segunda-feira, 8 de junho de 2026

As Bem-Aventuranças e o discipulado

                                                     

As Bem-Aventuranças e o discipulado

Como discípulos missionários do Senhor, somos chamados a viver na planície do cotidiano as Bem-Aventuranças (Mt 5,1-12a), e assim sermos, de fato, sal da terra e luz do mundo.

As quatro primeiras Bem-Aventuranças definem a atitude fundamental do discípulo missionário de Jesus Cristo: pobre, aflito, manso e sedento de justiça.

As quatro seguintes referem-se à vida de relação com o outro: ser misericordioso, puro de coração, promotor da paz e testemunha corajosa.

Vejamos o que nos diz cada Bem-Aventurança do Sermão da Montanha:

1ª - pobres em espírito: trata-se de uma condição espiritual e não a pobreza material em si. Na linguagem hebraica pode ser entendido como devoto, fiel, aquele que coloca a sua confiança em Deus;

2ª - o discípulo é enviado não apenas para levar a Boa Notícia aos pobres, mas também consolar os aflitos, em situações difíceis, para que reencontrem a esperança, certos de que Deus intervirá e acabará com os motivos da aflição;

3ª - o discípulo viverá a mansidão na imitação de Jesus, com domínio dos instintos, e sabe que, mesmo em situações de oposição, respeita ao outro e não reage recorrendo a violência. A este é prometida a posse da terra que consiste na vida eterna no Reino dos céus, a Salvação;

4ª - o discípulo é faminto e sedento de justiça, empenha-se no cumprimento da Lei de Deus e se compromete em viver conforme a Sua vontade acima de tudo; e encontrará pleno cumprimento no Banquete Messiânico, que nos será oferecido na eternidade e que já experimentamos em cada Celebração da Eucaristia;

5ª - o discípulo se reconhece pecador e tem continuamente a necessidade da misericórdia divina, e esta acolhida o leva a viver as obras de misericórdia (corporais e espirituais);

6ª - o discípulo é puro de coração, e entende-se coração como a sede dos sentimentos e dos desejos, dos pensamentos e das ações. Ser puro de coração é ser sincero no proceder, que não pensa de um modo e age de outro. Não cultiva más intenções para com o próximo, e sua pureza diante de Deus não se obtém pela prática de alguns ritos, mas numa conduta de vida boa, sincera que se concretiza na prática do bem;

7ª - é promotor da paz em todos os âmbitos (família, comunidade e no mundo). Empenha-se concretamente no cultivo dos sentimentos de paz em atitudes de conciliação, compreensão e paciência. Sabe que a paz é dom de Deus, que nos criou à Sua imagem e semelhança, seremos chamados filhos de Deus, por isto o compromisso inadiável e irrenunciável na promoção da paz;

8ª - o discípulo pobre em espírito, aflito, com fome e sede justiça será perseguido. Sabe que encontrará hostilidades, mas tem plena convicção da presença de Deus, sabe que o Reino e suas Bem-Aventuranças lhe pertencerão. A perseguição enfrentada é um sinal de que se está ao lado de Cristo, na vivência de seu batismo e a dimensão profética.

Oremos:

“Ó Deus, que prometestes aos pobres e aos humildes as alegrias do Vosso Reino, fazei que a Igreja não se deixe seduzir pelos poderes do mundo, mas, à semelhança dos pequenos do Evangelho, siga confiante o Seu Esposo e Senhor, para que possa experimentar a força do Vosso Espírito. Amém.”



PS: Fonte de pesquisa: Lecionário Comentado – Ed. Paulus – 2011
pp.159-160.

domingo, 7 de junho de 2026

Enquanto o Senhor não vem! (1)

                                                              

Enquanto o Senhor não vem! 

Na Missa, após a consagração do pão e do vinho, temos a  anamnese que é a memória dos acontecimentos da Salvação, nomeadamente Paixão, Morte, Ressurreição e Glorificação de Cristo: 

 “Anunciamos Senhor a Vossa morte e proclamamos a Vossa Ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!” 

O Bispo Santo Agostinho refletindo o Salmo 95,13, que trata do julgamento divino e os sacrifícios agradáveis ao Senhor, muito nos ajuda a entender a anamnese que dizemos em toda Missa e este preciosíssimo versículo do Salmo mencionado. 

“... Amamos e temos medo da Sua vinda. Será que amamos? Ou amamos muito mais nossos pecados? Odiemos, portanto, estes mesmos pecados e amemos Aquele que virá castigar os pecados. Ele virá, quer queiramos, quer não. Se ainda não veio, não quer dizer que não virá. 

Virá na hora que não sabes; se te encontrar preparado,  não haverá importância de saberes... Porque és injusto, não será justo o juiz? Ou porque és mentiroso, não será veraz a verdade? Se queres, porém encontrar o Misericordioso, sê tu misericordioso, antes de Sua chegada: perdoa, se algo foi feito contra ti, dá daquilo de que tens em abundância. 

Donde vem aquilo que dás, não é d’Ele? Se desses do que és teu, seria liberalidade, quando dás do que é Dele, é devolução. Que tens que não recebeste? (1 Cor 4,7). São estes os sacrifícios mais aceitos por Deus: Misericórdia, humildade, louvor, paz, caridade. Ofereçamo-los com confiança e esperemos a vinda do juiz que julgará o orbe da terra com equidade, e os povos em sua verdade (Sl 95,13)”. 

Ele veio, vem e virá.

Veio a primeira vez, virá pela segunda: glorioso! Enquanto Ele não vem, estamos alegremente vigilantes, em Oração e ação. Comprometidos com Sua chegada. Quando? Não sabemos, nem nos cabe saber, somente o Pai o sabe. Importa que estejamos preparados. 

Caminhando para o final de mais um ano, é sempre tempo fecundo de avaliação...

- Como estamos preparando a vinda do Senhor?

- Quais os sacrifícios agradáveis ao Senhor que se notabilizam em nossa vida?

- O que precisamos colocar em ordem para que a vinda do Senhor não nos surpreenda? 

Encerro com o refrão do canto pós-comunhão:

“Vigia esperando a aurora,
“Qual noiva esperando o amor.
É assim que o servo espera
A vinda do seu Senhor...”

Enquanto o Senhor não vem! (2)

                                                  

Enquanto o Senhor não vem!

Assim falou o Bispo e Doutor da Igreja Santo Agostinho (séc. V): 

“São estes os sacrifícios mais aceitos por Deus: Misericórdia, humildade, louvor, paz, caridade. Ofereçamo-los com confiança e esperemos a vinda do juiz que julgará o orbe da terra com equidade, e os povos em sua verdade (Sl 95,13)”.

Reflitamos:

Cinco sacrifícios pelo Senhor mais aceitos,

Expressam verdade, justiça, liberdade, direito.

 

Cinco sacrifícios pelo Senhor mais aceitos,

Na vigilância, a serem vividos pelo povo eleito!

 

Cinco sacrifícios pelo Senhor mais aceitos,

Que bem vividos nos fazem mais perfeitos. 

Portanto: 

Enquanto o Senhor não vem...
Misericórdia há de se viver, nos convém!
 
Enquanto o Senhor não vem...
Humildade no relacionar, é que nos mantém!
 
Enquanto o Senhor não vem...
Paz, missão de todos, não apenas de alguém!
 
Enquanto o Senhor não vem...
Caridade, gestos que Mistério de Deus contém!
 
Enquanto o Senhor não vem...
Louvor à Trindade, Amém”
 
Maranatha!
Vem, Senhor Jesus!



(1) Apropriado para a passagem (2 Ts 3,6-10.16-18), na espera do Senhor que veio, vem e virá!

 

Evangelização e acolhida do sopro do Espírito

                                                               

             
Evangelização e acolhida do sopro do Espírito

“Ai de mim se seu não evangelizar” (1 Cor 9,16).

A Evangelização na cidade tem inúmeros e grandes desafios, de modo que, tão somente abertos à acolhida do sopro do Espírito, se é capaz de dar respostas sólidas, enfrentando-os na planície do cotidiano, atentos à voz do Filho Amado que precisa ser escutado.

Abertos a este sopro, a Igreja precisa multiplicar ações diante da violação da dignidade da pessoa humana e na profética defesa da vida, desde a concepção até o seu declínio natural.

Seremos assim uma Igreja mais viva, participativa, dinâmica, renovada e com fortalecimento dos ministérios e o surgimento de novos, edificando uma Igreja verdadeiramente sinodal.

Permanece forte o apelo da Conferência de Aparecida (2007), para a conversão das estruturas paroquiais e serviços, bem como de todos que se encontram inseridos e comprometidos com a evangelização.

Abertos ao Sopro do Espírito, é mais do que emergente a multiplicação do trabalho e iniciativas diversas para a santificação e solidificação da família, que passa por sérios momentos de desestruturação por diversos motivos (inúmeros são os ventos e tempestades enfrentados pela mesma).

O Espírito Santo também conduz no fortalecimento da dimensão missionária da Igreja – urge ir ao encontro dos católicos afastados, mas sem se esquecer de enraizar e solidificar os que nela já estão participando, fortalecendo laços sinceros de amizade, comunhão e solidariedade, superando toda e qualquer forma de anonimato numa bela e alegre atitude de acolhida mútua, que vai muito além de um seja bem-vindo!

Este Sopro nos pede mais ousadia nos meios de comunicação social, para que possamos comunicar a todos a Boa-Nova do Evangelho em novos areópagos, chegando às escolas, às universidades, ao mundo do trabalho, às instâncias de decisões que afetam substancialmente a vida do Povo de Deus. A Comunicação não pode ficar restrita ao espaço de nossas salas e Igrejas.

O sopro do Espírito também nos inquieta e nos desinstala para que nos empenhemos na transformação da sociedade, com a superação da apatia e indiferença diante da política, não perdendo a esperança, não permitindo apagar a chama profética que todo batizado recebe no dia de seu Batismo, para ser sal da terra e luz do mundo.

Deste modo, não ficaremos indiferentes diante da necessária inclusão social em todas as suas formas e dimensões, como expressão da evangélica opção preferencial pelos pobres, que jamais pode ser esquecida pela Igreja, na fidelidade à prática de Jesus Cristo na realização do Reino de Deus.

E, assim, sempre atentos a estes sopros, edificaremos uma Igreja do anúncio, testemunho, serviço e diálogo, fortalecendo os pilares da Palavra, da Eucaristia, da Caridade e da Ação Missionária.

Com a abertura e acolhida do sopro do Espírito, cresçamos na  fidelidade à Palavra do Senhor, com aquela inquietante preocupação do Apóstolo Paulo, que deve ser de todos nós: “Ai de mim se seu não evangelizar” (1 Cor 9,16).

“A montanha azul”

                                                       

“A montanha azul”

Com passos firmes, subi à montanha azul, 
lugar que bem perto se pode encontrar.
Vencendo todo o cansaço e vozes que repetiam em coro: 
– “você não conseguirá”.
Mas, fôlego renovado, ao topo mais alto que se pode alcançar.

No cume da montanha, apenas o som do vento a escutar,
Ou quando muito, os passos trocados, de um lado para outro.
Olhos fixos no horizonte de um novo amanhecer,
Que não tardará por vir; 
Ainda que as dificuldades pareçam a noite eternizar.

Páginas novas na planície serão escritas, 
Com ousada teimosia,
Contra todos os cantos agourentos que, 
Por vezes, parecem tornar impossíveis
Os mais belos sonhos que podemos ter; 
no secreto silêncio da alma sonhar.

Mas lá não se pode para sempre ficar; 
Ainda que tentador,
É preciso pisar nos cacos de vidros da planície do cotidiano, 
Com risco de se cortar,
Mas contar com a proteção que nos vem do alto, 
Contra toda forma de perigo,
Pois Ele jamais se afasta daqueles que tanto ama, 
Sendo em todo o tempo,
Nosso abrigo, refúgio, consolo, força e proteção, 
E jamais nos decepciona.

Cada um de nós precisa desta montanha azul, 
De momentos de restauração,
Em que nos colocamos despidos diante do Criador, 
Com nossa miséria e limitação.

Envolvidos por Sua divina presença, 
Impelidos a descer para o chão da realidade,
Para ser no mundo, para todos que precisarem, 
D’Ele, divino sinal, 
Sua luz irradiar, no testemunho de uma fé irmanada 
Com a esperança e caridade. Amém.


PS: Passagens bíblicas - Cl 3,1-5.9-11; Mt 5,1-12a; 

Chamados, amados e enviados para a missão (XDTCA)

                                          



Chamados, amados e enviados para a missão
 
Com o 10º Domingo do Tempo Comum (Ano A), a Liturgia nos convida a refletir sobre a misericórdia querida por Deus e não os sacrifícios, pois para Ele o essencial não são os atos de culto ou declarações de boas intenções, mas uma adesão verdadeira e coerente ao Seu chamado e proposta de Salvação.
 
Na passagem da primeira Leitura do Livro de Oseias (Os 6,3-6), refletimos sobre o ministério profético de Oseias numa época bastante conturbada (Reino do Norte – Israel), em termos políticos e marcado por violência, insegurança e derramamento de sangue; em termos religiosos por uma grande confusão.
 
O profeta exorta para que o povo reconheça a infidelidade cometida, vivida na idolatria, e redescubra o amor do Senhor, expresso em gestos concretos de amor, ternura, bondade e misericórdia (“hesed”) em favor dos irmãos e irmãs.
 
Reflitamos:
 
- Qual é a sinceridade, fidelidade e profundidade de adesão ao Projeto que Deus tem para nós?
- Qual o desejo e sinais que expressam atitudes de conversão ao amor de Deus?
- Como vivemos este amor a Deus no amor ao próximo? 
 
Na passagem da segunda Leitura (Rm 4,18-25), dirigindo-se aos cristãos que vêm do judaísmo (preocupados com o estrito cumprimento da Lei de Moisés, bem como os que vêm do paganismo), o Apóstolo Paulo reflete sobre o essencial: a fé.

Abraão é apresentado como um exemplo para todos nós, por sua adesão total, incondicional e plena a Deus e aos Seus Projetos. Em Deus, esperou “contra toda a esperança” (Rm 4,18).

De fato, a Salvação é um dom para toda a humanidade, e deve ser acolhida e vivida com confiança, entrega e obediência.

Reflitamos:

 – O que o exemplo de Abraão nos ensina?
– Como acolho e vivo a Salvação como dom de Deus? 
 
Com a passagem do Evangelho (Mt 9,9-13), vemos quão misericordioso é o nosso Deus. Jesus nos chama para segui-Lo, pecadores que somos.
 
De fato, Mateus aceitou o convite sem discussão, e o seguiu de forma incondicional, e esta adesão ao chamamento se chama “Fé”.
 
Nisto consiste o caminho do discípulo missionário do Senhor: encontrá-Lo, escutá-Lo, aceitá-Lo e segui-Lo, acolhido e transformado por Sua Misericórdia.
 
Assim Se expressa o Senhor:
 
“Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores” (Mt 9,13).
 
Vejamos o que nos diz o Comentário do Missal Cotidiano:
 
Deus foi sempre o grande incompreendido por parte dos homens. Incompreendido em Seu agir, em Suas intervenções, incompreendido em Seu silêncio, incompreendido em Suas exigências e em Sua lei.
 
Mas a incompreensão maior e mais estranha refere-se à Sua misericórdia. É a incompreensão de quem não crê na misericórdia de Deus, de quem tem medo d’Ele, de quem treme ao pensar em comparecer à Sua presença, e foge do mal unicamente para evitar os Seus castigos...”.
 
Quem souber viver a misericórdia para com o próximo, na sincera e frutuosa prática da acolhida, do perdão, superação, compreenderá o Coração de Deus.
 
Deste modo, saboreará a mais bela e pura alegria, que nasce do perdão dado e recebido.
 
Como discípulos missionários do Senhor, não podemos permitir que o ódio, o rancor, o ressentimento fossilizem ou criem raízes nas entranhas mais profundas do coração.
 
Jamais permitir que a obscuridade ao outro deva ser para sempre imposta pelo seu erro, tropeço, falha.
 
Urge compreender, na exata medida, o erro cometido, sem nada acrescentar, e ter também a maturidade de se colocar no lugar do outro, porque todos somos passíveis de erros.
 
Isto é possível quando nosso coração de pedra se transforma em um coração de carne, terno e manso, para que nele Deus possa frutuosa e ricamente fazer Sua morada.
 
Tão somente assim, tendo os mesmos sentimentos do Senhor Jesus (Fl 2,5), teremos a possibilidade de novas ações, formando e gerando Cristo em nós e no outro, sempre impelidos pelo Amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5,5).
 
Nisto consiste a edificação de uma Igreja Sinodal: caminharmos todos juntos, vivendo e comunicando a misericórdia, em permanente atitude missionária, sobretudo nas periferias existenciais, como nos fala o Papa Francisco.
 
Reflitamos:
 
- Qual a consistência do nosso amor por Jesus, como Seus discípulos missionários?
- Como Igreja Sinodal, como testemunhar a Misericórdia Divina que se destina a todos os povos?


- Como vivemos a radicalidade no seguimento de Jesus: conversão e misericórdia?
- Como se dá o encontro, escuta, acolhida e seguimento do Senhor, que nos chama apesar de sermos pecadores?
 
 
 
Oremos:
 
Quem poderá compreender o Vosso coração, Senhor?
 
Ó incompreendido amor de Deus, que questiona o amor humano, tão pequeno, quantificável, porque limitado, medido, calculado, com parcimônia por vezes comunicado.
 
Ó incompreendido amor de Deus, que o nosso assim também o seja.
 
Ensinai-nos, que o amor não é para ser compreendido, amor é para amar, simplesmente; sem teorias, explicações, racionalizações.
 
Ajudai-nos a viver o Amor de Cruz, que ama, acolhe, perdoa, renova, faz renascer e rompe a barreira do aparentemente impossível.
 
O amor vivido no extremo da Cruz, que foi, é e será para sempre o verdadeiro amor.
 
Amor tão incompreendido, mas tão necessário e desafiador para a humanidade em todo tempo.
 
Amor que, se vivido, nos credencia para a eternidade de Deus, que é a vivência e mergulho na plenitude de Seu amor, luz, alegria, vida e paz. Amém.
 
 Ps: Apropriado para o dia 21 de setembro, quando celebramos a Festa do Apóstolo e Evangelista São Mateus

Em poucas palavras... (XDTCA)

 


Sacrifício agradável a Deus

“É justo que se ofereçam a Deus sacrifícios, em sinal de adoração e de reconhecimento, de súplica e de comunhão: «Verdadeiro sacrifício é todo o ato realizado para se unir a Deus em santa comunhão e poder ser feliz» (Santo Agostinho). (1)

 

 

(1)Catecismo da Igreja Católica – parágrafo n.2099

 

Quem sou eu

Minha foto
4º Bispo da Diocese de Guanhães - MG