sábado, 19 de abril de 2025
Sábado Santo: celebremos a vitória do amor divino (04/04)
Um pouco mais sobre a Vigília Pascal (04/04)
Celebremos, com ardor e alegria, a Vigília Pascal (04/04)
Celebremos, com ardor e alegria, a Vigília Pascal
Ao celebrar a Vigília Pascal, "a mãe de todas as santas Vigílias", a antiquíssima Vigília, celebramos a Ressurreição do Senhor.
Com a Ressurreição do Senhor, o bem vence o mal; a escuridão é iluminada por Sua resplandecente luz; o ódio é vencido pelo amor que tem sempre a última palavra; a morte se dobra diante da Vida, que é o próprio Jesus.
Na Vigília Pascal:
- Círio Pascal aceso, com todo o seu ritual e simbolismo: o fogo do amor aquece e ilumina nosso coração;
- Palavra de Deus: proclamada, ouvida e acolhida fortalece nossos passos, reaviva nossa fé e caridade, como peregrinos de esperança;
- Água do Batismo - somos purificados de nossos pecados, para vivermos a vida nova na busca das coisas do alto, onde Deus habita (Cl 3,1-4);
- Eucaristia: comungamos o Corpo e Sangue do Senhor; somos alimentados, nutridos, revigorados na mesa do divino Banquete, para sagrados compromissos com as mesas do cotidiano de nossos irmãos e irmãs, sinal do Reino de Deus: amor, partilha, proximidade, compaixão e solidariedade - aurora de um mundo novo.
Celebremos com amor e ardor a Vigília Pascal: nada mais será como antes, e cantaremos o hino de louvor e o “Aleluia”, com júbilo e exultação. Amém. Aleluia!
Quando os sinos tocarem... (04/04)

Quando os sinos tocarem...
Da tarde da Sexta-feira Santa até a Noite do Sábado, em que celebramos a Vigília Pascal ─ antiquíssima e mãe de todas as Vigílias ─ a Igreja vive momentos de contemplação do túmulo. Sacrários vazios, uma experiência indescritível da experiência da morte de Jesus, nosso Salvador. Sentimos mais fortemente o preço da morte; a ausência de um mundo sem coração; de um mundo sem Deus.
Na escuridão da noite, toda a Igreja já antecipa o sabor da vitória. Embora ainda escuro já sentimos o irromper da madrugada da Ressurreição.
Nesta Noite quando tocarem os sinos, o que estaremos ao mundo anunciando?
Quando tocarem os sinos...
Serão nossos corações que serão tocados pelo fogo do amor de Deus, que não permitiu a dureza e a frieza da morte ser a última palavra.
A última Palavra é sempre a de Deus: Ele Ressuscitou, Ele vive, Ele Reina, Jesus é o Senhor. A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé, acreditada e vivida como verdade central pela primeira comunidade, testemunhando em todos os tempos...
Quando tocarem os sinos...
Serão nossos olhos que enxergarão uma nova realidade, inaugurada com o esplendor da Ressurreição. A vida venceu a morte. Vamos ver algo novo acontecendo em nossas comunidades: pão partilhado, perdão vivenciado, reconciliações multiplicadas, ânimo revigorado.
O sorriso e a alegria serão em nosso rosto estampados, não como expressão de quimeras e ilusões, mas o renascimento da utopia e dos sonhos, que em muitos olhares já não se encontram marcados...
Quando tocarem os sinos...
Serão nossas mãos estendidas ao outro, num gesto de amor, partilha e comunhão. Jamais mãos se levantarão contra o outro (templo e presença de Deus em nós). Mãos generosas disponibilizadas no grande mutirão de vida e paz...
Quando tocarem os sinos...
Serão nossos joelhos e pés fortalecidos para empreender mais uma longa caminhada. Ainda temos um longo caminho a percorrer.
No auge da escuridão, nasce um novo dia. Ressurreição celebrada é testemunho de fé que um novo amanhecer da humanidade haverá de irromper: sem as marcas do egoísmo que destroem nosso planeta (aquecimento global); uma nova consciência ecológica (rios e matas, animais não mais desaparecerão).
Quando tocarem os sinos...
Nossos ouvidos ouvirão canções de vitórias, em vez de lamentos. Sorrisos de crianças e não gritos de seus tormentos (por causa da fome, desamor e desnutrição); o cantar da natureza com toda sua beleza, e não o ruído ensurdecedor das balas perdidas e canhões disparados.
Teremos, enfim, o silêncio no mais profundo de nós, para que a voz de Deus, possa, no mais íntimo de nós, ecoar...
Sonhos?
Fantasias?
Alucinações?
Decididamente não!
Quando tocarem os sinos...
Edificaremos comunidades que testemunham os sagrados ensinamentos do Senhor Ressuscitado: amor, verdade, justiça, perdão, solidariedade e paz. Cristo Ressuscitou. Aleluia! Aleluia! Feliz Páscoa!
A noite da escuridão precede a luminosidade eterna! (04/04)
E quando chegar o tão esperado amanhecer do Domingo da Páscoa,
o Sol Divino, Jesus,
estará mais do que vivo no meio de nós, e aclamaremos:
Aleluia!
sexta-feira, 18 de abril de 2025
Nossas mãos se elevam ao Senhor
Nossas mãos se elevam ao Senhor
Senhor Jesus Cristo,
nosso Rei, fostes desprezado como um verme e humilhado como a vergonha do
gênero humano, ensinai-nos a imitar a Vossa humildade salvadora.
Senhor Jesus Cristo,
nossa Salvação, destes a vida por amor dos seres humanos, Vossos irmãos e
irmãs, fazei que nos amemos uns aos outros com a mesma caridade.
Senhor Jesus Cristo,
Salvador da humanidade, de braços abertos na cruz quisestes atrair para Vós a
humanidade inteira, reuni em Vosso reino os filhos e as filhas de Deus
dispersos pelo mundo inteiro. Amém.
PS: Oração das Laudes – Sexta-feira Santa
terça-feira, 15 de abril de 2025
Em poucas palavras... (16/04)
A boa e necessária política
“Fundamental na vida do Brasil, passados sessenta anos do início da ditadura, a democracia ainda precisa de cuidado.
Depois do período de sistemáticos e ostensivos ataques, temos a oportunidade de fortalecê-la nas eleições municipais de 2024, através do voto consciente e livre.
A consciência cívica deverá estar a serviço dos mais profundos interesses do nosso povo, pois há exigências éticas para a realização do bem comum.
Por isso, os cristãos, leigos e leigas, não podem 1abdicar da participação na política (Christifideles Laici, 42).
Preocupa-nos que extremismos, desprezando o projeto de fraternidade social, façam do processo eleitoral um palco de intolerância e de ainda mais violência.” (1)
(1) Mensagem dos Bispos CNBB na 61ª Assembleia CNBB (16/04/24)






