sexta-feira, 26 de junho de 2026

“O apostolado nasce do amor e exerce-se no amor” (São Pedro e São Paulo)

                                                     


“O apostolado nasce do amor e exerce-se no amor”

Na Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, refletimos sobre o exemplo de fidelidade a Jesus e o corajoso testemunho do Projeto Libertador de Deus que os impulsionou.

Consumiram a própria vida por Cristo, consumaram pelo martírio, tamanho amor vivido, tiveram o coração por Cristo plenamente conquistado.

A passagem da primeira Leitura (At 12, 1-11) nos revela o Amor zeloso de Deus àqueles a quem chama, ama e envia, bem como o carinho, a Oração e a solidariedade da comunidade pelos líderes da Igreja e por toda a Igreja.

Numa bela catequese, Lucas retrata o cuidado que Deus tem para com a Sua Igreja. Não foram fáceis os primeiros momentos da Igreja nascente: perseguição, incompreensão e martírio.

Os Apóstolos, como Tiago, beberam do mesmo cálice, como o Senhor anunciara (Mc 10,38). Estes continuam a missão de Jesus que, por Sua presença, agindo e libertando, é o selo da autenticidade da missão realizada.

Assim acontecerá com toda comunidade que viver a fidelidade e a radicalidade do Evangelho, em todo lugar e em qualquer tempo.

A passagem da segunda Leitura (2Tm 4,6-8.17-18) é um texto comovente e questionador, pois reflete sobre a pessoa, a missão e o caminho feito por Paulo, marcado pelo entusiasmo, entrega, fidelidade e radicalidade no seguimento do Senhor. Paulo é dom total da sua vida, para que a Salvação chegue a todos os povos.

O Apóstolo Paulo tem a preocupação de que a comunidade não se desvie pelas falsas doutrinas, mas fique firme no Evangelho por ele anunciado.

Neste sentido, exorta para que Timóteo reavive a chama da fé, renovando o entusiasmo na fidelidade ao Senhor. Paulo sabe que percorreu um caminho difícil e que vale a pena; um caminho que conduz, necessariamente, à vida plena.

Por tudo isto, se apresenta como modelo de testemunho, e inspirador para todo aquele que quiser o Senhor seguir, anunciar, testemunhar; pois combateu o bom combate da fé.

Se nos deixarmos conquistar totalmente pelo Amor de Cristo, também cumpriremos atos de heroísmo, como estas duas colunas da Igreja.

Jamais nos falte a graça deste amor, para que superemos e afastemos toda e qualquer forma de presunção, acolhendo a força de Deus em nossa fragilidade.

A passagem do Evangelho (Mt 16,13-19), apresenta na primeira parte, uma instigante pergunta “quem é Jesus para nós?”. A resposta de Pedro é a mais bela possível: “ Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”; e, na segunda, nos apresenta a missão da Igreja na pessoa de Pedro.

Jesus não quis averiguar Seu “índice de popularidade”, mas desejava que os discípulos tivessem a verdadeira compreensão de Sua identidade: quem é Jesus e qual é a Sua missão, considerando que, na passagem proclamada, Ele tem no Seu horizonte o destino da Cruz.

As respostas superficiais levam ao seguimento na mesma medida, e até mesmo ao abandono. É preciso captar a profundidade do Mistério de Jesus: unidade e intimidade com o Pai para realizar o Projeto Salvador com a força do Santo Espírito.

Por isto, edifica a Igreja sobre a fé de Pedro para continuar a Sua missão. Jesus confia a Pedro as chaves para ligar e desligar, acolher ou excluir, porque não há admissão à comunidade sem a adesão às Suas propostas.

Assim como a tríplice negação de Pedro foi acompanhada de um triplo ato e profissão de amor, também nós o façamos, para não recuarmos em nossa missão e fidelidade ao Projeto que Deus tem para cada um de nós realizar.

Do amor que nos consome por sermos conquistado por Cristo, nasce o serviço que devemos cumprir, amando a Igreja com suas sombras e luzes, pecado e graça, alegrias e tristezas...

Nesta Solenidade, não sejamos econômicos em rezar por toda a Igreja, e de modo especial pelo Papa, que continua a missão de Pedro, confiada por Jesus. 

O amor à Igreja e ao Papa devem caminhar sempre juntos em nosso Apostolado, haja vista que:

“O que vale para Pedro, vale para cada Papa e para cristão. Exercemos já talvez atividades na Paróquia; façamos com que sejam feitas com amor. Ou então, poderíamos cumpri-las, mas ainda não nos decidimos: esforcemo-nos para que isso aconteça o mais depressa possível, preparemo-nos, atuemos por amor.

O apostolado nasce do amor e exerce-se no amor. É o que nos dizem, na sua atividade concreta, os dois Santos que  festejamos. [...] A Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo quer despertar em nós o compromisso pelo apostolado no amor.” (1)

Reflitamos:

- Qual é o lugar que Jesus ocupa em minha existência?
- Quem é Jesus Cristo para mim?

- Por que sou e estou na Igreja?
- Sinto-me membro vivo de uma comunidade estruturada para amar e servir na fidelidade ao Divino Mestre?

- O que a fé testemunhada de Pedro e Paulo me inspira, questiona, para melhor seguir o Senhor e viver mais plenamente o Evangelho?
- Sinto meu apostolado nascer do amor e por amor a Jesus?

- Quanto e quando rezo pela Igreja e pelo Papa?

Pai Nosso que estais nos céus...


(1) Lecionário Comentado - Editora Paulus - Lisboa - 2011 - p.925.

Em poucas palavras... (São Pedro e São Paulo)

                            


Saudação do Apóstolo Pedro

“Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção e da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente” (1)

  

(1)            1 Pd 1,1-2

Apóstolos Pedro e Paulo: Colunas da Igreja (São Pedro e São Paulo)

                                         



Apóstolos Pedro e Paulo: Colunas da Igreja 

Sem paixão não há discipulado

As palavras do Papa Bento XVI, no discurso inaugural da Conferência de Aparecida (2007), ecoam no coração de todo Presbítero e do Povo de Deus:
 
“O discípulo, fundamentado na rocha da Palavra de Deus, sente-se impulsionado a levar a Boa Nova da Salvação a seus irmãos. Discipulado e missão são como os dois lados de uma mesma moeda: quando o discípulo está enamorado de Cristo, não pode deixar de anunciar ao mundo que só Ele Salva (At 4,12). Com o efeito, o discípulo sabe que sem Cristo não há luz, não há esperança, não há amor, não há futuro”.
 
Sem paixão não há discipulado, apostolado, missão, evangelização… Enamorar-se por Cristo é assumir um compromisso irrenunciável com a Boa Nova do Reino por Ele inaugurado.
 
Assim como a morte de Cristo foi um ato extremo de Amor, Seus fiéis seguidores trilharam o mesmo caminho.
 
Enamorados por Cristo, Sacerdote e comunidade, devem cultivar profunda amizade pessoal com Ele, compartilhando os Seus sofrimentos (Fl 2,1-11).
 
Em todo o tempo somos exortados a reler as página da história da nossa Igreja, o testemunho daqueles que professaram a fé em Cristo. 
 
 
Trazemos à memória a maravilhosa declaração de amor do Apóstolo Pedro ao próprio Senhor: “Simão, filho de Jonas, tu me amas mais do que estes?” - “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que Te amo”. Somente após a confirmação do amor é que o Senhor lhe confiou o cuidado do rebanho – “Apascenta minhas ovelhas” (Jo 21,4-23).
 
O Apóstolo Paulo nos dá inúmeras provas de amor por Cristo. Uma das mais expressivas encontramos em Gálatas –“Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. Minha vida presente na carne , vivo-a pela fé no Filho de Deus que me amou e Se entregou a Si mesmo por mim” (Gl 2,20). Para o Apóstolo viver é Cristo e o morrer é lucro (Fl 1,21).
 
Mais adiante declara: “Mas o que era para mim lucro, tive-o como perda, por amor de Cristo. Mais ainda: tudo considero perda, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Por Ele, perdi tudo e tudo tenho como esterco, para ganhar a Cristo e ser achado n’Ele…” (Fl 3,7-16).
 
Quando da Solenidade de São Pedro e São Paulo, em um dos seus Sermões,  assim nos falou Santo Agostinho (séc. V):
 
“O martírio dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo consagrou para nós este dia (…) Estes mártires viram o que pregaram, seguiram a justiça, proclamaram a verdade, morreram pela verdade (…)
 
Num só dia celebramos o martírio dos dois apóstolos. Na realidade, os dois eram como um só. Embora tinham sido martirizados em dias diferentes, deram o mesmo testemunho. Pedro foi à frente; Paulo o seguiu.
Celebramos o dia festivo consagrado para nós pelo sangue dos apóstolos  (...)
 
Amemos a fé, a vida, os trabalhos, os sofrimentos, os testemunhos e as pregações destes dois Apóstolos”. 
 
De fato, derramaram o sangue por amor a Jesus e sofreram o Martírio: Pedro pela cruz e Paulo decapitado pela espada.
 
Reflitamos:
 
- Como tem sido nosso discipulado?
- Quanto estamos verdadeiramente enamorados por Cristo, configurados a Ele, com mesmos sentimentos e pensamentos, como nos propõe o Apóstolo Paulo?
 
Concluindo, somente enamorados por Cristo, seduzidos pela Sua Verdade, é que nos colocaremos intrepidamente no caminho, com Ele que é o próprio Caminho, e teremos Vida plenamente.

Aprendamos com São Pedro, o Príncipe dos Apóstolos (São Pedro e São Paulo)

                                                           


Aprendamos com São Pedro, o Príncipe dos Apóstolos
 
“Senhor, eu creio: aumenta a minha fé!
Tu conheces meu coração,
Tu vês o medo, que existe em mim,
de confiar-me perdidamente a Ti.
 
Tu sabes que o desejo
de governar sozinho a vida
é tão forte em mim,
que muitas vezes faz que eu fuja de Ti!
 
No entanto, eu creio:
diante de Ti está meu desejo
e minha fraqueza.
Orienta aquele, sustenta esta,
ajudando-me a fazer naufragar em Ti
qualquer sonho meu, esperança e projeto,
para confiar em Ti e não em mim
e nas presumidas evidências
deste mundo que passa.
 
Faze que eu saiba lutar contigo:
mas não permitas que eu vença!
Senhor de meu medo e da minha espera,
do meu desejo e da minha esperança,
aumenta, peço-te, a minha fé!” Amém.

 

(1) Caminhando na fé – Bruno Forte - Arcebispo Metropolitano de Cheti-Vasto -  Retiro espiritual para os Bispos – CNBB – Aparecida – 3 a 4 de maio de 2014

Em poucas palavras... (São Pedro e São Paulo)

                                          


Pedro e Paulo segundo a Liturgia bizantina 

“Eles são as asas do conhecimento de Deus que percorreram voando os confins da terra e se levantaram até o céu; são as mãos do Evangelho da graça, os pés da verdade do anúncio, os rios da sabedoria, os braços da cruz”.

 

“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (São Pedro e São Paulo)

                                                     

“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”

Eis a resposta de Pedro à pergunta que Jesus fez sobre Sua identidade: “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16)

O Bispo Santo Irineu (séc. II), com poucas palavras  descreve o que significa o nome de Cristo:

“É, aliás, o que indica Seu próprio nome, pois no nome de Cristo está subentendido Aquele que ungiu, Aquele que foi ungido e a própria Unção com que Ele foi ungido: Aquele que ungiu é o Pai, Aquele que foi ungido é o Filho, e o foi no Espírito, que é a Unção” (1).

No Mistério da Santíssima Trindade, contemplamos a comunhão de três Pessoas e um só Deus: o Pai ungiu, o Filho foi ungido e a Unção é o próprio Espírito.

Esta definição nos remete à afirmação do Bispo e Doutor da Igreja, Santo Agostinho (séc. V): “Com efeito, são Três: o Amante, o Amado, o Amor.”; “E não mais que Três: um que ama aquele que procede dele, um que ama aquele do qual procede, e o amor mesmo.” (2)

Pelo Batismo somos ungidos pelo óleo, e também no Sacramento da Crisma, quando recebemos a plenitude dos dons do Espírito, quando na unção se diz, ao assinalar a fronte do crismando: “Recebe por este sinal + o Espírito Santo, o dom de Deus”.


Deste modo, também somos ungidos, marcados pelo selo do Espírito para ser sinal de Deus no mundo, proclamando e testemunhando a Boa-Nova que o Senhor nos anunciou e ao mundo nos enviou para continuar a Sua missão.

Contemplemos a Santíssima Trindade, e mergulhemos no Mistério imenso e intenso de amor destas três Pessoas.


(1) Catecismo da Igreja Católica – n. 438
(1)De Trinitate – Santo Agostinho – citado em Teologia da Ternura – um “evangelho” a descobrir - Carlo Rochetta - Editora Paulus – pág. 318 
Reflexão apropriada para a passagem do Evangelho de Lucas (Lc 9,18-24)

Quem nos ama tanto assim? (São Pedro e São Paulo)

                                                             

Quem nos ama tanto assim?

Na Solenidade de São Pedro e São Paulo ouviremos a passagem do Evangelho de Mateus (Mt 16, 13-19) em que Jesus pergunta aos discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” e “E vós, quem dizeis que  Eu sou?” (Mt 16,13.15).

Sejamos enriquecidos pela reflexão que São Gregório de Nazianzeno (séc. IV), somando à resposta revelada por Deus Pai a Pedro, como o próprio Senhor o disse: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo.” (Mt 16,16).

“Foi envolvido em panos, porém, ao ressuscitar, lançou as vendas da sepultura.

Foi reclinado em um presépio, mas depois foi celebrado pelos Anjos, assinalado pela estrela e adorado pelos magos.

Por que te maravilhas do que viste com os olhos, enquanto não observas o que é percebido com a inteligência e com o coração?

Foi obrigado a fugir do Egito, porém transforma em fuga o andar errante dos egípcios.

Não tinha nem aspecto nem beleza humana entre os judeus, porém, segundo Davi, era belo de rosto acima dos filhos dos homens; e também no cume do monte, como esplendor, resplandece e chega a ser mais luminoso que o sol, vislumbrando, desta forma, e esplendor futuro.

Foi batizado como homem, mas alcançou a vitória como Deus. Ordena-nos ter confiança n’Ele como n’Aquele que venceu o mundo.
Sofreu fome. Mas saciou a muitos milhares de pessoas, e Ele mesmo tornou-Se Pão que dá vida e o céu.

Padeceu sede, mas exclamou: se alguém tem sede, venha a mim e beba; e também prometeu fazer manar, para aqueles que têm fé, fontes de água viva.

Experimentou o cansaço, mas Se fez repouso daqueles que estão cansados e oprimidos.

Sentiu-Se extenuado pelo sono, porém caminha ligeiro sobre o mar, repreende aos ventos e salva Pedro que estava a ponto de ser submergido pelas ondas.

Paga os impostos com um peixe, porém é rei dos arrecadadores. É chamado samaritano e possuído pelo demônio, mas leva a salvação àquele que, descendo de Jerusalém, foi assaltado por alguns ladrões.

É reconhecido pelos demônios, porém expulsa aos demônios e impele as legiões de espíritos malignos para precipitarem-se ao mar, e vê ao príncipe dos demônios, quase como um relâmpago, precipitar-se do céu.

É agredido com pedras, mas não é preso. Suplica, porém acolhe aos demais que pedem. Chora, mas enxuga as lágrimas.

Pergunta onde foi sepultado Lázaro, pois realmente era homem, mas ressuscita Lázaro da morte à vida, porque de fato era Deus.

É vendido e por pouco preço: por trinta moedas de prata, mas, entretanto, redimia ao mundo a grande preço: com o Seu Sangue.

É conduzido à morte como uma ovelha, mas Ele apascenta a Israel e agora também ao mundo inteiro.

Está mudo como um cordeiro, mas Ele é o próprio Verbo, anunciado no deserto pela voz daquele que clamava.

Foi abatido e ferido pela angústia, mas vence toda enfermidade e sofrimento.

É tirado do lenho onde foi suspenso, mas nos restituiu a vida com o lenho, e concede a Salvação também ao ladrão – que pende do lenho –, e ignora-se tudo o que se revela.

É-lhe dado a beber vinagre, e Se nutre com fel, mas para quem? Para Aquele que transformou a água em vinho. Saboreou aquele gosto amargo, Aquele que era o próprio deleite e todo apetecível.

Confia a Deus a Sua alma, porém conserva a faculdade de tomá-la novamente.

O véu se rasga – e as potências superiores se manifestam -, e as pedras se despedaçam, porém os mortos ressuscitam.

Ele morre, porém devolve a vida e derrota a morte com Sua morte.
É honrado com a sepultura, mas ressuscita do sepulcro.

Desce aos infernos, mas acompanha as almas ao alto e sobe ao céu, e virá para julgar os vivos e os mortos, e para examinar as palavras dos homens.” (1)

A pergunta de Jesus continua sendo dirigida a todos nós, e é imprescindível a nossa resposta: cremos em Jesus, Verdadeiramente Homem, Verdadeiramente Deus.

Professamos nossa fé em Jesus, que Se fez Carne e habitou entre nós, tão igual a nós, exceto no pecado, para nos redimir e nos conceder vida plena e eterna.

A profissão de fé, assim feita, torna impossível a concepção de uma religião alienante, sem verdadeiros e sagrados compromissos com a vida da humanidade, como tão sabiamente expressou a Igreja na introdução da “Gaudium Et Spes”:

As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração.

Porque a sua comunidade é formada por homens, que, reunidos em Cristo, são guiados pelo Espírito Santo na sua peregrinação em demanda do Reino do Pai, e receberam a mensagem da salvação para a comunicar a todos. Por este motivo, a Igreja sente-se real e intimamente ligada ao gênero humano e à sua história.” (n.1)

Celebremos esta Solenidade com alegria transbordante, e elevemos a Deus orações  pelo Papa Leão XIV, para que continue conduzindo a Igreja em sua missão de anunciar e testemunhar a Boa Nova de Jesus a todos os povos.

Que o Espírito do Senhor repouse sobre ele para que a sua missão de manter a unidade e a catolicidade da Igreja seja realizada com coragem e fecundidade.

Por fim, renovemos em nós o ardor necessário para a graça de viver e testemunhar o nosso Batismo, seduzidos por amor incondicional ao Senhor Jesus, na fidelidade ao Deus Pai com a luz e o sopro do Espírito Santo.



(1) Lecionário Patrístico Dominical - Editora Vozes -2013 -  pp. 202-204.

Quem sou eu

Minha foto
4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG