com renúncias, sacrifícios e maior empenho e dedicação de todos nas mais diversas atividades cotidianas e pastorais e, assim, melhor correspondermos ao amor de Deus por nós.
Quando na videira permanecemos, fortalecemos nossa comunhão com a Igreja e nos abrimos a novas perspectivas, buscando respostas aos novos desafios, sejam quais forem.
Quando nos nutrimos da Seiva do Amor que emana abundantemente da Videira que é Cristo Jesus, temos a plena convicção de que algo fizemos, mas sempre o ainda nunca bastante.
Que a lição do Divino Multiplicador, Jesus, nos inspire a crer que cinco pães e dois peixes acompanhados de amor é perfeição, possibilidade de divinas realizações.
terça-feira, 20 de maio de 2025
“Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou...” (05/05)
“Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou...”
Reflexão à luz da passagem do Evangelho de João (Jo 14,27-31a), em que Jesus diz aos Seus discípulos, num contexto de despedida, pois é eminente o Mistério de Sua Paixão e Morte:
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração” (Jo 14,27).
Será, portanto, a missão dos apóstolos continuar a missão de Jesus Cristo, comunicar o “Shalom”, como instrumentos da paz, da vida nova, da comunhão a ser vivida com Deus e com o próximo - shalom!, que é o próprio Jesus, como já anunciara o Profeta Isaías:
“Pois nasceu para nós um pequenino, um filho nos foi dado. O principado está sobre Seus ombros e Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai para sempre, Príncipe da Paz, e a paz não terá fim sobre o trono de Davi e Seu Reino, para estabelecê-lo e confirma-lo no direito e na justiça desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos exércitos o fará” (Is 9,5-6).
Verdadeiramente, Jesus Cristo é a nossa paz, nosso Shalom, plenitude de vida que veio ao nosso encontro, assumindo nossa humanidade, fragilidade, para nos presentear com a Sua divindade; e ainda mais dar a Sua vida na expressão máxima de amor, morrendo na crudelíssima morte de Cruz, mas o Pai O Ressuscitou.
“Shalom” expressa, portanto, riqueza inesgotável, pois significa a plenitude de vida e de Salvação que é o próprio Jesus, e assim a comunidade deve crescer no amor mútuo, em perfeição e alegria.
Alcançará êxito em sua missão e se empenhará em estabelecer relações de harmonia, serenidade, tranquilidade, confiança, afinal o Ressuscitado Se faz presente em seu meio.
Contemplemos a vida e ação de Jesus, que fazia resplandecer Sua divindade, assim como manifestavam Sua humanidade, e como discípulos d’Ele sejamos promotores da paz, pois tão somente assim seremos chamados filhos de Deus, como Ele mesmo nos falou no Sermão da Montanha:
“Bem-Aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9).
O Cardeal J. Suenens assim nos fala sobre Jesus, Homem-Deus, um de nós, exceto no pecado:
“Jesus teve fome e sede (Mt 4,2; 21,18); (Jo 4,7; 19,28), é sujeito ao cansaço (Jo 4,6), faz amizades, chora Lázaro (Jo 11,35), tem compaixão das multidões (Mt 10,36), ou Se enche de alegria diante das manifestações de amor do Pai (Lc 10,21).
Aproxima-Se dos homens com uma simplicidade e uma autoridade impressionantes: os pecadores, os doentes, os que sofrem, n'Ele encontram a compreensão que buscam e ao mesmo tempo o apelo enérgico que os converte.
Entrega-Se, cada dia, à missão que Lhe foi confiada pelo Pai, desde a tentação no deserto até a suprema entrega no Horto das Oliveiras, onde contemplamos a profundidade humana de Seu sofrimento e de Sua adesão ao Pai e a Sua vontade”. (1)
Quando a comunidade dos discípulos reaprende a amar, capacita-se para a missão de paz, e então, se torna sal da terra, luz do mundo e fermento na massa, de modo que a não vivência ou a recusa do amor impede que a paz aconteça, paz que nos é dada como dom divino, compromisso humano inadiável.
Reflitamos:
- Como Igreja ,de que modo estamos a serviço da promoção da paz?
- Como vivemos a graça da missão de comunicar a Paz que Jesus nos dá?
Vivendo o Tempo Pascal, renovemos a alegria por sermos plenificados de todos os dons que o Ressuscitado nos comunica, na espera da Celebração da vinda de Seu Espírito, que conduz, anima, revigora a Igreja, para continuar a Sua Missão.
(1) Missal Dominical - Editora Paulus - pág.72
Anunciar e testemunhar a Vida Nova do Ressuscitado (05/05)
Anunciar e testemunhar a vida Nova do Ressuscitado
A Liturgia da terça-feira da quinta Semana do Tempo da Páscoa nos apresenta na primeira Leitura, a passagem do Livro dos Atos dos Apóstolos (At 14,19-28), que retrata o fim da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé.
A missão do anúncio e do testemunho do Ressuscitado tem traços fundamentais:
- O entusiasmo necessário para vencer os perigos e as dificuldades para o anúncio da boa nova;
- A comunicação de palavras de consolação para fortalecimento da fé da comunidade confiada;
- O necessário apoio mútuo;
- A Oração e a consciência de que a missão não é obra puramente humana, mas de iniciativa divina, tendo Deus como autor autêntico da conversão, sob a ação e iluminação do Espírito Santo.
Reflitamos:
- De que modo vivemos o Novo Mandamento do Amor que o Senhor nos ordenou?
- De que modo vivemos o Novo Mandamento do Amor que o Senhor nos ordenou?
- Somos uma comunidade missionária, indo ao encontro daqueles que não conhecem ainda a Boa Nova do Ressuscitado?
É tempo de amar como Jesus ama; somente assim nossa vida terá sentido e a alegria Pascal transbordará verdadeiramente em nosso coração, e seremos fiéis à missão que Ele nos confiou. Aleluia!
segunda-feira, 19 de maio de 2025
Em poucas palavras... (04/05)
Os sinais de Deus na evangelização
“Descobrir os sinais que possam falar de Deus ao ateu de hoje é o grande problema da evangelização e da reflexão teológica.
Num mundo secularizado, o sinal será talvez o de uma Igreja despojada, pobre, a inteiro serviço do homem, purificada de todo conceito demasiado materialista de Deus...
Poderão ser sinais os cristãos engajados na construção de uma cidade mais humana e fraterna, pacífica e justa.” (1)
(1) Comentário do Missal Cotidiano sobre a passagem dos Atos dos Apóstolos (At 14,5-18) - pág. 427
domingo, 18 de maio de 2025
O Mandamento do Amor é o nosso distintivo! (VDTPC)(03/05)
O Mandamento do Amor é o nosso distintivo!
“Amor que desconhece barreiras e limites...”
O Mandamento do Amor é a proposta essencial do cristianismo: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.” (Jo 13,13,31-33a.34-35). A identidade cristã passa pela intensidade e profundidade de como e do quanto se ama o próximo. Deste modo, nos reconhecerão como discípulos do Senhor.
A nossa identidade não é uma filosofia, conjunto de ideologias... Não somos meros cumpridores da lei; cumpridores da prática de ritos em si mesmo.
O discípulo de Cristo é marcado pelo doar-se totalmente, como Ele o fez: Amou-nos até o fim, até as últimas consequências e continua nos amando...
O Mandamento do Amor não é conselho ou condição, é imperativo! Foi dado, a nós, pelo Senhor. Amar na alegria e na tristeza, nos momentos bons e difíceis, amar o igual e o diferente, amar mesmo sem ser amado...
Amor que desconhece barreiras e limites... Amor que supera preconceitos, discriminações.
Assim é o amor cristão, o novo Mandamento, porque é o amor vivido como Ele viveu, e não segundo nossos mesquinhos conceitos e critérios.
A partir desta fé, inaugura-se um relacionamento que transforma a si mesmo e todos os que estão a sua volta, culminando na renovação de todas as estruturas geradoras de lágrimas, luto, dor e sofrimento.
A fé na Ressurreição de Cristo nos convoca a nossa própria renovação, bem como de todas as estruturas do mundo, para ser a expressão de uma Aliança que deu certo.
Ø Jesus, plenitude do Amor de Deus por nós, teria morto em vão?
O amor e a alegria de sermos partícipes de um novo céu e de uma nova terra devem estar presentes em nós e em nossas comunidades, de modo que os ministérios na comunidade estejam a serviço do Reino.
Tudo se torna mais belo e grandioso quando nos pomos a servir a comunidade e não nos servir da mesma.
Ser discípulo é ser testemunha, no mundo, do Amor de Deus, na fidelidade, acolhida, partilha e serviço... É ser marcado pelo entusiasmo, generosidade, solidariedade, no respeito à liberdade, no sentido mais pleno e belo que se possa dizer...
A vida cristã se move a partir da novidade da Ressurreição, construindo o novo céu e a nova terra, a Jerusalém Celeste, a utopia que nos move.
A utopia que nos faz crescer a cada dia no Mandamento fundamental que nos identifica com Ele, Jesus!
Eis o grande desafio: a construção de uma comunidade escatológica que experimente sinais do Reino, e ainda que não plenamente, mas experimente...
Por isto uma comunidade alegre e consciente de que o horizonte de um mundo novo, renovado, transformado, com vida e dignidade, marcado pela fraternidade e paz, é possível...
Amemos como Jesus nos amou! Exigência fundamental para aquele que n’Ele crê! Amar, não na nossa medida, mas na medida em que Ele nos amou! A maneira de Jesus nos amar ultrapassa a nossa maneira de amar.
A nossa religião é a religião do amor, se não o for não terá mais razão de ser, de existir...
Amar é condição para pertencer a Comunidade de Jesus, e assim, descobrirão através de nossa vida, relacionamentos e testemunhos, a presença e a vida do Amor de Deus em nós!
Eis a força que nos move:
Ser, no mundo, sinal vivo do Deus que ama!
Ser, no mundo, sinal vivo do Deus que ama!
Amor que ultrapassa nossa humana compreensão,
Porque Amor de Divina condição!
Amém. Aleluia!
Amém. Aleluia!
Amar como Jesus Ama: desafio e missão (VDTPC) (03/05)
Amar como Jesus Ama: desafio e missão
“Vede como eles se amam” (Tertuliano)
A Liturgia do 5º domingo da Páscoa (Ano C) nos convida a aprofundar a vivência do essencial do cristianismo: a prática do Mandamento do Amor – “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” (já anunciado no Livro do Levítico 19,18-34 e Dt 10,19).
A vida cristã tem esta marca que garante sua autenticidade: a capacidade de amar até o extremo, no dom total da própria vida.
A passagem da primeira Leitura (At 14,21b-27) retrata o fim da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé.
A missão do anúncio e do testemunho do Ressuscitado tem traços fundamentais que podem ser assim sintetizados:
- O entusiasmo necessário para vencer os perigos e as dificuldades para o anúncio da boa nova;
- Ter palavras de consolação para fortalecer a fé da comunidade confiada;
- O necessário apoio mútuo; a Oração e a consciência de que a missão não é obra puramente humana, mas de iniciativa divina, tendo Deus como autor autêntico da conversão, sob a ação e iluminação do Espírito Santo.
A passagem da segunda Leitura (Ap 21, 1-5a) nos apresenta a missão de construirmos um novo céu e uma nova terra, que é a meta última de nossa história.
A visão do autor – “Jerusalém que desce do céu” – retrata a realidade de que o novo céu e a nova terra têm origem divina e possibilita nossa resposta, nossa participação.
Discípulos do Ressuscitado, esperamos e nos comprometemos com a Jerusalém Celeste tornando o mundo mais fraterno, mais justo e solidário, a meta da harmonia e da felicidade sem fim. Não haverá mais dor, luto, morte e sofrimento.
A partir desta fé inaugura-se um relacionamento que transforma a si mesmo e todos os que estão em sua volta, culminando até na renovação de todas as estruturas geradoras de lágrimas, dor, sofrimento e luto.
O amor e a alegria de sermos partícipes na construção do Reino devem estar presentes em nossas comunidades. Isto ocorre quando os ministérios diversos são postos a serviço da comunidade, e não nos servimos dela para qualquer outro objetivo. A grandiosidade está no servir à comunidade e não o contrário.
Somente no amor vivido é que reconhecerão que somos discípulos do Ressuscitado, e esta passa a ser para sempre a nossa identidade, de modo que nossa identidade não é uma filosofia, tão pouco a prática de ritos em si mesmo, mas a intensidade e profundidade do como e do quanto amamos (cf. Jo 13,35).
A Ressurreição de Jesus Cristo nos convoca a nossa própria renovação, bem como de todas as estruturas do mundo, para que seja a expressão de uma Aliança que deu certo. Ter nos amado e nos amado até o fim, não foi em vão.
Esta missão é explicitada na passagem do Evangelho (Jo 13,31-33a.34-35) em que, num contexto de despedida dos Seus discípulos, Jesus deixa o Novo Mandamento do Amor.
Trata-se de um momento muito solene, e não havia possibilidade para conversas inúteis, porque se aproximava o fim, e era preciso recordar aos discípulos o mais fundamental na proposta cristã: o Mandamento do Amor.
A medida do amor fraterno é Ele próprio, o Amor de Cristo – “como Eu vos amei” (Jo 13,34). Portanto, o amor não consiste numa ideia, e tão pouco pode ser reduzido a qualquer sentimento, mas um autêntico movimento de entrega que faz o outro viver, porque gera vida.
Amemos como Jesus nos ama, porque isto é a exigência fundamental para aquele que n’Ele crê. O Mandamento do Amor é a expressão máxima da vida cristã.
A comunidade será para o mundo um sinal do Deus vivo e que ama a humanidade.
Ser discípulo é testemunhar o Amor de Deus na fidelidade, acolhida, serviço, entusiasmo, generosidade, partilha...
“Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.” Segundo Tertuliano, autor sagrado, os primeiros cristãos tomaram tão a sério estas Palavras do Senhor, que os pagãos exclamavam admirados «Vede como eles se amam!» (cf. Jo 15, 12.13.17; 1 Jo 2, 8; Mt 22, 39; Jo 17, 23; Act 4, 32).
Reflitamos:
- De que modo vivemos o Novo Mandamento do Amor que o Senhor nos ordenou?
- Somos uma comunidade onde o amor é o nosso distintivo?
- Nossas relações dentro da comunidade são marcadas pelo amor fraterno?
- Somos uma comunidade missionária, indo ao encontro daqueles que não conhecem ainda a Boa Nova do Ressuscitado?
- Quais são os sinais que expressam nossos compromissos na construção de um novo céu e uma nova terra?
- Ao virem nossas comunidades, as relações entre os que dela participam e outras manifestações, os que dela não participam dirão – “vede como eles se amam”?
Eis o desafio, eis a nossa missão. Um longo caminho já fizemos, sem nos esquecermos de que somos a Igreja do Ressuscitado, uma Igreja santa e pecadora, somos convidados a viver a religião do amor, a amar como Deus ama, como aprendemos com o Filho, iluminados e inflamados pelo Fogo do Espírito.
Quando não perdemos a meta da Jerusalém Celeste, não nos perdemos também no caminho.
É tempo de amar como Jesus ama; somente assim nossa vida terá sentido e a alegria Pascal transbordará verdadeiramente em nosso coração. Aleluia!
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