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quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Santa Teresinha, padroeira das missões
Santa Teresinha, padroeira das missões
“No coração da Igreja, minha vocação é o amor...”
De modo especial, a Igreja dedica o mês de outubro para aprofundar sobre as missões, a fim de que vivamos a dimensão sinodal, edificando uma Igreja misericordiosa, acolhedora e missionária, alcançando as realidades mais desafiadoras, que o Papa Francisco chama de periferias existenciais.
E como é importante podermos contar com a intercessão de Santa Teresinha do Menino Jesus (séc. XIX), declarada a “Padroeira das Missões”, por PIO XI, em 1927, e cuja memória celebramos no dia 1º de outubro.
Santa Teresinha pouco viveu, mas teve tamanha intensidade e amor, e ficará para sempre viva, sendo grande testemunha do Senhor.
Retomo suas palavras, quando procurava encontrar o lugar da sua vocação na Igreja: “Então, delirante de alegria, exclamei: Ó Jesus, meu amor, encontrei afinal minha vocação: minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, Tu me deste este lugar, meu Deus. No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor e desse modo serei tudo, e meu desejo se realizará”.
Em oração, à luz da Palavra Divina, descobriu seu lugar na Igreja, e sua exclamação ressoa por todo o tempo: "No coração da Igreja minha vocação é o amor!”
Com ela, aprendemos a nos perguntar: - “Qual é a minha vocação na Igreja, sobretudo uma Igreja Sinodal, Povo de Deus que caminha juntos, na comunhão, participação e missão?”
Que a exemplo desta jovem, tenhamos intenso amor no coração, a fim de que pelo Amado Jesus seduzidos, com o fogo do amor do Espírito, vivamos maior fidelidade ao plano de amor que Deus tem para todos nós, edificando comunidades eclesiais missionárias, que se alimentam com o Pão da Palavra e da Eucaristia.
Aprendamos com Santa Teresinha a viver com ardor e amor a graça da vocação
Aprendamos com Santa Teresinha a viver com ardor e amor a graça da vocação
"No coração da Igreja minha vocação é o amor!”
No dia 1º de outubro, celebramos a memória de uma grande testemunha do Senhor, Santa Teresinha do Menino Jesus (séc. XIX).
Santa Teresinha pouco viveu, mas teve tamanha intensidade e amor, que ficará para sempre viva, presente em nossa memória. Ela foi declarada a “Padroeira das Missões”, por Pio XI, em 1927.
Ela é uma das quatro doutoras da Igreja, ao lado de Santa Teresa de Ávila, Santa Catarina de Sena e Santa Hildegarda de Bingen.
Em oração atenta, à luz da Palavra Divina, descobriu seu lugar na Igreja, e sua exclamação ressoa no nosso: "No coração da Igreja minha vocação é o amor!”, como encontramos em seus escritos.
Responderemos que somos bispo, padre, religiosa, seminarista, agente de pastoral, primeiros educadores da fé, pelo exemplo e palavra aos filhos, por Deus, confiados (pai e mãe)...
Com toda certeza, diremos o que somos, o que fazemos, os títulos que possuímos, o trabalho que já fizemos ou faremos etc.
Somente uma jovem com intenso amor no coração, pelo Amado seduzido, com o fogo do Amor do Espírito, em fidelidade ao Pai de Amor, poderia ter dito de forma tão singular e tão marcante: “No coração da Igreja minha vocação é o amor...”
Sempre oportuno refletir sobre a nossa vocação na Igreja. Sejamos ou façamos o que for, mas façamos vocacionados para o Amor e pelo Amor, somente assim seremos fiéis e amados Discípulos Missionários do Senhor!
Anjos que não vejo e anjos que vejo!
É bom ter anjos!
Mas, também é preciso que sejamos anjos na vida de alguém.
Em poucas palavras...
A proteção e companhia dos anjos
“Ó Deus, que na vossa misteriosa inefável Providência vos dignais enviar os vossos Santos Anjos para nos guardar, concedei que sejamos sempre defendidos pela sua proteção e gozemos eternamente de sua companhia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.” (1)
(1) Oração da Coleta da Missa dos Santos Anjos da Guarda – Memória celebrada dia 02 de outubro.
Em poucas palavras...
A tríplice função dos anjos
“Segundo a literatura judaica, a função dos anjos era tripla:
a) Adoração e louvor de Deus;
b) Agentes ou mensageiros divinos de assuntos humanos;
c) Guardiães dos homens e das nações (Hb 12,15).”
(1) Comentários à Bíblia Litúrgica – Gráfica Coimbra 2 – pág.889
“Envia-me, Senhor”
Vejamos algumas exigências no discipulado, na fidelidade ao envio que o Senhor faz à luz da passagem do Evangelho de São Lucas (10,1-12), conforme Comentário do Missal Cotidiano:
Com Jó, aprendamos e supliquemos
Com Jó, aprendamos e supliquemos
Ó Deus, que aprendamos com Jó, oprimido por seus “amigos”, mas que em seu sofrimento jamais perdeu a confiança em Vós, porque sois o nosso Defensor, e quer conosco estabelecer vínculos de amor; e não tardais em realizar a divina justiça.
Como cristãos, discípulos missionários, peregrinando na esperança do Reino, creiamos que não perdendo o amor, nada, absolutamente nada estará perdido.
Nos passos do Vosso amado Filho, pela fé, também saibamos e creiamos que Cristo surge e Se faz presente em todo homem e mulher que sofre e ama.
Ajudai-nos, ó Deus, a viver o amor que Jesus nos deu como Mandamento, dia após dia, deixando a vida impregnar-se, gota a gota, do zelo pelos outros, transformando-nos a nós mesmos e o mundo no qual estamos inseridos, como sal da terra e luz do mundo. Amém.
PS: Fonte inspiradora – Missal Cotidiano – Editora Paulus - Comentário da passagem do Livro de Jó (Jó 19,21-27) – pág. 1335-1336
“Fidelidade Constante”
Missão e espiritualidade
Alegria e ardor na permanente missão evangelizadora
É preciso, portanto, impregnar a todas as atividades um sentido missionário. Não se trata de uma atividade a mais, mas de empenharmos todas as forças, criatividade no testemunho corajoso do Senhor e de Sua Boa Nova.
Santa Teresinha: A Padroeira das Missões
Santa Teresinha: A Padroeira das Missões
“No coração da Igreja minha vocação é o amor...”
A Igreja dedica, de modo especial, o mês de outubro para aprofundar sobre as Missões, mas é evidente que todos os dias são favoráveis para que vivamos a graça da missão.
Santa Teresinha do Menino Jesus (séc. XIX) pouco viveu, mas teve tamanha intensidade e amor, e ficará para sempre viva, presente em nossa memória.
Grande testemunha do Senhor, cuja Memória celebramos no dia 1º de outubro, e foi declarada a “Padroeira das Missões”, por PIO XI, em 1927.
Retomo suas palavras, quando procurava encontrar o lugar da sua vocação na Igreja: “Então, delirante de alegria, exclamei: Ó Jesus, meu amor, encontrei afinal minha vocação: minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, Tu me deste este lugar, meu Deus. No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor e desse modo serei tudo, e meu desejo se realizará”.
Em oração atenta, deleitando-se com a Palavra Divina, descobriu seu lugar na Igreja, e sua exclamação ressoa por todo o tempo: "No coração da Igreja minha vocação é o amor!”
Vivendo a graça do tempo que antecede o Sínodo 2021-2023, também podemos nos perguntar - “Qual é a minha vocação na Igreja, sobretudo uma Igreja Sinodal, Povo de Deus que caminha juntos, na comunhão, participação e missão?”
Com toda certeza, diremos o que somos, o que fazemos, os títulos que possuímos, o trabalho que já fizemos ou faremos etc. Mas, que a exemplo desta jovem, tenhamos intenso amor no coração a fim de que pelo Amado Jesus seduzidos, com o fogo do Amor do Espírito, vivamos maior fidelidade ao Plano de Amor que Deus tem para todos nós.
Sejamos ou façamos o que for, mas façamos vocacionados para o Amor e pelo Amor, somente assim seremos fiéis e amados Discípulos Missionários do Senhor, edificando comunidades eclesiais missionárias.
Aprendizes da linguagem do Espírito
Construamos comunidades, como espaço privilegiado, onde se viva:
“No coração da Igreja minha vocação é o amor...”
“No coração da Igreja minha vocação é o amor...”
No dia 1º de outubro, celebramos a memória de uma grande testemunha do Senhor, Santa Teresinha do Menino Jesus (séc. XIX), sejamos enriquecidos por sua autobiografia.
“Meus imensos desejos me eram um autêntico martírio. Fui, então, às cartas de São Paulo a ver se encontrava uma resposta. Meus olhos caíram por acaso nos capítulos doze e treze da Primeira Carta aos Coríntios.
No primeiro destes, li que todos não podem ser ao mesmo tempo apóstolos, profetas, doutores, e que a Igreja consta de vários membros; os olhos não podem ser mãos ao mesmo tempo. Resposta clara, sem dúvida, mas não capaz de satisfazer meu desejo e dar-me a paz.
Perseverei na leitura sem desanimar e encontrei esta frase sublime: Aspirai aos melhores carismas. E vos indico um caminho ainda mais excelente (1Cor 12,31).
O Apóstolo esclarece que os melhores carismas nada são sem a caridade, e esta caridade é o caminho mais excelente que leva com segurança a Deus. Achara enfim o repouso.
Ao considerar o Corpo místico da Igreja, não me encontrara em nenhum dos membros enumerados por São Paulo, mas, ao contrário, desejava ver-me em todos eles. A caridade me deu o eixo de minha vocação.
Compreendi que a Igreja tem um corpo formado de vários membros e neste corpo não pode faltar o membro necessário e o mais nobre: entendi que a Igreja tem um coração e este coração está inflamado de amor.
Compreendi que os membros da Igreja são impelidos a agir por um único amor, de forma que, extinto este, os apóstolos não mais anunciariam o Evangelho, os mártires não mais derramariam o sangue.
Percebi e reconheci que o amor encerra em si todas as vocações, que o amor é tudo, abraça todos os tempos e lugares, numa palavra, o amor é eterno.
Então, delirante de alegria, exclamei: Ó Jesus, meu amor, encontrei afinal minha vocação: minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, Tu me deste este lugar, meu Deus. No coração da Igreja, minha mãe, eu serei o amor e desse modo serei tudo, e meu desejo se realizará”.
Santa Terezinha pouco viveu, mas teve tamanha intensidade e amor, que ficará para sempre viva, presente em nossa memória. Ela foi declarada a “Padroeira das Missões”, por Pio XI, em 1927.
Entre as quatro doutoras da Igreja, ela está ao lado de Santa Teresa de Ávila e Santa Catarina de Sena e Santa Hildegarda de Bingen.
Em oração atenta, deleitando-se com a Palavra Divina, descobriu seu lugar na Igreja, e sua exclamação ressoa no nosso: "No coração da Igreja minha vocação é o amor!”
Responderemos que somos padre, religiosa, primeiros educadores da fé, pelo exemplo e palavra aos filhos, por Deus, confiados (pai e mãe).
Com toda certeza, diremos o que somos, o que fazemos, os títulos que possuímos, o trabalho que já fizemos ou faremos etc.
Somente uma jovem com intenso amor no coração, pelo Amado seduzido, com o fogo do Amor do Espírito, em fidelidade ao Pai de Amor, poderia ter dito de forma tão singular e tão marcante:
“No coração da Igreja minha vocação é o amor...”
Sejamos ou façamos o que for, mas façamos vocacionados para o Amor e pelo Amor, somente assim seremos fiéis e amados Discípulos Missionários do Senhor!













