quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Gratidão a Deus por Seu imensurável Amor

                                                 


Gratidão a Deus por Seu imensurável Amor

Ele quis gravar, para sempre, nos corações, a mais bela lição de Amor à humanidade.

Sejamos enriquecidos pelos escritos do Bispo São Cirilo de Jerusalém (sec. IV), “Das Catequeses” :

“Toda ação de Cristo é glória da Igreja católica. Contudo, a glória das glórias é a Cruz. Paulo, muito bem instruído, disse: Longe de mim gloriar-me a não ser na Cruz de Cristo.

Foi uma coisa digna de admiração que Ele tenha recuperado a vista àquele cego de nascença em Siloé. Mas o que é isto em vista dos cegos do mundo inteiro?

Foi estupendo e acima das forças da natureza ressuscitar Lázaro após quatro dias de morto. Mas a um só foi dada essa graça; e os outros todos, em toda a terra, mortos pelo pecado?

Foi maravilhoso alimentar com cinco pães, qual fonte, a cinco mil homens. Mas e aqueles que em toda a parte sofrem a fome da ignorância?

Foi magnífico libertar a mulher ligada há dezoito anos por Satanás; mas que é isto se considerarmos a todos nós, presos pelas cadeias de nossos pecados?

Pois bem; a glória da Cruz encheu de luz os que estavam cegos pela ignorância, libertou os cativos do pecado, remiu o universo inteiro.

Não nos envergonhemos da Cruz do Salvador. Muito pelo contrário, dela tiremos glória. Pois a palavra da Cruz é escândalo para os judeus e loucura para os gentios, para nós, no entanto, é salvação. Para aqueles que se perdem é loucura; para nós, que fomos salvos, é força de Deus. Não era um simples homem quem por nós morria; era o Filho de Deus feito Homem.

Outrora o cordeiro, morto segundo a instituição mosaica, afastava para longe o devastador. Porém, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, não poderá muito mais libertar dos pecados? O sangue de um cordeiro irracional manifestava a salvação. Sendo assim, não trará muito maior salvação o Sangue do Unigênito?

O Cordeiro não entregou a vida coagido, nem foi imolado à força, mas por Sua plena vontade.

Ouve o que Ele disse: Tenho o poder de entregar minha vida; e tenho o poder de retomá-la. Chegou, portanto, com toda a liberdade à Paixão, alegre com a excelente obra, jubiloso pela coroa, felicitando-Se com a salvação do homem. Não se envergonhou da Cruz, pois trazia a salvação para o mundo. Não era um homem qualquer Aquele que padecia, era o Deus encarnado a combater pelo prêmio da obediência.

Por conseguinte, não te seja a Cruz um gozo apenas em tempo de paz. Também em tempo de perseguição guarda a mesma fidelidade, não aconteça seres tu amigo de Jesus durante a paz e inimigo durante a guerra. Agora recebes a remissão dos pecados e és enriquecido com os generosos dons espirituais de Teu Rei. Rebentando a guerra, luta por Ele valorosamente.

Jesus foi crucificado em teu favor, Ele não tinha pecado. Tu, por tua vez, não te deixarás crucificar por Aquele que em teu benefício foi pregado na Cruz? Não estarás fazendo nenhum favor porque primeiro recebeste. Entretanto, mostras tua gratidão pagando a dívida a quem por ti foi crucificado no Gólgota.”

Revitalizemos nossa fé e não nos envergonhemos da Cruz de Nosso Senhor,  mas façamos dela um gozo, mesmo em tempo de perseguição, dificuldades e incompreensões possíveis na vida de todo aquele que se põe a caminho com Ele. 

Em nenhum momento o Senhor nos prometeu facilidades; até mesmo acenou para os inevitáveis perigos deste caminho, mas assegurou Sua eterna e amável presença. Nosso medo se diluiu diante de Sua força e presença: “Coragem, sou Eu. Não tenhais medo!” (cf. Mt 14,22-33).

Expressemos, continuamente, nossa gratidão a Deus por tão imenso e incompreensível Amor consumado na Cruz, sem que o mereçamos, mas indubitavelmente a prova maior do Amor de Deus por nós (cf. Jo 3,16).

Ainda que nada precisasse provar, Ele quis gravar, para sempre,  nos corações, a mais bela lição de Amor à humanidade; amor tão imenso ao próximo também vivido, reconciliado, recriando um mundo novo com relações mais fraternas.

Gloriemo-nos na Cruz de Cristo como fez o Apóstolo Paulo e tantos outros ao longo de mais de dois milênios de história do cristianismo (cf. Gl 6,14).

Façamos da Cruz de Cristo um instrumento de salvação; Cruz assumida cotidianamente, sempre precedida de renúncias necessárias, desapegos de si e de todos os bens pelo Bem Maior: Deus Uno e Trino, em plena comunhão de amor, vida, alegria e paz (cf. Lc 9,23). Amém.

Resplandeçamos a luz do Senhor

Resplandeçamos a luz do Senhor

Ouvimos na quinta-feira da 4ª Semana do Tempo Comum a Passagem do Evangelho de Marcos (Mc 6, 7-13) em que nos apresenta Jesus enviando os discípulos para cumprir a missão de evangelizar, curar, exorcizar...

Assim diz o Lecionário Comentado sobre esta passagem:
O Evangelho não é só bálsamo sereno e pacífico derramado sobre as feridas da alma, mas convite à conversão e exigência de retidão normal”. (1)

Assim nos diz a Igreja na Lumen Gentium (n.1):
A luz de Cristo resplandece no rosto da Igreja”.

Continuar a missão de Jesus Cristo, é missão da Igreja, sempre conduzida pelo Espírito Santo para que o Projeto de Deus aconteça no mundo.

Evangelizando e sendo evangelizada, anunciando a Palavra do Senhor, que é “bálsamo sereno e pacífico derramado sobre as feridas da alma”. Entretanto, não é a conformação com este século, mas a proposição de conversão aos valores do Evangelho: amor, alegria, partilha, perdão, solidariedade, vida plena para todos.

Concluamos com esta oração, renovando a graça que o Senhor nos confiou de fazer resplandecer Seu rosto na Igreja iluminando as realidades mais sombrias da condição humana, em todos os seus âmbitos:

“Pai Santo, Mistério insondável de graça e de amor,
Vós quisestes que o Vosso Filho continuasse a anunciar,
Através dos Seus discípulos, a inefável grandeza do Vosso Reino
Pelos caminhos do despojamento, da humildade e da renúncia de
nós mesmos: fazei que a nossa fé possa ver o invisível e encontrar-Vos aí onde estais, para podermos acolher-Vos e tomar parte
 na assembleia festiva do Céu”.

“Pai Nosso que estais nos céus...”


(1) Lecionário Comentado p.190-191 – Ed. Paulus. 

Rezando com os Salmos - Sl 121 (122)

 




“Vamos à casa do Senhor...”

“–1 Que alegria, quando ouvi que me disseram:
'Vamos à casa do Senhor!'
–2 E agora nossos pés já se detêm,
Jerusalém, em tuas portas.
–3 Jerusalém, cidade bem edificada
num conjunto harmonioso;
–4 para lá sobem as tribos de Israel,
as tribos do Senhor.

– Para louvar, segundo a lei de Israel,
o nome do Senhor.
–5 A sede da justiça lá está
e o trono de Davi.

–6 Rogai que viva em paz Jerusalém,
e em segurança os que te amam!
–7 Que a paz habite dentro de teus muros,
tranquilidade em teus palácios!

–8 Por amor a meus irmãos e meus amigos,
peço: 'A paz esteja em ti!'
–9 Pelo amor que tenho à casa do Senhor,
eu te desejo todo bem!”

Com o Salmo 121(122) rezamos por Jerusalém, a Cidade Santa:

“Salmo de romaria, saudando os romeiros quando chegam à Jerusalém. Cheios de alegria, admiram os belos edifícios da cidade, que era o centro de unidade, das doze tribos e lhe desejam paz e prosperidade.” (1)

O autor da Epístola aos Hebreus também nos convida a refletir sobre a Jerusalém celeste:

“Vós, ao contrário, vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; da assembleia dos primogênitos, cujo9s nomes estão escritos nos céus.” (Hb 12,22-23).

Seja também nossa alegria indizível quando nos dirigirmos às nossas igrejas, para a celebração e fortalecimento de nossa fé, ao peregrinarmos na esperança, fazendo resplandecer a luz de Deus pela prática da caridade, expressa em gestos concretos em favor de nossos irmãos e irmãs (cf. Mt 5,13-16).

 

(1) Comentário da Bíblia Edições CNBB – p. 838

Vivamos a graça do Sacramento do Batismo

 


Vivamos a graça do Sacramento do Batismo
 
Retomemos os parágrafos 1213-1216 do Catecismo da Igreja Católica sobre o Sacramento do Batismo, que é o fundamento de toda a vida cristã, o pórtico da vida no Espírito (“vitae spiritualis ianua” – porta da vida espiritual”).
 
A porta que dá acesso aos outros sacramentos, e por meio dele, somos libertos do pecado e regenerados como filhos de Deus, e nos tornamos membros de Cristo, e somos incorporados na Igreja, participantes na sua missão; e denomina-se batismo por causa do rito central com que se realiza: batizar (baptízeín, em grego) que significa “mergulhar”, “imergir’.
 
Esta imersão na água simboliza a sepultura do catecúmeno na morte de Cristo, de onde sai pela Ressurreição com Ele, Jesus Cristo, como uma “nova criatura” (cf. 2 Cor 5, 17; Gl 6, 15).
 
Também chamado de “banho da regeneração e da renovação no Espírito Santo” (cf. Tt 3, 5), porque significa e realiza aquele nascimento da água e do Espírito, sem o qual “ninguém pode entrar no Reino de Deus” (cf. Jo 3, 5).
 
Este banho também é chamado de iluminação, porque aqueles que recebem este ensinamento (catequético) ficam com o espírito iluminado (São Justino).
 
No Batismo o pecado é sepultada nas águas, e chamado também de dom, graça, unção, iluminação, veste de incorruptibilidade, banho de regeneração, selo e tudo o que há de mais precioso: Dom, porque é conferido àqueles que nada trazem; Graça, porque é dado mesmo aos culpados;  Unção,  porque é sagrado  régio (como aqueles que são ungidos); Iluminação,  porque é luz irradiante; Veste, porque cobre a nossa vergonha; Banho,  porque lava; Selo, porque nos guarda e é sinal do Senhorio de Deus.
 
Concluindo, viver a graça do Batismo, selados pelo Espírito, é fazer resplandecer, a cada dia,  a luz de Deus onde quer que vivamos, como discípulos missionários do Senhor, sendo sal da terra e luz do mundo, fermento na massa (Mt 5,13-16; Lc 13,18-21).

Crendo e vivendo no Senhor, seremos eternos

                                                                        

Crendo e vivendo no Senhor, seremos eternos

"Com efeito, a paga do pecado é a morte, mas o dom de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo, nosso Senhor" (Rm 6,23)

A acolhida do Sermão sobre o Batismo, de São Paciano (séc. IV), nos enriquece em nossa espiritualidade, como discípulos missionários do Senhor:

Com Jesus, temos a nossa Ressurreição. Ainda que pela morte passemos, não morreremos para sempre:
“Como trouxemos a imagem do homem terrestre, levemos a d’Aquele que vem do céu; porque o primeiro homem, da terra, é terrestre, o segundo, do céu, é celeste (cf. 1Cor 15,47-49). Assim agindo, diletíssimos, já não mais morreremos. Mesmo que nosso corpo se desfaça, viveremos em Cristo, conforme Ele mesmo disse: Quem crer em mim, mesmo que esteja morto, viverá (Jo 11,15).”

Cremos em Jesus Vivo e Ressuscitado, que nos revela a face de Deus; comunica-nos Seu Espírito, que nos conduz como peregrinos nesta vida, porque agimos pela fé e não pela visão:
“Pelo testemunho do Senhor, estamos certos de que Abraão, Isaac, Jacó e todos os santos de Deus vivem. Destes mesmos diz o Senhor: ‘Todos para Ele vivem; Deus é Deus dos vivos, não dos mortos’ (cf. Mt 22,32). E o Apóstolo fala de si: ‘Para mim, viver é Cristo e morrer, um lucro; desejo dissolver-me e estar com Cristo’ (cf. Fl 1,21-23). De novo: ‘Quanto a nós, enquanto estamos neste corpo, peregrinamos longe do Senhor. Pois caminhamos pela fé, não pela visão’ (2Cor 5,6). É isto o que cremos, irmãos caríssimos.”

Cremos que fomos criados a imagem de Deus e, por meio de Jesus, alcançamos a vida perpétua:
“De resto: ‘Se apenas para este século temos esperança, somos os mais deploráveis de todos os homens (cf. 1Cor 15,19). Como se pode ver, a vida no mundo é a mesma para nós e para os animais, as feras e as aves. A vida deles pode até ser mais longa do que a nossa. Mas o que é próprio do homem, que Cristo deu por Seu Espírito, é a vida perpétua, contanto que não mais pequemos. Porque como a morte se encontra na culpa e é evitada pela virtude, assim o mal faz perder a vida, a virtude a sustenta. Paga do pecado, a morte; dom de Deus, a vida eterna por Jesus Cristo, nosso Senhor (Rm 6,23).

É Ele quem nos redime, perdoando-nos todo o pecado, assim fala o Apóstolo, destruindo o quirógrafo da desobediência lavrado contra nós; tirou-o do meio de nós, pregando-o na Cruz.”

Cremos que Jesus Se encarnou, viveu e morreu e Ressuscitou, e são indizíveis as maravilhas que nos alcançou:
Despindo a carne, rebaixou as potestades, triunfando livremente delas em Si mesmo (cf. Cl 2,13-15). Libertou os acorrentados, rompeu nossas cadeias, como Davi predissera: ‘O Senhor levanta os caídos, o Senhor liberta os cativos, o Senhor ilumina os cegos’ (cf. Sl 145,7-8). E ainda: ‘Rompeste minhas cadeias, sacrificar-te-ei uma hóstia de louvor’ (Sl 115,16-17). Libertados das cadeias, logo nos reunimos, pelo Sacramento do Batismo, o sinal do Senhor, livres pelo Sangue e pelo Nome de Cristo.” 

Urge que fiquemos vigilantes e em oração, até que venha o Dia do Senhor, preservando-nos de toda impureza do mal, porque somente os puros de coração verão a Deus:
Por conseguinte, queridos, somos lavados de uma vez, libertados de uma vez, de uma vez acolhidos no Reino imortal. De uma vez para sempre são felizes aqueles aos quais os pecados foram perdoados e cobertas as culpas (cf. Sl 31,1). Segurai com força o que recebestes, guardai-o bem, não pequeis mais. Preservai-vos puros do mal e imaculados para o Dia do Senhor.”.

Renovemos a alegria da pertença à Igreja, Corpo de Cristo, sendo Ele a cabeça: se o pecado entrou pelo mundo pelo primeiro Adão, a alma vivente; o último Adão, Jesus, nos comunica o Espírito vivificante, que nos acompanha e nos ajuda a viver um novo modo de vida em Cristo, abandonando os erros da vida antiga.

Crendo em Jesus Cristo Vivo e Ressuscitado, continuemos nossa peregrinação, porque pela fé, podemos sentir Sua divina presença, de modo especialíssimo no Augustíssimo Sacramento da Eucaristia.

Caminhemos com o Senhor, partícipes de uma Igreja Sinodal, verdadeiramente missionária e profética, como assim Ele o desejou e nos enviou; uma Igreja que, por sua ação e presença, a serviço da vida plena e feliz, mesmo enfrentando ventos contrários, permanece serena e confiante.

Deste modo, fazemos resplandecer a Luz de Cristo no mundo, e nos tornamos sal da terra e luz do mundo, como nos falou o Senhor (Mt 5,13-16).

Contando com a presença do Senhor, e com o Sopro encorajador do Santo Espírito, a Igreja, como uma barca, jamais fica à deriva, e faz sua travessia até a outra margem. Amém. 


PS: Apropriado para a passagem da Carta de Paulo aos Romanos (Rm 6,19-23)

Nada a temer, o Senhor está conosco!


 Nada a temer, o Senhor está conosco!


“Quem é este, a quem até
o vento e o mar obedecem?”  (Mc 4, 41)

Este será mais um ano marcado por intensas atividades e desafios, e será um tempo oportuno para confirmamos a nossa fé, em corajoso testemunho e compromisso com a Boa-Nova do Reino.

Como Igreja que somos, simbolizada biblicamente pela barca, que faz a travessia até a outra margem, enfrentando os ventos, as tempestades. Dentro dela está o Senhor, e Sua Palavra ressoa no mais profundo de nós, quando ordenou ao vento e ao mar: “Silêncio! Cala-te!” (Mc 4, 39).

A presença serena e segura do Senhor na travessia, ainda que em águas turbulentas, até a outra margem, nos acompanha na missão de todos nós: a edificação de uma Igreja ministerial e missionária, comunicando a Alegria do Evangelho, que enche a vida da comunidade dos discípulos, como bem disse o Papa Francisco em sua primeira Exortação Apostólica “Alegria do Evangelho”.

As dificuldades que encontramos no desenvolver das atividades pastorais, como é próprio em todo lugar, serão superadas com a força da Palavra do Senhor e a presença de Seu Espírito.

A violência que gera tanta insegurança, medo de circular pelas ruas, praças e shoppings, não poderá ter a última palavra. Haveremos de encontrar caminhos para uma vivência mais humana e fraterna.

Como Igreja, as marcas da desigualdade social, o compromisso social e político não serão ignorados por ninguém.

Urge que as lideranças intensifiquem o engajamento político, como cristãos, a fim de que sejam uma presença iluminadora e promotora de relações mais justas e solidárias, com vistas ao bem comum, sendo sal da terra e luz do mundo (cf. Mt 5,13-16)

A travessia do mar é sempre uma ação ininterrupta da Igreja, como também a assistência e o sopro do Espírito em sua condução.

Renovemos o ardente desejo de permanecer na barca do Senhor, enfrentando adversidades e ventos contrários, se preciso, mas sempre dentro da barca, pois fora dela seríamos submersos nas águas do mar da vida e suas propostas de facilidades, ausência de esperança, consumismo, indiferentismo e outras tantas seduções que o mundo nos oferece.

Finalmente, como Igreja, elevamos a Deus nossas Orações para todos que sejam responsáveis pelo rebanho, sejam os primeiros a dar total testemunho de confiança e perseverança dentro desta barca na qual se encontra o Senhor.

A travessia é longa! Não sejamos tímidos, medrosos e desertores. Permaneçamos na barca do Senhor, pois Deus, em Sua infinita bondade que tudo providencia, jamais nos abandonará.


PS: Passagem do Evangelho (Mc 4,35-41) 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Em poucas palavras...

                                            


A graça de Deus

“A tentação de medir o progresso do Reino de Deus sempre ronda nossas comunidades: ainda com demasiada frequência, avaliamos as coisas sob o aspecto quantitativo e visível.

Quando fazemos estatísticas e levantamentos necessários, não podemos esquecer uma variável misteriosa, mas real, que pode mudar todos os valores dos nossos dados: a graça de Deus.” (1)

 

(1) Comentário do Missal Cotidiano - Editora Paulus - 1998 - p. 719

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