Duas paixões e procissões totalmente diferentes
“No Domingo
de Ramos, portanto, temos duas procissões: a procissão de Pilatos que
representava o poder, a dominação e a violência do império que dominava o
mundo; e a procissão de Jesus que representava uma visão alternativa, aquela do
Reino de Deus, centrada na comunhão, no serviço, no espírito solidário...
Frente a
estas duas paixões e duas procissões, somos convidados a propor algumas
perguntas fundamentais que devem ressoar neste domingo de Ramos, na Semana
Santa e, em definitiva, na vida: a quem seguimos? Quem é o “senhor” que comanda
o nosso coração? Em que valores nos inspiramos? Em que procissão estamos? Em
que procissão queremos estar?...” (1)
(1)Pe Adroaldo
Palaoro – SJ


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