Contemplemos seu amor em plena fidelidade ao Senhor, como discípulos missionários do Senhor, vivamos, com a força e presença do Espírito Santo na comunhão de amor com o Pai.
quarta-feira, 23 de julho de 2025
Com Santa Brígida, contemplemos o indizível Amor do Senhor! (23/07)
Contemplemos seu amor em plena fidelidade ao Senhor, como discípulos missionários do Senhor, vivamos, com a força e presença do Espírito Santo na comunhão de amor com o Pai.
domingo, 20 de julho de 2025
Urgente ou necessário? (29/07)
Urgente ou necessário?
“Ela (Maria) escolheu a melhor parte”
Passagem do Evangelho da visita que Jesus faz à casa de Marta e Maria, irmãs de Lázaro: Lc 10, 38-42
As Palavras de Jesus: “Marta, Marta, andas muito inquieta e te preocupas com muitas coisas; no entanto, uma só coisa é necessária; Maria escolhe a melhor parte, que não lhe será tirada”
Duas constatações:
- “Nós sacrificamos continuamente, sem perceber, aquilo que é importante para correr atrás do que é simplesmente urgente, mas não importante.” (1)
- “Nossa vida é uma corrida desenfreada atrás de mil coisas: sonhos, projetos, negócios, ocupações; somos Martas atarefadas que pensam fazer as coisas mais importantes do mundo e ao invés perdemos o tempo, fazemos coisas inúteis, nos agitamos por coisas que são urgentes e não importantes, por coisas que muitas vezes não acontecerão nunca” (2).
Um pensamento de Santo Agostinho:
“Minha alma está inquieta, sempre estará, enquanto não encontrar seu repouso em Ti, ó Senhor”.
Uma reflexão sobre a necessidade de discernir entre o urgente e o necessário:
Viver é navegar, com o discernimento necessário,
Entre o que é importante e o que é urgente,
Com sábias escolhas para não naufragarmos
No mar vasto e complexo de múltiplas possibilidades.
Vivemos premidos pelo tempo que se esvai,
Muitas vezes, sem que o percebamos, velozmente,
Consumidos pelo muito a fazer, porque inadiável,
Sem saber exatamente por onde começar.
O que é de fato importante e o que é urgente?
O que não nos é permitido prorrogar, porque imperioso?
O que de fato deve nos consumir,
Com zelo, ardor e fervor, numa expressão de amor?
Não há tempo a perder! As horas são contadas.
Que densidade damos a cada hora que passa?
A cada hora que passa, que história foi escrita,
Para que não percamos a beleza de um desejável epílogo?
Viver é consagrar o que somos e o que temos,
Nem tanto pelo que é urgente, e sim importante
Para o consumar do que nos realiza como pessoas,
Sem estresse, desgastes inúteis, devorados por inquietações.
É tempo de revermos o caminho e escolhas feitas:
A Missa, a Oração, o silêncio serão para nós importantes
Ou, em nome de urgências incontáveis,
Imediatamente sacrificamos, adiamos, nos esvaziamos?
Não será o vazio, por muitos sentido,
Fruto desta escolha não bem feita,
O perder-se no emaranhado da escolha
Entre o importante e o urgente?
Encontrando-me com Ele, saberei discernir, com sabedoria,
O que de fato é importante, não necessariamente urgente,
Que me faz mais humano, menos estéril da Divina Semente,
Que abundantemente o Senhor lança em nossos corações.
Não concluo lúcido e propositalmente,
Porque agora tenho algo importante para fazer:
Recolher-me no mais profundo de mim mesmo
E encontrar-me com Ele, no silêncio...
(1) O Verbo se faz carne – Reflexão sobre a Palavra de Deus – Anos A, B, C – Pe. Raniero Cantalamessa - OFM - Ed. Ave Maria - 2013 - p. 724.
(2) Idem p.681
domingo, 13 de julho de 2025
“Sejamos primeiros para os outros” (XXVDTCB)
- nos colocar alegremente no carregar da cruz, em solidariedade com os crucificados.
Em poucas palavras... (XVDTCC)
“Cristo morreu por amor de nós, sendo nós ainda «inimigos»”
“Cristo morreu por amor de nós, sendo nós ainda «inimigos» (Rm 5, 10). O Senhor pede-nos que, como Ele, amemos até os nossos inimigos (Mt 5,44), que nos façamos o próximo do mais afastado (Lc 10,27-37), que amemos as crianças (Mc 9,37) e os pobres como a Ele próprio (1 Cor 13,1-4).
O apóstolo São Paulo deixou-nos um incomparável quadro da caridade: «A caridade é paciente, a caridade é benigna; não é invejosa, não é altiva nem orgulhosa; não é inconveniente, não procura o próprio interesse, não se imita, não guarda ressentimento, não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta» (1Cor 13, 4-7).”
(1)Catecismo da Igreja Católica parágrafo n. 1825
domingo, 6 de julho de 2025
Enviados em missão... (18/10)
Pelo Batismo todos somos chamados a anunciar a alegria do Reino de Deus, não obstante as dificuldades que possam surgir.
terça-feira, 1 de julho de 2025
Um novo amanhecer, podemos esperar!
quarta-feira, 21 de maio de 2025
Para que permaneçamos na Videira... (06/08)
Ó Raio de Luz que brilha como Sol Nascente!







