domingo, 11 de maio de 2025
Às Mães sedentas de Deus
Com você, mãe...
Com você, mãe...
Com você, descubro que a vida é como o mar,
Com coragem, aprendi em cada mergulho,
Que quanto mais profundo, mais novas descobertas.
Com você, aprendi que é preciso sabedoria,
Para fazer sábias escolhas,
e não cair em abismos irreversíveis.
Com você, superei e venci
desafios,
Que aparentemente pareciam montanhas
De subidas impossíveis, cume inalcançáveis.
Com você, em todo o tempo, a cada estação,
Contemplo em cada uma delas sua beleza,
Vivo cada momento, com fé, na alegria ou na tristeza.
Com você, aprendi a não ter medo do “escuro”,
Na certeza de que, no auge da escuridão,
Com Deus, sempre há a luz
de novo amanhecer.
Com você, enfrentei a aridez de desertos,
E aprendi que há sempre oásis na travessia,
De modo especialíssimo, a Santa Eucaristia.
Com você, caminho para a eternidade,
Crendo que o céu para quem crê é possível,
Se pela Palavra divina me deixar conduzir. Amém.
Mães nos dão suporte e segurança
Mães nos dão suporte e segurança
Diante do altar, um vaso com belas flores,
E era que se podia ver, porque notável,
Mas havia algo que quase imperceptível:
Com o olhar poético, contemplei os pés dos vasos.
Um deles, era uma pedra suporte
Dando ao vaso equilíbrio e sustentação.
A pedra silenciosa e ocultamente ali, diante dos olhares,
Assim acontece, por vezes, com nossas mães:
No cotidiano, imperceptíveis, e silenciosas...
Nos garante em muitos momentos e situações
Equilíbrio e sustentação de nossos sonhos e projetos,
E de seus lábios ouvimos: “coragem, você vai conseguir”.
Naquela manhã, quando parecia eternizar um problema,
Que pareceria para sempre um imenso pesadelo,
Dela ouvimos: “o pesadelo há de passar, não deixe de sonhar.”
E em tantos outros momentos em nossa vida,
Ali se encontra, se reinventando e dando suporte,
Porque, muitas vezes, como vasos sem os pés nos sentimos.
Ser mãe, no silêncio, oculta aos olhares,
Mas com o olhar que não se fecha,
Às angústias e dores de um filho.
Mãe é como uma “pedra que dá suporte”
A um vaso quebrado, que por vezes o somos,
Ali sempre presente, nosso carinho e gratidão. Amém.
sábado, 10 de maio de 2025
Amor de mãe
Amor de mãe
Assim são mães, invariavelmente:
Sempre solícitas em nossas dores,
Percepção ímpar de nossos sentimentos,
E atentas em ouvir e responder aos nossos lamentos.
Mãe tem sempre algo pronto
para enxugar nossas lágrimas,
aquecer nossa alma em aflição,
ainda que sem lenço, com o calor da mão.
Ó amor de mãe, que tanto bem faz,
Que tanta segurança nos alcança.
Que tanto bem faz para nossa alma,
Nos acolhe, escuta, ampara, acalma...
Ave Maria, cheia de graça...
Olhar de mãe
Olhar de
mãe
Por um
instante, se mergulhássemos em teu olhar
Veríamos
quão frágil você é, ainda que não pareça.
Entenderíamos
possibilidades de contradições,
Liberdade
de expressão de múltiplas emoções.
Um
instante a mais, se nos fosse permitido,
Contemplaríamos
as inevitáveis rugas do tempo,
com
maturidade necessária assumidas,
Contingências
da humana condição.
Elas nos
diriam que têm uma história
De
lágrimas vertidas,
Ora de
alegria, ora de tristeza,
De
vitória, mas também possíveis derrotas.
Ah,
apenas mais um instante permitido,
Qual
presente tua alma alegraria, diria:
“Nada de
presentes, eis minha alegria:
Apenas não
desista de seus projetos e sonhos...”
Dia das
mães a ser piedosamente celebrado,
Mais que comemorado,
no altar, eucaristizado.
Olhar de
mãe contemplado, que mistério profundo!
Brilho e
luz que torna mais belo o mundo.
Olhares
de mãe e filhos sejam trocados,
Como o
foi naquela tarde da Paixão e Morte.
Uma mãe,
na dor, pelo Filho nos foi dada.
No
discípulo amado, a Maria fomos confiados. Amém.
“Ave Maria, cheia de graça...”
Com você, Mãe, aprendi...
Mãe, eterna presença







