sexta-feira, 27 de março de 2026

Estarão nossos corações preparados?

                                                          

Estarão nossos corações preparados?

O Texto “Das Catequeses de São Cirilo de Jerusalém”, Bispo (Séc. IV) muito nos ajuda na vivência do Tempo da Quaresma para bem celebrar a Semana Santa.

“O céu se rejubile e exulte a terra (Sl 95,11), por causa dos que serão aspergidos e purificados com o hissopo espiritual, pelo poder daquele que durante a Paixão, também com um hissopo colocado na ponta de uma cana, saciou Sua sede.

Rejubilem também os poderes celestes e preparem-se as almas que vão se unir ao divino Esposo; pois uma voz grita no deserto: Preparai o caminho do Senhor (Mt 3,3).

Obedecei, portanto, filhos da justiça, à advertência de João, que diz: Endireitai o caminho do Senhor (Mc 1,3). Afastai de vós todo impedimento e obstáculo, a fim de que, por um caminho reto, chegueis à vida eterna.

Preparai vossas almas com fé sincera, como vasos puros, para receber o Espírito Santo. Começai por lavar vossas vestes pela penitência, a fim de que o Espírito celeste vos encontre purificados quando fordes chamados a Sua presença.

O Esposo chama a todos sem discriminação. Sua graça é ampla e generosa. Todos são convocados pela voz de Seus arautos. Mas depois, Ele próprio escolhe aqueles que entrarão para as núpcias, que são uma imagem do Batismo. 

Não aconteça agora que algum daqueles que já deram seu nome ouça estas palavras: Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial? (Mt 22,12). Ao contrário, que todos possam ouvir:

Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da alegria do teu Senhor! (Mt 25,21.23).

Até agora ficastes do lado de fora da porta; que todos vós possais dizer: O rei introduziu-me nos seus aposentos (Ct 1,4).

Minha alma exulta de alegria no Senhor; Ele me vestiu com as vestes da salvação, envolveu-me com o manto da justiça e adornou-me como um noivo com sua coroa, ou uma noiva com suas joias (Is 61,10).

Seja a alma de todos vós encontrada sem mancha nem ruga ou coisa semelhante. Não que já esteja assim antes de terdes recebido a graça – pois, do contrário, não teríeis sido chamados à remissão dos pecados! – mas procedei de modo que vossa consciência nada tenha para vos condenar quando receberdes o Batismo, e possa desta maneira dispor-se para os efeitos da graça.

Na verdade, irmãos, trata-se de um acontecimento da maior importância: Aproximai-vos do Batismo com grande cuidado. Cada um de vós se apresentará diante de Deus, na presença da multidão inumerável de anjos.

O Espírito Santo marcará as vossas almas com o Seu sinal; vós sereis recrutados para o exército do grande rei. Por conseguinte, preparai-vos e ficai a postos; não apenas com a brancura resplandecente de vossas vestes, mas com o fervor de vossas almas conscientes da própria inocência”.

A caminhada Quaresmal e a Páscoa, como tempos fortíssimos de espiritualidade, nos preparam para a acolhida do Espírito Santo em Pentecostes, como momento culminante, fundante de nosso Itinerário de fé...

Que nossos corações estejam preparados 
para celebrar e acolher o transbordante Amor de Deus, 
na celebração da Semana Santa, 
e exultarmos de alegria na Páscoa,
 com a mais bela e doce espera:
A vinda do Espírito, 
Dom Maior de Deus!

Estarão nossos corações preparados, 
como vasos puros, para receber o Espírito Santo?

Em poucas palavras... (Semana Santa)

                                                



Celebremos e vivamos O Mistério da Semana Santa

 

Somos discípulos missionários do Senhor, do Servo Sofredor e vencedor, porque o Pai O Ressuscitou, e em Seu nome, nos enviou o Seu Espírito: acreditemos, contemplemos e imitemos a Paixão do Senhor, morrendo com Ele, para com Ele também ressuscitarmos.

 

 

Semana Santa: tempo de intensa misericórdia

                                                   

Semana Santa: tempo de intensa misericórdia

Viveremos a Semana Santa, chamada de Semana Maior, em que, como Igreja, nos recolheremos em profunda, intensa e fecunda oração.

Oportuno, sempre, rezarmos esta Oração escrita por Santa Faustina Kowalska, que muito nos ajuda na compreensão do que consiste a misericórdia para um cristão, e o que ela exige, para que seja autêntica e agradável a Deus.

Sejamos misericordiosos como o Pai! E somente seremos, se nos configurarmos decididamente a Jesus, que nos revela a Face misericordiosa do Pai, na plena comunhão com o Espírito Santo, o Amor.

Assim rezando e assim vivendo, viveremos a Semana Santa, cada vez mais unidos ao Mistério da Paixão e Morte do Senhor na Cruz, para com Ele também ressuscitarmos.

Oremos:

Ajudai-me, Senhor, para que os meus olhos sejam misericordiosos, de modo que eu jamais suspeite nem julgue as pessoas pela aparência externa, mas perceba a beleza interior dos outros e possa ajudá-los.

Ajudai-me, Senhor, para que os meus ouvidos sejam misericordiosos, de modo que eu esteja atenta às necessidades dos meus irmãos e não me permitais permanecer indiferente diante de suas dores e lágrimas.

Ajudai-me, Senhor, para que a minha língua seja misericordiosa, de modo que eu nunca fale mal dos meus irmãos; que eu tenha para cada um deles uma palavra de conforto e de perdão.

Ajudai-me, Senhor, para que as minhas mãos sejam misericordiosas e transbordantes de boas obras, nem se cansem jamais de fazer o bem aos outros, enquanto, aceite para mim as tarefas mais difíceis e penosas.

Ajudai-me, Senhor, para que sejam misericordiosos também os meus pés, para que levem sem descanso ajuda aos meus irmãos, vencendo a fadiga e o cansaço; o meu repouso esteja no serviço ao próximo.

Ajudai-me, Senhor, para que o meu coração seja misericordioso e se torne sensível a todos os sofrimentos do próximo; ninguém receba uma recusa do meu coração. Que eu conviva sinceramente mesmo com aqueles que abusam de minha bondade. Quanto a mim, me encerro no Coração Misericordiosíssimo de Jesus, silenciando aos outros o quanto tenho que sofrer.

Vós mesmo mandais que eu me exercite em três graus da misericórdia; primeiro: Ato de misericórdia, de qualquer gênero que seja; segundo: Palavra de misericórdia – se não puder com a ação, então com a palavra; terceiro: Oração. Se não puder demonstrar a misericórdia com a ação nem com a palavra, sempre a posso com a oração. A minha oração pode atingir até onde não posso estar fisicamente.

Ó meu Jesus, transformai-me em Vós, porque Vós tudo podeis”. (1)


(1) Oração escrita por Santa Faustina em 1937, e que se encontra em seu Diário (p.163 - Caderno I).

“Deus amou tanto o mundo...” (Domingo de Ramos)

                                     


“Deus amou tanto o mundo...”

Com a Liturgia do Domingo de Ramos, iniciamos a Semana Santa, contemplando a imensidão do Amor de Deus por nós, não poupando o próprio Filho – “Pois Deus amou tanto o mundo, que entregou o Seu Filho único, para que todo o que n’Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).

Neste contexto, acolhamos o Tratado sobre a fé de Pedro, do Bispo São Fulgêncio de Ruspe, século IV.

“Os sacrifícios das vítimas materiais, que a própria Santíssima Trindade, Deus único do Antigo e do Novo Testamento, tinha ordenado que nossos antepassados lhe oferecessem, prefiguravam a agradabilíssima oferenda daquele sacrifício em que o Filho unigênito de Deus feito carne iria, misericordiosamente, oferecer-Se por nós.

De fato, segundo as palavras do Apóstolo, Ele Se entregou a Si mesmo a Deus por nós, em oblação e sacrifício de suave odor (Ef 5,2). É Ele o verdadeiro Deus  e o verdadeiro sumo-sacerdote que por nossa causa entrou de uma vez para sempre no santuário, não com o sangue de touros e bodes, mas com o Seu próprio Sangue. Era isto que outrora prefigurava o sumo-sacerdote, quando, uma vez por ano, entrava no santuário com o sangue das vítimas.

É Cristo, com efeito, que, por Si só, ofereceu tudo o quanto sabia ser necessário para a nossa redenção; Ele é ao mesmo tempo sacerdote e sacrifício, Deus e templo. Sacerdote, por quem somos reconciliados; sacrifício, pelo qual somos reconciliados; templo, onde somos reconciliados; Deus, com quem somos reconciliados. Entretanto, só Ele é o sacerdote, o sacrifício e o templo, enquanto Deus na condição de servo; mas na Sua condição divina, Ele é Deus com o Pai e o Espírito Santo.

Acredita, pois, firmemente e não duvides que o próprio Filho Unigênito de Deus, a Palavra que Se fez carne, Se ofereceu por nós como sacrifício e vítima agradável a Deus. A Ele, na unidade do Pai e do Espírito Santo, eram oferecidos sacrifícios de animais pelos patriarcas, Profetas e sacerdotes do Antigo Testamento. E agora, no tempo do Novo Testamento, a Ele, que é um só Deus com o Pai e o Espírito Santo, a santa Igreja Católica não cessa de oferecer em toda a terra, na fé e na caridade, o sacrifício do pão e do vinho.

Antigamente, aquelas vítimas animais prefiguravam o Corpo de Cristo, que Ele, sem pecado, ofereceria pelos nossos pecados, e Seu Sangue, que Ele derramaria pela remissão desses mesmos pecados. Agora, este sacrifício é ação de graças e memorial do Corpo de Cristo que Ele ofereceu por nós, e do Sangue que o mesmo Deus derramou por nós. A esse respeito, fala São Paulo nos Atos dos Apóstolos: Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho, sobre o qual o Espírito Santo vos colocou como guardas, para pastorear a Igreja de Deus, que Ele adquiriu com o Sangue do Seu próprio Filho (At 20,28). Antigamente, aqueles sacrifícios eram figura do dom que nos seria feito; agora, este sacrifício manifesta claramente o que já nos foi doado.

Naqueles sacrifícios, anunciava-se de antemão que o Filho de Deus devia sofrer a Morte pelos ímpios; neste sacrifício anuncia-se que Ele já sofreu essa morte, conforme atesta o Apóstolo: Quando éramos ainda fracos, Cristo morreu pelos ímpios, no tempo marcado (Rm 5,6). E ainda: Quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com Ele pela Morte do Seu Filho (Rm 5,10).”

Contemplemos o Amor que por nós Se doa e Se entrega na crudelíssima Morte de Cruz, para nos ensinar o Caminho que nos conduz ao Pai. Fará da Cruz um sinal aparente de derrota, o caminho da nossa vitória, quando for Ressuscitado na madrugada das madrugadas, precedida pela noite sombria, da Sua descida à mansão dos mortos, para libertar os que jaziam na sombra da morte e todos quantos vierem a n’Ele crer.

Mergulhemos na compreensão do Mistério do Amor de Deus, da oferenda de Cristo por Amor de cada um de nós, Mistério que não compreendemos, Mistério de Amor que não merecemos.

“Deus amou tanto o mundo...” (continuação) (Domingo de Ramos)

                                               



“Deus amou tanto o mundo...” 

Retomo um parágrafo do Tratado sobre a fé de Pedro, escrita pelo Bispo São Fulgêncio de Ruspe (séc IV), para que meditado, sejamos fortalecidos em nosso Itinerário Quaresmal, e introduzidos no Mistério da Semana Santa: 

“É Cristo, com efeito, que, por Si só, ofereceu tudo o quanto sabia ser necessário para a nossa redenção; Ele é ao mesmo tempo sacerdote e sacrifício, Deus e templo.

Sacerdote, por quem somos reconciliados;
Sacrifício, pelo qual somos reconciliados;
Templo, onde somos reconciliados;
Deus, com quem somos reconciliados.

Entretanto, só Ele é o sacerdote, o sacrifício e o templo, enquanto Deus na condição de servo; mas na Sua condição divina, Ele é Deus com o Pai e o Espírito Santo.”

Cremos em Jesus Cristo ao mesmo tempo: Sacerdote e Sacrifício, Deus e Templo, Altar e Cordeiro.

Qual deus, qual rei:
- Procuraria reconciliação com seus súditos?
- Suportaria sacrifício pelos seus súditos?
- Abriria sua morada para acolher os seus súditos?
- Se preocuparia em reintegrar seus súditos?
- Sportaria por a mesa para seus súditos?
- Ofereceria o melhor de si para seus súditos?

Nenhum, a não ser o Deus Uno e Trino que cremos e amamos: Pai, Filho e Espírito Santo, um só Deus, três Pessoas, a quem rendemos, honra, glória, poder e louvor.

Imagem de Deus que somos, vivendo intensamente a Semana Santa, configuremo-nos ao Senhor, sejamos semelhantes a Cristo Jesus no Mistério de Sua Paixão e Morte, para também com Ele alcançarmos a glória da Ressurreição.

Vivendo intensamente a Semana Santa sejamos renovados e revigorados para no mundo a diferença fazer, e corajosamente sermos sermos sal, fermento e luz, como Jesus nos enviou.

E o Aleluia ressoará em nossos lábios,
Porque o Mistério Pascal, no mais profundo de nós,
Luz nova da Ressurreição,
Haverá de resplandecer.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo... Amém! 

Em poucas palavras...

                                                                


A Hora de Jesus

“Este desejo de fazer seu o plano do amor de redenção do seu Pai, anima toda a vida de Jesus (Lc 12,50; 22,15; Mt 16,21-23).

A Sua paixão redentora é a razão de ser da Encarnação: «Pai, salva-Me desta hora! Mas por causa disto, é que Eu cheguei a esta hora» (Jo 12, 27).

«O cálice que o Pai Me deu, não havia de bebê-lo?» (Jo 18, 11). E ainda na cruz, antes de «tudo estar consumado» (Jo 19, 30), diz: «Tenho sede» (Jo 19, 28).”  (1)

 

(1) Catecismo da Igreja Católica - parágrafo n. 607

Ó admirável poder da Cruz Redentora

                                                                         

Ó admirável poder da Cruz Redentora
 
“Quanto a mim, 
não aconteça gloriar-me 
senão na Cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, 
por quem o mundo está crucificado para mim 
e eu para o mundo” (Gl 6, 14)
 
Reflexão à luz do Sermão escrito pelo Papa São Leão Magno (Séc. V), em que nos apresenta a Cruz de Cristo como a fonte de todas as Bênçãos e a origem de todas as graças para todos nós.
 
“Que a nossa inteligência, iluminada pelo Espírito da Verdade, acolha com o coração puro e liberto, a glória da Cruz que se irradia pelo céu e a terra; e perscrute, com o olhar interior, o sentido destas Palavras do Senhor, ao falar da iminência de Sua Paixão: Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser glorificado (Jo 12, 23). E em seguida: Agora me sinto angustiado. E que direi? “Pai, livra-me desta hora!”? Mas foi precisamente para esta hora que Eu vim. Pai, glorifica o teu Filho! (Jo 12, 27). 
 
E tendo vindo do céu a voz do Pai que dizia: Eu O glorifiquei e O glorificarei de novo! (Jo 12, 28), Jesus continuou, dirigindo-Se aos presentes: Esta voz que ouvistes não foi por causa de mim, mas por causa de vós. É agora o julgamento deste mundo. Agora o chefe deste mundo vai ser expulso, e Eu, quando for elevado da terra, atrairei tudo a mim (Jo 12,30-32).
 
Ó admirável poder da Cruz! Ó inefável glória da Paixão! Nela se encontra o tribunal do Senhor, o julgamento do mundo, o poder do Crucificado!
 
Atraístes tudo a Vós, Senhor, para que o culto divino fosse celebrado, não mais em sombra e figura, mas num Sacramento perfeito e solene, não mais no templo da Judeia, mas em toda parte e por todos os povos da terra.
 
Agora, com efeito, é mais ilustre a ordem dos levitas, maior a dignidade dos sacerdotes e mais santa a unção dos pontífices. Porque Vossa Cruz é fonte de todas as Bênçãos e origem de todas as graças. Por ela, os que creem recebem na sua fraqueza a força, na humilhação, a glória, na morte, a vida.
 
Agora, abolida a multiplicidade dos sacrifícios antigos, toda a variedade das vítimas carnais é consumada na oferenda única do Vosso Corpo e Vosso Sangue, porque sois o verdadeiro Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo (Jo 1,29).
 
E assim realizais em Vós todos os Mistérios, para que todos os povos formem um só Reino, assim como todas as vítimas são substituídas por um só Sacrifício.
 
Proclamemos, portanto, amados filhos, o que o Santo Doutor das nações, o Apóstolo Paulo, proclamou solenemente: Segura e digna de ser acolhida por todos é esta palavra: Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores (1Tm 1,15).
 
E é ainda mais admirável a misericórdia de Deus para conosco, porque Cristo não morreu pelos justos, nem pelos santos, mas pelos pecadores e pelos ímpios. E como a natureza divina não estava sujeita ao suplício da morte, Ele assumiu, nascendo de nós, o que poderia oferecer por nós.
 
Outrora Ele ameaçava nossa morte como poder de Sua morte, dizendo pelo profeta Oseias: Ó morte, Eu serei a tua morte; inferno, Eu serei a tua ruína (cf. Os 13,14).
 
Na verdade, morrendo, Ele Se submeteu às leis do túmulo, mas destruiu-as, ressuscitando. Rompeu a perpetuidade da morte, transformando-a de eterna em temporal. Pois, como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão (1Cor 15,2)". (1)
 
Contemplemos o imenso amor de Deus por nós, embora pecadores, e por vezes não compreender e tão pouco ao Seu Amor corresponder.
 
Oremos:
 
Ó admirável poder da Cruz Redentora!
Ó inefável glória da Paixão,
que no Mistério da morte do Filho Amado na Cruz,
em fidelidade total a Deus Pai,
nos revelais quão infinita é a misericórdia de Deus para conosco.
 
Contemplo-Vos, Diviníssimo Redentor da Humanidade,
Vós que Morrendo na Cruz, Jesus,
vencestes a morte e rompestes sua perpetuidade
para que ao morrermos nos tornemos eternos.
 
A Vós, que agora estais glorioso junto do Pai,
Suplicamos que nos envieis o Vosso Santo Espírito,
Para continuarmos a carregar nossa cruz
com amor, fidelidade, coragem e fortaleza,
E um dia possamos alcançar a glória da Ressurreição. 
Amém! 



(1) Liturgia das Horas - Volume Tempo da Quaresma/Páscoa - pp. 321-323

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