sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Ainda que... Alegrai-vos no Senhor
Em poucas palavras...
Os sete dons do Espírito Santo
“Os sete dons do Espírito Santo são: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus. Pertencem em plenitude a Cristo, filho de David (Is 11,1-2).
Completam e levam à perfeição as virtudes de quem os recebe. Tornam os fiéis dóceis, na obediência pronta, às inspirações divinas.
«Que o vosso espírito de bondade me conduza pelo caminho reto» (Sl 143, 10). «Todos aqueles que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus […]; se somos filhos, também somos herdeiros: herdeiros de Deus, coerdeiros de Cristo» (Rm 8, 14.17).” (1)
(1) Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n. 1831
“Ai da alma em que não habita Cristo!”
O perdão de Cristo: reconciliação e superação
O perdão de Cristo: reconciliação e superação
Na sexta-feira da 26ª Semana do Tempo Comum, ouvimos a passagem do Livro de Baruc (Br 1,15-22).
Trata-se de um autor desconhecido, embora se apresente como secretário de Jeremias, durante o exílio da Babilônia (Br 1,1-2).
A passagem é uma prece de confissão, em que os exilados se dirigem a Deus, como sentida expressão da conversão sincera da comunidade judaica: A Aliança com Javé, laço vital entre Deus e Seu povo, foi dilacerada com o pecado.
Após a confissão dos pecados, é apresentada a mensagem de esperança da intervenção divina, exortando à confiança em Javé e a possibilidade da alegria com a atitude misericordiosa de Deus para com o povo.
De fato, o Amor de Deus move a história, pois está sempre disposto a perdoar o afastamento dos filhos rebeldes, e a reatar com eles uma história de libertação e de salvação. Um novo êxodo está por vir, é preciso manter a serena alegria e confiança indispensável.
Este amor de Deus expresso no perdão nos foi revelado, mais tarde, por Jesus Cristo, o Filho Amado:
“O perdão de Cristo não quer levar à passividade nem à fuga. Sequer é uma espécie de vazia e insípida tranquilidade interior. A reconciliação é convite a nos purificarmos sempre mais em contínua superação” (1).
Deste modo, vivenciar a misericórdia de Deus, como o próprio Jesus nos revelou em várias passagens do Evangelho, requer de nós sempre novos rumos, atitudes, novas posturas e novos relacionamentos. Jamais a permissividade ou a conivência com o pecado; ao contrário, sua destruição, nos fazendo sempre novas criaturas, para que vivamos a graça do Batismo.
(1) Missal Cotidiano – Editora Paulus – 1995 - P. 1339
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Santa Teresinha, padroeira das missões
Santa Teresinha, padroeira das missões
“No coração da Igreja, minha vocação é o amor...”
De modo especial, a Igreja dedica o mês de outubro para aprofundar sobre as missões, a fim de que vivamos a dimensão sinodal, edificando uma Igreja misericordiosa, acolhedora e missionária, alcançando as realidades mais desafiadoras, que o Papa Francisco chama de periferias existenciais.
E como é importante podermos contar com a intercessão de Santa Teresinha do Menino Jesus (séc. XIX), declarada a “Padroeira das Missões”, por PIO XI, em 1927, e cuja memória celebramos no dia 1º de outubro.
Santa Teresinha pouco viveu, mas teve tamanha intensidade e amor, e ficará para sempre viva, sendo grande testemunha do Senhor.
Retomo suas palavras, quando procurava encontrar o lugar da sua vocação na Igreja: “Então, delirante de alegria, exclamei: Ó Jesus, meu amor, encontrei afinal minha vocação: minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, Tu me deste este lugar, meu Deus. No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor e desse modo serei tudo, e meu desejo se realizará”.
Em oração, à luz da Palavra Divina, descobriu seu lugar na Igreja, e sua exclamação ressoa por todo o tempo: "No coração da Igreja minha vocação é o amor!”
Com ela, aprendemos a nos perguntar: - “Qual é a minha vocação na Igreja, sobretudo uma Igreja Sinodal, Povo de Deus que caminha juntos, na comunhão, participação e missão?”
Que a exemplo desta jovem, tenhamos intenso amor no coração, a fim de que pelo Amado Jesus seduzidos, com o fogo do amor do Espírito, vivamos maior fidelidade ao plano de amor que Deus tem para todos nós, edificando comunidades eclesiais missionárias, que se alimentam com o Pão da Palavra e da Eucaristia.
Aprendamos com Santa Teresinha a viver com ardor e amor a graça da vocação
Aprendamos com Santa Teresinha a viver com ardor e amor a graça da vocação
"No coração da Igreja minha vocação é o amor!”
No dia 1º de outubro, celebramos a memória de uma grande testemunha do Senhor, Santa Teresinha do Menino Jesus (séc. XIX).
Santa Teresinha pouco viveu, mas teve tamanha intensidade e amor, que ficará para sempre viva, presente em nossa memória. Ela foi declarada a “Padroeira das Missões”, por Pio XI, em 1927.
Ela é uma das quatro doutoras da Igreja, ao lado de Santa Teresa de Ávila, Santa Catarina de Sena e Santa Hildegarda de Bingen.
Em oração atenta, à luz da Palavra Divina, descobriu seu lugar na Igreja, e sua exclamação ressoa no nosso: "No coração da Igreja minha vocação é o amor!”, como encontramos em seus escritos.
Responderemos que somos bispo, padre, religiosa, seminarista, agente de pastoral, primeiros educadores da fé, pelo exemplo e palavra aos filhos, por Deus, confiados (pai e mãe)...
Com toda certeza, diremos o que somos, o que fazemos, os títulos que possuímos, o trabalho que já fizemos ou faremos etc.
Somente uma jovem com intenso amor no coração, pelo Amado seduzido, com o fogo do Amor do Espírito, em fidelidade ao Pai de Amor, poderia ter dito de forma tão singular e tão marcante: “No coração da Igreja minha vocação é o amor...”
Sempre oportuno refletir sobre a nossa vocação na Igreja. Sejamos ou façamos o que for, mas façamos vocacionados para o Amor e pelo Amor, somente assim seremos fiéis e amados Discípulos Missionários do Senhor!







